a vida é como uma montanha russa demora para subir e quando vc menos espera ja esta em baixo outra vez
Frases de leonardo ribeiro
37 frases
Tente controlar sua respira0Š40Š0o e domar seus demonios,assim motivara seus anjos da guarda para que nunca o abandonem.
A pressa ¨¦ inimiga da perfei0Š40Š0o,a pregui0Š4a ¨¦ inimiga da vit¨®ria, o fraco nao tem espa0Š4o e o covarde morre sem tentar.
Viver com o medo de errar,nao ¨¦ viver, ¨¦ jogar pare de jogar e viva a vida.
Hoje você diz que não quer, sem nem falar o motivo.. Só que o mundo gira e aquele palhaço que tu vê no colegial vai estar lá no topo sem nem saber que você passou na vida dele
Pétala do Horizonte Quem diria, nesta tarde tomei minha inspiração Um punhado de folhas na mão, uma caneta para expressar o meu estimar
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Pétala do Horizonte Quem diria, nesta tarde tomei minha inspiração Um punhado de folhas na mão, uma caneta para expressar o meu estimar Onde naquela montanha, o por do sol alvejou minha visão Ali pude ver e sentir com clarividência, um toque subliminar eu e minha futura no altar, votos e bebidas de frente com o mar Mulher doce e refinada, como posso ignorar? A mais airosa memória que o ser humano pode recapitular.. Vastos cabelos balsâmicos ao transitar Olha.. que delícia de lembrar, a visão.. Eu e ela, uma vida e um lar.. e é uma pena por o nome dela não poder citar.. Porém a vida, o vento e o mar.. criação bela de se amar, sentir e agraciar.. me trará a bela lembrança daquele olhar Olhar no qual germina meu peito a palpitar.. ondular.. tremular.. me impulsa a querer se arriscar Onde o pressentir do toque ao meu coração, naquele dia.. aquela pétala arrancar No horizonte, de frente as águas.. rescender o aroma e pensar.. Onde está.. aquele meu favorito e doce pulsar?
E eu ainda espero E eu ainda espero, a mensagem dela à meia noite desse novo dia Aquela mensagem enxurrada de promessas calorosas, como uma brasa que toca meu coração semelhante à uma manhã de névoa, em um leve momento na brisa de um frescor, beijando flores de primavera daquel…
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E eu ainda espero E eu ainda espero, a mensagem dela à meia noite desse novo dia Aquela mensagem enxurrada de promessas calorosas, como uma brasa que toca meu coração semelhante à uma manhã de névoa, em um leve momento na brisa de um frescor, beijando flores de primavera daquela árvore Aquela árvore na qual me assentava na infância, que com um toque vagaroso fechava minhas pálpebras e abria discretamente um sorriso de canto Sorriso no qual me abrangia momentos, momentos nos quais escorria lágrimas aflitivas em meu rosto desgastado Desgaste no qual eu amava, certamente por lembrar daqueles longos cabelos e um lindo sorriso no qual hoje habita em outros sorrisos Aquele sorriso no qual despertou meu primeiro amor, amor no qual me fortificou e renovou abrindo o leque da vida e instruindo cada passo futuro que meu ser aprenderia a praticar Aaaah, como pratiquei, mágoas passadas me presentearam graciosos momentos vigentes Momentos no qual à conheci, naquele dia, naquela mensagem na qual eu pude sentir meu coração bombeando declarações por minuto, por ela, para ela, sim.. por olhos esverdeados, claros como o mar, estonteantes a ponto de me exaltar e dizer, como eu quero, como eu desejo, como posso? E eu ainda espero aquela mensagem, jaz uma semana que à espero inquietamente, sofregamente, avidamente, para ela testemunhar, verificar, assimilar, afirmar.. que o meu melhor está aqui, neste poema, para você.. Linda Linda a ponto de me naufragar, por mares que costumo velejar, onde o último suspiro da vida a cada minuto tenta me capturar E digo hoje não, porquê lá está ela.. ancorada na ilha de frente ao mar, ao por do sol E é lá que as 13 horas tenho de estar, fora dos domínios do mar, meu grande e doce lar Para abraçá-la, dizer, bem que podíamos ficar, envelhecer.. fazer intercorrer meu insaciável prazer em morar em teus olhos esmeraldas aqui, em teu domínio, onde todos os dias aguardarei Aquela sua mensagem dizendo, meu amor.. eu ancorei.. dessa vez, permanecerei.
