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Frase de Marques Bueno

“Nossos chefes, nossos bandos”. Aqueles homens que dominam as situações, aquela massa que os aplaude ensandecidos, o orgulho de bater palmas para estas pessoas que nunca nos darão ouvidos. Sejamos homens e também mulheres, não é a falta de opções que faz a mesmice girar e sim o medo de arriscar, o nosso bando se acovardou; perdeu a capacidade de pensar. A dádiva de Deus, além da vida, é nossa inteligência, portanto não devemos desperdiçá-la, aprenda que a fronteira de nossa mente, não vai somente até o outro lado da rua. Estamos cansados de nossos velhos chefes, idiotas palavras, estúpidos dizeres, o bando a qual fazíamos parte se tornou incompetente. Agarramos com unhas e dentes a primeira oportunidade, sequer temos o trabalho de olhar para os lados; é o medo de agir, de preencher nossa mente vazia. Um bando de idiotas marchando e cantando pela moda da televisão, a maioria apenas acompanha o cortejo de mentes mortas ou entregues a um sono profundo, perfeito ostracismo. Nossos chefes estão se danando e nosso bando coitado, segue sem saber, cantando e sorrindo. Existe sempre aquela flor que se destaca em meio ao campo florido é verdade, porém ela pode ser nossa, é só ter competência, vontade e não se acomodar com sua beleza distante; podemos tê-la ao nosso lado. Nossos chefes precisam ser acordados, o bando precisa gritar uníssono, não precisamos ver passar a onda do mar, podemos nós mesmos fazer nosso ritmo.

Marques Bueno

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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“Tardes sufocantes” Adentrei em nossa casa e o silêncio sepulcral se fez presente, vazio pela casa, lembranças na mente. Olhei o velho relógio pendurado na parede acima de sua foto, e por mais que tentasse, ele sequer mudava sua rotina torturante.
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“Tardes sufocantes” Adentrei em nossa casa e o silêncio sepulcral se fez presente, vazio pela casa, lembranças na mente. Olhei o velho relógio pendurado na parede acima de sua foto, e por mais que tentasse, ele sequer mudava sua rotina torturante. O telefone não toca, os pássaros sequer ciscam em nosso jardim, o tempo parece uma afiada navalha, rasgando impiedosamente, minha saudade insolente. Os passatempos não me valem de nada, fechar os olhos além de doloroso, faz com que a distância engrandeça novamente. Agora as tardes são insignificantes, o sol escaldante não aquece um corpo ausente, o café se tornou amargo, a comida insuficiente. Volta logo, assim posso abrilhantar o sol divinamente.

“O doce torpor do absinto” Simples imaculado, vicio inacabado, sorriso tímido olhos avermelhados, teu nome não é um insulto, apenas algo que não se pode ler. Vertigens em forma de canção, momentos inesquecíveis, amigos eu sei que não, seu abraço é um alivio, infelizmente não vi…
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“O doce torpor do absinto” Simples imaculado, vicio inacabado, sorriso tímido olhos avermelhados, teu nome não é um insulto, apenas algo que não se pode ler. Vertigens em forma de canção, momentos inesquecíveis, amigos eu sei que não, seu abraço é um alivio, infelizmente não vivo atrelado a esta estúpida ilusão. Simples caminho coberto de escuridão, aliás, é um belo abrigo, só a morte é fiel companheira, toda vida é aventureira; apesar de tudo, sua propriedade não se pode ter. Vertigens nas cicatrizes alheias a nas almas que pediram socorro, estado pútrido daquela vida carente, brincadeira inocente que nunca sai da mente, trazendo pura inação.

“A dor que corrói a alma” O jantar, os talheres, as flores raras enfeitando a mesa, o vinho da cor do pecado, o aroma dos sabores... só não contava com tua ausência. Os minutos martelam minha mente, a cada hora passada sinto-me mais carente, Deus castiga-me de forma velada... p…
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“A dor que corrói a alma” O jantar, os talheres, as flores raras enfeitando a mesa, o vinho da cor do pecado, o aroma dos sabores... só não contava com tua ausência. Os minutos martelam minha mente, a cada hora passada sinto-me mais carente, Deus castiga-me de forma velada... pois sou pecador inocente. A cama vazia, o perfume da última noite, as gargalhadas, os abraços, aquela vida encantada... o destino mata muito além da alma,sonhos,ilusões,bem que gostaria. As cartas esparramadas pela mesa, o anel em que seu dedo brilhava; agora apenas papel e lataria... inegavelmente o amor foi maior,reluzia. Uma simples jornada era o que queria, mas a vida possui suas trapaças, nada que amedronte, apenas destrói o que mais se almejava... um amor puro que nunca se esquecia.