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Frases de Júnior Oliveira

154 frases

⁠Muito de nossas escolhas, não é o que desejamos Essa problemática acentua-se em pessoas com histórico de fortes abalos emocionais na infância. Escolher o que de fato não se deseja, está fortemente ligado ao inconsciente, que é a parte dominante em nossas vidas, retratado muita…
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⁠Muito de nossas escolhas, não é o que desejamos Essa problemática acentua-se em pessoas com histórico de fortes abalos emocionais na infância. Escolher o que de fato não se deseja, está fortemente ligado ao inconsciente, que é a parte dominante em nossas vidas, retratado muitas vezes como coração. Nosso sistema de defesa, nos faz guardar e prestar muito mais atenção naquilo que nos provoca dor, com isso, carregamos ao longo da vida adulta aquilo que procuramos esquecer. Como o ser humano está sempre a procura de pertencimento, busca de forma voraz e inconsciente aquilo que lhe é familiar, algo já conhecido. Dessa forma, aquilo que é coerente, racional, não nos é suficiente, há um sentimento que falta algo, pois somos atraídos por aquilo que marcou nosso passado. Se vivemos insegurança, ambientes hostis e agitados, quando encontramos tranquilidade e harmonia, ficamos internamente incomodados, ao ponto de ternos reações que proporcione vivenciar o conturbado. Além da digital, a íris, o DNA e a personalidade, temos a sensibilidade pessoal, que são coisas que ninguém tem igual. Somos únicos, ninguém sente o mesmo que outro alguém sente, e um mesmo evento pode promover um trauma para um, para outro, servir de inspiração. O certo, é que todos precisamos de terapia para tratar questões mal resolvidas do passado, uns mais, outros menos, mas é para todos.

⁠Sempre que precisamos apresentar um inferno, para que pessoas sejam boas e corretas na terra, estamos propondo uma adequação promovida pelo medo. Algo que muito se afasta da transformação de vida ensinada por Jesus, onde a mudança ocorre pela renovação da mente, e o indivíduo s…
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⁠Sempre que precisamos apresentar um inferno, para que pessoas sejam boas e corretas na terra, estamos propondo uma adequação promovida pelo medo. Algo que muito se afasta da transformação de vida ensinada por Jesus, onde a mudança ocorre pela renovação da mente, e o indivíduo se torna outra pessoa, ele nasce de novo.

Religiosidade Percebo que na religião, há muita semelhança com mito da caverna de Platão, onde tentar mostrar a verdade pode custar a própria vida. Quanto mais aprendemos de Deus, mais cremos em Jesus e menos na bíblia.
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Religiosidade Percebo que na religião, há muita semelhança com mito da caverna de Platão, onde tentar mostrar a verdade pode custar a própria vida. Quanto mais aprendemos de Deus, mais cremos em Jesus e menos na bíblia. É mais provável um cristão se tornar ateu, do que conquistar um prosélito, estudando bibliologia. Infelizmente, nem todos suportam a verdade, e apedrejar é mais fácil que quebrar paradigmas. Fomos libertos para vivermos livres, mas nem todos conseguem viver com liberdade, necessitam de rédeas, e pessoas para guiá-los, e muitos se aproveitam disso.⁠

⁠Religiosidade Percebo que na religião há muita semelhança com mito da caverna de Platão, onde tentar mostrar a verdade pode custar a própria vida. Quanto mais aprendemos de Deus, mais cremos em Jesus Cristo, e menos na bíblia.
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⁠Religiosidade Percebo que na religião há muita semelhança com mito da caverna de Platão, onde tentar mostrar a verdade pode custar a própria vida. Quanto mais aprendemos de Deus, mais cremos em Jesus Cristo, e menos na bíblia. A Jesus, seja a honra, a glória e louvor, nosso Salvador a quem devemos seguir. Jesus é o mestre e o modelo, é o autor da nossa fé, é a regra e a conduta a ser seguida, completo e suficiente.

⁠ Off-line Era uma segunda feira, o dia começou sem surpresas, não havia noticias que abalassem a vida cotidiana.
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⁠ Off-line Era uma segunda feira, o dia começou sem surpresas, não havia noticias que abalassem a vida cotidiana. De repente, pessoas começaram a se importar com tudo que estava a sua volta, e a expressão verbal se tornou algo dominante. Nosso tempo começou a render, sobrou o bastante para tarefas importantes. Nas repartições, conversas, risadas e sussuros tomava conta do silêncio habitual. O comportamento na hora do almoço, era no minimo surreal, não havia pessoas isoladas, todas prestavam atenção nas falas da mesa onde estavam. A janta não foi diferente, familias unidas e "gente conversando com gente" não havia abreviação do vocábulo, mas tinha muito olho no olho e sorrisos bem aparentes. Conversas Foram colocadas em dia, e muitas tarefas adiadas, até as que estavam esquecidas, foram lembradas e muitas concluidas. O fato que mobilizou toda essa história, foi a paralização daquilo que muito nos domina, certamente quando voltar a funcionar, muitas dessas coisas irá paralisar. O dia que as redes sociais saíram do ar, foi um dia Off-line, as coisas voltaram ao normal, pois aquilo que conectava pessoas distantes, separava as de perto. Mães conversavam com seus bebês, em vez de lhe entregar uma tela, lhes davam atenção. Casais, com as mãos livres, e olhos desocupados, desfrutavam da companhia um do outro, faziam e retribuíam carícias, sem se preocuparem com o tempo que passava. Livros impressos eram lidos, cadernos preenchidos por poemas, literatura e sonhos. O mundo colorido das telas, fez um exército de sedentários. Cheio de amigos desconhecidos, a liberdade se limita às paredes de suas casas. Fundou a geração que conhece o planeta, estrelas e lua, mas não conhece nada de seu bairro Saudades do mundo Off-line, onde a fala era mais usada que a escrita, onde existiam poucos amigos, mas todos conhecidos, onde estar junto não era apenas compartilhar o mesmo espaço.

