"Se você respeita as suas vontades, não se autoflagela, você é livre para se entregar (por prazer e por alma)."
Frases de Leandro Flores
228 frases
Ela mexe nos cabelos com tanta graça que não quis fazer mais nada naquele momento, senão observá-la. Era quase um gozo vê-la, graciosamente, tocando seus cabelos... a delicadeza de um gesto, coisas simples, naturais, mas com a elegância de mulher, de menina... Fiquei, então, co…
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Ela mexe nos cabelos com tanta graça que não quis fazer mais nada naquele momento, senão observá-la. Era quase um gozo vê-la, graciosamente, tocando seus cabelos... a delicadeza de um gesto, coisas simples, naturais, mas com a elegância de mulher, de menina... Fiquei, então, com uma vontade sublime de traduzi-la em versos e desenhar suas curvas no coração da poesia.
Não sou a favor da autonomia do Banco Central porque quem governa um país, por óbvio, são os governos, eleitos democraticamente pelo povo, não os bancos...
Adeus MELODIA! Vá buscar mais inspiração para gente não morrer de tédio...
Poesia é qualquer texto que contém uma MENSAGEM. Mas, essa mensagem precisa encher o coração, senão não é poesia, é rabisco.
É bom quando a gente encontra um sinal de poesia nesta frequência insana da vida...
Abracei ela com o mar, abracei o mar com ela, engoli a cidade ao seu lado, vomitei...
Senhô, seu doutô, Venho aqui te perguntá Pro que é que existe fome
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Senhô, seu doutô, Venho aqui te perguntá Pro que é que existe fome E um país tão desiguá? Dizem que o Brasil Tá endividado, Quebrado, sentenciado, Que todo ano gasta uma fortuna Pra pagá juros de bacana Dessa dívida de barco furado. Agora te pergunto: Que dívida é essa Que a gente nunca termina de pagá? Quem foi que comprô fiado E nunca mais voltô pra acertá? Um caloteiro miserável desse tinha mesmo é que se lascá... Oxe, como pode um país rico igual o nosso, Que só arrecada trilhão, Com tanta gente passando fome, Chega a sê humilhação. Vamo acabá com essa paiaçada E fazê uma renda de distribuição. Se tá devendo, meu compadre, tem que pagá, Agora num vem com essa desculpa esfarrapada De que o país num tem recurso Prum pobre comprá um pão. Ofertá escola, lazer, saúde de qualidade É obrigação... Inclusive tá até na Constituição. Mas acho que isso é demagogia, Coisas que colocam lá Pro pobre achá que tem direito E exercê a tal cidadania. Que diabo de cidadania é essa, homi, Que só serve pro pobre no dia de votá? Depois que passa a eleição, pronto, acabô a consideração... E o povo fica esquecido, sem voz, nem solução. Que miséria de direito é esse Que não consigo usufruí, Que só serve pra mantê a mamata E sustentá vagabundo por aí. Dizem que a cultura é cara, difícil de bancá, Mas só favorece quem já tá na estrada, fazendo sucesso e botando pra quebrá. Eu, por exemplo, sô artista independente, um simples poeta que luta pra existí, E quando peço apoio, dizem que não dá pra investí: "Orçamento tá apertado, a crise foi de arrasá, Quem sabe no ano que vem a gente possa te ajudá." Ora, dotô, e essa tal Lei Rouanet, Que devia me apoiá, senhô, mesmo sabe que artista amadô neste país Fica sem nada, sem apoio, sem chão, Enquanto os grandes lá da mídia só sabem é faturá e influenciá a população. Outra coisa: Dizem que falta dinheiro, que a previdência está quebrada, Ai eu te pergunto: e o véio que trabalhô a vida toda não merece tê uma vida descansada? Dinheiro existe sim, seu doutô, mas nunca chega por aqui, Só circula entre poucos, onde o povo num pode ir. E não venha me dizê que tô errado, Porque o recurso some nas mãos dos poderosos, enquanto o povo fica aí apertado. Distribuição de renda é urgente, essa seria a solução, Mas quem paga o pato somo nós, sem nem mesmo tê condição. E assim seguimo lutando, com arte e cidadania, Sonhando com um Brasil justo, sem fome e hipocrisia. Pra finalizá, vô aproveitá e te perguntá: Até quando essa injustiça vai durá? Se o senhô tem o podê, é só querê e mudá, Porque quem manda pode sim fazê o povo melhorá. E esses são os meus versos em forma de protesto pro o senhô matutá.