Solitude Por onde ando, sinto em meu ser um aperto aperto no qual meus olhos acompanham, a trajetória na qual me desvenda
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Solitude Por onde ando, sinto em meu ser um aperto aperto no qual meus olhos acompanham, a trajetória na qual me desvenda Um caminho de luz e um caminho de trevas, onde apenas a solitude me restaura uma lembrança, na qual meus sonhos retornam na caída da noite Ao levantar de meu anseio, sem medo de meu próprio semeio, meu momento onde posso apalpar, o desejo, de me deitar e esbanjar, deliciar-me em um amor no qual apeteço, no qual protejo, no qual me deleito na calada da noite Quando anjos se passeiam, lamentam, meus pecados, minhas tormentas meus pensamentos, aonde apenas a solitude me desvenda.
Aspectos Pelas melodias do teu palácio desdobrei meu tapete vermelho Em finalidade de você transitá-lo
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Aspectos Pelas melodias do teu palácio desdobrei meu tapete vermelho Em finalidade de você transitá-lo Para que pudesse examinar teus modos sutis de sorrir E neles viajar por um templo sofisticado Sem ao menos afastar-me do seu perfume Comparo o sabor dos teus beijos Como um vinho mais doce que o mel das montanhas Por dias gloriosos de minha passagem na terra Os mais notáveis pertencem aos que transito em sua pele aromática Teu paladar exala o sentimento de dias passados Onde meramente a adrenalina poderia sobrevir Sinto mais quando encontro-me a sós contigo Do que mil corações prometidos por uma fase em vida Teus batimentos associaram-se aos meus Equiparado a engrenagens perfeitamente projetadas São pulsões pelas quais você permite a si mesma Me analisar com olhares elaborados Por mais que aparente infinitos segundos Atentaria que seu coração transborda de ternura Onde no esforço em estudar citações poéticas Pelas caladas do anoitecer não compreenderia o por quê As razões do seu coração em agitar O mais belo ápice de seu flerte Simplesmente ao encontrar-se com meu olhar doce Em um amanhecer tão belo para amar.
Um Farol no Horizonte Você assemelha-se como um anjo em missão na terra De tão linda que és
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Um Farol no Horizonte Você assemelha-se como um anjo em missão na terra De tão linda que és Quando analiso inquietamente a sua alma Ela brilha como um nascer no horizonte São luzes que transpassam os desequilíbrios de uma rocha Perfeito como se o amanhã estivesse a mercê da minha palma Pelas luzes das cidades você passeia Tuas asas brilham de acordo com faroletes de uma ponte ao anoitecer Meus domínios humanos ajoelham-se perante teu amor Sua afeição movimenta suavemente as ondas de um lago frio Ao mesmo tempo que seu olhar pinta as nuvens de lilás e azul Anoitece e você se assenta a beira do mar Teus olhos brilham como se estivesse sonhando acordada Logo percebes que seu coração bombeia como um humano Será o amor? Seu chamado divinal lhe protege das armadilhas amáveis Todavia sua alma não poderá negar A mais linda verdade desta doce vida amarga Que ao analisar teus olhos divinais Saberás que um anjo também podes amar-te.
Estações Por versos longínquos viajei meus pensamentos em você Transpassei veleiros navios sobre um caloroso mar
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Estações Por versos longínquos viajei meus pensamentos em você Transpassei veleiros navios sobre um caloroso mar Pude enxergar obsoletas histórias sobre o significado de um amor Onde raízes da maldade não caminham Onde o bem é visto como um espinho Interiormente incluído no corpo de uma rosa O equilíbrio do seu olhar ligado ao meu peito Por estações de um ano todos os dias é você Em outono o seu perfume clareia o meu amar O céu alaranjado representa a sua presença em meu ser Por mais que teus delicados fascínios encontram-se distantes No inverno sozinho eu me aqueço Com meu olhar direcionado a lareira Pego-me imaginando como seria correr contigo em primaveras Observar teus ondulados cachos sobre a brisa do frescor Movimentar delicadamente meus dedos em seu rosto E saber que no verão estarás comigo Quem dera fosse Se teu corpo tornasse um só Se minha alma dividisse em nós dois Sobre a beira da praia e um sol distante Sobre a beira do mar e você tão inconstante Me declarando um amor aquecido como o verão Sobre o dia em que lhe encontrei caminhando Deslocando-se em areias brancas Imaginando as estações de um ano Fantasiando um homem capaz de vivê-las ao seu lado Beber cálices amargos Doce ao final Doce como o mel Doce como os teus lábios.