⁠Lentes coloridas A felicidade está dentro da gente, as vezes muito acessada, as vezes pouco, mas sempre presente. Quase sempre provocando sensações alegres, quando triste, continua latente.
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⁠Lentes coloridas A felicidade está dentro da gente, as vezes muito acessada, as vezes pouco, mas sempre presente. Quase sempre provocando sensações alegres, quando triste, continua latente. Uns, a usam com frequência, outros, a guardam no baú do esquecimento, é comum a todos, mas nem todos experimentam. Ela nos faz enxergar o lado positivo de tudo que nos acontece, e acelera o esquecimento de tudo que nos fez mal. São lentes coloridas para o mundo preto e branco dos que não tomam posse dela. O Feliz, até fica irritado, nunca amargurado, até entristece, mas nunca desolado. Não importa o que se tem, nem como se vive, aqueles que fazem uso dela, enxergam em tudo motivos que os deixam felizes. Quando tudo está ruim, a gratidão pelo que se tem, e a esperança no futuro o conforta. Quando tudo está normal, o passado triste gera gratidão e alegria. Sempre contente com o que já possui, almeja melhorar, tem desejos , mas o desejo não o tem. Enquanto o ser humano procurá-la fora, só encontrará miragens .(miragem é o desejo que se dessipa quando alcançado, ilusão) Se não a percebemos é porque está perdida no meio da bagagem emocional, soterrada pelo tempo. A busca não é como achar uma agulha no palheiro, mas como montar um quebra-cabeça de três peças, passado, presente e autoconhecimento.

⁠Aprender Só aprendemos o que gostamos, e a repetição é a mãe do aprendizado. Quando leio, me informo. Quando ouço e vejo, entendo. Quando faço, aprendo.
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⁠Aprender Só aprendemos o que gostamos, e a repetição é a mãe do aprendizado. Quando leio, me informo. Quando ouço e vejo, entendo. Quando faço, aprendo. É possível aprender muito, só que precisa ser aos poucos, dez ciclos de dez minutos, é melhor que duas horas direto. Nunca foi por quantidade de tempo, mas por constância. Lendo, tenho informação, quando transmito é conhecimento, ensinar é uma ótima tática para se aprender.

⁠ JESUS, O VERBO DE DEUS Sabemos, que a palavra de Deus é Jesus, a Ele devemos seguir. De forma lamentável, sofismas foram introjetados no cristianismo, onde muitas vezes, Jesus é posto em pé de igualdade com homens usados por Deus para escrever nossa bíblia sagrada.
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⁠ JESUS, O VERBO DE DEUS Sabemos, que a palavra de Deus é Jesus, a Ele devemos seguir. De forma lamentável, sofismas foram introjetados no cristianismo, onde muitas vezes, Jesus é posto em pé de igualdade com homens usados por Deus para escrever nossa bíblia sagrada. Talvez, muitos nem conseguirão terminar de ler este texto, que enaltece Jesus, só por conter verdades sobre a bíblia adotada pelos protestantes. Não há nada melhor que um pouco de história para trazer luz ao assunto. Não critique sem ler até o final. Qualquer pessoa, mínimamente informada, sabe que igreja existe antes da nossa bíblia, e a seleção dos livros que a compõem, foram escolhidos pela igreja, em um concílio. Sabe também, que o verbo de Deus, ou seja a palavra, é Jesus. Está vestido com um manto tinto de sangue, e o seu nome se chama o Verbo de Deus; e seguiam-no os exércitos que há no céu, montando cavalos brancos, com vestiduras de linho finíssimo, branco e puro. Apocalipse 19:13 Aquele que é a Palavra estava no mundo, e o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o reconheceu. João 1:10 A Bíblia cristã, foi escrita em hebraico, aramaico e grego. Entranto na igreja primitiva, só existia a Bíblia hebraica, pertencente a religião judaica, que chamamos de velho testamento, a mesma foi traduzida para o grego, 200 anos antes de Cristo, pelos 72 sábios, motivo pelo qual recebeu o nome de septuaginta. As cartas e evangelhos, não faziam parte da Bíblia. haviam muitos evangelhos na época, 325 DC, mas somemte Marcos, Mateus, Lucas e João foram escolhidos pela maioria dos 318 bispos, juntos com os presbíteros, padres e diáconos, que compunham os estimados 1800 participantes do concílio de Nilceia. Na ocasião, foram acrescidos a bíblia hebraica sete livros, que os protestantes consideram apócrifos, compondo o velho testamento, e foram aceitos como canônicos, os livros que compõem, hoje, o novo testamento. Os Reformadores, fizeram algumas mudanças nesta bíblia, retirando os livros: Tobias, Judite, Sabedoria de Salomão, Eclesiástico, Baruque, Primeiro Livro de Macabeus e Segundo Livro de Macabeus, chamados apócrifos, e alguns capítulos de outros, Esther e Daniel, canônicos, por entenderem ser acréscimo. Lutero tentou remover Hebreus, Tiago, Judas e o Apocalipse do cânone bíblico, mas não conseguiu. Porém, estes livros ainda hoje aparecem no final da Bíblia de Lutero alemã até hoje. Aparentemente a razão é que estes livros atestariam contra doutrinas protestantes como a "sola gratia" e a "sola fide". Calvino tinha resistência quanto ao Apocalipse, e discordava que epístola d,, João deveria permanecer na bíblia. A biblia se apresenta assim: Para os católicos, são 73 livros. Para os protestantes, 66. A Igreja Ortodoxa considera 78. E os judeus apenas 39, da parte conhecida como Antigo Testamento pelos cristãos. Atualmente, mas não é de hoje, que as igrejas protestantes usam copiosamente o antigo testamento, algo que muito nos afasta do evangelho de Cristo. Não obstante, há quem idolatre as cartas de Paulo, preterindo até ao que Jesus disse, fato estatisticamente comprovado nos pupitos das igrejas. Em alguns casos, não raros, põe Jesus em pé de igualdade com ele, que é um grande absurdo. Pessoas que dizem seguir Jesus, pouco falam dele, entorpecidas por histórias épicas da Bíblia hebraica, dizem saber que tudo apontava para Jesus, mas por suas atitudes, parecem desconhecer. Mortes e perseguição se deram em nome de Deus, até os protestantes, sim os reformados, ignoraram Jesus, baseados em interpretações do antigo testamento, eram favoráveis a pena capital, perseguiram, invadiam casas, e até queimaram pessoas em fogueiras, aqueles que por eles, eram considerados hereges. Entretanto, isso não aconteceu apenas na idade medieval, acontece atualmente, só que de outras formas, com cancelamentos, críticas e exclusões. A relação conhecimento bíblico versus espiritualidade, sempre foi uma equação problemática, foram os mais conhecedores dos textos sagrados que ficaram contra Jesus, e tramaram sua morte. Séculos se passaram e uma verdadeira síndrome de Saulo ainda acomete muitos que se aprofundam na teologia criada pelos homens. Digo síndrome de Saulo, pois adotam comportamento semelhante, criticam e até perseguem pregadores e igrejas, que segundo eles não possuem o tal conhecimento. Paulo, se curou quando encontrou Jesus, talvez estes críticos da atualidade precisam deste encontro. A Bíblia, só faz sentido para um cristão, se for lida através de Jesus, ou seja, só aquilo que condiz com os seus ensinamentos é válido, o resto é documento histórico, regras e cultura de uma outra religião, chamada judaísmo. O Judaimos não abandonou tais regras e costumes, porque eles não reconheceram Jesus como o Messias que a "Bíblia deles", antigo testamento para nós, apontava. Sim, todo antigo testamento era o prenúncio da vinda de Cristo, e ele veio. Qual é a mãe que fica admirando a ultra de seu filho, após ele ter nascido? Quem passaria mais tempo, observando e analisando exames que indicavam sua vinda, após tê-lo em seus braços. A criança é mais importante que tudo que aconteceu antes do parto, pois era sobre ela e por ela, que tudo foi feito. Uma nova rotina é instalada na casa, todos passam a viver por esta criança, a atenção é dela. é uma lógica percebida, mas ignorada. Tudo, absolutamente tudo, se fez novo. Olhem para Jesus! Antes, crescei na agraça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém 2 Pedro 3:18

