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Frases de Magaiver Welington

394 frases

O estranho no ninho observava pelas entrelinhas da janela de seus olhos o mundo lá fora. -O que aconteceu?
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O estranho no ninho observava pelas entrelinhas da janela de seus olhos o mundo lá fora. -O que aconteceu? -Senhor para onde este trem esta indo? perguntou o menino de sardas timidas. O senhor de barba grizalha e chapéu de palha respondeu: -Depende, quanto tens? O menino com os olhos cheios de lágrimas exclamou: -Senhor dinheiro ,eu só tenho essas duas velhas moedas que trago em meus bolsos, nada mais. E o senhor respondeu novamente: -Dinheiro? daqui nada vale, apenas seus sonhos. -Não tens sonhos? Questionou o senhor ao menino. -Sim, tenho muitos. Disse o menino ainda com um ar de assustado. O velho senhor então deu um meio sorriso e disse: -Então por que perguntas para onde este bendito trem esta indo, se carregas tantos sonhos contigo? -Não percebes que se tem tantos sonhos assim, podes ir para onde quizer... -Os sonhos são a passagem ilimitada para qualquer lugar do mundo! Finalizou o velho senhor...

"Mercado das almas" Mercado das almas amigos de palha,
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"Mercado das almas" Mercado das almas amigos de palha, a fumaça que não cala. Barulho dos carros, as queimaduras de cigarro, as cores do passado. A beleza moderna exposta em um quadro em branco, de saltos alto como uma bailarina num circo de aberrações no entanto. Fogo sem cessar, o chão que nos devora. As luzes que se acendem, as pessoas que se apagam. A terra a abraçar nossos pecados. Tristes caixa de madeira morta. Mercado das almas, olhe a sua volta. Mercado da alma, parece que nada disso importa.

"O Canto dos Canhões" Homens de lata que devoram o sol,
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"O Canto dos Canhões" Homens de lata que devoram o sol, que regam a miséria, a dor. Olhos de pedra corações de gelo. O coral a contemplar sua própria derrota, a cavar sua própria cova. Vinho dos ricos, sangue dos pobres. Verdades duras, comforto velho e frio. Escondes dentro desta caixa, todos os teus medos, todos os teus crimes, para que eles, não te traiam um dia. Os rostos vázios, as medalhas a brilhar com o sangue derramado nas guerras. O triste desfeche, as faces infantis que jamais voltarão a sorrir. A esperança de um céu azul, e a música funebre a se espandir. Os estomagos a devorarem seus corpos, suas almas. As sombras a esmagarem a luz que nos acalma. As migalhas feitas de papel que controlam mais mentes do que a nobreza de um homem fiel. O canto dos canhões. As guerras a alimentarem a burguesia, os miseráveis que venderam suas almas ao diabo sem saber. A covardia dos homens cegos, as árvores a chorarem ao pé de seus corpos decepados, o silêncio do próprio luto. Que drama a de responder?

"A Babilonia Moderna e o Novo Eden" Tanques a marchar, a paz devorada pelo som das bombas;
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"A Babilonia Moderna e o Novo Eden" Tanques a marchar, a paz devorada pelo som das bombas; Lágrimas e sangue a se misturarem nas mesmas dores, nas mesmas tristezas, nos mesmos olhares, na mesma terra. O vinho humano escreve a história, mas os nomes sempre queimam junto com a polvóra e as memórias. Os rostos marcados, os corações arrancados. Sorrisos fabricados, seguimos em frente de olhos vendados; Estupidos e inocestes rumo ao matadouro como gados marcados. Nas vitrines mentiras para todos os gostos, de todos os tamanhos; Pequenas, grandes, a se procriarem, conduzem o rebanho. Falso sono inconveniente, fecha a janela de tua casa derrepente para a verdade não mais provar...

