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Frases de Juán Pablo

25 frases

A vida é como um casamento instável; Está repleta de algazarras, desordem, perturbação, melancolia, tristezas, dores, máguas, dolência, lástimas, ressentimentos, atribulações e descontentamentos. Mas existe a perspectiva de que , as alegrias, a julibilidade, os prazeres, e as cle…
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A vida é como um casamento instável; Está repleta de algazarras, desordem, perturbação, melancolia, tristezas, dores, máguas, dolência, lástimas, ressentimentos, atribulações e descontentamentos. Mas existe a perspectiva de que , as alegrias, a julibilidade, os prazeres, e as clemências, apaziguem e destituam muitos dos problemas já exisentes.

''Tendo você como amiga, não importa onde eu me encontre, jamais sofrerei de solidão. Poderei morrer de saudades mais jamais estarei só. Porque tenho você comigo. A saudade dói , e de modo inconstante passa. Com batidas insuportáveis, e instaguinadas, mais passa. Sua amizade é um…
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''Tendo você como amiga, não importa onde eu me encontre, jamais sofrerei de solidão. Poderei morrer de saudades mais jamais estarei só. Porque tenho você comigo. A saudade dói , e de modo inconstante passa. Com batidas insuportáveis, e instaguinadas, mais passa. Sua amizade é um conforto indescrtível, não me sinto só perto de você. EU TE AMO. e saiba que não é simplório dizerte-ei algo assim. Sinto oquê digo. E demonstro em meus atos. Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, sequer, importa. O essencial é o quanto te amo. Você é somente indescritivelmente e irrevogavelmente muito especial na minha vida ''

Ser rico em um mundo onde muitas pessoas passam fome, é o mesmo que guardar um tesouro sem ter a chave; é o mesmo que possuir a luz a milhas e milhas da escuridão;
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Ser rico em um mundo onde muitas pessoas passam fome, é o mesmo que guardar um tesouro sem ter a chave; é o mesmo que possuir a luz a milhas e milhas da escuridão; é o mesmo que ser amado sem amar; é o mesmo que ser humano e não ser...

UMA DESPEDIDA FÍSICA A música está tocando. Consegues ouvir?
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UMA DESPEDIDA FÍSICA A música está tocando. Consegues ouvir? Ou estás tão distante a ponto de não ouvir a canção em que meu coração está trabalhando, acompanhando a melodia da minha alma que acalma, a minha esperança desesperada e pouco alcançada pela minha força. Eu tenho tanto medo, que você não me veja ser guardado pelo solo, eu tenho tanto medo de não alcançar a tua mão por uma vez mais. A música continua tocando. Podes ouvir agora? Estou caminhando no escuro, o teu coração é vislumbrante, mas ainda não posso, ainda não posso vê-lo. Ainda não pude alcançar, a tua música, para então finalmente harmonizá-la, a música, com a minha. Estou com medo. Você pode me ajudar? As flores estão tristes, entoando a minha música, embalando a minha música que toma um tom fúnebre. As minhas pernas pereceram, o meu coração desalentou-se. A música parou. Sentistes o meu chamado? Ouvistes a minha lágrima? Estrondosa, arrepiada. A derradeira que escorreu vagarosa pelo meu semblante, que perlustrou minha face. O cortejo fúnebre é ainda, é ainda mais fúnebre. O meu corpo está para cumprir sua última tarefa na Terra. Ainda não notaste que ainda posso lhe ver? Contudo, é só um instante, estou lhe vendo, estou lhe vendo ainda, mas é somente para dizer, para diz... para... Respiro fundo e agora digo, vou dizer, só agora. Para dizer que moldastes a minha vida muito bem, que deveras foi pelo teu desenho carismático que fui quem fui. Amarei-te por muito, por muito te amarei, por muito tempo, por muitas primaveras, lindas primaveras. Ó queridas flores. Por muitos outonos. Ó saborosos frutos. Por muitos invernos. Ó caloroso inverno. Por muitos verões, verões de uma noite. Pois por muito te amarei. Para sempre, por uma vida ou duas, quatro, sete... Minha bem amada. Para sempre te amarei, inda que eu não possa dizer, inda que eu não possa respirar. inda que não possa, eu te amarei, para sempre.

NO EMBALAR Embalo-me em pensamento e me perco no tempo
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NO EMBALAR Embalo-me em pensamento e me perco no tempo não vendo a vida passar. Embalo-me na vida e vejo a mulher chegar, ficar e chorar. Embalo-me na lágrima que vi cair e choro, choro por chorar. Embalo-me no riso que me arranca riso, rio pra não chorar. Embalo-me em frio, que com vazio fazes-me parar. Embalo-me novamente para ver tua boca a suspirar. Embalo-me no coro que me fazes cantar silenciosamente. Embalo-me enquanto posso, até que a morte venha me amar.

A MORTE DO AMOR Hoje o amor acordou tão triste, Decaído...
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A MORTE DO AMOR Hoje o amor acordou tão triste, Decaído... Vagou pelos corredores da veia, banhado Por sangue. Deleitou-se na cama, ardeu, ardeu E morreu! O amor era branco, lindo, puro, agora É defunto. O amor desenhou, pintou, e sorriu até Que apodreceu. O amor jurou, pediu, amou, esperou E sucumbiu. O amor fendeu a carne, postou-se alto E caiu. O amor desfilou pela calçada, sorriu E caiu. O amor tentou ser plano em seu auge E caiu. Sob goles de uísque, bocas estranhas Com regalos Coroados com a volúpia efêmera De uma noite Tão curta e turva, o amor sucumbe Novamente. Passe-lhe a mão nos olhos, os feche, Relembre O queimar juvenil e pacífico de um amor De outrora. O amor morreu! Enterre-o agora No céu. Ao passo que o amor adentra Na terra, O dinheiro e o poder assumem O lugar Nos corredores da veia, nos púlpitos, Na cadeia, Na sombra e água fresca. Faltaram lágrimas para velar o amor, Estavam Todos trabalhando, pobre do amor! ‘Pobres’ do amor. Que só teve alguns poetas sob sua guarda Em sua morte. Os poetas tentaram fazer o amo Resistir. Mas pobre do amor Que não conseguiu Tirar a atenção da luxúria, Da avareza, Do dinheiro sangrento que colhe... Tirar vida.