A melhor coisa do mundo é estar perto de você, sentir seu cheiro, seu sorriso, saber que posso estar sempre ao seu lado e pensar como gosto de você.
Frases de Leonardo Azevedo
316 frases
Amar não é coisas para fracos, os fortes não conseguem dizer essa linda palara marcante.
Meu maior medo de dizer que te amo será que vai valer te diser isso.
Eu quero te contar uma coisa que fique so entre nos dois eu amo Você e nunca quero te perder.
”A força esvai. A vontade perece. O brilho se apaga. O ego esmorece. O tempo já não resta. Não há mais tristeza. Não há mais dor. O frio e o calor deixam de importar. E a gente se torna mais leve, pois todo o peso da existência se dissolve no simples ato de não mais ser.”
”Cada vez mais, percebo que a vaidade me prendia. Hoje, penso com mais liberdade entre ideias que nascem e ideais que persistem.”
Tudo que quiz até hoje é o seu amor, tudo que te peço agora é o teu perdão por não conseguir deixar de amar voçê.
A dúvida é um inimigo cruel, Gera, incertezas, desconfianças e atos errôneos!
"O Amor e o Sucesso são uma jornada de persistências..."
”Hoje o cansaço me consome. Despertar, euforia, desapontamento, resignação, resiliência. Hoje o cansaço me consome.
Continuar lendo
”Hoje o cansaço me consome. Despertar, euforia, desapontamento, resignação, resiliência. Hoje o cansaço me consome. Descanso hoje em busca do ontem. Descanso hoje em preparo para o amanhã. Descanso.”
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim” (por Leonardo Azevedo) 6.
Continuar lendo
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim” (por Leonardo Azevedo) 6. Devolvo o ingresso à eternidade se para entrar for preciso aceitar a injustiça como preço.
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim” (por Leonardo Azevedo) 2.
Continuar lendo
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim” (por Leonardo Azevedo) 2. Minha dor não é a do ateu. É a dor de quem foi expulso do paraíso da certeza.
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim” (por Leonardo Azevedo) 8.
Continuar lendo
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim” (por Leonardo Azevedo) 8. Talvez minha travessia seja essa: Habitar o exílio da certeza e suportar o peso de um Deus que talvez não me veja.
O Vazio de Ivan em Mim Não é que eu não queira crer. Queria. Com a mesma força com que respiro, com a mesma urgência com que busco sentido quando o mundo me fere.
Continuar lendo
O Vazio de Ivan em Mim Não é que eu não queira crer. Queria. Com a mesma força com que respiro, com a mesma urgência com que busco sentido quando o mundo me fere. Mas há em mim — como havia em Ivan — um vazio que não se preenche com promessas, nem com orações que ignoram o grito dos que padecem. Não nego Deus. Mas me recuso a aceitar um paraíso onde o preço seja o choro inconsolável de uma criança torturada. Se a matemática da salvação exige esse débito, então que me excluam da equação. Devolvo o ingresso. Não me serve um céu comprado com sangue inocente. Minha dor não é a do ateu. É a do exilado. Não me falta fé — me falta reconciliação. Entre o que vejo e o que dizem que há. Entre a razão que me habita e o absurdo que me cerca. Entre o amor que imagino ser divino e o horror que assola o mundo sem trégua. Carrego a lucidez como lâmina. Ela me corta todas as noites. Me acorda. Me sangra. Mas prefiro essa dor do que o conforto mentiroso da inconsciência. E, no entanto, por vezes, invejo os que crêem sem feridas. Os que chamam de “mistério” o que eu ouso chamar de “injustiça”. Os que abraçam um Deus com olhos fechados, enquanto eu — pobre de mim — insisto em fitá-lo de olhos abertos, sem saber se Ele me vê. Talvez um dia eu compreenda. Ou talvez minha travessia seja essa mesma: caminhar com o coração em ruínas e a mente em labaredas, entre o silêncio de Deus e o clamor dos homens. Mas sigo. Não por esperança. Nem por fé. Sigo porque parar seria entregar-me à loucura. E entre a insanidade e a ausência de sentido, escolho — por ora — a lucidez dolorosa de quem carrega o vazio como cruz e como bússola.
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim” (por Leonardo Azevedo) 3.
Continuar lendo
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim” (por Leonardo Azevedo) 3. Carrego a lucidez como lâmina. Ela me corta mais do que conforta.
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim” (por Leonardo Azevedo) 5.
Continuar lendo
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim” (por Leonardo Azevedo) 5. Não é ausência de fé. É excesso de consciência diante de um mundo que sangra sem explicação.
Sem Métrica por Leonardo Azevedo Paralelismos à parte, prefiro viver sem métrica.
Continuar lendo
Sem Métrica por Leonardo Azevedo Paralelismos à parte, prefiro viver sem métrica. Meu ritmo é desafinado, sem cadência, notas não diagramadas em partituras. Vivo em solos, às vezes breves, outras em tom de discurso. Não me faço entender, pois habito o caos da ignorância e busco o conhecimento quase platônico. Na busca pelo ser, encontro o eu: perdido, atônito, com medo.
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim” (por Leonardo Azevedo) 4.
Continuar lendo
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim” (por Leonardo Azevedo) 4. Entre o silêncio de Deus e o clamor dos homens, eu sigo com a alma em ruínas e a mente em labaredas.
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim” (por Leonardo Azevedo) 7.
Continuar lendo
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim” (por Leonardo Azevedo) 7. Invejo os que creem sem feridas. Eles dormem. Eu vigio.
O eco que não veio por Leonardo Azevedo Publiquei minha alma,
Continuar lendo
O eco que não veio por Leonardo Azevedo Publiquei minha alma, esperando ao menos um aceno dos que me dizem amor. Mas o que veio foi o silêncio mais ensurdecedor que já conheci — o silêncio dos íntimos, que preferem calar diante da verdade que os atravessa. Foram os estranhos os que primeiro estenderam a mão, os que leram sem filtros, os que disseram: “eu vi você.” E, nesse instante, percebi que ser lido por um estranho vale mais do que ser ignorado por quem me conhece. Eu não escrevi para agradar. Escrevi para sobreviver. E, se sobrevivi sem os que deveriam me aplaudir, então já venci.
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim” (por Leonardo Azevedo) 10.
Continuar lendo
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim” (por Leonardo Azevedo) 10. Entre a loucura e o vazio, escolhi a lucidez. Ela não consola, mas me mantém de pé.
”Dia ordinário. Dia comum. Dia imemorável. Dia sem chuva, dia sem sol. Dia sem movimento, dia sem sentimento.
Continuar lendo
”Dia ordinário. Dia comum. Dia imemorável. Dia sem chuva, dia sem sol. Dia sem movimento, dia sem sentimento. Apenas um dia. Menos um dia… de vida.”
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim” (por Leonardo Azevedo) 1.
Continuar lendo
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim” (por Leonardo Azevedo) 1. Não nego Deus. Mas me recuso a aceitar um paraíso comprado com o choro de uma criança torturada.
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim” (por Leonardo Azevedo) 9.
Continuar lendo
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim” (por Leonardo Azevedo) 9. Não creio por conforto. Se creio, é apesar da dor — não por causa dela.