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Frases de Marques Bueno

109 frases

“Perguntas, estúpidas perguntas” Você é feliz? Talvez sim, só não diga a seu coração.
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“Perguntas, estúpidas perguntas” Você é feliz? Talvez sim, só não diga a seu coração. Você é eterno aprendiz? Talvez não, espere outros dias para ter razão. Você é dono de si? Talvez sim, as pessoas não enxergam esta situação. Você faz feliz seu coração? Talvez não, a vida não mostrou esta opção. Você possui sua liberdade? Talvez sim, somente não digo isto com convicção. Você torce seu nariz? Talvez não, aprendi a viver sem alguma emoção. Você acredita no que diz? Talvez sim, sou exímio trapaceiro, nada de solução. Você aprendeu aquela canção? Talvez não, a vida fora corrida, descomedido trovão. Você alguma vez sorriu? Talvez sim, não de descontentamento, pedindo somente explicação. Você nunca partiu? Talvez não, nunca estivera presente, garoto sem compreensão.

“Não te deixarei” Mesmo que as tempestades assolem meus caminhos, não te deixarei. Mesmo que os dizeres de maldade prevaleçam, não te deixarei.
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“Não te deixarei” Mesmo que as tempestades assolem meus caminhos, não te deixarei. Mesmo que os dizeres de maldade prevaleçam, não te deixarei. Mesmo que os presentes sejam flores mortas, não te deixarei. Mesmo que as dores batam à porta, não te deixarei. Mesmo que os erros sejam sempre calhordas, não te deixarei. Mesmo que os dias derramem todo mel, não te deixarei. Mesmo que as risadas fossem numa nota, não te deixarei. Mesmo que os pedidos se tornem dolentes, não te deixarei. Mesmo que os medos se tornem freqüentes, não te deixarei. Mesmo que as magoas explorem a gente, não te deixarei.

“Ninguém” Eu traço planos, não sou insano, quero um abraço para calar as vozes dolentes. Eu tramo meu intento inocente, não quero pedidos clementes, queria mais que um amor envolvente.
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“Ninguém” Eu traço planos, não sou insano, quero um abraço para calar as vozes dolentes. Eu tramo meu intento inocente, não quero pedidos clementes, queria mais que um amor envolvente. Eu tranço seus cabelos, mas não os tenho em minhas mãos, graciosa manifestação vazia. Eu trago seu pedido de misericórdia, tramóia insipiente que faz todo coração sepultar um amor. Eu traio muito bem e não perdôo ninguém, insisto até matar minha alma perenal. Eu trabalho de maneira incessante, procuro não ser insignificante, inserto está meu coração; orgulho, desilusão. Eu transpiro enquanto sonho contigo, meu limiar de palavras é inexpressivo, ultraje apenas comigo. Eu transmito em meu olhar tua sensação de dor, divina comédia que não passa; contagia.

“Palavras que não devem ser faladas” Adeus... ...a despedida já é maculada por uma profunda dor, quem diz adeus perde um amor, o sorriso que murcha a flor, estandarte de horror, caminhos que representam extremo torpor.
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“Palavras que não devem ser faladas” Adeus... ...a despedida já é maculada por uma profunda dor, quem diz adeus perde um amor, o sorriso que murcha a flor, estandarte de horror, caminhos que representam extremo torpor. Te odeio... ...um coração a beira da morte, sei que minhas palavras não estão escondidas em um sacrário, mas odiar alguém é muito forte, brisa leviana que acompanha a morte. Não te amo... ...teu amor pode não ser perfeito, só não tente magoar quem ama inocentemente, trabalho árduo é fazer crescer um amor dormente, nunca diga algo capital, martírio carente. Perdão... ...se tuas palavras se limitam a apenas perdão, desculpe, mas você perdeu parte de seu coração, perdoar é divino, não pertence a você, ame com juízo, não pretenda entender.

“Obrigado” Obrigado por acreditar em minha frágil palavra, segurar minhas mãos enquanto o mundo lá fora era apenas uma risada, pouca magia. Obrigado fora meu sentimento,quando precisei ouvir muito sermão, histórias mal contadas sobre minha vida, águas que nunca se tornam passad…
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“Obrigado” Obrigado por acreditar em minha frágil palavra, segurar minhas mãos enquanto o mundo lá fora era apenas uma risada, pouca magia. Obrigado fora meu sentimento,quando precisei ouvir muito sermão, histórias mal contadas sobre minha vida, águas que nunca se tornam passadas. Obrigado por tolerar a primeira lágrima derramada e por enxugar o mar que caia; murmúrios não dizem nada, olhar quieto extasia. Obrigado percebo que continuam sendo meus passos, um caminho atravancado, não tenho espaço, os portões estão acorrentados, as frases também, arrasadas. Obrigado pelo nosso primeiro abraço, mesmo que a gente nem podia, o beijo na praça foi o fio da navalha, correria.

