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Frases de Joseni Caminha

788 frases

⁠Saudade é uma dor que atormenta de mansinho que maltrata com carinho,
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⁠Saudade é uma dor que atormenta de mansinho que maltrata com carinho, corrói com jeitinho e nos faz chorar com o coração apertadinho.

⁠QUEM SOU EU? Eu olho e não consigo me ver, eu vejo e não consigo me olhar,
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⁠QUEM SOU EU? Eu olho e não consigo me ver, eu vejo e não consigo me olhar, porque o que sou não é o que mostro ser, não é o que quero que os façam acreditar. Eu digo o que me dizem, sem querer entender, o que resolvo divulgar, apenas pelo prazer de poder impressionar. Eu acredito no que me fazem acreditar, mesmo sem duvidar, pois o que importa questionar, se o que eu quero apenas é participar? Eu absorvo as verdades que chegam, por meio da minha tela ocular, pois ela é a janela do mundo, que me faz enxergar. Afinal, quem eu sou? Sou o o homem digital do mundo moderno, que se apresenta na formal idealizada, formatada dentro uma realidade fragmentada, onde nem mesmo eu sei quem sou.

⁠ A inclusão resumida na inserção do aluno com necessidades especiais à escola, não é inclusão, é a construção da “exclusão inclusiva”, que se legitima no dia-a-dia escolar. Quando o aluno com algum tipo de deficiência é inserido em uma sala de aula,
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⁠ A inclusão resumida na inserção do aluno com necessidades especiais à escola, não é inclusão, é a construção da “exclusão inclusiva”, que se legitima no dia-a-dia escolar. Quando o aluno com algum tipo de deficiência é inserido em uma sala de aula, na qual não encontra a estrutura educativa adequada às suas dificuldades, o mesmo sente na sua inclusão a exclusão em forma de incapacidade, manifestada no olhar dos outros, na ausência da participação quanto sujeito ativo, construindo uma incompetência que, embora pense ser sua, na verdade é de quem inclui.

⁠O que verdadeiramente importa!? A busca por felicidade é uma ação constante na vida do homem, na qual ele faz e desfaz os seus atos, contrariando continuamente
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⁠O que verdadeiramente importa!? A busca por felicidade é uma ação constante na vida do homem, na qual ele faz e desfaz os seus atos, contrariando continuamente as suas verdades, que são instáveis, não pela característica antropológica do ser, mas pela sua falta de veemência no que acredita. A sua incerteza caracteriza-se não apenas no objeto da busca, mas no sentido do porquê se busca. Sendo assim, a pergunta que se faz é: O que verdadeiramente importa? ....Para abandonarmos essa busca incessante e sermos definitivamente felizes? Será que o quê buscamos pode está onde estamos, onde não precisamos buscar, onde o esticar das mãos, o direcionar dos olhos, o movimentar das pernas, o modo de agir ou pensar seja o lugar? Pergunte a quem não tem, a quem não pode estender as mãos, a quem não pode olhar, a quem não pode andar, a quem não pode agir ou pensar, o que verdadeiramente importa para sentirem-se felizes.

INCLUSÃO⁠ Quando se entende que é necessário incluir é porque o direito de estar incluso tem sido negado
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INCLUSÃO⁠ Quando se entende que é necessário incluir é porque o direito de estar incluso tem sido negado e no caso de seres humano que são rotulados como “normais” e “deficientes”, cria-se nessa “não inclusão”, a desvalorização do ser, quanto humano, onde atribui-se a este ser considerado diferente, não “normal”, valores negativos que lhes suprimem as igualdades de oportunidades de serem. Excluindo-lhes o direito constitucional de exercer a sua cidadania, retirando-lhes a oportunidade de viver como ser social, estigmatizando-os em um fardo pesado para a família e a própria sociedade que o exclui. O grande problema é que o "normal" não é normal dentro da própria realidade social que exclui os "não normais", pois ambos exigem da educação sistematizada uma atenção intrínseca ao ser, que é a capacidade de aprender que cada um de tem a sua forma própria de ser. Dessa forma, a educação, ao corroborar com o classificação conceitual de "normais" e "deficientes" dentro da sua responsabilidade educativa e formadora, falha no tratamento igual que ela destina para os "normais", que não são normais, pois são diferentes.

⁠Um dia pensei... Que a beleza estava no que as pessoas denominávamos de belo, hoje percebo que a beleza está em tudo, basta que saibamos enxergar o que está diante de nossos olhos. Os mesmos sentidos que nos encanta, nos trai ao ignorar a verdadeira beleza que há no que taxamos…
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⁠Um dia pensei... Que a beleza estava no que as pessoas denominávamos de belo, hoje percebo que a beleza está em tudo, basta que saibamos enxergar o que está diante de nossos olhos. Os mesmos sentidos que nos encanta, nos trai ao ignorar a verdadeira beleza que há no que taxamos como feio. O belo e o não belo é assim uma questão de saber olhar o que verdadeiramente é importante. A vida por exemplo! Quantas vezes passamos correndo pelas ruas em busca de metas, sempre renovadas por uma estrutura de mercado excludente, onde a exclusão não se dá somente no âmbito do indivíduo pelo emprego, do indivíduo pela sociedade, mas do indivíduo pelo indivíduo, onde o mesmo anula-se diante de uma cobrança em que o indivíduo não é visto como ser humano e dessa forma ele internalizou uma forma de viver valorizando o que é volátil, o que é passageiro e dessa visão o belo e o não belo é padronizado no corpo perfeito, no rosto encantador, no emprego invejável, na formação acadêmica promissora ou na imagem perfeita da deformação da realidade.

⁠Qual critério determinante para enquadrar um ser humano como “diferente”? Como a mesma sociedade que cria leis valorizando a igualdade entre seus membros, constrói uma concepção de diferença entre “normais” e “diferentes”?
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⁠Qual critério determinante para enquadrar um ser humano como “diferente”? Como a mesma sociedade que cria leis valorizando a igualdade entre seus membros, constrói uma concepção de diferença entre “normais” e “diferentes”? O que pode ser entendido por evolução em uma lei que não é suficiente na sua própria proposta?