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Frases de Layyy

46 frases

Lúcifer Tens tu ainda esperanças do perdão de seu pai?
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Lúcifer Tens tu ainda esperanças do perdão de seu pai? Nada bom de sua boca sai Vais um dia almejar vingança? Tu não o ama ardentemente Se queima sozinho no fogo do inferno E desfaz em pó tudo oque sentes. Sinceramente, quão injustiçado foi O Deus que perdoa todos os pecados Não te perdoou. Misericordioso uma ova! Tu es o castigador dos que morreram armados. Indigno dos céus tu cais Desista desta misericórdia Não serás bem-quisto aos olhos do pai.

Poetas da torre de marfim O por quê de tanta seriedade não me vem uma resposta em verdade,
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Poetas da torre de marfim O por quê de tanta seriedade não me vem uma resposta em verdade, Não vos vinham amores aos teus confins? São acanhados, medrosos ou não? Temem amar ou odeiam o amor? Podem elucidar-me por favor? Por quê emoções vos causam tanta aflição?! Pois sinto minha alma parnasiana Certeza de que vos posso culpar Trabalho, teimo, limo, sofro, e não é minha! Não quero ser convosco leviana Mas sequer consigo vos desculpar Os puno pois não amei a quem me vinha…

Tu es anjo e eu sou uma pena Que enlace teu peito em meu peito Que me ame e me tenha feito
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Tu es anjo e eu sou uma pena Que enlace teu peito em meu peito Que me ame e me tenha feito De pena, tuas asas E eu te liberto, te deleito. Tu es magia e eu sou trouxa Como me enfeitiça teu feito Amarias um ser imperfeito? Tu me amas, meu bem? Ou tiras, de mim, proveito? Tu es chamego e eu sou triste, Sou condenado e sou suspeito Quero, de ti, ser afeito Tu me isenta de quem sou E eu aprendo a ser teu leito

Que eu me cale ao teu olhar Que eu espere teu despertar Todas as manhãs
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Que eu me cale ao teu olhar Que eu espere teu despertar Todas as manhãs Que eu queira teus beijos Que eu satisfaça seus desejos Tanto que me estranhas Que eu lembre da verdade Que se me causas saudade É porque te amo Que eu não me confunda Que se meu coração afunda Em teu vasto amor selvagem Exprime minha vontade, Então te clamo.

É a segunda vez que tento Sair voando do casulo De novo não tenho assas
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É a segunda vez que tento Sair voando do casulo De novo não tenho assas De novo não pude sentir o vento Quero extrovertir meus versos Cansei de ser larva Sofro por minha reserva Livro-me desses sentimentos imersos MINTO, MINTO, MINTO! Odeio as cores destas asas E o vento é muito forte Não gosto do que sinto Quero desmetamorfar Quero me casular de novo Se sempre desaprovarei meu voo Prefiro não mais tentar…

De bom somente esses versos Tirei-os do meu desespero Dos monólogos devaneios
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De bom somente esses versos Tirei-os do meu desespero Dos monólogos devaneios Que tive comigo, sem remorso Mas se isso é meu melhor Devo temer minha desaire mente Não devo ficar contente Por meu acanhado lirista amador Tanto a dizer com tão pouca labia Tanto a escrever com tão pouca palavra Tanto a sentir com tanto medo Tanta vergonha a ser deixada em segredo.

Você é minha sinestesia Sinto o cheiro do teu gosto bonito Sinto no peito o atrito
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Você é minha sinestesia Sinto o cheiro do teu gosto bonito Sinto no peito o atrito De um coração em heresia. Me recuso a não sentir isto Mas, também, prefiro que não saibas… De meu eu em brasas À procura de êxito explícito. Um belo poema te dedico Te entrego todo meu amor Em troca de seu lúdico Um belo poema te declaro Peço-te que não me envergonhe… Minha sinestesia de olhos castanho-claro.

Não direi palavras em vão Dói-me quando não são entendidas Como uma bela vista não vista
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Não direi palavras em vão Dói-me quando não são entendidas Como uma bela vista não vista Meus sentimentos assim não serão. Não direi palavras de amor Gasto de coragem que não tenho Tudo queima cá dentro E ninguém sente meu calor Meu Bem, se ouvires de mim Arengas de meu querer Não o despeje, por favor Porque milagre é eu te dizer Se, a ti, estiver me declarando Me faça de parvo ou dengo Mas me faça ser o centro Porque agora escolhi estar corando.

Quanta coisa me envergonha Não respiro sem pensar Ela merece todo o ar
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Quanta coisa me envergonha Não respiro sem pensar Ela merece todo o ar Não respiro e penso: disponha Quanta coisa me entristece Quero te ajudar, Formiga Tento ser “a boa amiga” Que tu me pensa ser Como isso não me desce… Quanta coisa me enfurece Tanto ódio de mim mesma Ódio, ódio duma resma Que me descreve, me conhece.

