Jovem Portuguesa. Na teia do caminho, nossos fios se entrelaçaram, Uma jovem portuguesa, cujos olhos o mar espelharam.
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Jovem Portuguesa. Na teia do caminho, nossos fios se entrelaçaram, Uma jovem portuguesa, cujos olhos o mar espelharam. Em seu olhar, viagens e sonhos, um convite sem palavras, Que falava de terras distantes, de esperanças e de alvoradas. Ela, com seu riso leve, uma brisa em tarde quente, Despertou em mim desejos, profundos, veemente. Mas o coração, ah, tão traiçoeiro e incerto, Buscou nela um remédio para um passado aberto. Engano meu, na doçura de sua presença encontrar, Um bálsamo para velhas feridas, um lugar para ancorar. A portuguesa, com sua graça, apenas refletiu A luz que dentro de mim, por tempos, se extinguiu. Hoje, longe dos laços que tentamos, em vão, tecer, Mando ao vento um pedido, para que possa esquecer. Que a portuguesa siga, livre e radiante em sua jornada, E que eu encontre paz, na estrada por mim trilhada.