O Conto da Roda Gigante A minha memória encorajou estes versos Lembro como se fosse ontem aquele verão
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O Conto da Roda Gigante A minha memória encorajou estes versos Lembro como se fosse ontem aquele verão Uma noite tão distante deste singelo presente Os teus olhos se exuberavam Espelhavam as luzes daquela roda gigante Balançavam-se rosas estampadas em seu vestido Passeavam entre suas pernas oscilantes Seus cabelos não paravam Sua boca esboçava um paraíso Uma noite linda Minha paixão caia em suas armadilhas Por não viver um olhar tão profundo Com maneiras e gestos delicados Me coloquei a mercê de subir na roda gigante Só para apreciar os teus olhos viajantes Sobre enfraquecidas luzes daquela cidade Na certeza um homem simples como eu Pude pressentir que naquela cabine habitava o meu mundo Com um simples sorriso de canto teu Escalava o sabor de mel ao meu paladar E você não parava Sobre aquela cabine ainda dançava Envolto de meus braços harmonizou o seu perfume Era você e seus traços que conquistavam Sobre meu colo Acariciei o seu rosto como se não houvesse um amanhã Viajei sutilmente o meu toque em suas fragrâncias Imperceptivelmente o teu coração adentrou-me Meu peito agraciou o meu ser em deliciosas afeições Enquanto a cabine voltava para nossa noite Em 7 minutos para estranhos foi uma alegria Para mim, presenciei viver uma vida Beijei carinhosamente os teus sonhos Alcancei o amor de uma paixão outrora iludida Descemos ao parque após infinitas estimas Encostei seu corpo sobre um local cativante O que nos desuniu por 7 anos Em 7 minutos nos ocorreu adiante Permanente serás, seu gracioso perfume aflorado Como uma rosa me amarás Quando amanhecer Serei o teu amor veraz Seu sorriso é o bom dia mais lindo No qual um homem como eu poderás amar.
Você Se pudesse, perderia-me em vidas passadas Vidas que pernoitam no inconsciente de quem ama
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Você Se pudesse, perderia-me em vidas passadas Vidas que pernoitam no inconsciente de quem ama Histórias trajadas em um doce mel Luzes nascentes que anseio percorrer Alcançar algo que ninguém concebeu De mim e por mim, um coração que jamais desejou Algo adverso como a mágoa que não anseia o amor Daqueles que oprimem a valiosa vida Posso me perder em tantos aspectos Posso no hoje me deitar e lhe comparar com estrelas Acordar amanhã e saber que nunca foi um sonho Saber que onde passeio, são tapetes monarcas do teu interior No qual caminho e guardo dentro de mim cada detalhe Pequenas afeições de um coração imperial No qual desejo reinar sobre campos de tulipa Amaciar o âmago palpitar dos teus sonhos Envolver-me consigo sobre lençóis de seda Percorrer sobre suas mechas os meus dedos apaixonados Sentir o perfume cálido ao transitar em tuas curvas Contornar em meus braços o intocável conquistar de seu afeto Saber que em teus lábios acalmarei o meu amanhã Ouvir o seu respirar em minhas concepções distintas Sobre lhe gravar em um quadro artístico Sobre quem sabe virar um poeta perdido Em suas manias Em suas partidas tão breves Em modos no qual você sorri Em delicados detalhes que o teu olhar insinua.
Corpos Celestes Quero em meus olhos encontrar grandes mares A viajem de minha vida dividindo-me como as ondas
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Corpos Celestes Quero em meus olhos encontrar grandes mares A viajem de minha vida dividindo-me como as ondas Por lados no qual desejo caminhar sobre as neves Como brasas de um lar europeu você aquece as minhas mãos Dançamos ao virar da meia noite em lagos gélidos de Manhattan Fluindo o seu amor em dons de poetizar Sinônimos comparados em noites vazias sem teu amar Por estes lados as ondas me naufragariam em ti Imagino por vida como seria me afogar Escolher caminhos no qual observo o sentir De uma rosa em meio à rochas obscuras que é o imergir... As mágoas desta tortura Profundo oceano por aqui observo A maneira em como dói retrair o músculo que é o bombardear De um flagelo coração infortunado em amargura A essência de solidão em uma sala por vezes tão vazia... Onde em substâncias químicas me acharco em perder memórias As estrelas se comportam e rabiscam suas trajetórias Minhas concepções perdidas em mares de tinta Suas fotos retratadas em artes iludidas Espelhos retalhados em minha memória por cada ponta fruível e adocicada em sua beleza Num sofá tão frio... Apenas uma alma separada de seu aconchego Por tempos passados no qual sonhávamos em chegar na ponta do mar Infinitos encontrar... Estrelas cadentes nos transfigurarmos, as eternas miragens... Sobre nossas loucuras em amar.