"Ceu em vermelho" Ponteiros tortos; Ó donzela sem rosto
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"Ceu em vermelho" Ponteiros tortos; Ó donzela sem rosto que a morte tenha piedade destes homens; Que está embriagues traga algum brilho a estes olhos. O vermelho em contraste como o céu é a unica coisa que há para adimirar; Até mesmo a lagarta em seu casulo se recusa a sair e se transformar. Ela diz: não não os homens maus iram devorar minhas cores, minhas asas... Não posso culpa-lá! Meninos de amarelos e uniformes pálidos; Somos todos tão inertes e covardes, tão iguais com os nossos medos... Vejam as cores sobre a carne fria, sobre as mentes vázias; Contemplamos as vitímas da nossa própria ignorância, Não percebem? é tudo uma quetão de marketing! alimentamos os assassinos, os estupradore e toda a corja de opressores...Por quê? O nosso sangue mantém os vermes de pé; noite vázia sem sal...

"Tributo aos Malditos" Malditos sejam os artistas de alma, os poetas rebeldes,
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"Tributo aos Malditos" Malditos sejam os artistas de alma, os poetas rebeldes, os gênios loucos que aos quais até a morte se recusa a abraçar. Malditos sejam! Seus segredos e até mesmo seus medos, que em busca tantos outros homens enloqueceram tentando desvendar. Qual o terrivel pecado que cometeram para tão tamanha maldição. O assasinato de suas atormentadas almas?

"Labirinto de Vento" Emburaca a tua dor no cinza dos teus olhos,
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"Labirinto de Vento" Emburaca a tua dor no cinza dos teus olhos, logo ao fundo um precipício, lágrimas e gritos guardados em silêncio... Os sonhos contra o tempo, labirito de vento sopras pra longe tal sofrimento, que se abriga em tua voz, tua pele, com ar de fogo e morte, não espere contar com a sorte. Nossa doença singular, cantada em plural com um insano desejo de arriscar, parece loucura vôar contra o vento esperando ele te ajudar... Soldados de gelo com seus coturnos a marchar, esmagando a esperança que ainda insiste em restar. Esmagam o sangue que se esconde por debaixo desta terra, labirito de vento levas consigo tal sofrimento, pois não há mais lágrimas para derramar...

Ergam se oh chamas da loucura, mostre nos toda a sua sabedoria. Façam os reis tremerem e seus castelos de mentiras desabarem.
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Ergam se oh chamas da loucura, mostre nos toda a sua sabedoria. Façam os reis tremerem e seus castelos de mentiras desabarem. Deixe nos provar de teu vinho, o tão esperado vinho, que a tanto tempo nos és prometido. Deixe nos embriagarmos em teu útero, em vossa insanidade até que o terceiro olho se ilumine e possamos caminhar sobre o céus e os nossos sonhos cavalgarem sobre essa triste realidade. Deixe nos provar de teu veneno, que a tanto tempo aterroriza esses pobres homens sem fé, incrédulos, amaldiçoados por sua cegueira... Oh chamas da loucura mostre nos o caminho, ensine nos a caminhar sobre os espinhos. Para que nossas palavras possam cortar um dia o vento como as laminas de um moinho. Palavras estas escritas em um velho papel manchado de vinho tinto, sobre um escrivaninha que hora aqui outra ali servia tanto de cama como de esconderijo...

Eu sonho com dias melhores Onde o amor não exista só nos contos de fadas E as guerras sejam apenas tristes histórias passadas
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Eu sonho com dias melhores Onde o amor não exista só nos contos de fadas E as guerras sejam apenas tristes histórias passadas Onde ninguém seja dono de ninguém E das trivialidades não existam reféns Onde ninguém precise vender sua alma ao diabo E nem se tornar um invisível na calçada implorando um trocado Onde quem jurou o povo servir e proteger Finalmente honre suas palavras e cumpra o seu dever Onde a voz que grita por mudança por uma questão de consciência Não seja mais atacada nem reprimida com violência Onde a liberdade de expressão corra livre e solta Onde só os beijos nos calem a boca