⁠Quer boa, quer má, a vida do homem, muito tem que ver com a forma que ele a enxerga. O bem-estar da vida cotidiana é o resultado de nossas memórias mais frequentes, sejam elas boas, ou más. Quem não é livre de verdade, sente incômodo com a liberdade alheia.
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⁠Quer boa, quer má, a vida do homem, muito tem que ver com a forma que ele a enxerga. O bem-estar da vida cotidiana é o resultado de nossas memórias mais frequentes, sejam elas boas, ou más. Quem não é livre de verdade, sente incômodo com a liberdade alheia. A crítica, quase sempre, vem dos que por medo ou preguiça, não fizeram àquilo que hoje criticam.

⁠Uma prisão promovida pela liberdade Em certas ocasiões, para determinadas pessoas, a pior prisão que existe é a liberdade. A liberdade de fazer escolhas, fazem-nas prisioneiras da angústia, encarceradas pela ansiedade.
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⁠Uma prisão promovida pela liberdade Em certas ocasiões, para determinadas pessoas, a pior prisão que existe é a liberdade. A liberdade de fazer escolhas, fazem-nas prisioneiras da angústia, encarceradas pela ansiedade. Reféns do medo, desejam não ter essa responsabilidade, que chamamos de liberdade. A angústia da indecisão pode machucar mais que uma possível má escolha. De fato, sofremos mais pelo que imaginamos, que pela realidade que vivemos. Lembremos, que somos moldados por nossas escolhas, somos livres para escolher, e escravo das consequências. Quanto mais opções de escolha tivermos, mais difícil será tomar decisão, e serão grandes as chances de não escolher nada, mas não decidir nada, também é uma escolha. Pode parecer contraditório, mas muitas pessoas preferem abrir mão da liberdade de escolha, preferindo que escolham por ela. Há também um fato relevante, quanto mais opções, menor satisfação teremos com opção escolhida. Uma dica para tomar decisões, é tornar consciente de que tudo na vida é arriscado, ou seja, nada é garantido, tudo é imprevisível, por mais segurança que temos no momento presente. Essa conscientização, faz com que tomemos a decisão, mesmo sabendo das probabilidades. Saiba que, existe uma dor pior que a de se fazer uma má escolha , é a dor de não ter decidido nada. Não tenha medo de errar, não digo para sermos inconsequentes, mas correr risco faz parte da vida, se a queremos “viver.” Escolher é determinar o rumo da vida, e não deixá-la nos levar. Como não existe escolha sem risco, nem opção com tudo que desejamos, o equilíbrio da razão com o coração pode ser a melhor ferramenta. Só erra quem tenta, só acerta quem tenta, só vive quem faz suas próprias escolhas. É impossível agir sem algum grau de influência, somos altamente influenciados, pela cultura, ambiente, pessoas e vida pregressa; A chave é ter a percepção do que nos foi introjetado. Por isso, o autoconhecimento é fundamental para uma boa escolha, quem pouco conhece de si mesmo, mas vulnerável é em suas escolhas. Portanto, se queremos ser o cavaleiro, e não o cavalo de nossa história de vida, devemos investir em autoconhecimento, mas até isso é uma decisão pessoal.

