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Frases de Layyy

46 frases

Lua de papel Em olhos marejados a lua é uma rosa branca imensa no céu Rosa branca que acalma e conforta os perdidos na noite
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Lua de papel Em olhos marejados a lua é uma rosa branca imensa no céu Rosa branca que acalma e conforta os perdidos na noite Seu clarão afasta as sombras, seu formato, origami de papel Ilude as lágrimas que vão embora.

Pandemônio Emocional Covardia invejosa Medo incessante
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Pandemônio Emocional Covardia invejosa Medo incessante Felicidade ambiciosa Coragem distante Há muita coisa em mim! Filo fobia insistente Sei amar alguém Não sei amar muita gente… Sinto meu peito muito cheio Não me sinto consciente.

Amor Amor é maldição Fúria e sutileza
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Amor Amor é maldição Fúria e sutileza Não o cobiço e não o cobiçarei Embora vil seja minha convicção… Pudor ao teu notar-me Esquivo dessa desgraça Amor é adereço E não quero isso em mãos!

Minha maldição Dois de cada coisa Dois amores não correspondidos
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Minha maldição Dois de cada coisa Dois amores não correspondidos Dois anos de sofrimento Dois melhores amigos perdidos Aposto que mais dois anos remoendo Já morei em duas casas e um apartamento Será que mudarei por causa desta maldição? Dois minutos de paz neste momento Enquanto escrevo uma poesia que nunca virará canção. Duas horas chorando Dois dias segurando o choro Duas ideias ruins, eu fico pensando Se vivo de dores ou se morro.

Seja o clichê que for “Eu sei que vou te amar Por toda minha vida eu vou te amar”
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Seja o clichê que for “Eu sei que vou te amar Por toda minha vida eu vou te amar” Você só não saberás disso É que quem sabe um dia tu digas “E por falar em saudade Onde anda você?” Estarei aqui, a ti submisso Pois eu não digo que “Eu não sei parar de te olhar” Mas quero que saibas que “Quero a vida sempre assim Com você perto de mim até o apagar da velha chama” Se assim também quiseres Mas se for demais “Sou eu que vou ser seu amigo Vou lhe dar abrigo se você quiser” Eu só te quero por perto Além de todos esses dizeres Posso até pensar “Por que você me deixa tão solto? Por que você não cola me mim?” Pois sinto tanto sua ausência Mas “Dengo, se tu não quiser ficar Te canto todos os dias Todas as alegrias que não vamos compartilhar” Pois não tenho tanta prepotência. Ao final de tudo isso, reforso “E cada verso meu será pra te dizer que eu sei que vou te amar Por toda minha vida” Sinto vergonha mas não sinto remorso.

Nosso amor é um passeio a Tijuca “Fica para outro domingo” Sou o repugnante Rubião de tua Sofia
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Nosso amor é um passeio a Tijuca “Fica para outro domingo” Sou o repugnante Rubião de tua Sofia Espero não morrer sozinho… Sinto frio e me arrepia a nuca Goste ou não de mim eu te gosto Maldito realismo brasileiro Me mates, mas não mates meu cachorro Falta de nexo, culpo minha loucura Muita generosidade, pouca noção Rimas são superestimadas Não preciso de nada disso Mas, de novo, se sou este louco e contraditório por odiar te amar Não vejo problema em rimar Na última estrofe, ao menos um pouco.

Tu tens de saber Se eu nunca disser “eu te amo” Ainda saberás disso?
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Tu tens de saber Se eu nunca disser “eu te amo” Ainda saberás disso? Pois deixo muito claro E nunca deixarei omisso Só deixarei de dizer… Mas se um olhar diz mais Se um gesto diz mais Ahh, tu tens de saber! Até cantaria versos de amor Se escutasse-me… E se eu pudesse Dizer-te ‘segredos de liquidificador’ Mas tens por mim amor de amigo E dói tanto meu coração Querer-te de montão E não ter-te comigo…

Adriano e Antínoo Se eu morresse Me farias um deus?
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Adriano e Antínoo Se eu morresse Me farias um deus? Como Adriano fez de Antínoo? Se eu morresse Darias meu nome a uma cidade? Como Adriano fez para Antínoo? Creio que não Não quiseres ser meu amado… Como Adriano era de Antínoo. E eu não sou teu amante Tua perdição de 19 anos Como Adriano via Antínoo.

