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Frases de Liduina do Nascimento

33 frases

⁠Canto porque nasci para cantar. Canto porque não sei falar. Não tenho outro sentido a não ser voar.
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⁠Canto porque nasci para cantar. Canto porque não sei falar. Não tenho outro sentido a não ser voar. Trocaria a minha liberdade pelo teu amor que há muito perdi, por isso canto triste. O mistério do amor resume-se em amar somente por amar... Quando não posso cantar, escrevo, tudo o que a minha alma precisa libertar, para nas noites com as estrelas alguma vida sem brilho, encantar.

Colocamos todos os dias um sonho diferente em nossas mentes, vamos por aí à fora tentando realizar os nossos desejos, embora muitas vezes, eles sejam impossíveis... Nem por isso devemos nos entristecermos, por que os sonhos são os degraus da vida... Um descanso, uma pausa, novo f…
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Colocamos todos os dias um sonho diferente em nossas mentes, vamos por aí à fora tentando realizar os nossos desejos, embora muitas vezes, eles sejam impossíveis... Nem por isso devemos nos entristecermos, por que os sonhos são os degraus da vida... Um descanso, uma pausa, novo fôlego, outra jornada. E na doce ilusão de nossas vidas, encontramos alento para ao anoitecer, depois de um dia de trabalho, uma música, uma taça de vinho, felizes noutros sonhos iremos adormecer.

⁠Não era uma terça feira qualquer, nem um lugar comum em um desses dias em que você descobre um mundo... Percebe quanto tempo desperdiçou, com coisas pequenas
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⁠Não era uma terça feira qualquer, nem um lugar comum em um desses dias em que você descobre um mundo... Percebe quanto tempo desperdiçou, com coisas pequenas e insignificantes, agora é a hora de construir uma nova etapa de sua vida, de viver intensamente tudo o que tem que ser... Aprender a caminhar sentindo o chão, e voar sem se importar se está na contramão. É fantástico você descobrir que faz parte de tão esplêndido tempo que com propriedade chamamos de vida.

⁠Não assisto uma história contada em um filme, ou em uma série, logo que me identifico, me torno um dos personagens, mas como espectador ignorante que sou, me perco do enredo muitas vezes,
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⁠Não assisto uma história contada em um filme, ou em uma série, logo que me identifico, me torno um dos personagens, mas como espectador ignorante que sou, me perco do enredo muitas vezes, observando o fundo do cenário, a cidade, o ambiente... para além dos atores, por essa razão não assisto filmes legendados, tiram o foco do olhar entre as paisagens e as falas.

⁠Fazia frio Ao longe... Luzes artificiais invadiam a escuridão em alto mar.
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⁠Fazia frio Ao longe... Luzes artificiais invadiam a escuridão em alto mar. Pensamentos, tantos pensamentos. Nos olhos cheios de lágrimas, qualquer brilho reluzia, não era uma antiga esperança, tampouco a alegria. Voltou no tempo... Ah se pudesse outra vez sonhar. Era tarde, para essa sede de amar. Lembrou que lhe faltavam asas para alçar além das suas fantasias, Mas, naquele olhar era tudo tão igual, Se pudesse, Se realmente pudesse, ah como queria. Sentiu a brisa ainda mais forte, pôs-se à caminhar. Era noite, fazia frio. Parou... Teria que conviver com a suposta felicidade, Molhou novamente os seus pés nas águas do mar, Encarou a sua realidade, deixou de lado o sonho, precisava que voltar.

Celebrando a vida ⁠ Não somos muito, somos poeira levada,
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Celebrando a vida ⁠ Não somos muito, somos poeira levada, pelos ventos, que a chuva vem e apaga. ...Que a nossa passagem aqui na terra... Seja pelo amor marcada. O instante faz a minha existência plena, é o que tenho. O que tenho, não posso chamar de meu o que tens também não te pertence, nós não temos nada além de nem as nossas vidas, não pedimos para nascer, sequer conhecemos o dia em que, iremos partir. Deixemos então os meus e os teus, que sejam somente pronomes, pois chegará o dia em que talvez eu nem saiba qual é o meu ou o seu nome. É triste, mas pura realidade, talvez nem sejamos saudade.

⁠Recanto dos ventos As portas pareciam falar, na verdade falaram, Pedindo para que fosse...
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⁠Recanto dos ventos As portas pareciam falar, na verdade falaram, Pedindo para que fosse... Foi de olhos fechados, por não ter pressa de chegar, parava em cada estação. Atravessou mares e multidões, cansado da maresia, Foi esconder os seus sonhos com zelo, um a um por trás das montanhas. Depois de resgatá-los da ilha dos segredos onde os deuses eram proibidos pisar. Dali se podia ver dos homens, sentir os seus medos, a falta de esperança, eram oceanos de fragilidade e insegurança. Belo mesmo a rara simplicidade verdadeira nos gestos e olhares de alguns. Triste era perceber a vaidade invadindo as almas que sem sossego iam de um lado para outro sem chegar a lugar nenhum. Assim permaneceu no recanto dos ventos Num recanto onde só os ventos, conseguiam chegar. Imutável mesmo era o amor, descansando tranquilo sem se preocupar, fazendo-se cumprir seu destino... Ciente de que existia, não tinha como mudar porque o amor era teimoso, mimado feito um menino cheio de atenção.