“Trapaças” Posso confirmar que tua incerteza e com minha convicção, que por amor já fui um exímio trapaceiro. Posso afirmar que a dor que resisti e meu momento hesitante, deixaram minha alma dilacerada, encontros trapaceiros.
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“Trapaças” Posso confirmar que tua incerteza e com minha convicção, que por amor já fui um exímio trapaceiro. Posso afirmar que a dor que resisti e meu momento hesitante, deixaram minha alma dilacerada, encontros trapaceiros. Posso confirmar que minha decisão que nunca foi unânime, deixou de ter razão, singelo aposento, sofrível trapaceiro. Posso afirmar com toda distinção, que o mar não é perfeito, tampouco a noite escaldante, detalhes trapaceiros. Posso confirmar que a clareza de seu beijo, ofusca e faz envergonhar até o mais prático trapaceiro. Posso afirmar que o dom que Deus me deu é mero faz de contas, alguns resgates trapaceiros. Posso confirmar que tudo que plantei foi regado com a mais pura água, enganando um fiel trapaceiro. Posso afirmar que o mal é envolvente e dele difícil separar, nada convincente; escusas descuidadas, carinhos trapaceiros.

“As flores” Como não falar de seu perfume perene, inebriante presente, dádiva encantadora, desordem inocente. Como não falar da alegria de seu desabrochar, abrindo os braços para encantar.
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“As flores” Como não falar de seu perfume perene, inebriante presente, dádiva encantadora, desordem inocente. Como não falar da alegria de seu desabrochar, abrindo os braços para encantar. Como não falar do encanto que elas dão aos pássaros, sublime canção inolvidável. Como não falar de sua lembrança em datas festivas, uma rosa, um beijo. Como não falar das primaveras, histórias cativantes, juízos perdidos, amantes felizes, belos romances. Como não falar da sua eminente beleza, pedaço do céu, pacato trabalho, nobreza. Como não falar das flores, se foi através delas que descobri seu nome.

“Tolice” Pode ser: aquela briga inacabável, a raiva desprendida, soberba como última palavra, desadorar teu sentimento, celebrar um embate, um dormir bravio, a jura acabada, noite iniciada terminada, teu castelo arrasado. Deve ser: chorar ao vento, brigar consigo; sofrer em seu…
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“Tolice” Pode ser: aquela briga inacabável, a raiva desprendida, soberba como última palavra, desadorar teu sentimento, celebrar um embate, um dormir bravio, a jura acabada, noite iniciada terminada, teu castelo arrasado. Deve ser: chorar ao vento, brigar consigo; sofrer em seu poetizar, não ter ninguém para agradar, felicidade em desassossego, um silencioso conflito errante, aquela brilhante estrela distante, a fadiga dançante. Pode ser: cantar sem nenhum ardor, tentar falar e não ter seus braços, inglório pedido de misericórdia, cândido erro sem nenhum propósito, angariar lamentos, obsessão de maneira pálida, suplício abandonado. Deve ser: viver esperando uma palavra; delonga em caso de desculpas, empunhar uma arma inofensiva, saudar de maneira solene a solidão, tentar ouvir o pedido, um chamado execrado, exímia distração. Pode ser: tachar de inocente quem comete o pecado, regar a terra morta pelos seus passos, uma carta desprovida de interesses, escapar de um destino premeditado, agradar um vicioso segredo.