⁠Peguei no sono, adormeci. Em sonho, acordei em uma cidade pouco evoluída, dei-me conta de minhas vestes, eram muitas camadas que me cobria. Um creme levemente alaranjado, como um envelope de papel pardo desbotado, era a camisa de botões, que cobria a brancura do algodão da pri…
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⁠Peguei no sono, adormeci. Em sonho, acordei em uma cidade pouco evoluída, dei-me conta de minhas vestes, eram muitas camadas que me cobria. Um creme levemente alaranjado, como um envelope de papel pardo desbotado, era a camisa de botões, que cobria a brancura do algodão da primeira camisa que me vestia. Havia um pano grosso de linho marrom, como bombom de chocolate ao leite, cobrindo meus membros inferiores, preso a cintura pelo cinto de couro que um belo brasão reluzente possuía. Nos pés, um couro talhado, de crocodilo ou cobra brilhando, quase meu rosto reluzia. Um lenço circulava o pescoço e as pontas do laço protuberânte, balançava ao vento. Um lindo chapéu elegante, não anacrônico a idade medieval, redondo e cinza, minha cabeça protegia. Parei de reparar em mim, quando avistei uma linda donzela, com quilos de roupas, armadas e longas, que não tirava os olhos de mim. Seus cabelos, eram altos, claros, escuros, enrolados e lisos, pois subiam uma armação de tubos e ao mesmo tempo se derramavam pelos ombros, ultrapassando-os com folga. O generoso decote, não condizia com tanto de roupa que vestia, mas parecia normal, só eu abismado olhando sorria. Tentei me aproximar, mas a donzela assustada pelo trote acelerado da carruagem que pela rua descia, subiu a elevada calçada e entrou em uma loja disputada por tantos fregueses que a enchia. Decidi conhecer o local, apesar dos olhares que me seguiam, tudo parecia normal, e fui reconhecendo o terreno devagarinho. Quatro horas da tarde, soube disso pelas vezes que o sino dal igreja tocou, me dirigi para o bar, que tinha por nome Saloom, lá, fiz amizades, e uma delas é o João. Nem alto, nem baixo, nem magro nem gordo, nem bonito nem feio, nem rico, nem pobre, era uma pessoa comum. João gostava de dançar, e isso lhe rendeu grandes nomes, os homens desta época, não dançam. Pietra, era uma jovem de cabelos ruivos de pele bem branca pintada por sardas , e quando envergonhada, sua pele, bem vermelha ficava; Ela gostava de jogar, mas nem sempre era aceita na mesa, pois esse é um tempo que damas não jogam, quando fazem, são em locais clandestinos. Grande, digo, avantajado entre os normais era o Adail, que sobressaia na multidão, não só pela altura, mas também pelo porte físico que o deixará semelhante a um "guarda roupas" de tão alto e forte que era. Lucas, era bem magro, ágil e muito esperto, até demais, o que para ele era bom, muita gente incomodava. Por último, o Amarildo, sua pele escura contrastava com seus olhos claros, sua arcaria dentária impecável, branca e alinhada, provocava inveja a muitos. Sempre que nos reuníamos, a falante Pietra tentava nos convencer a sair da cidade, mas sem dinheiro, os planos só ficavam no ar e em nosso imaginário Certo dia, o xerife precisou se ausentar, mas antes de fazê-lo me nomeou xerife interino em seu lugar. A cidade sempre foi calma, talvez por conta da reputação do xerife, que além alto e forte era rápido e bom de gatilho. Na noite de uma sexta-feira, a calmaria deu lugar a confusão, a rotina de sossego foi quebrada pelo bando chefiado por Maldoque, que invadiu a cidade, querendo o banco assaltar. Maldoque, tinha cinco capangas em seu bando, era não era o mais forte, nem o mais sábio, mas todos, suas ordens seguiam. Eu era xerife na ocasião, mas nem sabia atirar, e havia apenas um guarda comigo, acoado, decidi um plano bolar. Chamei meus amigos fiéis, expliquei tudo sobre o plano que tive, e para cima do bando de Maldoque, decidimos fazer a investida. Vencemos sem disparar um único tiro, e a prisão ficou pequena para o bando que para cadeia foram dormindo. No dia seguinte ao ocorrido a bela e para mim desconhecida donzela, me encontrou no caminho. Educado, tirei o chapéu, inclei-me um pouco e simultaneamente dei-lhe um bom dia. Ela, com brilho nos olhos e escancarado sorriso, além do bom dia, disse-me: Posso te perguntar? Endireiti-me, de postura bem ereta, peito estufado e ombros jogados levemente para trás, comecei a narrar o ocorrido, o dia que tronei-me herói para cidade. - Querida donzela, não sei o seu nome, careço dessa informação para continuar nossa prossa. - Ah meu querido xerife, como isso pode acontecer, perdoe-me por tamanho despreparo, me chamo Danica, sou filha do escrivão. - Então vamos começar de novo. Beijei a mão da jovem donzela, do jeito mais tradicional no tempo antigo, inclinado-me, e mão direta pensando a dela, é na esquerda meu chapéu engraçado encostado em meu peito. Disse: Prazer, sou o xerife Júnior, seu humilde servo, donzela Danica. Danica, levando a mão a boca, simulava esconder o sorriso, enquanto ria. Terminada a encenação da cerimônia, comecei a contar o causo. Naquela manhã fui pego de surpresa com a notícia que o bando de Maldoque estava na cidade , imediatamente mandei chamar meus amigos, e enquanto isso, elaborei o seguinte plano. Lucas, que é muito veloz e ágil, foi na casa do veterinário pegar alguns frascos de tranquilizante que o doutor usava em seus pet pacientes. Enquanto isso, João e Amarildo, buscaram mantimentos na venda , para fazermos uma deliciosa ceia. Convidei Pietra para ir ao encontro do bando para e oferecer o jantar, como alguém com medo, que quer agradar. Jantar aceito, levamos muita comida regada com vinho batizado, e Adail era nosso trunfo, se era bom de briga não sei, mas intimidava é servia para nós como escudo. A Bela Pietra, dançou com João para enquanto os destruídos bandidos comiam e bebeiam, e pouco tempo depois do espetáculo, com cabeça na mesa ou caidos no chão dormiram. Antes que o efeito do tranquilizante acabasse, todo o bando encarcerados a cadeia lotaram. Acordaram irritados, mas sem armas, e atrás das grades só o que podiam fazer era reclamar. Foi assim, sem nenhum tiro, recuperamos o dinheiro do banco e prendemos os bandidos. A moça, talvez sapiossexual, com olhar que me devorva, sem palavras alguma dizia que conhecer mais de mim, queria. A conversa tomou rumo diversos e minutos, transformaram-se em horas, até que um singelo convite da dama Danica, me surpreendeu alegre positivamente. - xerife, vem jantar hoje em nossa casa, mamãe te acha um bom homem, e papai do Senhor de falar não para. Aceitei o convite, e as seis horas marquei de chegar. Para não ir de mãos vazias, corri para falar com a pietra para saber o que eu poderia levar. Pietra, antes de tudo, sacudiu a poeira de minha roupa, na altura dos ombros e peito, e disse primeiro vamos melhorar esse vestuário. Escolheu roupas, que a seus olhos parecia melhores, um bouquer de flores me fez encomendar, e na venda, doce de leite e outros me fez comprar para alegrar a mesa da casa que iria jantar. Amarildo, era poeta, metido a galã, me dava dicas para jovem impressionar, não dei muito atenção, pois eram palavras difíceis, poderia me atrapalhar, resolvi ser eu mesmo. Danica estava linda naquela noite, sua mãe falava demais, e nosso flertar impedia. O pai dela tabelião respeitado, dizia sobre o plano de ser prefeito e as melhorias que queria fazer na cidade. Comemos uma ave grande, bonita, assada, macarrão, e vinho era bebida. Só na despedida após o jantar pude ficar momentos sozinho com Danica. Seu cheiro, me atraia, e a bela boca desenhada, coberta pela camada do rubro batom, me seduzia. O decote era desprocional as vestes, mas com o tempo acostumei com o costume da época. Filosofei minhas ideias, e compartilhei o conhecimento que tinha, para impressionar a donzela sapioafetiva. Não querendo ir, mas já era tarde, chegou a hora da despedida, arraquei um beijo, não roubado, porque ambos queriam, e foi demorado por ser correspondido, tanto que ativou todos os primitivo dos instintos masculino. Parei, sem querer me afastar, os olhos em chamas, congelados, se encaravam. O silêncio foi interrompido quando falamos simultaneamente, e cedendo a vez um para o outro, frase alguma era proferida, voltamos a nos beijar, era mais caliente esse beijo, com minha mão direita segurando sua nuca e com a esquerda seu quadril puxava para mim. Ficamos sem ar, e meio ofegante, Danica disse: é malhor eu entrar.... Afastei-me um pouco, enquanto a encarava, a vi se recolher sem me dar as costas, fechava a porta enquanto me olhava. Dei um salto de alegria, como um adolescente empolgado, a muito tempo isso queria, e hoje havia conquistado. Montei no cavalo, ainda sonhando acordado fui encontrar meus amigos para contar tudo que havia vivido. Ao chegar, avistei Adail na porta, e ouvia o choro de pietra, juntamente com a voz de Lucas que calma lhe pedia. - O que houve ? Perguntei três vezes para ouvir a primeira resposta. - O gato da Pietra, o gato da Pietra. - morreu? - caiu no posso, não sabemos nadar, senão morreu, morrerá. Com roupa e tudo pulei no poço escuro, não era um poço normal, dito tradicional, este tinha um diâmetro de duas rodas de carrogem real, sua profundidade era de três homens altos em pé. O poço, metade cheio, metade vazio, não afogará o gatinho mingau, ele tava vivo assustado , gato nadando cachorrinho, no poço meio vazio. Com Mingau nos braços, gritei para que buscassem na venda duas cordas, e orientei que fizessem assim: Dois de vocês permaneçam do lado direito do poço e atirem a corda, e outros dois do lado esquerdo façam a mesma coisa. Peguei a primeira corda enrolei bem em meus braços e segurei em sua ponta, fiz o mesmo com outra e pedi que puxasse ao mesmo tempo, e fui assim que subi. Quase na borda, entreguei o gatinho mingau a Pietra e os desajeitados que me puxavam largaram a corda ao verem a emocionante cena do reencontro dos dois. Cai de costas na água, mas dessa vez me afoguei, mesmo sabendo nadar a água batia em meu rosto incomodava, acordei. Era a chuva com vento que molhava minha cama e meu rosto, pois a janela antes de dormi não fechei. Que sonho meio doido, todos sonhos o São, então foi só mais um, fechei a janela e voltei a dormir, talvez com o infantil e inocente desejo de continuar a sonhar o mesmo sonho, o que não aconteceu. Vida normal que se segue, é madrugada o dia já é sábado.

