Neste momento a desordem é que norteia a minha vida! A desordem é um tipo de ordem incomum; muitos naufragam em suas espumas, por não compreendê-la.
Frases de MAJELA COLARES
38 frases
Quanta frequência e ritmos cósmicos que nos induzem felicidade, alegria e prazer, em corpo e espírito, ao longo da história humana são sacrificados por meras convenções, regras e conceitos que nos revelam apenas sofrimento e dor. Pecado hipócrita e insensível feito este, são bem…
Continuar lendo
Quanta frequência e ritmos cósmicos que nos induzem felicidade, alegria e prazer, em corpo e espírito, ao longo da história humana são sacrificados por meras convenções, regras e conceitos que nos revelam apenas sofrimento e dor. Pecado hipócrita e insensível feito este, são bem poucos que a ele se igualam.
“Não existe um procedimento padrão. O poema emerge espontaneamente. Não escrevo poemas quando me encontro em estado emotivo, quer proveniente de uma situação agradável ou desagradável, (estado de inspiração), nem tão pouco em momentos puramente racionais (estado cerebral). O poem…
Continuar lendo
“Não existe um procedimento padrão. O poema emerge espontaneamente. Não escrevo poemas quando me encontro em estado emotivo, quer proveniente de uma situação agradável ou desagradável, (estado de inspiração), nem tão pouco em momentos puramente racionais (estado cerebral). O poema dá sinais... pisca o olho... sorri... no mais das vezes, de início, apenas capto a idéia. O momento de elaboração de um poema, em mim, acontece quando me aproximo o máximo dele, é uma sensação muito boa. É um estado que vai além da razão e da emoção, um estado que não sei definir... apenas percebo quando atinjo. Aí o poema começa a ganhar forma. Somente o que escrevo nesse estado que a mente alcança, para mim indefinido e imprescindível, é que considero poesia.” - MAJELA COLARES, em entrevista...
Quando um sonho acaba, jamais tem um fim definitivo... sempre permanecem fragmentos da sua essência e deles poderão florescer sonhos e mais sonhos ao longo da vida.
RES NULLIUS na rua um vira-lata morde flores – socorro!
Continuar lendo
RES NULLIUS na rua um vira-lata morde flores – socorro! Gritam as rosas, os cravos, as papoulas os girassóis... apavorados – cadê a jardinagem? ... um vira-lata morde flores – o problema é grave as flores já sentiram nas próprias pétalas
AS CORES DO TEMPO percebo o tempo farejando as cores de um já vencido e desbotado instante
Continuar lendo
AS CORES DO TEMPO percebo o tempo farejando as cores de um já vencido e desbotado instante tingidas horas (reluzente tinta) preserva apenas um azul distante Pelas arestas espirais dos tons embaça o risco do momento diante frágil moldura irregular do tempo descolorido feito sombra errante Riscam as cores novo instante súbito (um branco espaço a revolver o caos) traçando o tempo - qual íris perfeito Agora a tinta condensando as cores consagra breve, colorido intenso marcas de um tempo que se fez refeito
Um vendaval de flores está chegando com a primavera e inundará campos, cidades, praças, jardins e sorrisos... Sem dúvida, uma forma de induzir a humanidade a deixar de ser tão inverno.
Ainda resta uma gota de luz um pouco além da penumbra que enegrece profundamente o fim do túnel.
A paz, a luz, a harmonia e a esperança do mundo dependem diretamente do equilíbrio de forças da eterna queda de braço travada entre o bem e o mal.
PAISAGEM DE GALOS Um galo... a sombra de um galo madrugadas acesas em cores
Continuar lendo
PAISAGEM DE GALOS Um galo... a sombra de um galo madrugadas acesas em cores contidas nas imagens da noite que guardam sombras antigas o canto dos galos ilumina as retinas da noite e guardam mundos demônios e deuses na garganta... aldeias remotas cantigas futuras cantigas passadas longínquas, longínquas as auroras dos galos refletem todo o universo em fuga que nasce e morre na infinitude concisa de uma noite em outra noite de um galo em outro galo
O futuro me espera cheio de passado!
TRATADO SOBRE UM POEMA quis um poema sem razão nem fim um canto surdo de areia e noites
Continuar lendo
TRATADO SOBRE UM POEMA quis um poema sem razão nem fim um canto surdo de areia e noites bem mais veloz que a ilusão do tempo que fosse a vida muito além da morte quis um poema que tivesse o fim de ser apenas um rascunho torto entre as lembranças de qualquer rascunho entre os rascunhos de alguém já morto quis um poema de tempo e de tempos regado a vinho – se possível tinto – do instante imune, que não foi instante do tempo impuro, do mais puro cisco quis um poema que fosse um poema de pele clara, de cabelo ruivo que fosse a pedra fecundando o húmus e a luz gestante fecundando a luz quis um poema... se quis um poema foi assim quase... meio, fim e meio sangrei a noite, mas fisguei o verbo quis um poema lacerado ao meio
Palavras? Eram desnecessárias. Tuas fugas revelavam todo o falso desprezo por aquele sorriso que te causava taquicardias sísmicas.
A vida é um belo sonho possível. Quem não buscar realizá-lo, simplesmente não vive.
A felicidade é parceira dos mistérios que habitam as terras férteis dos neurônios mais sensíveis que, vez por outra, enviam missivas de rara beleza ao coração.
DESEJO & CHOCOLATE um arco–íris surgiu entre dois lábios no azul do mar, no céu, no azul azul
Continuar lendo
DESEJO & CHOCOLATE um arco–íris surgiu entre dois lábios no azul do mar, no céu, no azul azul tinha a cor dos teus olhos – entre nuvens com sabor de alga, amido e chocolate um arco-íris no mar riscou tua boca entre ondas, lampejantes, mil desejos exalados na brisa, aceso olfato doce aroma de amor e de segredos entre gotas de chuva e leves toques foi-se a tarde ancorando no teu rosto sob o rastro de um sol quase poente em meus braços restou a tua imagem: um arco-íris risonho e transcendente em teus lábios: desejo & chocolate
Azul é a cor do sonho, e o infinito é azul. Até onde o meu olhar for azul, não encontrarei limites...
Tudo tão falível, tão precário, tão ínfimo, diante de tantas incertezas e a grande maioria ainda relega o amor à planos inferiores. Quanto estranha, oh, humanidade!
Dizem que no Brasil tudo termina em pizza. Mostremos que mudou... façamos com que de agora em diante tudo termine em poesia.
Sou humano... e o máximo que puder fazer farei para ser o menos desumano possível.
Felicidade não é um momento azul de euforia no qual nos sentimos plenamente nas nuvens, mas sim uma permanente nuvem azul que - quer faça sol ou caia chuva - mantém uma aura constantemente azul, azul em torno de nossos sentidos.
O homem é do tamanho do sonho que busca, somado ao tamanho do sonho de quem ama... Eis o verdadeiro tamanho de um homem.
Hoje o antigamente me inundou por completo.
Atualmente o mundo muito se assemelha a um avestruz gerado em um ovo de galinha, e a Humanidade atônita, na esperança de que nasça um beija-flor azul...