“Ensaio de desculpas” Astuto rapaz, nunca se achou muito capaz, insincero em seus pedidos, a labuta não é igual a sua fala manhosa. Brilhante quando pede algo, possui o dom da adivinhação, sua faceta é faiscante, seu intento é o desejo mais insignificante.
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“Ensaio de desculpas” Astuto rapaz, nunca se achou muito capaz, insincero em seus pedidos, a labuta não é igual a sua fala manhosa. Brilhante quando pede algo, possui o dom da adivinhação, sua faceta é faiscante, seu intento é o desejo mais insignificante. Cinismo oculto em uma frágil casca de madeira, tropeços naquilo que enxerga demais, parodiando a carne humana sem nenhum constrangimento. Dadivoso pelos seus interesses, estragos ordeiros, perigoso enquanto cavalheiro; imaculado brincando de machucar inocentes, indecoroso quando se colocava a pensar. Erudito sem condições de ensinar, luta medonha que só faz esbravejar, seu altruísmo ficava muito além, pequenos retalhos, toques aquém. Fiasco de fato como homem ausente, sua insônia não fora por escolha notável, perfeito fracasso, nunca será um orgulho louvável. Grandiosas foram as tentativas, admirável sua ousadia, incapaz de pedir desculpas, transfere sua culpa e para finalizar, nunca alega loucura. Homenagens para si, festança solitária, seu erro era incolor, a linha que divide sua vida fora amparada meramente pela dor. Indolentes pedidos sangrentos de paz, amordaçado nunca fora por seus pais, descomedido, contudo com algo na mente, murmúrios sofríveis, dementes. Justa foi sua escolha, sofreu à margem, nunca à sombra, sua vontade fora tenaz, faltava apenas uma coisa; tentar explicar.

“As diferenças” Sem lugar a mesa não queria um jantar a luz de velas, nunca fui muito eloqüente. Minha vida é simples, apenas um cigarro de paia, um prato modesto sacia a fome danada.
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“As diferenças” Sem lugar a mesa não queria um jantar a luz de velas, nunca fui muito eloqüente. Minha vida é simples, apenas um cigarro de paia, um prato modesto sacia a fome danada. Os brilhos, as luzes que ditam sua jornada, ofuscam a chama do meu lampião aceso. O brilho da lua norteia a jangada, o pedaço do sol comprado por ti; desprezível sorriso. Seu mundo é a vida largada, o meu é a alegria do simplório canto da cigarra. Seu carinho é uma folha sem nome, teu apreço descartável, tortura àqueles dias de entrega insensata. Meu pequeno vilarejo, nunca te disse nada, os monumentos à porta de sua casa; degraus pequenos...

“Triste felicidade” Todos os dias me encanto com sua beleza, teu perfume acompanha seu sorriso, mesmo quando teu rosto emana certa tristeza. Todas as noites me refresco em seus afagos, abraços, seu dia-a-dia contado com carinho, detalhando todos os passos.
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“Triste felicidade” Todos os dias me encanto com sua beleza, teu perfume acompanha seu sorriso, mesmo quando teu rosto emana certa tristeza. Todas as noites me refresco em seus afagos, abraços, seu dia-a-dia contado com carinho, detalhando todos os passos. Toda escolha mostra suas dúvidas, a brincadeira que é amar, a brincadeira de ser feliz, decerto estremece um belo sonhar. Toda queixa vem acompanhada de afazeres, desejos abandonados, beleza ditada em versos, maldição que seca a rosa; sofrimentos belos, calados. Observe àquela cena corriqueira, o mesmo fogo da lareira, a direção exata de quem ama não tem paradas; caminhos livres. Observe a felicidade à sua volta, um pequeno gesto de carinho, um jantar a luz de velas; brigas do destino. Deixe de lado conversas cansativas, rusgas orgulhosas, teu amor não é uma página virada, mas meu coração é apenas seu. Deixe as peripécias do destino de lado, não é tempo perdido, vale muito mais arriscar do que planejar um caminho. O amor é um pesadelo, um livro de folhas em branco, tentador, melancólico, assustador; um vício que não causa dor. O amor é aquilo que se respira,o que você vê e te inspira,é doença que contagia; é viver.

“Amanhã não é seu dia” Aproveite cada passo deixado na areia e que a onda do mar teima em apagar. Alimente teu sonho com a realização, esqueça o orgulho desprendido de emoções; os ventos já não são mais tormentas.
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“Amanhã não é seu dia” Aproveite cada passo deixado na areia e que a onda do mar teima em apagar. Alimente teu sonho com a realização, esqueça o orgulho desprendido de emoções; os ventos já não são mais tormentas. Somos apenas mais um grito ecoando no vazio e o passar dos dias não será suficiente para nos engrandecer. Tentamos de maneira contumaz deixar nossos sonhos para amanhã, varrer a poeira que sempre aparece para debaixo do tapete; problemas para um dia a mais. Talvez não tenhamos o charme, deixaremos de ser elegantes e curtiremos a sombra a nossa volta dançante, o diário deslumbrante, um tempo que foi embora e deixou a história distante.

