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Frase de Keyla Débora

Mostre sua cara, oferte-se. Prove novos sabores, arrisque-se Ganhar ou perder faz parte, mas não é tudo. E viver como abutres, esperando o que sobrou Da morte, do resto, do fim, é triste, é nojento... Fatigante. Não sentir seus sentimentos, Tentando entender os dos outros é tolice, Faça suas próprias “nóias”. Viva-as A qualquer momento que quiser acordar, faça. Sempre é hora de recomeçar. Tente levantar-se sem muletas Sem escoras, alinhe-se Verás quão mais extenso é o horizonte E esta linha, ao fundo da paisagem, não te impõe limites. Pois ali está a porta pra o que quiser alcançar. Na subida, use sempre bons conceitos, virtudes. Pra quando houver descidas ter onde se apoiar. Aventure-se, grite, corra, ria, dance, chore, curta, AME. Deixe de existir e VIVA.

Keyla Débora

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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-Li, reli, soube da vida -Vi, revi, assisti a enlaces -Questionar a cerca do amor é tolice, Pois o que não nos é tangível Difícil é sua compreensão - Dá-lhe conceito, - Utopia. - Dá-lhe forma, - Cegueira. - Cobrar-lhe razão, - Loucura. - É sorte? - É construção? - É procura? - É um achado? - Alfa? - - Omega? - É o caminho? - Ou o final dele? - Porque quanto mais procuramos conhecimento, quanto mais estudamos, Mas longe, dele ficamos? - “Só os burros encontram amor pra vida toda, E se no meio do caminho quiser sair de seu estado de ”burrice”, Irá ameaçar sua situação de felicidade plena. Eu sou burro, quero ser sempre burro”* - Será que a exibição exacerbada da alma..., A procura constante por enriquecimento intelectual..., A expressão ilimitada do saber... Distancia-nos de tal regozijo, o amor? - Não sei, só sei que nada sei, sendo assim , um BURRO, E BURRO FELIZ

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São tantas as confusões O mundo, aí fora, me assusta. Múrmuros, gritos, risos, todo esse barulho me devolve pro nada É tudo sem sentido, e eu sinto Um néctar gelado descendo por minha garganta, Sem gosto , mas refresca. Olho pra todos os lados e não vejo nada, nenhum Oasis. Apenas um copo suado, um estranho do lado, sem nada pra dizer Algumas bitucas afogadas nas cinzas, que ainda insistem em queimar Turbilhoes e mais turbilhoes de histórias, deixo escapar, sem interesse. Noto olhares frios procurando o que acham que ainda não encontraram. Procuram por alguém, por amor, por trabalho, um sorriso, por mais um copo E perdem-se. São felicidades tortas, vãs, ocas e que se desprendem na fala. Como se fosse um reunião de “mudos” ( ou surdos?), Onde o que se ouve, não se escuta Não, igual a todos aqui, não estou querendo saber. Um sopro no fundo da garrafa e “- Mais uma?”. - Não, só a despesa, por favor. Enquanto espero, percebo que não estou pensando em nada , Nada além de não estar pensando em nada. É estranho ! - Não confunda os outros com sua loucura. – OK, vou tentar Sou igual a todos eles, também procuro algo. Desta vez vou procurar minha carona lá fora, bye!