⁠Pensar é diferente de ter pensamentos Uma quantidade significativa da população mundial é formada por pessoas altamente vulneráveis intelectualmente, e são moldadas de acordo com o ambiente em que são expostos. Seja religioso, ideológico, criminoso, caridoso ou cruel, estes am…
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⁠Pensar é diferente de ter pensamentos Uma quantidade significativa da população mundial é formada por pessoas altamente vulneráveis intelectualmente, e são moldadas de acordo com o ambiente em que são expostos. Seja religioso, ideológico, criminoso, caridoso ou cruel, estes ambientes, são responsáveis por criarem crenças que tornan-se verdades absolutas e Inquestionáveis, ao ponto de negarem a lógica e rejeitarem toda e qualquer evidências que os contrariam. Para essa parcela da humanidade, aplica-se a frase de Rousseau " o homem é produto do meio" e não existem argumentos capazes de refutar o concebido em suas mentes. Não obstante, embora não seja tarefa fácil, mesmo robotizados, possuem um latente poder de escolha. São poucos, os que conseguem escapar por conta própria desta mecanicidade, que engessa o intelecto. Supostamente, somente um forte impacto emocional, é capaz de mudar a visão de mundo de um indivíduo, inclusive deste grupo de pessoas. A presunção inequívoca de se estar sempre com a razão, e a incapacidade de ouvir argumentos contrários, marcam este emblemático grupo de pessoas. Aversos a dialética, falta-lhes o exercício de autocrítica, e o viés de confirmação é extremamente fortificado, que não os deixam cogitar a mera hipótese de terem aprendido errado. Ouvir com atenção argumentos opostos, exercer autocrítica, conversar com quem pensa diferente, admitir estar errado, são evidências de quem não pertence a este grupo. Portanto, querendo não pertencer a este grupo, decida não ter sempre a razão, tenha dúvidas de suas fontes de informações, e cheque fontes primárias, sempre mais de uma, repense os paradigmas, veja se fazem sentido, esteja aberto, e admita que você pode estar errado. Coloque o intelecto para funcionar, pensar é diferente de ter pensamentos.

⁠ A cultura da Barganha Como é difícil desassociar padrões introjetados desde nossa infância. Faça isso, para ganhar aquilo, ou se comporte de tal maneira, para não receber castigo.
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⁠ A cultura da Barganha Como é difícil desassociar padrões introjetados desde nossa infância. Faça isso, para ganhar aquilo, ou se comporte de tal maneira, para não receber castigo. Parece, que as recompensas geram nossas motivações, e que para quase que tudo que se faz, espera-se o retorno. Ocorre na infância, adolescência e vida adulta, nos relacionamentos, vida profissional e sentimental. Até que, descobrimos um amor não romântico, onde a reciprocidade, e espera por recompensas não prevalecem. É o amor de pai ou mãe pelo filho, onde nada que ele faça, pode fazer a mãe amá-lo mais do que já ama, e não existe algo, que a faça deixar de amá-lo. Cuida-se, sem esperar algo em troca, faz-se o bem, mesmo sem recompensas, tudo é feito porque se ama, um amor verdadeiro, não baseado na expectativa de troca, algo inédito para nós de forma ativa. Ao mergulharmos no ambiente religioso, vem a tona o que aprendemos desde a infância, por isso, poucos compreendem o amor de Deus, e menos ainda são os que assim o amam. Dessa forma, fica difícil compreender que a vida eterna não é recompensa, é uma consequência de quem crer. Talhados na meritocracia, temos dificuldade em vivenciar o amor de Deus. Qual é o resultado de ser amado, mas não se sentir amado? extrema Religiosidade. Onde queremos impor, o que nos parece ser verdade. Uma distorção de valores, que cria requisições divinas, provenientes de aspectos humanos, exigindo do próximo, aquilo que Deus não exigiu dos mesmos. Um rigor excessivo, e ausência de misericórdia, permeiam a natureza desses religiosos. A teologia do medo, e a cultura da Barganha, mantém pessoas sinceras aprisionadas, e longe de experimentar a plenitude do amor de Deus. Um amor que constrange, não pede nada em troca, e nos aceita do jeito que somos. Esse amor, transforma vidas e quem é por ele impactado, o transborda na vida do próximo. Com Deus, não há barganhas, ele nos dá primeiro, sem esperar algo em troca. E deseja que sejamos iguais a Ele.

