Saudade é uma dor que atormenta de mansinho que maltrata com carinho,
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Saudade é uma dor que atormenta de mansinho que maltrata com carinho, corrói com jeitinho e nos faz chorar com o coração apertadinho.
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Saudade é uma dor que atormenta de mansinho que maltrata com carinho,
Saudade é uma dor que atormenta de mansinho que maltrata com carinho, corrói com jeitinho e nos faz chorar com o coração apertadinho.
Quem pode dizer: Estou feliz? Provavelmente aquele
Quem pode dizer: Estou feliz? Provavelmente aquele que estar em capacidade de enxergar o importante nas suas limitações e a possibilidades em seus desejos.
O QUE VERDADEIRAMENTE IMPORTA? Se a busca é uma constante; Se o futuro é uma incerteza;
O QUE VERDADEIRAMENTE IMPORTA? Se a busca é uma constante; Se o futuro é uma incerteza; Se o desejo é uma necessidade insaciável; Se a vida é uma efemeridade.
O erro na busca pela felicidade Está no fato de quem a busca, busca para ser feliz, enquanto que
O erro na busca pela felicidade Está no fato de quem a busca, busca para ser feliz, enquanto que A felicidade não é uma qualidade do Ser, mas um estado, logo não podemos ser feliz e sim: ESTAR FELIZ.
A educação é uma relação cultural onde quem faz a intermediação e quem é o alvo dela
A educação é uma relação cultural onde quem faz a intermediação e quem é o alvo dela trocam experiências vividas, de realidades distintas, havendo uma ruptura de velhos saberes, para a construção do novo conhecer.
Que importância tem no que você pode fazer por mim quando eu não estiver mais aqui,
Que importância tem no que você pode fazer por mim quando eu não estiver mais aqui, para agradecer a ti? Dessa forma, se tens algo a fazer por mim, que faça antes de eu partir.
Dizer que "sou feliz" é negar a possibilidade de nunca "não ser feliz", logo, nega-se o sentido na busca por felicidade
Dizer que "sou feliz" é negar a possibilidade de nunca "não ser feliz", logo, nega-se o sentido na busca por felicidade ou afirma-se que somos eternamente infelizes, pois estamos numa luta constante por sermos felizes.
QUIÇÁ! Se o homem, desde cedo, fosse introduzido aos conhecimentos acerca da imensidão do universo
QUIÇÁ! Se o homem, desde cedo, fosse introduzido aos conhecimentos acerca da imensidão do universo e seus mistérios, teríamos mais pessoas conscientes de sua insignificante dimensão, que possibilitaria enxergar que não podem ser mais do que são.
Ser bom não é uma questão de decidir, mas de ser. A bondade pensada, não é altruísmo,
Ser bom não é uma questão de decidir, mas de ser. A bondade pensada, não é altruísmo, é mera ação.
QUEM EU SOU? Sou fruto da natureza e estando nela, transformo-a
QUEM EU SOU? Sou fruto da natureza e estando nela, transformo-a para satisfazer meu bem estar. Ao transformá-la, transformo-me, mas a minha racionalidade não é suficientemente consciente, para fazer-me enxergar que esse meu bem estar, é mal estar para ela, que não se cansa de reclamar.
O amor de pai para filho, não é apenas amor, é devoção,
O amor de pai para filho, não é apenas amor, é devoção, é entrega, é anulação, é amar com verdadeira animação, de quem ama com veneração.
O verdadeiro revolucionário é aquele que tem seus atos guiados pelo bem de todos,
O verdadeiro revolucionário é aquele que tem seus atos guiados pelo bem de todos, embora que as consequências dos mesmos não seja o seu bem.
Felicidade não é uma questão de ser, mas de estar.
A escola que educa de verdade educa para a vida, onde cada momento dentro da escola
A escola que educa de verdade educa para a vida, onde cada momento dentro da escola é uma oportunidade de aprender. Do ato sistematizado do professor ao informal do zelador. Dentro da escola, o próprio ar que se respira, inspira o alvorecer do novo conhecer, pois a criança assimila tudo que ver.
Educar é muito mais que ensinar, é fazer com que o educando internalize os conceitos aprendidos,
Educar é muito mais que ensinar, é fazer com que o educando internalize os conceitos aprendidos, transformando-os em atitudes. A educação que se resume no acúmulo de informações, é mera instrução que informa, mas não educa.
É na falta de conhecimento do povo, de sua força transformadora da sua realidade, que os seus pseudos representantes
É na falta de conhecimento do povo, de sua força transformadora da sua realidade, que os seus pseudos representantes constroem a elite que o explora.
