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Frases de Keyla Débora

98 frases

-Li, reli, soube da vida -Vi, revi, assisti a enlaces -Questionar a cerca do amor é tolice,
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-Li, reli, soube da vida -Vi, revi, assisti a enlaces -Questionar a cerca do amor é tolice, Pois o que não nos é tangível Difícil é sua compreensão - Dá-lhe conceito, - Utopia. - Dá-lhe forma, - Cegueira. - Cobrar-lhe razão, - Loucura. - É sorte? - É construção? - É procura? - É um achado? - Alfa? - - Omega? - É o caminho? - Ou o final dele? - Porque quanto mais procuramos conhecimento, quanto mais estudamos, Mas longe, dele ficamos? - “Só os burros encontram amor pra vida toda, E se no meio do caminho quiser sair de seu estado de ”burrice”, Irá ameaçar sua situação de felicidade plena. Eu sou burro, quero ser sempre burro”* - Será que a exibição exacerbada da alma..., A procura constante por enriquecimento intelectual..., A expressão ilimitada do saber... Distancia-nos de tal regozijo, o amor? - Não sei, só sei que nada sei, sendo assim , um BURRO, E BURRO FELIZ

Chega o momento em que as nuvens dão lugar ao calor do sol. E as libélulas saem expondo sua leve e frenética dança, a procura de parcerias para dar continuidade de sua beleza. Vão, vêm, se trombam, se atropelam, como mine helicópteros magrelas e desgovernados, cintilam a luz que…
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Chega o momento em que as nuvens dão lugar ao calor do sol. E as libélulas saem expondo sua leve e frenética dança, a procura de parcerias para dar continuidade de sua beleza. Vão, vêm, se trombam, se atropelam, como mine helicópteros magrelas e desgovernados, cintilam a luz que roubam do rei. Voam alto, voltam ao mato... até que encontram pouso, um lugar pra desligar seus motores, descansarem e assumirem a ilusão apregoada pelo desconhecido, a da eternidade. Peleja também humana e imperceptível

São tantas as confusões O mundo, aí fora, me assusta. Múrmuros, gritos, risos, todo esse barulho me devolve pro nada
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São tantas as confusões O mundo, aí fora, me assusta. Múrmuros, gritos, risos, todo esse barulho me devolve pro nada É tudo sem sentido, e eu sinto Um néctar gelado descendo por minha garganta, Sem gosto , mas refresca. Olho pra todos os lados e não vejo nada, nenhum Oasis. Apenas um copo suado, um estranho do lado, sem nada pra dizer Algumas bitucas afogadas nas cinzas, que ainda insistem em queimar Turbilhoes e mais turbilhoes de histórias, deixo escapar, sem interesse. Noto olhares frios procurando o que acham que ainda não encontraram. Procuram por alguém, por amor, por trabalho, um sorriso, por mais um copo E perdem-se. São felicidades tortas, vãs, ocas e que se desprendem na fala. Como se fosse um reunião de “mudos” ( ou surdos?), Onde o que se ouve, não se escuta Não, igual a todos aqui, não estou querendo saber. Um sopro no fundo da garrafa e “- Mais uma?”. - Não, só a despesa, por favor. Enquanto espero, percebo que não estou pensando em nada , Nada além de não estar pensando em nada. É estranho ! - Não confunda os outros com sua loucura. – OK, vou tentar Sou igual a todos eles, também procuro algo. Desta vez vou procurar minha carona lá fora, bye!

Mostre sua cara, oferte-se. Prove novos sabores, arrisque-se Ganhar ou perder faz parte, mas não é tudo.
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Mostre sua cara, oferte-se. Prove novos sabores, arrisque-se Ganhar ou perder faz parte, mas não é tudo. E viver como abutres, esperando o que sobrou Da morte, do resto, do fim, é triste, é nojento... Fatigante. Não sentir seus sentimentos, Tentando entender os dos outros é tolice, Faça suas próprias “nóias”. Viva-as A qualquer momento que quiser acordar, faça. Sempre é hora de recomeçar. Tente levantar-se sem muletas Sem escoras, alinhe-se Verás quão mais extenso é o horizonte E esta linha, ao fundo da paisagem, não te impõe limites. Pois ali está a porta pra o que quiser alcançar. Na subida, use sempre bons conceitos, virtudes. Pra quando houver descidas ter onde se apoiar. Aventure-se, grite, corra, ria, dance, chore, curta, AME. Deixe de existir e VIVA.

Me olho Não vejo Nem sinto
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Me olho Não vejo Nem sinto O que vejo Só vejo O medo E na noite O desejo Me perco No ensejo Sem rumo Ou gracejo Sem som Ou molejo Sem rima E traquejo Sem força Bravejo Perdida Velejo Sabendo que o medo É só o que vejo

Visões diferentes, Rumos parciais, Futuros reticentes
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Visões diferentes, Rumos parciais, Futuros reticentes Será a diferença que os torna tão iguais¿ Historia já contada E outra, por fazer Lembranças já vividas Outras, por viver Almas cintilantes Um por ouvir Outro, por dizer Olhos brilhantes, Lúgubres de paixão Um por idolatria Outro por admiração Alguém louco pra ensinar Outro, ávido por aprender. E muito mais lhes forçam a distancia. Apenas um algo lhes forja aliança E diga-se, o mais forte de todos: Amor , disfarçado em cumplicidade Que se enfeita de amizade Recheado de vontade De estar e sentir Um algo que a outros edificou: Lennon e Yoko, Bonnie e Claede, Hitler e Eva. Difícil pra o mundo entender Não só de corpos se faz tal fusão Não por se descrever Mas sim por não ter razão.

Tentando camuflar-se Finge ser igual a tantos outros, Pra disfarçar o vazio que lhe corrói.
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Tentando camuflar-se Finge ser igual a tantos outros, Pra disfarçar o vazio que lhe corrói. Entre fumaças, copos e galanteios, Se ilude, se engana e se decepciona Nem mesmo as músicas, Aquelas das quais mais gosta, Às que te fazem um meio-poeta musical, Conseguiram por um arco-íris em seu sorriso amarelo, Nem tampouco maquiar seu coração abarrotado de porquês.