Frase de Marco Henrique B. Alves
Magistral é teu olhar As vezes penso nele me afogar Rindo feliz de ser seu Idôneo é para mim teu amor Efêmero? Lírico Lábaro do meu desejo Yang do meu Yin
No pensador.ai desde
Magistral é teu olhar As vezes penso nele me afogar Rindo feliz de ser seu Idôneo é para mim teu amor Efêmero? Lírico Lábaro do meu desejo Yang do meu Yin
No pensador.ai desde
Conquanto vivo, te amo Ao expiar, te chamo Em meu imo, clamo
Conquanto vivo, te amo Ao expiar, te chamo Em meu imo, clamo Ama (tu) a mim Das noites estreladas Ás vistas da união Meu lugar querido Criadouro desta canção Meu dialeto te faço ouvir Anseio o amor fixo, não souvenir É meu desejo Do ócaso por vir
para as maravilhas do paraíso, guia-me teu olhar em teus amores fracassados, aprendo o que não ser o horror Dantesco de contigo não estar
para as maravilhas do paraíso, guia-me teu olhar em teus amores fracassados, aprendo o que não ser o horror Dantesco de contigo não estar subleva-se no meu peito quando este soneto na gaveta guardar exaustante demora dos momentos de te ver exílio doloroso, dor no meu ser não mais protele moça, nosso encontro deixe que eu possa dar-te meu amor alma aquebrantada dor mortal a cola é teu carinho, pra ti banal ei de enamorar então meu país de paixões não morro o Brasil jamais vai me trair, e há de incorrer em meu socorro se só o amor cura o amor só meu Brasil minha dor só a ele vou cantar e para ti meu choro irei legar meu choro noturno no cair vespertino nesse amor desatino da lucidez diurna
Se teu amor é intangível Vivo desonroso ostracismo Dipsomaníaco contumaz
Se teu amor é intangível Vivo desonroso ostracismo Dipsomaníaco contumaz Arguição da dor mordaz Vá linda moça Acautele Bandeira Para pasárgada irei Juntos evocar Recife; trovarei Do meu Arrudão ao Espinheiro Boa viagem á Casa amarela Da tarde de Valença és a mais bela Deixe-me no Rosarinho, cantar para ti à capela E quando em pasárgada Lembra-te do meu amor Ide Ide para lá Mas vá e fique linda moça Pois quando o ócaso raiar Poderei ter a mulher que desejar E se ficares, lá ela estará
Longe do teu amor; quimérico vivo em ininterrupta embriaguez na imaginária pretensão de usufruir
Longe do teu amor; quimérico vivo em ininterrupta embriaguez na imaginária pretensão de usufruir azos numerosos e desmedidos; porvir deixe-me, ó senhora, na agnição deixe que esse devaneio seja exequível fazível redundantemente factível no seu malquerer delega-me o obuscurantismo a distância de ti é minha contrastição deixe, ó senhora, que seja amor; não comiseração tende condoimento desse trovador desalento