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Frase de Júlia Figueiredo

O perigo das constantes perguntas mora na cadeia confusa da administração das conclusões que, frequentemente, conflitam entre si. O medo de agir sem conhecer o processo, de andar sem conhecer o caminho paralisa o ser humano. Enquanto isso, ele insiste: “Eu sou o caminho”. Todas as verdadeiras respostas preexistem e, talvez, parte delas não tenha sido apenas interpretada. Outras não precisam ser literatizadas, apenas sentidas. E ele continua insistindo: “Eu sou a verdade”. Talvez você precise, ao invés de entender a verdade, senti-la, andar com ela e por ela. Em nossa ansiedade, porém, reafirmamos que necessitamos das respostas para viver. Muitos retiram de si a vida pela ausência dolorosa de respostas. Mas, ainda sim, longanimamente, ele continua a dizer: “Eu sou a vida”. No final das contas, as dúvidas nos desviam a atenção da óbvia resposta. Para todas as perguntas há uma só resposta: ELE. Não é atoa que Ele também se chama: AMOR!⁠ Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim, O amor.

Júlia Figueiredo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Júlia Figueiredo

Antes de qualquer coisa, devemos criar espaço para nossa espiritualidade e só a partir daí nos abrirmos às demais criaturas. Saltar e a rede aparecer? Filosoficamente catastrófico, mas (realmente) é o passo da morte que traz renascimento.
Assentada sobre a rocha alta e aquecida, aguardando mais um pássaro pintar essa tela. Ouvimos a corredeira, tocamos a água do leito. Sentimos o calor na pele. Queremos voar para refrescar a alma. Queremos a liberdade de ascender. O vento parece forte, mas não suporta nossa bagage…
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Assentada sobre a rocha alta e aquecida, aguardando mais um pássaro pintar essa tela. Ouvimos a corredeira, tocamos a água do leito. Sentimos o calor na pele. Queremos voar para refrescar a alma. Queremos a liberdade de ascender. O vento parece forte, mas não suporta nossa bagagem pesada. Aqui de cima pensamos como deveria ser, como deveríamos ser. E concluímos estar fora de alcance. A corredeira balança os galhos, contorna a rocha, nutre o limo, compõe a tela. Mas ainda esperamos o pássaro pintá-la. Está mais calor que antes. O Sol queima a pele. Os olhos recolhem-se ainda mais. A tela está menor. Mas com dificuldade, ainda aguardamos o pássaro passar, ditando como deveríamos ser. Está queimando, está ardendo, e com os olhos fechados, sentindo o vento bater sem refrescar a pele, me pergunto como seria se soubéssemos que desmoronaríamos. Lancei-me. “Como pensávamos que poderíamos voar, agora mergulhamos”. E o fazemos com tudo que somos. A coragem de ser livre.