“Teu espelho” Tua imagem no espelho murmura algumas palavras de dor, outras de castigo. Tua felicidade é o expoente, encarando seus fantasmas de frente, fôlego ausente.
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“Teu espelho” Tua imagem no espelho murmura algumas palavras de dor, outras de castigo. Tua felicidade é o expoente, encarando seus fantasmas de frente, fôlego ausente. Tua preocupação deu com a cara na porta, esgotando um sonho calhorda. Tua espada deixou de cortar, os emaranhados da vida, hei de complicar. Tua oração ao pecado criou um lago de constrangimento, vazio de vida. Tua reserva de bom senso,amargou,apodreceu, teu respeito soluçou, depois morreu. Tua falta de alegria refletiu a cara zangada; espelho de tua alma...

“A vida é um mar de decepções” O que importa se ultrapassei todos os obstáculos, rompi barreiras, fiz minha história, abri aquela porta, se no final do meu caminho percebi que estava sozinho... O que importa se todos os meus amores foram como flores, se meu sorriso veio acompan…
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“A vida é um mar de decepções” O que importa se ultrapassei todos os obstáculos, rompi barreiras, fiz minha história, abri aquela porta, se no final do meu caminho percebi que estava sozinho... O que importa se todos os meus amores foram como flores, se meu sorriso veio acompanhado de dores, se no meu amanhecer faltou apenas o carinho... O que importa ser igual ao seu amigo, ter pena de seu orgulho ferido, dar risadas forçadas, fingindo, invejando outra vez mais, um belo caminho... O que importa ser solidário esperando a volta, doar suas emoções em troca de uma aposta, se alegrar com a miséria alheia, um desejo mesquinho... O que importa esperar do dia uma nova prosa, se o pensamento é velho, latente e sem juízo, teimar e seguir em frente, caminhando quietinho...

“Nossos chefes, nossos bandos”. Aqueles homens que dominam as situações, aquela massa que os aplaude ensandecidos, o orgulho de bater palmas para estas pessoas que nunca nos darão ouvidos. Sejamos homens e também mulheres, não é a falta de opções que faz a mesmice girar e sim o…
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“Nossos chefes, nossos bandos”. Aqueles homens que dominam as situações, aquela massa que os aplaude ensandecidos, o orgulho de bater palmas para estas pessoas que nunca nos darão ouvidos. Sejamos homens e também mulheres, não é a falta de opções que faz a mesmice girar e sim o medo de arriscar, o nosso bando se acovardou; perdeu a capacidade de pensar. A dádiva de Deus, além da vida, é nossa inteligência, portanto não devemos desperdiçá-la, aprenda que a fronteira de nossa mente, não vai somente até o outro lado da rua. Estamos cansados de nossos velhos chefes, idiotas palavras, estúpidos dizeres, o bando a qual fazíamos parte se tornou incompetente. Agarramos com unhas e dentes a primeira oportunidade, sequer temos o trabalho de olhar para os lados; é o medo de agir, de preencher nossa mente vazia. Um bando de idiotas marchando e cantando pela moda da televisão, a maioria apenas acompanha o cortejo de mentes mortas ou entregues a um sono profundo, perfeito ostracismo. Nossos chefes estão se danando e nosso bando coitado, segue sem saber, cantando e sorrindo. Existe sempre aquela flor que se destaca em meio ao campo florido é verdade, porém ela pode ser nossa, é só ter competência, vontade e não se acomodar com sua beleza distante; podemos tê-la ao nosso lado. Nossos chefes precisam ser acordados, o bando precisa gritar uníssono, não precisamos ver passar a onda do mar, podemos nós mesmos fazer nosso ritmo.

“Triste cotidiano” O desejo ardente e febril de ser notado por alguém chega a ser um drama de nosso dia a dia. Pessoas comuns em disputa por uma atenção momentânea, um pedido de socorro para ser notado; uma questão de vida ou morte.
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“Triste cotidiano” O desejo ardente e febril de ser notado por alguém chega a ser um drama de nosso dia a dia. Pessoas comuns em disputa por uma atenção momentânea, um pedido de socorro para ser notado; uma questão de vida ou morte. Expomos nossas vidas de maneira inoportuna e desesperada, nossos íntimos segredos falados aos quatro ventos, às vezes dizemos isto e nunca somos percebidos, mas a necessidade desta exposição infundada é maior e não tem preço. Criamos crianças deseducadas pelos próprios pais, criamos também heróis de botequins; aquele que fala para mais se torna um deus ou coisa assim. A futilidade se tornou nosso lema, é preferível ser um idiota com a cara enlameada por três segundos na televisão do que ser lembrado por um fato notável que não te levará ao ridículo. Todos os dias e todas as noites erigimos seres patéticos e damos destaque à seus atos pueris,esta é a nossa necessidade,não importa se a fome assola ou o desemprego se mostra ali,a sobra que temos já satisfaz. O que queremos é um medíocre barato em nossa televisão paga a duras prestações, assim o assunto em debate está preparado para o outro dia. Nossa vida é falar da vida alheia, indignar-se com um fato marcante, já torcendo por outro ser ainda mais impactante. Hoje em dia a desgraça é tratada tal qual um romance e nós; os imbecis tolerantes sem opinião reclusos na nossa estúpida capacidade inoperante. Assinado por mais um grande Idiota

