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Frases de Magaiver Welington

394 frases

EMBRIAGUEZ: Estado físico e espiritual onde uma pessoa demonstra como ela realmente é....
Perdemos nossas almas em troca de prazeres artificias.Trocamos a brisa suave pelo peso no ar negro que gospem as carruagens sem cavalos.Trocamos a nossa liberdade por uma escravidão disfarçada.Os nazistas agora andam maquiados pela avenida sangrenta a procura de novas cabeças par…
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Perdemos nossas almas em troca de prazeres artificias.Trocamos a brisa suave pelo peso no ar negro que gospem as carruagens sem cavalos.Trocamos a nossa liberdade por uma escravidão disfarçada.Os nazistas agora andam maquiados pela avenida sangrenta a procura de novas cabeças para satisfazer sua fome.Estamos diante do pelotão de fuzilamento, diante da caixa mágica que sabe mentir apenas esperando o seu ultimo golpe, enquanto a cruz cega seus olhos.Mas o sangue continuará a gemer aos corredores, a proporção que a história se repete...

A meu ver, há uma certa atração na morte, uma certa sensualidade ao qual nem a tinta consegue expressar.Talvez os lobos estejam mais consientes desse santuario de mentiras do que eu.Pois viver com medo da morte é viver de mentira.Aos olhos dos idiotas, a fome da salvação só os ce…
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A meu ver, há uma certa atração na morte, uma certa sensualidade ao qual nem a tinta consegue expressar.Talvez os lobos estejam mais consientes desse santuario de mentiras do que eu.Pois viver com medo da morte é viver de mentira.Aos olhos dos idiotas, a fome da salvação só os cegam.Nada além do que miseráveis cegos, é o que são.Deixem apodrecerem ao relento com suas crenças, ó bruxas da tormenta.A noite que se encarregue da queda de seus impérios, pois nada foge a sombras, nem se omite aos olhos dos loucos...

Renuncio o meu papel.A verdade não mais me pertence, nem o amor.Me recuso a acreditar que isto seja tudo que o mundo tenha a oferecer.Somos iguais em desgraça e na mesma tinta sem vida.Me coloco de joelhos a espera dos abutres fulminantes de olhos cinzas.Pois nada mais tenho a di…
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Renuncio o meu papel.A verdade não mais me pertence, nem o amor.Me recuso a acreditar que isto seja tudo que o mundo tenha a oferecer.Somos iguais em desgraça e na mesma tinta sem vida.Me coloco de joelhos a espera dos abutres fulminantes de olhos cinzas.Pois nada mais tenho a dizer nem a oferecer, a não ser migalhas pagãs...

Desculpem meu comportamento, sou apenas um palhaço neste circo de aberrações.Tire-me daqui! Ó senhor, não suporto mais este sol de vidro a cortar o vento.E esses corações naufragados, que oras surgem em meio aos ralos na madrugada.Destilem meu sangue, dei de beber aos miseráveis…
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Desculpem meu comportamento, sou apenas um palhaço neste circo de aberrações.Tire-me daqui! Ó senhor, não suporto mais este sol de vidro a cortar o vento.E esses corações naufragados, que oras surgem em meio aos ralos na madrugada.Destilem meu sangue, dei de beber aos miseráveis santos.Ao quais correm da verdade como o diabo da cruz.Sou apenas um tolo, e em meus bolsos carrego nada mais nada a menos, do que meros sonhos.Não sou rico em prata nem ouro.Nem possuo tantas mentiras quanto vós, mas sei mastigar o mundo lentamente.E em meus versos tortos, nada além da minha alma seca e fúnebre...

Almas mornas sem cor, sem sabor.Mentes em afasia.Que destino mais horrendo este que nos submeteram aos dias.Jogue-me na fogueira junto com Joana D'arc, ou então me preguem junto ao seu deus vivo por inteiro.Talvez assim eu me sinta mais vivo diante de toda essa irá.Talvez eu veja…
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Almas mornas sem cor, sem sabor.Mentes em afasia.Que destino mais horrendo este que nos submeteram aos dias.Jogue-me na fogueira junto com Joana D'arc, ou então me preguem junto ao seu deus vivo por inteiro.Talvez assim eu me sinta mais vivo diante de toda essa irá.Talvez eu veja algum resquício de verdade em meia a toda essa mentira que desce pelos fios.Deixem os coronéis afóticos se deslumbrarem com a submissão de seus moribundos esqueléticos.O amor se tornou o pecado mais nobre e mais complexo, porém o fruto proibido mais desejado. Á esses olhares, tão falsos, de tristeza compactadas.Prontos a eclodir um oceano.Tormentas de olhares ingênuos sob um céu cinzento e indomado.Começo a duvidar de minha própria sanidade.É simplesmente deprimente viver cercado de almas vazias, sem a menor fome de sonhos.Ó senhor que desgraça, só me restou a loucura como consolo.É minha única salvação, nem mesmo as bebedeiras e os bordeis conseguem satisfazer-me mais.É Deplorável!Meu crânio a se esmagar entre os versos de palavras vomitadas de ontem a noite.Só me resta esperar pela morte, mergulhado em uma ultima gota de lucides embriagante...