⁠ E Sem rompantes, sem argumentos,
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⁠ E Sem rompantes, sem argumentos, esse amor ficou parado no tempo. E.. Com as folhas envelheço, mas não esqueço, juntos nem temos a história de amor que eu queria ter, enquanto não me vê, não deixo o meu costume de ir seguindo você. E mais semente desse amor louco e de poemas sem sentido preciso escrever, e nesse semear sonhos e mais sonhos, colhi as rosas que conhecem os meus impulsos tão contidos em minha alma. Sorrisos e olhares se encontram, pétala de contínua análise dentro dos meus olhos feito espelho de cada flor à espreitar em interrogações... Que querem saber o que eu faço neste mundo inconsequente, onde não existe mais espaço para um amor.

⁠O seu amanhecer é na hora que você acorda e assiste a mais um espetáculo maravilhoso que é viver, viva a vida! Esse amanhecer quer encontrar os nossos corações agradecidos, quer encontrar os nossos olhos buscando o azul do céu, quer os nossos ouvidos escutando o chamado da vida,…
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⁠O seu amanhecer é na hora que você acorda e assiste a mais um espetáculo maravilhoso que é viver, viva a vida! Esse amanhecer quer encontrar os nossos corações agradecidos, quer encontrar os nossos olhos buscando o azul do céu, quer os nossos ouvidos escutando o chamado da vida, quer os nossos passos procurando o rumo para a felicidade, sem querer que a nossa alma só fique satisfeita ao chegar no final do caminho... Você pode ir mais devagar, sentindo o vento, olhando as flores, olhando as pessoas passando apressadas, levando tudo à serio e refletir se tem que ser assim... Cada um sabe de si. O amanhecer quer nos encontrar vida à fora, sorrindo, e falando sozinho se não houver quem queira nos acompanhar. Vá, falando o quanto é lindo mais um dia, mais um sol, mesmo quando amanhecemos debaixo da chuva mais linda! Antes eu ficava nostálgica quando as nuvens estavam escuras e o céu encoberto duma cor cinza, hoje não... Hoje encontro nessa suavidade e calmaria mais um motivo para aclamar aos céus e agradecer por tudo àquilo que me foi dado, e se for uma manhã ensolarada, que seja, agradeço igualmente. Até pelas dores eu agradeço, não sei explicar o porquê. Acredito que seja por tantas lutas, tantas batalhas vencidas, agora eu tenho a força interior para estar exatamente aqui. Quando eu amanheço triste, eu vivo a minha tristeza, faz parte da natureza, mas depois a tristeza passa, tudo passa. Quando eu acordei para a vida, eu de nada sabia, quando os anos foram se passando, aos poucos fui entendendo que não vim para entender nada, mas para viver. Não adianta forçar a natureza das coisas, tudo é o que é, se você aceitar e nem assim sentir que o mundo acabou, verá que é melhor decidir absorver as coisas boas, encante-se com a vida, e com as coisas simples, não almeje o impossível, basta sonhar, não podemos ter tudo, sejamos felizes com as nossas conquistas.

⁠ Um dia, sem olhar para os céus, mesmo quando chove, um dia sem ver as flores do jardim, sem pisar
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⁠ Um dia, sem olhar para os céus, mesmo quando chove, um dia sem ver as flores do jardim, sem pisar descalço no chão, sem sentir o vento em seu rosto, um dia sem ouvir o canto dos pássaros... Um dia sem ver o mar azul, no contraste com a cor ao fundo traçando o horizonte, é só um dia. A alma precisa viajar, criar em sua imaginação mais dias assim, entrando pela noite procurando as estrelas e a lua, deixe o amor invadir você, para ter lindos sonhos.

⁠Extremo Um jeito certo de olhar significa tanto que apaga as dores da alma, enxuga velhos prantos, mesmo um olhar vindo de tão distante... tenho tanto gosto assim no seu olhar, esse dito olhar dos mais bonitos, e infinito, terno e verdadeiro atravessado minha alma, percorrendo…
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⁠Extremo Um jeito certo de olhar significa tanto que apaga as dores da alma, enxuga velhos prantos, mesmo um olhar vindo de tão distante... tenho tanto gosto assim no seu olhar, esse dito olhar dos mais bonitos, e infinito, terno e verdadeiro atravessado minha alma, percorrendo o meu corpo inteiro, feito os ventos passando, soprando vida. De todo os olhares do mundo, quero somente o seu, valendo tanto quanto para as suas palavras vindas da alma, que me afaga, acolhe, ilumina, devolve a minha esperança, longe vai jogar a tristeza, e se aproxima... mesmo com esse sol daqui, tinindo, seja o mais forte desse mundo, nem assim eu deixo de sonhar, de desejar você em mim, de ter o seu calor. Extremo, também num frio por mais que fosse intenso, nunca resfriaria esse fogo, essa minha paixão por você, muito menos o meu amor, eu sempre quis ter você, tanto naquele passado bem distante, e quero, como agora, amo você demais, com toda ternura, pacientemente, os meus sonhos são seus, seu também é esse amor puro e verdadeiro, você foi, e sempre será em minha vida, o meu melhor presente, não quero lhe perder, sem você a minha alma chora.