Perfume de Outono Pretendia contigo amar pelas manhãs Onde não houvesse oposições de nossa paixão
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Perfume de Outono Pretendia contigo amar pelas manhãs Onde não houvesse oposições de nossa paixão O leve frescor que toca o teu rosto declinou-se ao colidir com o seu encanto O encanto de sua ausência... Saudade da sua presença Que meu coração se ilumine como folhas de outono Para que você chegue e floresça, enraíze em meus propósitos Esquadrinhando meus olhos Decifrando minhas artimanhas Sabendo que sou um poeta sucinto, um homem natural Que transmite uma alma suavizada ao lhe desejar Ao encontrar-se contigo o anseio Dos teus olhos lisonjeados amar... direcionados para mim Um leve sol do amanhecer, pincelando nosso momento Retratando um quadro perfumado Ilustrando reações de um encontro... Onde os céus suspendem um minuto do dia, colonizando meu coração em estima Apreciando hábitos do seu caminhar Maneiras na qual alinha delicados fios de seus cabelos Em desígnios de conquistar... Me amar... Atrair... Por um sentido no qual anseia pelos caminhos da vida Um chamado predestinado, oculto em corações vazios Iluminado e eternizado por aqueles que sonham em vivificar Cativantes histórias sobre o amor... Realizadas por afetuosas e serenas manhãs de outono Onde no mais comum dia profundo és, lhe encontrar.
Sinônimos de Você Sinônimo em te rever é amar Amar em teu conforto é fantasiar
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Sinônimos de Você Sinônimo em te rever é amar Amar em teu conforto é fantasiar Algo em ti Algo para mim Você e eu Como Zaqueu subiu numa árvore Que ouvíamos em nossos templos pariformes Subi naquela ao lado de nossas casas Árvore de infância... eu e você e mais nada Acreditada, seu coração lhe dizia profecias Amor de infância, bom rapaz de família Ao sino de nossa escola, tua sala vigio Atento ao seu cabelo de costas, na cantina com amizades Calçado sujo, menino de comunidade Ao profundo e doce versátil, meu modo desenrolado Em ti chegar e me declarar Estes versos naquela época ter-lhe recitado Amor confuso e contrário Tê-la visto crescer Passar pela minha casa voltando do trabalho Salto alto e um batom avermelhado Rosto delicado e sonhadora Olhar profundo de uma mente rica Um falar adocicado e sereno ao ar Quem dera fosse um rapaz como eu Por nossa infância reacender Teu coração maduro e complicado Que em apenas versos longínquos meus consigo alcançá-la Sua atenção... Teus caminhos em vão, com pessoas vazias Enquanto eu, apaixonado amigo de infância Te comparo com estrelas Te defino a mais linda Te imagino comigo na Grécia Um valor em ti tão enigmático Que se você passar ao meu lado apenas mais 1 vez Verás meu olhar tímido, profundo e delicado De um rapaz simples, que fantasia sonhos teus divididos ao meu lado Para sempre, eternamente... sinônimos em te amar com poesias frequentes Para ti, para mim, para nós... no futuro Sem caminhos errados, um poema amargo Doce quando você relê-lo pela terceira vez Em sua cama, mente cheia, porém atenta Em mim... Confusa Eu conformado... seguindo em frente Com esta carta, em despedida... E quando eu lembrar sobre você, meu meigo fascínio Lembrarei de seu perfume, em meu antigo livro guardado Em como você lia para mim Eu encostado em teu corpo Em noites perfeitas... Noites em que sonho Noites na qual espero que aconteça.
Exílio Dez e vinte e nove da noite, um homem assenta-se a varanda de casa Diz para si mesmo que virá um novo dia, um amanhã tranquilo e sereno...