Coração de Plutão Te orbito em nona posição Sou menor ainda que Plutão
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Coração de Plutão Te orbito em nona posição Sou menor ainda que Plutão Que deixou de ser planeta Eu nem cheguei a ser… Ainda consigo sentir teu calor Mas sinto menos que o rancor De não ser planeta Quem não me deixou ser?? Mercúrio es teu amor Tua paixão, teu querer E eu sou teu Plutão Muito, muito longe de você…

Olhos falam mas não escutam Olhos falam mas não escutam Se escutassem tu saberias
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Olhos falam mas não escutam Olhos falam mas não escutam Se escutassem tu saberias Que grito ‘te amo’ ao te encarar Tu me olhas e desvias o olhar Olhos falam mas não escutam Talvez deduzam pelo prolongar E por isso desvias-me o olhar Tu não me amas de volta… Olhos falam mas não escutam Ao menos os teus não querem me escutar…

Guardei Declarei-te o poema que, a ti, fiz Pois queria guardar-te para mim
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Guardei Declarei-te o poema que, a ti, fiz Pois queria guardar-te para mim Pois Cícero, aquele infeliz Fez-me querer-te pertinho assim. Agora certe estás de que te amo Oh, céus! Como isso me apavora! Sabe que, por anos, te aclamo Como temo perder-te de vista Como temo ter-te à minha vista Como temo amar-te agora…

Não irei para o litoral… Se olhássemos na mesma direção… Eu não encararia tanto oque há dentro de mim
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Não irei para o litoral… Se olhássemos na mesma direção… Eu não encararia tanto oque há dentro de mim Não te procuraria em memórias passadas A não ser que estivesses segurando minha mão Mas tu não estás aqui comigo Então continuo a caçar vestígios de ti Pois não quero esquecer oque vivi contigo Não irei para o litoral. Me apoio em Renato Russo de outrora Pois quero ser feliz, ao menos Mas como serei sem ti, meu bem? Não quero que o vento leve tudo embora! Não irei para o litoral…

Ledo engano Ledo engano meu Ao passado que me trouxe a tona
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Ledo engano Ledo engano meu Ao passado que me trouxe a tona Nunca verdadeiro teu sentir Funesto furor sinto de ti Ledo engano meu Pensar que te comovas Ao ver-me louca de amor Um pingo de compaixão seria um favor Visto que ao meu perceber Nunca de mim nada quis saber Tu serias vazio de querer? Tanto me quis que enjoou Loucura dizer-te que te amo? Ledo engano meu Ledo engano

Não duvide do amor que tenho… Sinto falta da falta de roteiro Da espontaneidade
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Não duvide do amor que tenho… Sinto falta da falta de roteiro Da espontaneidade Da nossa amizade De conhecer-te por inteiro Meu Luz no fim do túnel Meu amigo e companheiro O melhor e maior poeteiro Por quê quiseste dar-me um anel? Não precisamos de altar Tu e todos sabem que te amo Continue a se mostrar Quero conhecer todos os teus ramos. Iremos nos casar Se um dia eu te quiser preso à mim Ainda quero ver-te livre, assim Só não voe para longe do meu olhar…

Se has de ler minha poesia Não quero te assustar Se has de ler minha poesia
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Se has de ler minha poesia Não quero te assustar Se has de ler minha poesia Queira ser compreensivo Pense na vergonha que me irás causar Se uma pausa for necessária Para que percebas que es minha sinestesia Que es alvo desse amor atrevido Darei-te calma temporária Mas saibas, meu amor Que não posso parar por muito tempo Eu preciso desse sentimento Eu preciso te amar, beija-flor…

E se nós nos reconhecêssemos? E se nós nos reconhecêssemos? Eu não paro de sonhar com isso
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E se nós nos reconhecêssemos? E se nós nos reconhecêssemos? Eu não paro de sonhar com isso Uma volta no parque, um esbarro no corredor. E se falássemos de como amadurecemos? Falássemos doque deixamos omisso Aposto que seria esclarecedor Tu fostes meu melhor amigo E meu primeiro amor Sei que não es mais o mesmo Quero esquecer-te, mas não consigo.

Quarto imaculado Posso eu dormir no mesmo quarto em que um dia esteve? Posso eu chorar de dores neste chão em que sentaste?
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Quarto imaculado Posso eu dormir no mesmo quarto em que um dia esteve? Posso eu chorar de dores neste chão em que sentaste? Me parece tão errado Ou em meu quarto não deverias tu ter entrado Ou deveria eu tê-lo mantido imaculado. Sem descarados desejos e impulsos. Que eu os releve… Pois ainda quero-te aqui.

Primeiro amor Eu tremia ao ouvir teu nome Eu fugia ao te ver
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Primeiro amor Eu tremia ao ouvir teu nome Eu fugia ao te ver Eu fiquei sozinha na escada Não podia ficar perto de você Agora eu sou um nada Eu sou ninguém, ninguém me vê. Sou a espingarda na mesa O olho na porta, o costumeiro medo. Ninguém entra, todos saem. Ainda tremo, fujo e me isolo Nem em te odiar eu me consolo Pois volto a sentir tua falta logo cedo.