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Frases de Michael Bullet

12 frases

⁠Ódio e amor possuem uma relação de coexistência que não podem ser evitadas, são como as duas faces de uma mesma moeda.
⁠Hoje eu vi uma desconhecida, O estranho é que eu sabia sua comida favorita, sua música favorita, seus segredos e medos, Suas avenças com o pai, que ela tem uma mãe maravilhosa e que ela sente falta da avó materna
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⁠Hoje eu vi uma desconhecida, O estranho é que eu sabia sua comida favorita, sua música favorita, seus segredos e medos, Suas avenças com o pai, que ela tem uma mãe maravilhosa e que ela sente falta da avó materna E que... aquele cheirinho dela de body splash me era familiar

⁠Esperei por ti como se espera a aurora, cinco anos de promessas no olhar. E em meio a sete meses de sonho e demora,
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⁠Esperei por ti como se espera a aurora, cinco anos de promessas no olhar. E em meio a sete meses de sonho e demora, num instante, vi tudo ruir, desmoronar. O que faço com o que ainda pulsa? Com o amor que resiste, mesmo ferido? Se a conexão grita dentro do peito, mas a confiança jaz esquecida no abismo? Tentei costurar os pedaços partidos, mas o fio da verdade já não segurava. O tempo, que antes nos trouxe tão perto, agora só arrasta o que restava. E mesmo sabendo que o "nós" se perdeu, me pego chamando teu nome na brisa, como se o vento pudesse trazer de volta o que nunca mais cicatriza.

⁠Tua presença se tornou coisa rara. Tão perto o passo, tão distante o peito, No frio abismo desse amor desfeito.
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⁠Tua presença se tornou coisa rara. Tão perto o passo, tão distante o peito, No frio abismo desse amor desfeito. Queres do afeto os louros e as delícias, As convenientes, cálidas carícias. Porém, do amor recusas o tributo, Calando a voz num silêncio astuto. A tela fecha, a queixa vem tão pronta: "A vida pesa e a fadiga aponta". Mas cinco instantes para um doce aviso Parecem-te a ruína e o prejuízo. Gozar do bem sem ter a obrigação, É a lei covarde do teu coração. Onde o diálogo falta e a alma cala, O desinteresse ecoa pela sala. Se o nosso laço exige tal cansaço, E preferes a fuga e o embaraço, Recolho o meu afeto e a esperança, Pois onde não há troca, a alma cansa.

Tornou-se o amor um fardo de ofício, Qual pauta vã de lidas rotineiras, Onde as almas, em horas passageiras,
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Tornou-se o amor um fardo de ofício, Qual pauta vã de lidas rotineiras, Onde as almas, em horas passageiras, Cobram o afeto como um sacrifício. Mandamos, pois, a conta da saudade, Como se o bem-querer fosse tributo, E o coração, mendigo resoluto, Rogue por parca reciprocidade. Lembrar ao outro a própria existência É triste laborar, pesar profundo; Rogar uma migalha neste mundo É dizimar do orgulho a decência. Mas, ah! Se o dom não nasce da vontade, E o sentimento exige vil cobrança, É vão nutrir do amor a esperança; O afeto imposto é mera falsidade. Rasgo, portanto, a conta da ilusão, Não sou credor de afeto ou de favor; Se não for livre e dado com ardor, Dispenso a esmola de outro coração.

Fez-se o amor um ofício, um fardo frio, Rotina vã de um coração vazio. Cobramos foros dessa vã saudade,
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Fez-se o amor um ofício, um fardo frio, Rotina vã de um coração vazio. Cobramos foros dessa vã saudade, Tratando afeto como vulgaridade. "Dai-me atenção", o peito assim implora, Rogando carinho, suplicando clemência Quero o calor que chega sem cobrança, Pois no amor servil não há esperança. ⁠⁠

Fez-se o amor um ofício, um fardo frio, Rotina vã de um coração vazio. Ao fim da luz, a alma exausta e cega,
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Fez-se o amor um ofício, um fardo frio, Rotina vã de um coração vazio. Ao fim da luz, a alma exausta e cega, Cobra o afeto que o outro então lhe nega. Cobramos foros dessa vã saudade, Tratando o afeto qual vulgaridade. "Dai-me atenção", o peito assim implora Lembrar ao outro que inda estamos vivos, Torna os amantes míseros cativos. Rogar carinho, suplicar clemência, É o triste fim de toda a inocência. Porém, se é lei pedir, já tudo errou-se; Quero o calor que chega sem cobrança, Pois no amor servil não há esperança.⁠

Fez-se o amor um ofício, um fardo frio, Rotina vã de um coração vazio. Cobramos foros dessa vã saudade,
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Fez-se o amor um ofício, um fardo frio, Rotina vã de um coração vazio. Cobramos foros dessa vã saudade, Tratando afeto como vulgaridade. "Dai-me atenção", o peito assim implora, Lembrando ao outro que ainda estamos vivos. Mas tal súplica torna os amantes cativos, Rogando carinho, suplicando clemência — É o triste fim de toda a inocência. Porém, se é lei pedir, já tudo errou-se; Quero o calor que chega sem cobrança, Pois no amor servil não há esperança. ⁠

Fez-se o amor um ofício, um fardo frio, Rotina vã de um coração vazio. Ao fim da luz, a alma exausta e cega,
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Fez-se o amor um ofício, um fardo frio, Rotina vã de um coração vazio. Ao fim da luz, a alma exausta e cega, Cobra o afeto que o outro então lhe nega. Cobramos foros dessa vã saudade, Tratando o afeto qual vulgaridade. "Dai-me atenção", o peito assim implora, Como um mendigo que lamenta e chora. Lembrar ao outro que inda estamos vivos, Torna os amantes míseros cativos. Rogar carinho, suplicar clemência, É o triste fim de toda a inocência. Porém, se é lei pedir, já tudo errou-se; Não há decreto que o faça mais doce. Se o bem-querer não nasce por vontade, Qualquer esforço é pura falsidade. Rasgo, portanto, as folhas da ilusão, Não sou o banco de outro coração! Quero o calor que chega sem cobrança, Pois no amor servil não há esperança.⁠