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Frases de Marco Henrique B. Alves

21 frases

Conquanto vivo, te amo Ao expiar, te chamo Em meu imo, clamo
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Conquanto vivo, te amo Ao expiar, te chamo Em meu imo, clamo Ama (tu) a mim Das noites estreladas Ás vistas da união Meu lugar querido Criadouro desta canção Meu dialeto te faço ouvir Anseio o amor fixo, não souvenir É meu desejo Do ócaso por vir

para as maravilhas do paraíso, guia-me teu olhar em teus amores fracassados, aprendo o que não ser o horror Dantesco de contigo não estar
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para as maravilhas do paraíso, guia-me teu olhar em teus amores fracassados, aprendo o que não ser o horror Dantesco de contigo não estar subleva-se no meu peito quando este soneto na gaveta guardar exaustante demora dos momentos de te ver exílio doloroso, dor no meu ser não mais protele moça, nosso encontro deixe que eu possa dar-te meu amor alma aquebrantada dor mortal a cola é teu carinho, pra ti banal ei de enamorar então meu país de paixões não morro o Brasil jamais vai me trair, e há de incorrer em meu socorro se só o amor cura o amor só meu Brasil minha dor só a ele vou cantar e para ti meu choro irei legar meu choro noturno no cair vespertino nesse amor desatino da lucidez diurna

Se teu amor é intangível Vivo desonroso ostracismo Dipsomaníaco contumaz
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Se teu amor é intangível Vivo desonroso ostracismo Dipsomaníaco contumaz Arguição da dor mordaz Vá linda moça Acautele Bandeira Para pasárgada irei Juntos evocar Recife; trovarei Do meu Arrudão ao Espinheiro Boa viagem á Casa amarela Da tarde de Valença és a mais bela Deixe-me no Rosarinho, cantar para ti à capela E quando em pasárgada Lembra-te do meu amor Ide Ide para lá Mas vá e fique linda moça Pois quando o ócaso raiar Poderei ter a mulher que desejar E se ficares, lá ela estará

Longe do teu amor; quimérico vivo em ininterrupta embriaguez na imaginária pretensão de usufruir
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Longe do teu amor; quimérico vivo em ininterrupta embriaguez na imaginária pretensão de usufruir azos numerosos e desmedidos; porvir deixe-me, ó senhora, na agnição deixe que esse devaneio seja exequível fazível redundantemente factível no seu malquerer delega-me o obuscurantismo a distância de ti é minha contrastição deixe, ó senhora, que seja amor; não comiseração tende condoimento desse trovador desalento

Pela insólita noite irei ruar Recôndito Com minha rubicunda face preconizando tegiversar
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Pela insólita noite irei ruar Recôndito Com minha rubicunda face preconizando tegiversar Confabulando sozinho suscitar em tu o perene amor que em mim reside A irrupção não deixou incólume minha lucidez Este nada frugal sentimento não torna-se-á fugaz Fleumático em meu imo Deixou-me inquieto Pacávio ocasional Pândego sob a lua cintilante Taciturno no azul céu dos teus olhos E nesta epístola que é a veneta do meu traquejo peço que me dê a vitória do teu beijo

Burlando as regras e convenções, e obrigando a população a aceitar um governo de excessão como perfeito e acabado, os Estados totalitaristas demonstraram que a qualquer momento, havendo as condições necessárias, uma nova forma de governo totalitário pode surgir no ventre da socie…
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Burlando as regras e convenções, e obrigando a população a aceitar um governo de excessão como perfeito e acabado, os Estados totalitaristas demonstraram que a qualquer momento, havendo as condições necessárias, uma nova forma de governo totalitário pode surgir no ventre da sociedade, ceifando assim a falsa sensação de prosperidade que acomete vários idealistas do Estado forte e interventor.

A força de um Estado socialista não se baseia unicamente no poderio bélico, contigente militar ou fatores de dissuasão estratégica internacional. A real força de um Estado socialista ultrapassa as fronteiras de sua ideologia, permuta-se e converte-se no seu oposto quantas vezes f…
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A força de um Estado socialista não se baseia unicamente no poderio bélico, contigente militar ou fatores de dissuasão estratégica internacional. A real força de um Estado socialista ultrapassa as fronteiras de sua ideologia, permuta-se e converte-se no seu oposto quantas vezes forem necessárias para controlar, por meio da alienação cultural e da fala mansa, cada aspecto da vida civil, nada mais sendo que um algoz espião da liberdade individual que age para beneficiar uma elite em comando do partido.

⁠Auspiciosa noite anunciava-se quando te vi O intento secreto me consumia E do branco de teu corpo
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⁠Auspiciosa noite anunciava-se quando te vi O intento secreto me consumia E do branco de teu corpo Senti a candura da sua alma Aguardo mais uma vez te ver E mais uma vez espero aquela noite Noite aquela Só se esperar viverei até te ver de novo E se só de esperar vivo Minha saudade agora mora contigo Nos entremeios dos seus cabelos E no calor dos lábios seus que me aquecem