⁠. GRATIDÃO Como posso negar a sua bondade? é impossível nâo falar do seu amor, Nos deste mais que necessitamos e sempre alivias a dor quando tropeçamos em nossas más escolhas.
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⁠. GRATIDÃO Como posso negar a sua bondade? é impossível nâo falar do seu amor, Nos deste mais que necessitamos e sempre alivias a dor quando tropeçamos em nossas más escolhas. O que pede de nós? Nada, a não ser que assumamos a posição de filhos, que olhemos o próximo como irmãos, ao ponto de sermos reconhecidos conforme nos criastes ( imagem e semelhança sua) bondoso, misericordioso, que perdoa sem lembrar a ofensa, que ama sem querer algo em troca, que mesmo sendo grande se faz pequeno, para que os pequenos se sintam fortes. Como negar sua existência? Nós ajuda a todo tempo, move as coisas ao nosso redor para que tudo coopere em favor de nosso bem. Que te darei por todos os seus benefícios? Me parecei contigo, pois és o meu orgulho, o alvo que pretendo ser em minha maturidade; Pai, quero ser igual a ti, me ensinas o caminho a ser seguido. Muito obrigado por nunca esquecer de nós, por não desistir, mesmo com toda nossa teimosia, esperaste o tempo certo, e ainda nos trata com longamimidade. Obrigado por nos ouvir, e muito obrigado pelas vezes que nos atende, e pelas vezes que não entendemos o seu agir.

⁠ A gente precisa de gente. O isolamento leva a depressão, e a depressão leva ao isolamento. A forma mais fácil de enlouquecer uma pessoa, é isolá-la do contato humano.
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⁠ A gente precisa de gente. O isolamento leva a depressão, e a depressão leva ao isolamento. A forma mais fácil de enlouquecer uma pessoa, é isolá-la do contato humano. é melhor uma conversa chata, do que conversa nenhuma, para alguns, é com a dor que se cura. Propiocepção é um dos nossos 7 sentido, através dele, nosso corpo influencia a mente. Quem anda com ombros caidos e cabeça baixa, será afetado pela tristeza, mesmo que não queira, pois memórias negativas surgiram com mais intensidade. Quem menos sorrir, por isso mesmo anda mais irritado. E quem adota postura ereta, se senti mais confiante, e melhora sua autoestima. Quanto mais rápido você respirar, mais tenso e ansioso ficarás, e a respiração lenta e profunda combate crise de ansiedade. Casais se afastam pelo fato de se manterem afastados, foi comprovado que apenas quatro minutos diárias de olhos nos olhos bastam, para que pessoas fiquem apaixonadas . Gratidão não se adquire, se exercita. quanto mais lembramos de coisas boas que nos acontece, mais Gratidão temos pela vida, anotar tudo isso em um caderno, pode mudar histórias.

⁠Pespctiva humana Não há nada mais devastador que a visão de Deus por uma perspectiva humana deturpada. Divisões, elitismo, egocentrismo, uma sofomania descontrolada.
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⁠Pespctiva humana Não há nada mais devastador que a visão de Deus por uma perspectiva humana deturpada. Divisões, elitismo, egocentrismo, uma sofomania descontrolada. A meu sentir, isso se dá pela amálgama do velho e novo testamento, um sincretismo religioso insustentável, que muito se afasta do propósito original. Ao ponto de criarem um deus avesso ao evangelho, egoísta, vaidoso, vingativo, intolerante e que faz acepção de pessoas. Um ser humano nobre em sua essência, comporta-se melhor que esse deus criado.

⁠. Possibilidade Talvez, se em vez de tentarnos mudar o comportamento das pessoas, quase sempre através do medo, tentássemos aproximá-las de Deus, pra que Ele fizesse o resto. Talvez, se apresentássemos o Amor de Deus, antes de falar de inferno, se em vez de tentar convencer, A…
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⁠. Possibilidade Talvez, se em vez de tentarnos mudar o comportamento das pessoas, quase sempre através do medo, tentássemos aproximá-las de Deus, pra que Ele fizesse o resto. Talvez, se apresentássemos o Amor de Deus, antes de falar de inferno, se em vez de tentar convencer, Amassemos e acolhessemos, deixando o convencimento para quem de direito. Talvez, se deixássemos a toga de juízes e assumissemos que também somos imperfeitos , que não sabemos tudo que deveriamos, Se preocupassemos menos com a religião e déssemos o real valor para as pessoas, feitas imagem e semelhança do criador. Quem sabe, o cenário seria diferente, haveria menos divisão, Deus agiria através de nós, e muito mais pessoas se aproximariam dele.

⁠Other side O mundo seria bem melhor, se antes de uma atitude, gesto ou fala, tentássemos entender o outro lado. Antes de conclusões precipitadas.
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⁠Other side O mundo seria bem melhor, se antes de uma atitude, gesto ou fala, tentássemos entender o outro lado. Antes de conclusões precipitadas. Antes de enxergar atitudes e falas como ataques. Antes de qualquer revide, faz bem tentar pensar como outro pensa. Etimologicamente, respeito significa olhar de novo, e de novo e de novo, esses últimos por minha conta. A profunda revelação, é que respeito, não tem a ver com quem ou com o que interagimos, mas trata-se da retórica interna de nosso senso crítico, que nos leva a valorizar as congruências, ainda que infimas, ao ponto de minimizar quaisquer outras divergências Pensar como o outro lado, não é simplesmente colocar-se no lugar do outro, é primeiramente, considerar limitações e sentimentos, advindos de uma vida pregressa, não adianta mudar de lugar com a mesma "cabeça", é preciso ter a humildade para reconhecer que há motivos para ser enxergardo errado aos outros olhos.

