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Frase de Magaiver Welington

"O Canto dos Canhões" Homens de lata que devoram o sol, que regam a miséria, a dor. Olhos de pedra corações de gelo. O coral a contemplar sua própria derrota, a cavar sua própria cova. Vinho dos ricos, sangue dos pobres. Verdades duras, comforto velho e frio. Escondes dentro desta caixa, todos os teus medos, todos os teus crimes, para que eles, não te traiam um dia. Os rostos vázios, as medalhas a brilhar com o sangue derramado nas guerras. O triste desfeche, as faces infantis que jamais voltarão a sorrir. A esperança de um céu azul, e a música funebre a se espandir. Os estomagos a devorarem seus corpos, suas almas. As sombras a esmagarem a luz que nos acalma. As migalhas feitas de papel que controlam mais mentes do que a nobreza de um homem fiel. O canto dos canhões. As guerras a alimentarem a burguesia, os miseráveis que venderam suas almas ao diabo sem saber. A covardia dos homens cegos, as árvores a chorarem ao pé de seus corpos decepados, o silêncio do próprio luto. Que drama a de responder?

Magaiver Welington

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Pensador.com

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Triste realidade dos fatos Pessoas esquecendo o valor da alma e investindo em status Você nem se lembra mais a última vez que saiu do quarto Cadê o velho olho no olho? Qual é mesmo o nome do seu vizinho? Todo fim de tarde é um espetáculo de cores mas platéia anda ocupada de mais respirando a fumaça dos motores Ninguém mais lembra como se ama Lavagem cerebral Abandono social O que ainda falta pra terceira guerra mundial?

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Eu escalo as paredes da madrugada Preso a uma teia eu espero a brecha O deslize da servente, O descuido do teu anjo da guarda Eu espero ser esquecido dentro do bar Com o cigarro já no filtro Queimando os dedos E as putas rejeitadas A procura de carinhos sinceros Eu adormeço cada noite Em um par de coxas diferentes E em cada uma delas Um conto, um divã me entende Gainsbourg, Gainsbourg Absinto para as alma pobres E flores do mal para as mais belas