“Aproveite seus dias” Devagar se passam os anos e veloz vai-se o tempo. Os dias de outrora insuficientes, dão agora lugar a apenas dias.
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“Aproveite seus dias” Devagar se passam os anos e veloz vai-se o tempo. Os dias de outrora insuficientes, dão agora lugar a apenas dias. Corre-corre corriqueiro, pega-pega sem parar, já hoje meus passos são pequenos. Um pedaço de bolo caseiro, a teimosia a enfrentar, são lembranças de lá atrás. O riacho que brincava e os frutos das árvores que achei; hoje acho que esta herança não deixei. A fogueira abre a noite, a bebida a esquentar, as estórias sem ofensas, uma noite que não pode terminar. Desprovido de malícias, sem orgulho e sem rodeios, apenas crianças felizes recitando suas alegrias. O respeito nutre a alma, a escola da vida também pode ensinar; tudo é fácil aprender, quando não se quer brigar. Os dias vieram e virão, cabe a cada um aproveitá-lo como quiser, não sendo maior, ou sendo incapaz de entender um desejo; apenas deixe o dia te encantar, o resto é fácil de encarar.

“Quero apenas amar” Aproveitei os dias em que você não estava, Brinquei de forma inocente, queimei mais que minhas mãos,
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“Quero apenas amar” Aproveitei os dias em que você não estava, Brinquei de forma inocente, queimei mais que minhas mãos, Aprendi a te respeitar, não quero provar a dor de outro dia, Tolice é querer mais, enquanto do meu lado tenho vida, Alguém mostrou que sou capaz, meu coração é seu por toda vida, Leis e ordens acatei; as chaves da minha liberdade é você que trazia, Honestamente errei demais, perdoe este homem tolo, pecador contumaz, Amanhã não será esquecido o erro, prometo que irei mudar, Desculpas repetidas não trazem alegrias, Apertado fica o coração quando um beijo não vem mais, Volta agora e desculpa este incapaz, cara errado que quer sua alegria, Impensadas vezes engoli as palavras que queria te falar, Deixo você saber que te amo hoje e há dias atrás, Amar você é coisa fácil, respirar você é meu dia a dia.

“A promessa” Escrevi uma carta com um pedido meu, esperei uma resposta de um sonho que se esqueceu. Ouvi murmúrios atrás da porta, palavras tortas, depois se perdeu.
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“A promessa” Escrevi uma carta com um pedido meu, esperei uma resposta de um sonho que se esqueceu. Ouvi murmúrios atrás da porta, palavras tortas, depois se perdeu. Detalhes de uma promessa grandiosa, a maior aposta, uma noite formosa. O sol deu um sorriso por detrás das rochas, o vento esperto riu de maneira frondosa, a noite bateu palmas a este apogeu. A mim restou felicidade despretensiosa, não mais aquela velha nota,a promessa enfim apareceu,deixou barato a discórdia, um caminho meu e seu.

“Desafio” Desafio você a enfrentar seus medos, esquecer a noite mal dormida, as coisas que te desagradam, enfrentar o dia que seu pedido foi um não. Desafio você a esquecer o motivo de nossas brigas, a esquecer o dia em que me viu sozinho caminhando por aquela rua vazia,chorand…
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“Desafio” Desafio você a enfrentar seus medos, esquecer a noite mal dormida, as coisas que te desagradam, enfrentar o dia que seu pedido foi um não. Desafio você a esquecer o motivo de nossas brigas, a esquecer o dia em que me viu sozinho caminhando por aquela rua vazia,chorando perdido. Desafio você a querer mais, sonhar o impossível, acreditar, deitar de mãos vazias e acordar recheado de magia, bondade; uma ode a cada novo dia. Desafio você a esperar aquilo que te contagia,não teremos o tempo que já passou,peça o tempo que te resta, aproveite demasiadamente sua vida. Desafio você a ler a carta daquela despedida, não derramar lágrimas, ser feliz no adeus de outro dia, ter seu momento de paz, espere, viva.