⁠ Não foi sempre assim! Uma das grandes forças, que faz com que resistamos as mudanças, é o falso pensamento que as coisas sempre foram do jeito que são. Nem nosso modo de agir é desde sempre, agimos a nossa maneira, porque aprendemos agir assim em algum momento.
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⁠ Não foi sempre assim! Uma das grandes forças, que faz com que resistamos as mudanças, é o falso pensamento que as coisas sempre foram do jeito que são. Nem nosso modo de agir é desde sempre, agimos a nossa maneira, porque aprendemos agir assim em algum momento. E o aprender, não tem a ver com a reprodução de algo ensinado, mas da nossa interpretação sobre isso. Apesar de sermos altamente influenciáveis, nossa cosmovisão é única, e a percepção importa mais que os fatos. O que fazemos agora, é um reflexo daquilo que nos aconteceu antes, ao passo que , nossas ações se originam da sensibilidade que temos aos estímulos a que fomos expostos. Pode parecer pueril minha argumentação, mas ter a consciência que as coisas, e até nosso modo de agir, já foram diferentes do que hoje são, é algo precursor à mudança. O impossível é algo relativo, por vezes temporal, muito do que fora impossível antes, hoje integra nosso cotidiano. Há 120 anos, era loucura o homem voar , hoje, já temos até carros voadores sendo fabricados no Brasil, em Taubaté. Não darei ênfase às invenções e avanços da ciência, pois julgo de maior relevância o comportamento humano. Só fazemos o que já passou em nossa mente, e os pensamentos derivam do que vemos, lemos ou ouvimos. Se você não tem hábito de leitura, crie esse hábito, se você tem alguma compulsão ou vício, substitua-os por outros que te façam crescer, amadurecer e prosperar. Já que as coisas nem sempre foram do jeito que são, porque não mudar a luz do nosso conhecimento? Um bom começo, é curiosidade sadia, que nos faz pesquisar sobre tudo que lemos ou ouvimos falar, que ainda não sabemos. Quando o assunto é aprender, é melhor ter dúvidas do que certezas. A preguiça é algo raro, o que mais encontramos é a falta de interesse, pois quando desperta interesse, o tempo passa despercebido. A superficialidade é outra inimiga da humanidade , tudo muda quando conhecemos a fundo. Por isso, ouvir quem pensa diferente, ler o que presumidamente não concorda, ter a humildade de mudar opinião e reconhecer que esteve errado, fazem parte do progresso humano. Mudar uma rotina por vez, é mais fácil de manter, que tentar fazer tudo novo de imediato. E tentar melhorar, já e ser melhor....

⁠Vítimas da sociedade? Sim existe, e todos somos em algum grau. Entretanto, em última análise, somos de fato vítimas de nossas escolhas.
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⁠Vítimas da sociedade? Sim existe, e todos somos em algum grau. Entretanto, em última análise, somos de fato vítimas de nossas escolhas. Como nos vestimos e o que comemos, tem muito a ver com a cultura da sociedade em que estamos inseridos. A mesma mulher elegante que usa vestido longo em uma noite especial no brasil, no Afeganistão, usaria uma burca. Pratos da culinária Tailândesa que lhe causam repulsa, poderiam ser apreciáveis, caso fosse natural de lá. É normal ser cristão nascidos em um pais como o nosso, se nascessemos na palestina, a maioria de nós seríamos mulçumanos. Em tudo isso, somos realmente vítimas da sociedade, da cultura vigente, mas há um crivo moral inerente ao ser humano, a consciência, capaz de discernir o certo e o errado, o bem e o mal. No final, sempre resta uma escolha, fazer o que é certo, ser fiel a princípios morais da humanidade, ou agir de maneira desumana, desonesta ou desleal, a margem da sociedade. Neste caso não há vítimas, só culpados de suas escolhas, e precisam arcar com todas as consequências de seus atos.

⁠ Não foi sempre assim! Uma das grandes forças, que faz com que resistamos as mudanças, é o falso pensamento que as coisas sempre foram do jeito que são. Nem nosso modo de agir é desde sempre, agimos a nossa maneira, porque aprendemos agir assim em algum momento.
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⁠ Não foi sempre assim! Uma das grandes forças, que faz com que resistamos as mudanças, é o falso pensamento que as coisas sempre foram do jeito que são. Nem nosso modo de agir é desde sempre, agimos a nossa maneira, porque aprendemos agir assim em algum momento. E o aprender, não tem a ver com a reprodução de algo ensinado, mas da nossa interpretação sobre isso. Apesar de sermos altamente influenciáveis, nossa cosmovisão é única, e a percepção importa mais que os fatos. Pode parecer pueril minha argumentação, mas ter a consciência que as coisas, e até nosso modo de agir, já foram diferentes do que hoje são, é algo precursor à mudança. O impossível é algo relativo, por vezes temporal, muito do que fora impossível antes, hoje integra nosso cotidiano. Há 120 anos, era loucura o homem voar , hoje, já temos até carros voadores sendo fabricados no Brasil, em Taubaté. Não darei ênfase às invenções e avanços da ciência, pois julgo de maior relevância o comportamento humano. Livre não é quem faz o que deseja, pois este é refém de suas vontades, livre é aquele que faz o que precisa ser feito, em busca de ser melhor que ontem. Se você não tem hábito de leitura, crie esse hábito, se você tem alguma compulsão ou vício, substitua-os por outros que te façam crescer, amadurecer e prosperar. Já que as coisas nem sempre foram do jeito que são, porque não mudá-las a luz do nosso conhecimento? Um bom começo, é curiosidade sadia, que nos faz pesquisar sobre tudo que lemos ou ouvimos falar, que ainda não sabemos. Quando o assunto é aprender, é melhor ter dúvidas do que certezas. Ouvir quem pensa diferente, ler o que presumidamente não concorda, ter a humildade de mudar opinião e reconhecer que esteve errado, fazem parte do progresso humano. Mudar uma rotina por vez, é mais fácil de manter que tentar fazer tudo novo de imediato. Se leu até aqui, parabéns! Você já tem o que precisa para ser melhor que ontem. ,