Peregrina ⁠Não dá... não dá para dizer tudo o que se pensa, pensar às vezes espreme a alma, uma vez alma
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Peregrina ⁠Não dá... não dá para dizer tudo o que se pensa, pensar às vezes espreme a alma, uma vez alma espremida, os caminhos se confundem, estranha é a passagem, duma alma só, e triste pela vida... andar a esmo, sem vontade de nada, sem lugar algum para pousar, faz calar por dentro... muitas coisas que a alma precisa para sempre guardar. Fechar a boca, fechar os olhos, tapar os ouvidos, colocar todos os sonhos no arquivo morto, abrir mão de tudo, se perder... por esse mundo louco, sendo mais louca ainda, a alma, mar do sufoco. Sou a flor perdida, borboleta solitária, assistindo consciente que aqui tudo se esvai, junto a alegria, a esperança, o que resta por dentro é um mundo de ilusão perdida, que da alma nunca sai.

⁠ Não fui Não fui porque tive um dia ruim,
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⁠ Não fui Não fui porque tive um dia ruim, quando penso em ir, antes analiso a minha alma, pergunto primeiro a ela se devo atender a vontade do meu corpo, da minha mente... Antes indago se ela irá permitir. Não fui ontem, hoje também sei que não irei, talvez eu vá amanhã, vai depender da minha alma, nela, o comando da minha vida... Somente ela sabe se fica ou quer partir. Foi e sempre será assim.

⁠Passarinhos O meu olhar que neles se prende, sem qualquer pressa,
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⁠Passarinhos O meu olhar que neles se prende, sem qualquer pressa, enquanto eles voam... e cantam, livres, lindos e inocentes, embalam o meu existir... nem sabem de mim, se soubessem mais e mais sei me cantariam, e não sabem o quanto me encantam. Passarinhos, que tanto amo! Foi sempre assim. Mais que poesia, de sonho delicado, passarinhos... dá força à vida! Não é pelas cores de suas asas, ou pelo seu canto animador, talvez, suas agilidades e leveza. Nada de mais lindo há na natureza. É a sua própria existência, pousar de leve, trazendo demasiado jeito de me fazer sonhar, atração de alma, esse amor por passarinhos soltos pelos ares, que junto me faz flutuar! Não é só pelas suas cores, não é por vontade de tê-los, jamais querer prendê-los, a não ser pelo meu olhar que os segue, e voa em suas asinhas aos ventos, ouve os seus cantos, gritos, sem se cansar. Dando movimento à minha vida, e as suas vidas, me traz um mais que doce inspirar.

⁠ Uma pedra A janela do tempo chamou
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⁠ Uma pedra A janela do tempo chamou a atenção da vida... que aos poucos estava indo. À beira do riacho, pensativa, queria dizer qualquer coisa, contar que a menina que havia, e que corria depois pelos caminhos, sorrindo, quando as flores azuis pequeninas colhia... e as amava, elas lhe causava estranha alegria, porém a menina, não estava mais. A descoberta aconteceu no descer as escadas da casa, no topo da serra, por onde destemida atravessava o riacho, envolvia-se com o barulho das fontes, incessante feito os pensamentos que ferviam. De fundo, o verde. Inconfundível, chamando, cantava o sabiá-laranjeira... ela escutava, entre outros cantos. De volta à realidade, sentia a brisa refrescante, sob o sol brando. Pés de caminho livre, pedras variadas de cores, algumas delas escorregadias por força do limo. Um sonho fugindo, sequer aparecia. O encanto era só da natureza, e não da sua alma, por dentro morriam as fantasias. Precisava voltar para um lugar que já não era refúgio, enfrentaria o evidente agora! Sem lágrimas ou desgostos, sem desejos de nada mais percorrer... De nada mais precisava e, sem pedras nas mãos, delas apenas uma, e precisava, para pôr no lugar do coração, aos poucos estava à morrer.

⁠ Amor platônico Terreno abandonado,
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⁠ Amor platônico Terreno abandonado, espaço baldio. Dia amanhecido casa abandonada alma desolada. Amar sozinho, coração estarrecido. Telhado cantante amor de ilusão, paixão de estudante. Passarinhos soltos, lua nova, deslumbrante. A solidão aumentando a paz vai acabando... Olhos tristes, repletos de sonhos vazios. Desejos perdidos, largados num terreno da alma, totalmente esquecidos.