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Exílio Dez e vinte e nove da noite, um homem assenta-se a varanda de casa Diz para si mesmo que virá um novo dia, um amanhã tranquilo e sereno... bonançoso e inalterado, plácido e manso como caminhar envolto de cerejeiras Céu azul e um canto único, pássaros e uma melodia benévola de se atentar... “Bem-te-vi” As dez e vinte e nove da noite, um único pensar, momentos delicados de sonhar... meu próprio exílio retrai o meu imaginar, árduo e custoso de se focar Meu peito anuncia, os sinais, a melodia, de que amanhã virá um belo e novo dia Assombroso, será? Quem sabe esplêndido, fascinante... radiante perante meu caminhar Mágoas e incertezas dentro de meu olhar, direcionado ao amoroso e doce luar Naquela noite, as dez e vinte e nove... na varanda de meu lar Incontáveis e cintilantes estrelas consigo contemplar, sem mesmo sair de meu lugar Lágrimas demandam permissão para demonstrar, manifestar e transbordar, um sentimento intenso... no qual em vivência e comoção de vida eu pude enxergar, em meu peito, coração infirme e sujeito De que naquele findado dia, subitânea noite e incertezas de vida Um homem como eu, as dez e vinte e nove da noite, poderia sim Sujeitar-me, reter-me, sustentar em si próprio a perfeição de sentir e suportar inúmeros desejos, intuição e agravados pensamentos E no mesmo recinto, período, pulsação e deleito Poder vivenciar tal envolvimento, afinidade em sentimentos... dentro de um único espaço de tempo Sem ao menos fazer um ínfimo movimento.
Joia de Itaquá 10:26 da manhã, ouço apenas um tipo de ruído... seria estes pássaros? ou um simples timbre de trilho
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Joia de Itaquá 10:26 da manhã, ouço apenas um tipo de ruído... seria estes pássaros? ou um simples timbre de trilho Elevo meus olhos a nuvens tão formosas... como se fosse uma manhã enternecida com chuva e canto de gaivotas De uma ocasião tão singela e pura, presencio aves livres de repulsas A alforria na qual transpassam-se entre elas... granjeio formosos talentos 10:27 da manhã, um simples sujeito... desembarca na estação de Itaquá, explícitas dúvidas... repleto em devaneios Pensamentos devaneios... avisto no topo da escada aquela ave, um sinal em tempo? no qual caminho nos caminhos de talentos, como aves doutrinadas em conhecimento Fecho os olhos e penso... é uma manhã calorosa em sentimentos Ao sutil toque do sol no rosto, velhas escadas e memórias me elevo manhãs em infância, sentimentos ocultos... deveras aqui neste poema, um coração honesto? Com sentidos aguçados, dedos entrelaçados, teu sorriso mais belo do acaso Devo dizer como é forte o querer Em dizer, escrever, recitar, poetizar... sem nem mesmo te amar? É possível? tão linda aparamentada em investir a ilusão investida em homem poeta que faz poesia, risca... rabisca Intentando em você buscar a mais bela das jóias na ponta de tinta, quarto vazio... Valiosa mulher de família Em montanhas de Nova Zelândia quero-me esbarrar com a alma poeta que faz-me te amar Preciso, careço... vejo que necessito teu apreço, formosa morena quiero que tengas mis deseos, de no sul da Espanha praticar velejo Em alto mar, eu e você... mais nada a se preocupar Nesta estação em poesia de vida te decifrar... guardo o caderno, o que me resta? Um homem atraído sofrido e querido, pode ser esta... a vida que sonha em viver ao lado de um poeta? Joia rara, na estação de Itaquá teu sorriso faz-me viajar em sinônimos de praia... areal, borda, costa, litoral!? Te levo aonde tu queres chegar, na onda do mar e você a me amar tudo por causa de um olhar romântico invasivo... ter invadido coração de poeta iludido Onde está você, meu eu lírico? homem limitado, breve e resumido Explícito em romance que abre sorrisos nuances En el sur de España, sábanas mexicanas.. te involucras conmigo y me amas Garota de Ipanema diferenciada, chique... humildade destacada em cena Trago-lhe café na cama e um profundo poema... um mapa e imaginação plena De que comigo viajarás, por uma eternidade tão simples de encontrar Minha joia de Itaquá, queres me amar?
