A verdadeira inteligência não reside apenas no conhecimento adquirido, mas na capacidade de questionar e aprender continuamente Lilian M Dutra Pugliese
Frases de Lilian Morais
33 frases
A sincronicidade é a dança harmoniosa do destino e do livre-arbítrio, guiando-nos pelo caminho da evolução pessoal. Lilian M Dutra Pugliese
Encontrar equilíbrio é unir os opostos dentro de nós, dançando a dança da totalidade. Lilian M Dutra Pugliese
Entre os sonhos e a realidade, encontramos os segredos mais profundos da alma humana. Lilian M Dutra Pugliese
Nossos traumas moldam os labirintos da nossa mente, criando caminhos sinuosos para a ansiedade. Lilian M Dutra Pugliese
A luta entre o prazer e o desconforto molda as escolhas e os destinos da nossa existência. Lilian M Dutra Pugliese
Enquanto Nietzsche vive, Deus está morto, Já a humanidade de humanidade carece. Lilian Morais
A obra de arte pode acessar nosso inconsciente, despertando estranheza e desconforto ao resgatar conteúdos reprimidos. O deslocamento do olhar revela o confronto com significados ocultos, convidando-nos a explorar e simbolizar esses conteúdos. Lilian M.Dutra Pugliese
A poética da arte contemporânea desafia a tradição superior de valor atribuída à arte. Lilian Morais
Envelhecer é uma jornada de experiências e sabedoria. Optar por abraçar a maturidade é escolher a riqueza que vem com o tempo, em vez de se render ao temor da passagem dos anos. Essa perspectiva reflete uma apreciação pela vida em constante evolução e a valorização das histórias…
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Envelhecer é uma jornada de experiências e sabedoria. Optar por abraçar a maturidade é escolher a riqueza que vem com o tempo, em vez de se render ao temor da passagem dos anos. Essa perspectiva reflete uma apreciação pela vida em constante evolução e a valorização das histórias que o tempo escreve em nossas jornadas. Envelhecer, nesse sentido, é celebrar a continuidade da vida e a oportunidade de crescimento contínuo. Lilian Morais
A coragem intelectual reside em desafiar nossas próprias crenças e estar disposto a aceitar a mudança diante de novas evidências. Lilian Dutra Pugliese
Enxergar a beleza nas pequenas coisas é um sinal de perspicácia, pois é nos detalhes que a magia da existência se revela. Lilian Dutra Pugliese
A empatia é uma ponte para a compreensão mútua, permitindo que nos conectemos além das diferenças. Lilian Dutra Pugliese
A mente aberta é como um vasto horizonte; é nessa amplitude que novas ideias encontram espaço para florescer. Lilian Dutra Pugliese
A jornada da perda é uma oportunidade para explorar a dualidade da existência humana, lembrando-nos de que somos seres complexos, em constante luta entre o desejo de viver e a tendência à autodestruição. Lilian M Dutra Pugliese
A pulsão de morte pode se manifestar na dor da perda, mas também podemos encontrar força na pulsão de vida ao aprender a amar e cuidar de nós mesmos. Lilian D Pugliese
Quando não sei pintar, eu escrevo; quando não sei escrever, eu pinto. E quando nenhuma dessas linguagens me basta, eu esculpo. Se não há nada para escrever, pintar ou esculpir, uso meu corpo como instrumento, expressando meu ativismo através da linguagem. Essa é a essência da…
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Quando não sei pintar, eu escrevo; quando não sei escrever, eu pinto. E quando nenhuma dessas linguagens me basta, eu esculpo. Se não há nada para escrever, pintar ou esculpir, uso meu corpo como instrumento, expressando meu ativismo através da linguagem. Essa é a essência da minha arte: uma busca constante por comunicar o que palavras e formas não podem captar plenamente. É a tradução das profundezas do meu ser em atos criativos, sempre explorando as possibilidades infinitas da expressão.
O encontro, mesmo que breve, encheu-me de pulsações deliberadas, ora de morte, ora de vida. Esse fim constante e delirante, guardarei só para mim, como é do meu jeito levar de ti o que ficou em mim.
Meu coração bate de forma distinta, Um ritmo novo, mais ofegante. Ele me deixou pulsando,
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Meu coração bate de forma distinta, Um ritmo novo, mais ofegante. Ele me deixou pulsando, Uma vibração que há muito não sentia. Vivemos em mundos que não se tocam, E, no entanto, encontro-me envolvida, Sentindo algo por alguém Que desafia o meu conforto. Como é possível, pergunto-me, Que a diferença possa gerar tal atração? Que a alteridade possa despertar Essas profundezas em mim? Talvez seja na divergência que reside, Onde a alma encontra um espelho Em um reflexo inesperado.
Sou reflexo do que o homem desfaz; pinto e escrevo a memória do que resta, traços de uma criação consumida pela própria destruição.
Palácio de Queluz: Um Encontro de Descolonização No quadro "Palácio de Queluz", proponho uma inversão simbólica da história: e se os povos indígenas brasileiros atravessassem o Atlântico, invadissem Portugal e reivindicassem o que lhes foi tirado? Recrie o Palácio de Queluz com…
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Palácio de Queluz: Um Encontro de Descolonização No quadro "Palácio de Queluz", proponho uma inversão simbólica da história: e se os povos indígenas brasileiros atravessassem o Atlântico, invadissem Portugal e reivindicassem o que lhes foi tirado? Recrie o Palácio de Queluz como palco de uma devolução imaginária. Não se trata apenas de revanche, mas de justiça histórica, em que as riquezas extraídas das terras indígenas voltam às suas origens. A recente repatriação do manto tupinambá da Dinamarca, após mais de 300 anos, inspira essa reflexão. Esse símbolo sagrado ecoa a luta dos povos indígenas por memória e pertencimento. Vocês podem considerar esse pensamento utópico, mas, se o trouxermos para os dias atuais, veremos que a colonização persiste em novas formas. À medida que as big techs continuam a colonizar nossos territórios, explorando dados e lucros sem retribuir de forma justa às comunidades afetadas, temos uma nova versão da exploração que repete as dinâmicas coloniais do passado. Minha busca aqui não é apenas despertar a imaginação, mas também provocar uma inquietação política. Essa inversão desafia as narrativas de poder, expõe as feridas da incursão portuguesa e provoca a pergunta: o que significa devolver o que foi tomado? Assino esta obra como um gesto artístico e político, para repensarmos os lugares que ocupamos no passado e os que podemos recriar no futuro.
Quando uma pintura ultrapassa a matéria da tinta, ela deixa de ser apenas imagem e se torna poesia que pulsa, uma crônica que narra silêncios, um manifesto político que inquieta, um grito que atravessa o tempo e uma denúncia que insiste em não calar. Ela não está no quadro, mas n…
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Quando uma pintura ultrapassa a matéria da tinta, ela deixa de ser apenas imagem e se torna poesia que pulsa, uma crônica que narra silêncios, um manifesto político que inquieta, um grito que atravessa o tempo e uma denúncia que insiste em não calar. Ela não está no quadro, mas nos olhos de quem a sente, nos mundos que transforma e nas feridas que expõe para que jamais sejam esquecidas.
Repetir os mesmos erros é se aprisionar à tela inacabada, incapaz de desejar ou construir o diferente.
Esperar pelo futuro é desaparecer do instante.