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Frases de Júlia Figueiredo

96 frases

⁠Às vezes, para sair vivo de algumas tempestades, é preciso sair primeiro da cabine de controle e segurar forte nos ferros da embarcação.
Por que estamos confusos: Os juvenis alegam que estamos envelhecendo. Os velhos riem dizendo que ainda temos muito vigor físico e força produtiva e que toda experiência vale a pena. Os esclarecidos recomendam ponderar sempre e que tudo é uma questão de equilíbrio. Os filósofos i…
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Por que estamos confusos: Os juvenis alegam que estamos envelhecendo. Os velhos riem dizendo que ainda temos muito vigor físico e força produtiva e que toda experiência vale a pena. Os esclarecidos recomendam ponderar sempre e que tudo é uma questão de equilíbrio. Os filósofos insistem que há coisa que não vale a pena e que, pra eu identificarmos o que vale, devemos mergulhar no autoconhecimento. A psicologia pergunta o que sentimos com tais experiências e facilitam: a resposta está em nosso eu interior. A religião nos instiga a ser otimista e a enfrentar o caos com perseverança e coragem. A sociedade empurra nossas obrigações goela abaixo e a estatística diz que se não produzimos somos inúteis! Os espertos aconselham ir para o exterior viver a vida que merecemos. Os espirituosos dizem que se houver amor vale a pena, caso contrário, permaneçamos. Complicado! Diante da gama complexa de opiniões, eu prefiro resumir minha crença na frase que li hoje "quando a gratidão realmente invade a sua vida, as pequenas coisas se tornam importantes". Isso é válido até para aquilo que talvez não valha a pena.

⁠Quando o vento escorre pelo rosto e refresca mente, dois pensamentos inundam a alma de Maia. Seus sentimentos confusos gritam alto para perseguir seus sonhos. Então, deseja veemente e eleva o corpo. Verifica que com a altitude crescente tudo é possível, porque as montanhas são p…
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⁠Quando o vento escorre pelo rosto e refresca mente, dois pensamentos inundam a alma de Maia. Seus sentimentos confusos gritam alto para perseguir seus sonhos. Então, deseja veemente e eleva o corpo. Verifica que com a altitude crescente tudo é possível, porque as montanhas são pequenas demais para seus passos largos lá em cima. Logo em seguida, uma pequena semente cai ao solo. É de perder de vista esse desejinho que acaba de despencar do seu coração. O segundo pensamento parece preocupá-la: o sonho só germina no solo! Maia entende. Pra sonhar precisa descalçar os pés primeiro e arar a terra, pingar o suor e queimar a pele! Então, respira fundo. E o peito cheio parece densificar seu corpo. Começa a cair. A vista lá de cima, assim tão veloz, embaralha-lhe os sentidos. A queda fraturou seus pés, machucou suas mão, mas suas vistas haviam sido curadas. Maia tem uma única certeza agora: até os sonhos precisam criar raízes!

O perigo das constantes perguntas mora na cadeia confusa da administração das conclusões que, frequentemente, conflitam entre si. O medo de agir sem conhecer o processo, de andar sem conhecer o caminho paralisa o ser humano. Enquanto isso, ele insiste: “Eu sou o caminho”. Todas a…
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O perigo das constantes perguntas mora na cadeia confusa da administração das conclusões que, frequentemente, conflitam entre si. O medo de agir sem conhecer o processo, de andar sem conhecer o caminho paralisa o ser humano. Enquanto isso, ele insiste: “Eu sou o caminho”. Todas as verdadeiras respostas preexistem e, talvez, parte delas não tenha sido apenas interpretada. Outras não precisam ser literatizadas, apenas sentidas. E ele continua insistindo: “Eu sou a verdade”. Talvez você precise, ao invés de entender a verdade, senti-la, andar com ela e por ela. Em nossa ansiedade, porém, reafirmamos que necessitamos das respostas para viver. Muitos retiram de si a vida pela ausência dolorosa de respostas. Mas, ainda sim, longanimamente, ele continua a dizer: “Eu sou a vida”. No final das contas, as dúvidas nos desviam a atenção da óbvia resposta. Para todas as perguntas há uma só resposta: ELE. Não é atoa que Ele também se chama: AMOR!⁠ Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim, O amor.

⁠Hoje doei muito de mim. Me desaguei. Fluí feito fonte inesgotável, até que desidratei. Condensei-me por completo. Uma ostentação que não posso me dar. Estive suando a cada segundo dia. É cansativo se forçar à felicidade. Quero me dar ao luxo de ser feliz espontaneamente. E se fo…
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⁠Hoje doei muito de mim. Me desaguei. Fluí feito fonte inesgotável, até que desidratei. Condensei-me por completo. Uma ostentação que não posso me dar. Estive suando a cada segundo dia. É cansativo se forçar à felicidade. Quero me dar ao luxo de ser feliz espontaneamente. E se for para controlar algo, que seja o leme, não a maré.

Assentada sobre a rocha alta e aquecida, aguardando mais um pássaro pintar essa tela. Ouvimos a corredeira, tocamos a água do leito. Sentimos o calor na pele. Queremos voar para refrescar a alma. Queremos a liberdade de ascender. O vento parece forte, mas não suporta nossa bagage…
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Assentada sobre a rocha alta e aquecida, aguardando mais um pássaro pintar essa tela. Ouvimos a corredeira, tocamos a água do leito. Sentimos o calor na pele. Queremos voar para refrescar a alma. Queremos a liberdade de ascender. O vento parece forte, mas não suporta nossa bagagem pesada. Aqui de cima pensamos como deveria ser, como deveríamos ser. E concluímos estar fora de alcance. A corredeira balança os galhos, contorna a rocha, nutre o limo, compõe a tela. Mas ainda esperamos o pássaro pintá-la. Está mais calor que antes. O Sol queima a pele. Os olhos recolhem-se ainda mais. A tela está menor. Mas com dificuldade, ainda aguardamos o pássaro passar, ditando como deveríamos ser. Está queimando, está ardendo, e com os olhos fechados, sentindo o vento bater sem refrescar a pele, me pergunto como seria se soubéssemos que desmoronaríamos. Lancei-me. “Como pensávamos que poderíamos voar, agora mergulhamos”. E o fazemos com tudo que somos. A coragem de ser livre.

⁠⁠Ela é mar inteiro. Seus olhos são a comporta, a janela da alma. Tem dia que ela jorra e noutros ela goteja... letra a letra do seu par de oceanos negros.
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⁠⁠Ela é mar inteiro. Seus olhos são a comporta, a janela da alma. Tem dia que ela jorra e noutros ela goteja... letra a letra do seu par de oceanos negros. Um dia, de tanto jorrar, se afogou no mar de emoções (em si mesma). Era sentimento de não caber mais. Quem iria represá-la? Quem conteria sua fúria? Seu tsunami interior…