Há dores que só o tempo traduz. E há respostas que só ele revela, sem pressa, mas com precisão.
Há coisas que só o tempo é capaz de colocar no lugar. Nem o grito resolve, nem o silêncio cura.
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Há coisas que só o tempo é capaz de colocar no lugar. Nem o grito resolve, nem o silêncio cura. O tempo, esse velho artista invisível, molda, alinha, apaga, ensina.
Confia. O tempo é lento, mas justo.
Há coisas que só o tempo é capaz de colocar no lugar. Nem o grito resolve, nem o silêncio cura.
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Há coisas que só o tempo é capaz de colocar no lugar. Nem o grito resolve, nem o silêncio cura. O tempo, esse velho artista invisível, molda, alinha, apaga, ensina. Há dores que só o tempo traduz. E há respostas que só ele revela, sem pressa, mas com precisão. Confia. O tempo é lento, mas justo.
O mundo esqueceu do amor? Sim, o mundo pode ter esquecido do amor. Mas os poetas não.
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O mundo esqueceu do amor? Sim, o mundo pode ter esquecido do amor. Mas os poetas não. Eles seguem escrevendo por todos aqueles que ainda sentem — mesmo em silêncio. Por aqueles que olham e enxergam. Que tocam e permanecem. Que amam… mesmo quando o mundo já não acredita mais nisso.
Porque enquanto houver poesia, o amor não morre. Ele só se esconde — esperando ser lido.
O mundo anda apressado. Os corações, rasos. O amor — aquele de verdade — parece ter sido esquecido na última gaveta da humanidade.
Vinicius dizia que o amor não precisa ser imortal, posto que é chama. Mas pedia: que seja infinito enquanto dure. Adélia nos lembrava que “erótica é a alma”, porque o amor não é só toque — é transcendência. Rita Lee, ousada e genial, rasgava a falsa moral: “Amor sem sexo é amiz…
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Vinicius dizia que o amor não precisa ser imortal, posto que é chama. Mas pedia: que seja infinito enquanto dure. Adélia nos lembrava que “erótica é a alma”, porque o amor não é só toque — é transcendência. Rita Lee, ousada e genial, rasgava a falsa moral: “Amor sem sexo é amizade. Sexo sem amor é vontade. Amor e sexo é tudo.” E Ferreira Gullar, sem floreio, dizia o que poucos têm coragem de admitir: amar não salva, revela.
Amar é isso: É enxergar as falhas e, mesmo assim, escolher ficar. É respeitar o tempo do outro, a nudez da alma, a bagunça da existência.
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Amar é isso: É enxergar as falhas e, mesmo assim, escolher ficar. É respeitar o tempo do outro, a nudez da alma, a bagunça da existência. É saber que o amor não se compra, não se exibe, não se promete. Se constrói.
Um lembrete para o dia de hoje: você não está atrasado. É que respeitar o seu próprio tempo
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Um lembrete para o dia de hoje: você não está atrasado. É que respeitar o seu próprio tempo é também um ato de rebeldia — e de amor-próprio.
O que os poetas dizem sobre o amor que o mundo esqueceu? O mundo anda apressado. Os corações, rasos.