Expressões idiomáticas João era casado com Maria, e tinham três filhos. Todos os dias, Maria deixava sua casa um brinco, mas quando ela saia, parecia a casa da mãe Joana, pois eles pintavam o sete. Quando ela chegava, era João que pagava o Pato, e então saia para afogar as mágo…
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Expressões idiomáticas João era casado com Maria, e tinham três filhos. Todos os dias, Maria deixava sua casa um brinco, mas quando ela saia, parecia a casa da mãe Joana, pois eles pintavam o sete. Quando ela chegava, era João que pagava o Pato, e então saia para afogar as mágoas com José, o amigo da onça, que foi expulso de casa por pular a cerca. Nesse dia encontraram Antônio, o Santo do pau oco, que adorava rodar a baiana quando era provocado, e foi salvo pelo gongo, pois chegaram na hora aga, para evitar a briga com seu irmão , que era a ovelha negra da família, que veio de lá onde vento faz a curva, encontrar um bode expiatório para curar sua dor de cotovelo. De repente apareceu Maria, Cuspindo marimbondo, e alguns vizinhos dizendo: hoje ela está com a macaca. Maria fez um maior barraco, seus filhos dizinham, mãe você tá pagando mico, mas ela fazendo ouvido de mercador, chutou o pau da barraca. João, que era gato escaldado colocou o galho dentro, com medo de ir para cidade de pés juntos. O caldo entornou para José também, mas Antônio sabia que sua batata estava assando, fugiu de fininho antes da casa cair pro seu lado. A mãe de Maria soube da história e ficou com coração na mão. Pois sabia que a filha era pavio curto. O padre tentou acalmar, mas deu com os burros na água. A multidão queria ver o circo pegar fogo, mas tudo acabou em pizza, quebrando a cara de todos que apostaram na briga. Eu que sou cobra criada, sei que cão que late não morde. Além do que, cada macaco no seu galho. Na verdade, não ponho a mão no fogo por nenhum deles, pois onde a fumaça há fogo, mas roupa suja, se lava em casa.

⁠ No escuro, nós enxergamos demais. É um erro recorrente, perpetuado pela superficialidade de nossas análises.
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⁠ No escuro, nós enxergamos demais. É um erro recorrente, perpetuado pela superficialidade de nossas análises. Pensamentos preconcebidos ganham força diante do desconhecido. É o julgar o livro pela capa, pois a primeira visão de tudo, é sempre um aspecto nosso. Concluímos pelos nossos achismos verdades inexistentes, que são dissipadas quando aprofundamos em conhecimento. Ocorre em tudo e com tudo em que temos um contato raso, é onde nossos pensamentos sofrem mais influência de informações transmitidas por outros. Onde o obejto de analise importa menos que os conceitos formados. Tudo muda quando aprofundamos o contato, a pessoa antes chata, esnobe e metida, na verdade é tímida e agradável, e onde um assunto antes entediante e difícil, mostra-se fascinante e compreensível. Destruimos o pré-conceito, o que antes era medo, desperta interesse, pois descobrimos ser bem diferente daquilo que nos contaram, e das nossas verdades inventadas. Deixemos de lado toda superficialidade e mergulhemos na profundade que distingue o mito da realidade.

⁠Fanatismo Religioso X Cegueira ideológica Ambos seguem o mesmo padrão, em pobres palavras, são pessoas doutrinadas. A doutrinação faz com que você não aceite nenhuma forma de agir diferente da sua. Infelizmente, todo ambiente de instrução e ensino, está suscetível a desonestid…
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⁠Fanatismo Religioso X Cegueira ideológica Ambos seguem o mesmo padrão, em pobres palavras, são pessoas doutrinadas. A doutrinação faz com que você não aceite nenhuma forma de agir diferente da sua. Infelizmente, todo ambiente de instrução e ensino, está suscetível a desonestidade intelectual e doutrinação. A desonestidade intelectual, é, resumidamente, ensinar errado, mesmo sabendo o certo, enquanto a doutrinação expressa-se como transmitir à um indivíduo alguma crença ou atitude particular, com o objetivo de que não aceite uma opinião diferente. Atitudes simples, como a de apresentar apenas uma visão sobre o tema, faz parte da doutrinação, não há debates sobre as problemáticas existentes, mas uma crítica superlativa a tudo que se opõe ao tema, enfatizando erros e consequências daquilo que divergem. A doutrinação é extremamente separatista, que deixa tanto o fanático religioso como o ativista ideológico, um crítico voraz que enxerga a realidade de forma distorcida. Nosso cérebro age de maneira interessante, quando você recebe uma informação e a declara em voz alta, algo muda e você passa a se identificar um pouco mais com aquela ideia, isto é algo muito usado por doutrinadores. Sabemos que ninguém é 100% isento, mas quem assume papel pedagógico precisa abrir mão de sua crença particular, para não interferir na individualidade de seus ouvintes, caso contrário é proselitismo. Normatizado no ambiente religioso, e Com um crescimento exponencial no meio acadêmico, essa conduta tem sequestrado o senso crítico de muitos. Censo Crítico trata-se da capacidade que algumas pessoas têm de ir contra o senso comum, ou seja, a opinião da maioria. Com o senso crítico, você pode avaliar um contexto que está desenhado à sua frente e ter um posicionamento diferente dos demais, por não acreditar que a ideia geral seja a mais adequada, por exemplo. O senso crítico estimula o pensamento, a análise, a reflexão, é o agir racionalmente, questionando o porquê deve ser assim e não de outra forma. Portanto, se você se encontra em um ambiente em que é limitado o livre pensamento, em que há um direcionamento tendencioso para uma verdade absoluta, onde há críticas recorrentes e contundentes a determinadas práticas, instituições, movimentos ou ideologias em derretimento a outra, onde há um estímulo a rivalidade e falta de respeito com a pluralidade de pensamento, denuncie ou saia o quanto antes, pois são ambientes adoecedores. Nossa liberdade vale ouro, e raciocinar é o que nos difere dos outros animais, se o ambiente não te permite isso, não é ensino é adestramento, doutrinação.