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Frase de Magaiver Welington

Almas mornas sem cor, sem sabor.Mentes em afasia.Que destino mais horrendo este que nos submeteram aos dias.Jogue-me na fogueira junto com Joana D'arc, ou então me preguem junto ao seu deus vivo por inteiro.Talvez assim eu me sinta mais vivo diante de toda essa irá.Talvez eu veja algum resquício de verdade em meia a toda essa mentira que desce pelos fios.Deixem os coronéis afóticos se deslumbrarem com a submissão de seus moribundos esqueléticos.O amor se tornou o pecado mais nobre e mais complexo, porém o fruto proibido mais desejado. Á esses olhares, tão falsos, de tristeza compactadas.Prontos a eclodir um oceano.Tormentas de olhares ingênuos sob um céu cinzento e indomado.Começo a duvidar de minha própria sanidade.É simplesmente deprimente viver cercado de almas vazias, sem a menor fome de sonhos.Ó senhor que desgraça, só me restou a loucura como consolo.É minha única salvação, nem mesmo as bebedeiras e os bordeis conseguem satisfazer-me mais.É Deplorável!Meu crânio a se esmagar entre os versos de palavras vomitadas de ontem a noite.Só me resta esperar pela morte, mergulhado em uma ultima gota de lucides embriagante...

Magaiver Welington

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Triste realidade dos fatos Pessoas esquecendo o valor da alma e investindo em status Você nem se lembra mais a última vez que saiu do quarto Cadê o velho olho no olho? Qual é mesmo o nome do seu vizinho? Todo fim de tarde é um espetáculo de cores mas platéia anda ocupada de mais respirando a fumaça dos motores Ninguém mais lembra como se ama Lavagem cerebral Abandono social O que ainda falta pra terceira guerra mundial?

Eu escalo as paredes da madrugada Preso a uma teia eu espero a brecha O deslize da servente,
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Eu escalo as paredes da madrugada Preso a uma teia eu espero a brecha O deslize da servente, O descuido do teu anjo da guarda Eu espero ser esquecido dentro do bar Com o cigarro já no filtro Queimando os dedos E as putas rejeitadas A procura de carinhos sinceros Eu adormeço cada noite Em um par de coxas diferentes E em cada uma delas Um conto, um divã me entende Gainsbourg, Gainsbourg Absinto para as alma pobres E flores do mal para as mais belas