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O que os poetas dizem sobre o amor que o mundo esqueceu? O mundo anda apressado. Os corações, rasos. O amor — aquele de verdade — parece ter sido esquecido na última gaveta da humanidade. Mas… será que foi mesmo? Ou será que só se escondeu nos silêncios onde ainda mora a poesia? Vinicius dizia que o amor não precisa ser imortal, posto que é chama. Mas pedia: que seja infinito enquanto dure. Adélia nos lembrava que “erótica é a alma”, porque o amor não é só toque — é transcendência. Rita Lee, ousada e genial, rasgava a falsa moral: “Amor sem sexo é amizade. Sexo sem amor é vontade. Amor e sexo é tudo.” E Ferreira Gullar, sem floreio, dizia o que poucos têm coragem de admitir: amar não salva, revela. Amar é isso: É enxergar as falhas e, mesmo assim, escolher ficar. É respeitar o tempo do outro, a nudez da alma, a bagunça da existência. É saber que o amor não se compra, não se exibe, não se promete. Se constrói. E foi com essa certeza que escrevi um dia: “Não se deixe levar apenas pela paixão, mas viva pelo amor, lute, acredite, tenha fé. O amor é a única razão de o mundo ainda existir.” (Leandro Flores – Construindo Amor) Sim, o mundo pode ter esquecido do amor. Mas os poetas não. Eles seguem escrevendo por todos aqueles que ainda sentem — mesmo em silêncio. Por aqueles que olham e enxergam. Que tocam e permanecem. Que amam… mesmo quando o mundo já não acredita mais nisso. Porque enquanto houver poesia, o amor não morre. Ele só se esconde — esperando ser lido.
O que os poetas dizem sobre o Amor que o mundo Esqueceu? Tem quem diga que o amor está em extinção. Mas talvez ele só esteja cansado.
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O que os poetas dizem sobre o Amor que o mundo Esqueceu? Tem quem diga que o amor está em extinção. Mas talvez ele só esteja cansado. Cansado de tanta pressa, de tanta pose, de tanto “eu te amo” mal conjugado. Vinicius de Moraes, esse romântico essencial, já dizia que o amor não precisa ser imortal... “posto que é chama”. Mas que seja infinito enquanto dure. E dura mesmo — na pele, na lembrança, no cheiro que fica no lençol. Porque, como bem lembrou Rita Lee: “amor sem sexo é amizade.” E a gente não celebra amizade no Dia dos Namorados, né? Adélia Prado, com toda sua santidade profana, escreveu certa vez que “erótica é a alma.” E é mesmo. Porque amor sem desejo é convivência. E convivência, por si só, não sustenta altar. Ferreira Gullar, com sua sagacidade crua, diria que o amor não salva, mas revela. E é por isso que dói. Porque amar é ver o outro como ele é — e ainda assim ficar. Amar é esse milagre que mistura o profano com o sagrado e, no meio, a gente. E como escreveu Leandro Flores em seu texto “Construindo Amor”: “Não se deixe levar apenas pela paixão, mas viva pelo o amor, lute, acredite, tenha fé. O amor é a única razão de o mundo ainda existir.” Essa frase devia estar em outdoor no Dia dos Namorados. Porque no fundo, amar é isso: não se trata de se apaixonar, mas de construir amor. Tijolo por tijolo. Gesto por gesto. Dia após dia. O resto... é ilusão com aplique de afeto. O amor é isso: Chama que acende, alma que se desnuda, corpo que treme. É olhar nos olhos e entender que nem sempre vai ser fácil — mas que vale. Vale cada suspiro. Cada loucura. Cada poesia. Porque no fundo, o amor — o de verdade — ainda mora ali, entre o toque e a fé. E se isso não for divino… então não sei mais o que é.
No fundo, a razão de tudo é não ter razão de nada
No fundo, a razão de tudo é não ter razão de nada É como escolher entre o facão e a inchada
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No fundo, a razão de tudo é não ter razão de nada É como escolher entre o facão e a inchada Se a ferramenta é outra para que escolher as mesmas respostas? Filosofia, meu fí, é coisa de bacana, dúvida que nunca se engana Pergunta que o universo emana Não importa se é leite ou cana Tomar as dores do tempo E pendurar lá em torno No meio do céu Infâmia é destino mal consturado Viver é descontar as labutas do tempo É estar em contentamento Apesar dos pesares
Viver é descontar as labutas do tempo É estar em contentamento Apesar dos pesares
Filosofia, meu fí, é coisa de bacana, dúvida que nunca se engana Pergunta que o universo emana Não importa se é leite ou cana
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Filosofia, meu fí, é coisa de bacana, dúvida que nunca se engana Pergunta que o universo emana Não importa se é leite ou cana Tomar as dores do tempo E pendurar lá em torno Do meio do céu A Infâmia do destino mal consturado