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Frases de Lucia Moraes

8 frases

Dance, dance, dance Dança é arte, é terapia, é poesia... Momento em que o corpo e alma se encontram
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Dance, dance, dance Dança é arte, é terapia, é poesia... Momento em que o corpo e alma se encontram Dança sem corpo não existe, corpo sem alma não é dança Não importa o ritmo... valsa, tango... Dança é magia que transmite o sentimento puro Dança é mais que paixão que surge no inverno e evapora no verão Dance, dance na chuva ao som dos trovões sem receio de molhar-se Dance como se ninguém pudesse vê-lo Como se o céu fosse na terra e as estrelas holofotes do palco Dance sem medo de errar o passo Simplesmente dance para expressar o que sente Dance só ou acompanhado, mas seja inteiro e não pela metade Embriague-se de dança, não para esquecer a vida, mas para lembrar que ela existe Dance, dance, dance

Me diz Reamente existe ou será fruto da minha imaginação? Nos meus sonhos és tão real
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Me diz Reamente existe ou será fruto da minha imaginação? Nos meus sonhos és tão real Do nada invade minha mente, meu coração, minha alma Por onde andarás ... sinto que existe em algum lugar Quem sabe vagando em algum relacionamento vazio e exausto de me procurar Tenho te procurado a cada segundo, dias, meses e anos Meus dias e noites são longos e vazios Despertar é doloroso e adormecer traz um breve descanso da procura implacável por você És tão real quanto o vôo de uma águia e abstrato como a brisa do mar Nos meus sonhos, sinto que está chegando... Reamente existe ou será fruto da minha imaginação? Me diz

Quem me dera Quem me dera voar como a águia... esquecer que ao longo da vida perdi algumas penas e outras que foram arrancadas Quem me dera contemplar a aurora do amanhecer a beira de um penhasco onde nasce a flor rainha do abismo
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Quem me dera Quem me dera voar como a águia... esquecer que ao longo da vida perdi algumas penas e outras que foram arrancadas Quem me dera contemplar a aurora do amanhecer a beira de um penhasco onde nasce a flor rainha do abismo Quem me dera sobrevoar o oceano acima das nuvens escuras onde o céu permanece azul e o sol radiante Quem me dera despender das velhas penas, bicos e garras curvadas e voar sem destino pré definido Quem me dera cruzar o céu ao som da brisa suave, bailar e cantar a mais bela canção Quem me dera alçar voo ao seu lado sem olhar para trás... pois o universo é pequeno e a vida curta demais Quem me dera, quem me dera Se permitir abrir suas asas Se permitir ver a vida além do horizonte Se permitir um novo caminho Se permitir uma nova história Se permitir voar ao meu lado Quem me dera, quem me dera

Mera poesias Esse amor que consome a alma É mais fortes que o sol ao meio dia
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Mera poesias Esse amor que consome a alma É mais fortes que o sol ao meio dia Suas letras alimentam minha fome Seu ciúmes alimentam a relação Sou o fogo que queima o seu corpo A água que sacia a sua sede Sua diaba fonte de inspiração Mulher de olhar lindo e sorriso angelical Do passado fomos despidos de ilusões Paixões de outrora hoje mera poesias Escritas em papel de seda Que o tempo se encarregou de amarelar

Confidente Da minha janela Olho para além do céu estrelado
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Confidente Da minha janela Olho para além do céu estrelado Contemplo a lua cheia Linda e radiante Estás tão distante Ao mesmo tempo A sinto tão perto E não posso tocar-lhe Lua, lua, lua Não contes Meus segredos Que a ti são revelados Sei que me compreendes Minha eterna confidente Que acalenta minhas Noites inacabadas

Será? É madrugada A lua sussura-me algo
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Será? É madrugada A lua sussura-me algo Porém o vento dispersa as palavras no ar Não permite que eu as ouça Será que a lua também conversa contigo? Diz-lhe o quanto te amo... Diz-lhe que nas madrugadas corro para a sacada imaginado que está vindo ao meu encontro... É madrugada A lua sussurra-me algo O vento já não se importa Meu coração chora ... chora a sua ausência

Sentimentos adormecidos Antes da estrela do dia acordar Abri asas em voo solitário
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Sentimentos adormecidos Antes da estrela do dia acordar Abri asas em voo solitário Rasguei penhascos e oceanos Em busca do tudo em busca do nada Alimentei-me de outrora esquecida entre nuvens escuras Bebi o cálice amargo do abismo entre nós Seu nome ecoou através de gritos sentidos Acordando lembranças de outros tempos vividos Solitária como águia fiz do deserto morada Icebergs aqueceram minha alma gelada Sonhos guardados deslizaram entre os dedos Caíram sem chance de serem alcançados No peito coração partido batia o pranto da dor Nos lábios o canto cinzento sufocou o canto da fonte O véu que abraçava o silêncio dissolveu com a voz do trovão Acordando raios que iluminaram sentimentos adormecidos

Amor, amor, amor Será que o amor existe? Ou apenas em poesias e contos de fadas?
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Amor, amor, amor Será que o amor existe? Ou apenas em poesias e contos de fadas? Se existe, porque ele é efêmero? Porque o amor machuca? Será que o amor é para todos? Ou poucos para o amor? Talvez o idealizo demais Tipo Romeu e Julita Amor eternizado por shakespeare Amor, amor, amor O que será o amor? Tangível, intangível, louco, sublime... Amor que nos eleva Ao céu e ao inferno A confiança e a dúvida Amor que as diferenças atraem Com o tempo as diferenças Questionam o amor Mesmo com tantos questionamentos Me pergunto o que seríamos de nós Se não existisse o tão questionável amor O amor que nos eleva Ao céu e ao inferno A confiança e a dúvida Amor, amor, amor