Cavaleiro de Troia Sobre teus passos almejo novos caminhos Sobre seus olhos alumiados ao sol
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Cavaleiro de Troia Sobre teus passos almejo novos caminhos Sobre seus olhos alumiados ao sol almejo viver minha eternidade Se no amanhã amares a mim, no hoje te aguardarei Se por ti eu ficar, uma promessa lhe farei por um amanhã no qual não partirei, mas observarei A visão que Deus lhe gerou... teus lábios teceu como poesias formosas Seu olhar esticou como indecifráveis nuvens chuvosas para que eu pudesse viajar em você ao admirá-las Em submersas memórias rebobino tuas delicadas manias me perdendo em ti por horizontes de vida Quando o destino provocar o encontro de nossas almas uma linda crônica surgira No qual em destino prescrito ingressarias em minha vida E caminharias... sorririas... repousarias imersivamente em meu amar Por ventura te recitarias cantares soberanos de Salomão... onde sua voz é doce, e tua face me é aprazível acariciar Rosa de Saron... em meio aos vales espero o teu chegar onde em novidade de vida poderei me renovar Em meio ao caos um doce toque lhe farei sentir para que o mundo e os céus saibam como é bom te desejar, me atrair... em bosques de cerejeiras te fazer sorrir Em meus sinônimos de amar, desejo-lhe deixá-la partir por simplesmente sua alma ocorrer-me ao inverso desta poesia Todavia, minha vida... não haverá oceanos onde não poderei transpassar Promessas frias meu tórrido amor irá perfeccionar Versos poéticos não me irá escassear... Se porventura você assegurar que teu coração extasiou em minuciar cativantes versos de um coração rico em amar Declarações por ti sob um vistoso luar Se me comunicar... reiterar meu fascínio por teu sereno olhar Posso por você aqui ficar, permanecer, esperá-la ao amanhecer... partirmos em nosso próprio mar Navegar profundamente em teus abraços contínuos e cálidos Caminhar sobre bosques preenchidos em rosas Um banco para sentar-nos e acalmar, sentimentos e trajetórias Transcenderei escudos forjados em joias, minha alma protegerá sua glória Por teu amor, serei um cavaleiro de Troia.
Flor de Jasmim No aspecto do teu olhar, eu quero cotejar a mais deslumbrante flor de jasmim
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Flor de Jasmim No aspecto do teu olhar, eu quero cotejar a mais deslumbrante flor de jasmim Benquista ao meu paladar, de um simples coração onde na formosa noite corteja o teu amar Meu bem, em seu lado sinto imenso prazer em caminhar no sutil e profundo pacífico que é o teu tocar Teu beijo, teus lábios... meu porto seguro para ancorar Quero em teus braços um aconchego infindável de se estar Olhar... absorver o aroma balsâmico que é o teu apaixonar Colher, o gracioso fruto curandeiro que toca meu coração dividido, fragmentado e transgredido Meu bem... consegues ouvir? Violinos maviosos e benignos Taças de champanhe e dourados pares de alianças à porvir Meu bem, consegues ouvir? meus batimentos cardíacos por ti Posso assegurar, que em meus braços você irá se encontrar, não apenas hoje... Se teus olhos você enevoar, até no ontem me acharás No presente se teu olhar você levantar, uma luz irá se apresentar Serei eu, teu nobre cortês, doce e gentil... numa tarde calorosa Pétalas de jasmim e rosas... gêmeas alianças e uma proposta Que ao soar de um sim, não haverá noite, nem dia tampouco tempestades vazias... Que você olhará para o céu e dirá que se sente desguarnecida Pois estarei em íntegros significados com você, minha vida Em teu ouvir soarei palavras além, que apenas minh'alma obtém... E onde queres que nosso destino requeira a nossa presença, seja Roma ou em lagos de Veneza Serei teu derradeiro, vigente... póstero cavalheiro eloquente Não apenas por hoje, minha amada Mas para todo o sempre.