CONFISSÕES DE ÍCARO Me desfaço do peso de minhas asas ao contemplar da minha loucura.
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CONFISSÕES DE ÍCARO Me desfaço do peso de minhas asas ao contemplar da minha loucura. Aos sois que nunca se calam, que nunca se entregam a tua fúria. Ao amanhecer dos outonos dispersos. Da fome de inevitáveis versos. Ao despencar das nuvens mais distantes, Ao sol que penetra a alma com a força de gigantes. Sobre as tuas asas carrega o peso de tais horrores. De tuas doutrinas sem cores. Sem delongas afim de teorias mestras, apenas juntar se ao sol é o que nos resta. Minhas lamentações iram de perecer, sobre olhos de quem não vê. Que os sonhos são apenas impossíveis para quem não consegue crer. Pois sou o faminto dos sonhos, ao qual o fim do céu quero chegar. Ao rasgar de meus poros o segredo da arte encontrar.

O ALVORECER DAS PALAVRAS" Desamores por ventura ríspidos sem qualquer ternura.
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O ALVORECER DAS PALAVRAS" Desamores por ventura ríspidos sem qualquer ternura. Afrontados pelas mágoas passadas. Por águas rasas que afloram sobre pele, umedecida face de alma seca a espera de algo que se revele. Açoitados pela noite, a dama que nunca espera. Os corações entregues sem medo aos espinhos solitários da primavera. Como se a tristeza trouxe-se cura e não mais loucura. Para o despertar dos sonhos, o abraçar da palavras. Donde todos os corações adormecem, em suas milongas embaladas. Pelo som das ondas inquietas, aos quais todas as estrelas florescem. Os versos se desfazem com o tempo. Se misturam entre as sombras do alvorecer, como folhas tristes ao despertar do vento. Da voz inclinada sobre outros ombros. Do violão a ecoar a solidão, aos olhos que se escondem em meio aos escombros.

A eternidade cabe em um frasco num sorriso, num olhar, num abraço. Se encontra comprimida, esmagada
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A eternidade cabe em um frasco num sorriso, num olhar, num abraço. Se encontra comprimida, esmagada entre duas bocas, dois lábios. A eternidade cabe em um segundo, se deseja mas não se deve procurar. Vem sempre na hora certa dura o quanto tiver que durar. A eternidade não é eterna na verdade mas é inesquecível sem dúvida nenhuma.

"ENTRE A TEIA E A NAVALHA" A cima das nuvens onde todas as línguas se perdem, confesso meu detestar sobre a música
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"ENTRE A TEIA E A NAVALHA" A cima das nuvens onde todas as línguas se perdem, confesso meu detestar sobre a música e todas as outras tormentas aqui presentes. Clandestino da arte da poesia, me deságuo longe dos olhos da multidão. Junto ao trem que parte em ilusão a raposa abatida amaldiçoada pelo tempo... Confesso meus dramas as rosas perplexas que habitam o silêncio dos corações humanos. Saboreio tua teia com a fome de fantasmas a embalar-se em tuas retinas dilatadas. A ambição de teus cortes. O beijar da redenção, não mais se remete a um novo câncer, a herança dos polos... A aceitação é mórbida e incoerente, o conformismo corrói qualquer verdade existente. A mentira se tornou mais eficaz ao longo dos tempos. O canto se tornou vazio assim como as almas, que procuram a beleza enquanto esmagam as rosas. A navalha se tornou certeira sem dúvidas ou receios...

"A DAMA E O CORVO" O vulto negro rasgava a noite sem pestanejar. O estranho empalho de penas
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"A DAMA E O CORVO" O vulto negro rasgava a noite sem pestanejar. O estranho empalho de penas se colidia com os lábios trêmulos da jovem carne. Havia um certo fogo nos olhares, algo que a noite insistia em não revelar. O vinho coagulava entre os epitáfios, mau podia-se ouvir o bater das asas noturnas. As caixas naufragadas alimentavam o solo donde brotavam as rosas que exalavam perfume de morte pelo jardim. O rosto frágil calava-se atrás de um véu branco e sem emoção. Parecia envernizado diante dos olhos negro do pássaro, que apesar de tudo não demonstrava qualquer reação. O corpo tomou forma como as caixas que o cercavam, não se ouviu se quer mais nenhuma palavra depois disso. A jovem dama se entregou a noite finalmente, apesar de todos os seus dramas... As almas silenciaram-se, os corações ficaram mudos de repente. Nem mesmo as luzes suportaram. Toda dor agora encontra-se destilada.

Era madruga de domingo, quando uma brisa suave veio até mim, trazendo lembranças do passado.Os olhos então se fecharam para que os lábios pode-sem se tocar novamente.Por um instante o tempo parou em cumplicidade com o amor.Mas havia um preço a pagar.Desejei o passado tanto tempo,…
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Era madruga de domingo, quando uma brisa suave veio até mim, trazendo lembranças do passado.Os olhos então se fecharam para que os lábios pode-sem se tocar novamente.Por um instante o tempo parou em cumplicidade com o amor.Mas havia um preço a pagar.Desejei o passado tanto tempo, que quando dei por mim abri mão do presente sem pensar no futuro, que agora não existe mais.Agora tudo faz parte de um novo passado, um novo erro, um novo crime.Assumo minha negligência, deixarei o vento te levar junto com as folhas do outono.Para que você seja livre novamente...