Placar incoerente Quero amar quem me ame Quero amar quem me veja
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Placar incoerente Quero amar quem me ame Quero amar quem me veja Quero amar quem possa me entender Quero amar quem tem teu nome Quero amar quem como a ti seja Quero amar quem eu possa entender Tu não me amas, não me vês e nem me entende. Tu tens teu nome, es como ti mas não te entendo. Quatro à dois para ‘não quero te amar’. Mas não concordo com este placar…

Minha mão esquerda Às vezes a vejo como galhos tortos de uma árvore Dedos trincaram e cicatrizaram de um jeito engraçado
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Minha mão esquerda Às vezes a vejo como galhos tortos de uma árvore Dedos trincaram e cicatrizaram de um jeito engraçado Ela monta acordes, desliza em meu cabelo molhado, e segura meu celular Ela falta te tocar… toque leve, a seu rosto endereçado Ela quase fala, mas se tivesse boca não diria nada Eu te tocaria e ela te beijaria apaixonada.

É só esperar A poesia não me é natural Palavras não me habitam
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É só esperar A poesia não me é natural Palavras não me habitam Me visitam quando querem Curta estadia Palavras me são tímidas Nem se dizem, nem se mostram Mas as sinto, querendo ficar. Creio não ser hospitaleiro Quiçá até as pressiono demais Se eu me deixo só, a pensar Elas se fazem ser, eu as ouço falar. As deixarei, elas virão, é só esperar.

Se eu fosse flor… Te disfarço de comum Mas não es
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Se eu fosse flor… Te disfarço de comum Mas não es “Codinome Beija-flor” Positivo viés Creio que engana Ninguém desconfia que te amo Mas creio que engana Desconfio, confio, reclamo Disfarce fajuto Quero dizer teu nome Não quero enganar Quero dar-te o mundo Quero teu sobrenome Quero muito te beijar Ahh, se eu fosse flor…

De longe, talvez. Um pouco mais perto… Quero que saibas de sua beleza. Tuas sobrancelhas curtas e teus olhos profundos
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De longe, talvez. Um pouco mais perto… Quero que saibas de sua beleza. Tuas sobrancelhas curtas e teus olhos profundos Expostos assim, presentes que o mundo Não deu pra mim Por pura mesquinhez, avareza. Quero que saibas de tua beleza. Teu leve sorriso e teu incontrolável choro de rizo Me prendem, hipnose. Tua voz… Teu corpo… Ti! Saudose, Tu sabes, não estranhe minha proeza. Quero que saibas que Mesmo não sendo eu o escolhido para te ter Continuarei a te querer, de longe, talvez. Um pouco mais perto… Se não entende palavras, gestos te dirão.. Que flerto com o improvável. Deuses não se apaixonam por nenhum toleirão.

Desprevenido Dramas inacabados “Negativizando” todo o quarto
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Desprevenido Dramas inacabados “Negativizando” todo o quarto Dramas inventados O desespero de um não vivido ser. Desprevenido. Choros forçados Lágrimas de crocodilo no travesseiro Choros necessários Pro desespero de um não vivido ser. Desprevenido. Pedidos, pedidos, pedidos Uma prece ao universo pra ter o tão querido. Uma prece ao universo pra pegar menos leve. Uma prece ao universo pra ser um ser vivido. Drama, choro e pedido breves Causam danos longevos Hematomas, insonias e vis esperanças. Sobre meu ser desprevenido, escrevo.

Eu não sou masoquista Eu não sou masoquista Eu sou apaixonada
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Eu não sou masoquista Eu não sou masoquista Eu sou apaixonada Sou uma viciada Pela ideia de um amor ufanista Eu não sou masoquista Não amo esta dor Mas eu amo o amor E faço de tudo por ele. Alienista Quem sabe me internem E me forcem a esquecer de ti Mas amor assim eu nunca senti E sentirei até que me alienem Me prenderão numa camisa de força Me doparão e me isolarão Ledo engano teu, toleirão Amor não se prende, não se dopa, não se isola Amor se sente, e só se se quiser, vai embora

Ah! Que saudades de um certo soneto O qual ontem deixou-me posto em lágrimas O soneto que com suas últimas rimas
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Ah! Que saudades de um certo soneto O qual ontem deixou-me posto em lágrimas O soneto que com suas últimas rimas Fez-me querer ter sido mais inquieto “Por timidez, oque sofrer não pude” Gasto de toda minha coragem agora Se não quero que meu amor vá-se embora Devo fazê-lo ficar, amiúde. Não desperdiçarei minha juventude Não sentirei remorso em minha velhice Mártir do sofrimento e solitude Mesmo que não o beije por tolice Mesmo que eu não sofra se tu me iludes Não vou sofrer pelo que nunca disse.