A Dama de Ouro Flechas de fogo suspendem-se perante a guerra Ao vê-la transitar em meio aos corpos
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A Dama de Ouro Flechas de fogo suspendem-se perante a guerra Ao vê-la transitar em meio aos corpos Soldados presumem um ser angelical onde seus lábios citam O caminho do alvorecer, o horizonte mais belo Olhos que pairam os corações mais esbeltos e poéticos Aves propõe a enfileirar-se para presenciar Por onde movimenta-se o seu perfume, desmancha as dores Os cachos são banhados em ouro fino com pétalas de orquídeas ao final Seu rosto macio pairou nas memórias do velho soldado Lembranças do seu grande amor em verões passados O rosto da amada em ternuras expressas Seu olhar alegra-se após décadas Por um curto momento retornou ao por do sol nas colinas Uma voz libertina o diz para sorrir e viajar nos mares cristalinos dos céus Colidir com as nuvens enciumadas por seu grande amor Onde duas almas amavam-se em uma roda gigante tocada pelo universo Enlaçando um véu por suas cabeças no caminho da eternidade.
O Doce Sonho Perduro por noites em claro pensando em você Sorrio e amadureço os eternos laços do seu beijo
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O Doce Sonho Perduro por noites em claro pensando em você Sorrio e amadureço os eternos laços do seu beijo Apresento-lhe um íntimo que apenas sua alma desperta Onde nuvens lilases são amadas pelo sol no fim de uma tarde Meu coração baseia um equilíbrio tão pertinente em me perturbar Entre escolher respirar ou amá-la Citar poesia por mares de tinta onde sonho viver contigo Reaver nossos piores pesadelos à tona Amando uma alma feroz e aflita Alcancei o universo em ver teus olhares nuances Sentir o perfume espraiar as pontas de seus cabelos numa leve brisa Essência amável por fora e frutífera de bons modos por dentro Teu sonhar é doce como uma cachoeira de mel Onde afogo-me de ansiedades absurdas para saciar os meus fascínios Vícios em teu sorriso, vícios em perder-me por seu paladar.
Vermelho Cardeal Sete horas em uma manhã chuviscada Como todos os dias você atravessa a avenida
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Vermelho Cardeal Sete horas em uma manhã chuviscada Como todos os dias você atravessa a avenida Inconstante e sempre com pressa Teu sobretudo cor prata encanta as rosas da praça Como sempre sua alma apazigua meu Taxi Apaixonantes sorrisos conquistam a grande parada E lhe observo saltar de uma calçada para o meu mundo Instantes fugazes sempre constantes quando levanto-me as seis Sobre um quarto por subúrbios da cidade nunca deixei-me permitir Perder-me pelas horas e não lhe ver perfumada com seu batom Vermelho Cardeal Manifestando pressões sensíveis sobre meu peito doentio Coração inflexível em cogitar outras vidas Outros amores Sem você pelas manhãs não permaneceria Minh 'alma no topo da vida Decair ia-me sobre as rochas de sua pele intocável Acalmaria a chama em enlaçar meus lábios com os teus Sujeitar-me-ia a dignidade se não dobrasse esquinas por ti Universos em forma de lágrimas subiriam sobre o meu olhar Caso falhasse examinar suas mechas por horizontes Teus doces cabelos Perfumados devaneios Chamar-te de minha e me perder sobre paixões Amá-la pelas noites estelares em imensidões Acinzentando o meu mundo quando fores para longe Invadindo-me de ansiedades para voltar as seis de amanhã.
Novembros Perdidos Era uma tarde de chuva na primavera Recolhi os teus calçados na beira de fora em nossa casa de madeira
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Novembros Perdidos Era uma tarde de chuva na primavera Recolhi os teus calçados na beira de fora em nossa casa de madeira Limpei-me a calça suja de algumas poeiras da varanda Onde ficávamos em duas cadeiras observando as estações O teu semblante nunca iria imaginar-me um preço para trocá-lo Você colocava um vestido verde retro com pétalas de rosas Permitia decair sobre as curvas de seu pescoço um perfume manso Fazia-me sentir em nuvens emolduradas por Deus Sonhava todos os dias em percorrer o mesmo caminho ao teu lado Teus olhos esmeraldas balanceava o palpitar de meu íntimo Fazendo navegar-me por águas cristalinas e intensas Desejo acobertar-me o passado em que lhe perdi Sobre memórias de um ano tão distante e próximo de meu peito Por onde circunstâncias da vida um anjo decidiu apartar-te de mim Chuviscou-se carregadas nuvens em nosso lar de Novembros Profundo sempre será o dia em que lembrar-me-ei de ti Teu olhar esverdeado namorando meus lábios Perdido em seus mares cristalinos e turbulentos.