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Frase de Lucia Moraes

Quem me dera Quem me dera voar como a águia... esquecer que ao longo da vida perdi algumas penas e outras que foram arrancadas Quem me dera contemplar a aurora do amanhecer a beira de um penhasco onde nasce a flor rainha do abismo Quem me dera sobrevoar o oceano acima das nuvens escuras onde o céu permanece azul e o sol radiante Quem me dera despender das velhas penas, bicos e garras curvadas e voar sem destino pré definido Quem me dera cruzar o céu ao som da brisa suave, bailar e cantar a mais bela canção Quem me dera alçar voo ao seu lado sem olhar para trás... pois o universo é pequeno e a vida curta demais Quem me dera, quem me dera Se permitir abrir suas asas Se permitir ver a vida além do horizonte Se permitir um novo caminho Se permitir uma nova história Se permitir voar ao meu lado Quem me dera, quem me dera

Lucia Moraes

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Pensador.com

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Outras frases de Lucia Moraes

Amor, amor, amor Será que o amor existe? Ou apenas em poesias e contos de fadas?
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Amor, amor, amor Será que o amor existe? Ou apenas em poesias e contos de fadas? Se existe, porque ele é efêmero? Porque o amor machuca? Será que o amor é para todos? Ou poucos para o amor? Talvez o idealizo demais Tipo Romeu e Julita Amor eternizado por shakespeare Amor, amor, amor O que será o amor? Tangível, intangível, louco, sublime... Amor que nos eleva Ao céu e ao inferno A confiança e a dúvida Amor que as diferenças atraem Com o tempo as diferenças Questionam o amor Mesmo com tantos questionamentos Me pergunto o que seríamos de nós Se não existisse o tão questionável amor O amor que nos eleva Ao céu e ao inferno A confiança e a dúvida Amor, amor, amor

Sentimentos adormecidos Antes da estrela do dia acordar Abri asas em voo solitário
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Sentimentos adormecidos Antes da estrela do dia acordar Abri asas em voo solitário Rasguei penhascos e oceanos Em busca do tudo em busca do nada Alimentei-me de outrora esquecida entre nuvens escuras Bebi o cálice amargo do abismo entre nós Seu nome ecoou através de gritos sentidos Acordando lembranças de outros tempos vividos Solitária como águia fiz do deserto morada Icebergs aqueceram minha alma gelada Sonhos guardados deslizaram entre os dedos Caíram sem chance de serem alcançados No peito coração partido batia o pranto da dor Nos lábios o canto cinzento sufocou o canto da fonte O véu que abraçava o silêncio dissolveu com a voz do trovão Acordando raios que iluminaram sentimentos adormecidos

Será? É madrugada A lua sussura-me algo
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Será? É madrugada A lua sussura-me algo Porém o vento dispersa as palavras no ar Não permite que eu as ouça Será que a lua também conversa contigo? Diz-lhe o quanto te amo... Diz-lhe que nas madrugadas corro para a sacada imaginado que está vindo ao meu encontro... É madrugada A lua sussurra-me algo O vento já não se importa Meu coração chora ... chora a sua ausência

Confidente Da minha janela Olho para além do céu estrelado
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Confidente Da minha janela Olho para além do céu estrelado Contemplo a lua cheia Linda e radiante Estás tão distante Ao mesmo tempo A sinto tão perto E não posso tocar-lhe Lua, lua, lua Não contes Meus segredos Que a ti são revelados Sei que me compreendes Minha eterna confidente Que acalenta minhas Noites inacabadas