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Frases de Lilian Morais

33 frases

A verdadeira inteligência não reside apenas no conhecimento adquirido, mas na capacidade de questionar e aprender continuamente Lilian M Dutra Pugliese
⁠Envelhecer é uma jornada de experiências e sabedoria. Optar por abraçar a maturidade é escolher a riqueza que vem com o tempo, em vez de se render ao temor da passagem dos anos. Essa perspectiva reflete uma apreciação pela vida em constante evolução e a valorização das histórias…
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⁠Envelhecer é uma jornada de experiências e sabedoria. Optar por abraçar a maturidade é escolher a riqueza que vem com o tempo, em vez de se render ao temor da passagem dos anos. Essa perspectiva reflete uma apreciação pela vida em constante evolução e a valorização das histórias que o tempo escreve em nossas jornadas. Envelhecer, nesse sentido, é celebrar a continuidade da vida e a oportunidade de crescimento contínuo. Lilian Morais

⁠ Quando não sei pintar, eu escrevo; quando não sei escrever, eu pinto. E quando nenhuma dessas linguagens me basta, eu esculpo. Se não há nada para escrever, pintar ou esculpir, uso meu corpo como instrumento, expressando meu ativismo através da linguagem. Essa é a essência da…
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⁠ Quando não sei pintar, eu escrevo; quando não sei escrever, eu pinto. E quando nenhuma dessas linguagens me basta, eu esculpo. Se não há nada para escrever, pintar ou esculpir, uso meu corpo como instrumento, expressando meu ativismo através da linguagem. Essa é a essência da minha arte: uma busca constante por comunicar o que palavras e formas não podem captar plenamente. É a tradução das profundezas do meu ser em atos criativos, sempre explorando as possibilidades infinitas da expressão.

⁠Meu coração bate de forma distinta, Um ritmo novo, mais ofegante. Ele me deixou pulsando,
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⁠Meu coração bate de forma distinta, Um ritmo novo, mais ofegante. Ele me deixou pulsando, Uma vibração que há muito não sentia. Vivemos em mundos que não se tocam, E, no entanto, encontro-me envolvida, Sentindo algo por alguém Que desafia o meu conforto. Como é possível, pergunto-me, Que a diferença possa gerar tal atração? Que a alteridade possa despertar Essas profundezas em mim? Talvez seja na divergência que reside, Onde a alma encontra um espelho Em um reflexo inesperado.

Palácio de Queluz: Um Encontro de Descolonização No quadro "Palácio de Queluz", proponho uma inversão simbólica da história: e se os povos indígenas brasileiros atravessassem o Atlântico, invadissem Portugal e reivindicassem o que lhes foi tirado? Recrie o Palácio de Queluz com…
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Palácio de Queluz: Um Encontro de Descolonização No quadro "Palácio de Queluz", proponho uma inversão simbólica da história: e se os povos indígenas brasileiros atravessassem o Atlântico, invadissem Portugal e reivindicassem o que lhes foi tirado? Recrie o Palácio de Queluz como palco de uma devolução imaginária. Não se trata apenas de revanche, mas de justiça histórica, em que as riquezas extraídas das terras indígenas voltam às suas origens. A recente repatriação do manto tupinambá da Dinamarca, após mais de 300 anos, inspira essa reflexão. Esse símbolo sagrado ecoa a luta dos povos indígenas por memória e pertencimento. Vocês podem considerar esse pensamento utópico, mas, se o trouxermos para os dias atuais, veremos que a colonização persiste em novas formas. À medida que as big techs continuam a colonizar nossos territórios, explorando dados e lucros sem retribuir de forma justa às comunidades afetadas, temos uma nova versão da exploração que repete as dinâmicas coloniais do passado. Minha busca aqui não é apenas despertar a imaginação, mas também provocar uma inquietação política. Essa inversão desafia as narrativas de poder, expõe as feridas da incursão portuguesa e provoca a pergunta: o que significa devolver o que foi tomado? Assino esta obra como um gesto artístico e político, para repensarmos os lugares que ocupamos no passado e os que podemos recriar no futuro.

Quando uma pintura ultrapassa a matéria da tinta, ela deixa de ser apenas imagem e se torna poesia que pulsa, uma crônica que narra silêncios, um manifesto político que inquieta, um grito que atravessa o tempo e uma denúncia que insiste em não calar. Ela não está no quadro, mas n…
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Quando uma pintura ultrapassa a matéria da tinta, ela deixa de ser apenas imagem e se torna poesia que pulsa, uma crônica que narra silêncios, um manifesto político que inquieta, um grito que atravessa o tempo e uma denúncia que insiste em não calar. Ela não está no quadro, mas nos olhos de quem a sente, nos mundos que transforma e nas feridas que expõe para que jamais sejam esquecidas.