QUEM SOU EU? Eu olho e não consigo me ver, eu vejo e não consigo me olhar,
QUEM SOU EU? Eu olho e não consigo me ver, eu vejo e não consigo me olhar, porque o que sou não é o que mostro ser, não é o que quero que os façam acreditar. Eu digo o que me dizem, sem querer entender, o que resolvo divulgar, apenas pelo prazer de poder impressionar. Eu acredito no que me fazem acreditar, mesmo sem duvidar, pois o que importa questionar, se o que eu quero apenas é participar? Eu absorvo as verdades que chegam, por meio da minha tela ocular, pois ela é a janela do mundo, que me faz enxergar. Afinal, quem eu sou? Sou o o homem digital do mundo moderno, que se apresenta na formal idealizada, formatada dentro uma realidade fragmentada, onde nem mesmo eu sei quem sou.
O educador é aquele que enxerga no fracasso do aluno, o insucesso de sua práxis,
O educador é aquele que enxerga no fracasso do aluno, o insucesso de sua práxis, a falha na sua metodologia, o erro em sua avaliação diagnóstica, a necessidade de repensar a sua educação educativa.
A inclusão resumida na inserção do aluno com necessidades especiais à escola, não é inclusão, é a construção da “exclusão inclusiva”, que se legitima no dia-a-dia escolar. Quando o aluno com algum tipo de deficiência é inserido em uma sala de aula,
A inclusão resumida na inserção do aluno com necessidades especiais à escola, não é inclusão, é a construção da “exclusão inclusiva”, que se legitima no dia-a-dia escolar. Quando o aluno com algum tipo de deficiência é inserido em uma sala de aula, na qual não encontra a estrutura educativa adequada às suas dificuldades, o mesmo sente na sua inclusão a exclusão em forma de incapacidade, manifestada no olhar dos outros, na ausência da participação quanto sujeito ativo, construindo uma incompetência que, embora pense ser sua, na verdade é de quem inclui.
O que verdadeiramente importa!? A busca por felicidade é uma ação constante na vida do homem, na qual ele faz e desfaz os seus atos, contrariando continuamente
O que verdadeiramente importa!? A busca por felicidade é uma ação constante na vida do homem, na qual ele faz e desfaz os seus atos, contrariando continuamente as suas verdades, que são instáveis, não pela característica antropológica do ser, mas pela sua falta de veemência no que acredita. A sua incerteza caracteriza-se não apenas no objeto da busca, mas no sentido do porquê se busca. Sendo assim, a pergunta que se faz é: O que verdadeiramente importa? ....Para abandonarmos essa busca incessante e sermos definitivamente felizes? Será que o quê buscamos pode está onde estamos, onde não precisamos buscar, onde o esticar das mãos, o direcionar dos olhos, o movimentar das pernas, o modo de agir ou pensar seja o lugar? Pergunte a quem não tem, a quem não pode estender as mãos, a quem não pode olhar, a quem não pode andar, a quem não pode agir ou pensar, o que verdadeiramente importa para sentirem-se felizes.
INCLUSÃO Quando se entende que é necessário incluir é porque o direito de estar incluso tem sido negado
INCLUSÃO Quando se entende que é necessário incluir é porque o direito de estar incluso tem sido negado e no caso de seres humano que são rotulados como “normais” e “deficientes”, cria-se nessa “não inclusão”, a desvalorização do ser, quanto humano, onde atribui-se a este ser considerado diferente, não “normal”, valores negativos que lhes suprimem as igualdades de oportunidades de serem. Excluindo-lhes o direito constitucional de exercer a sua cidadania, retirando-lhes a oportunidade de viver como ser social, estigmatizando-os em um fardo pesado para a família e a própria sociedade que o exclui. O grande problema é que o "normal" não é normal dentro da própria realidade social que exclui os "não normais", pois ambos exigem da educação sistematizada uma atenção intrínseca ao ser, que é a capacidade de aprender que cada um de tem a sua forma própria de ser. Dessa forma, a educação, ao corroborar com o classificação conceitual de "normais" e "deficientes" dentro da sua responsabilidade educativa e formadora, falha no tratamento igual que ela destina para os "normais", que não são normais, pois são diferentes.
Um dia pensei... Que a beleza estava no que as pessoas denominávamos de belo, hoje percebo que a beleza está em tudo, basta que saibamos enxergar o que está diante de nossos olhos. Os mesmos sentidos que nos encanta, nos trai ao ignorar a verdadeira beleza que há no que taxamos…
Um dia pensei... Que a beleza estava no que as pessoas denominávamos de belo, hoje percebo que a beleza está em tudo, basta que saibamos enxergar o que está diante de nossos olhos. Os mesmos sentidos que nos encanta, nos trai ao ignorar a verdadeira beleza que há no que taxamos como feio. O belo e o não belo é assim uma questão de saber olhar o que verdadeiramente é importante. A vida por exemplo! Quantas vezes passamos correndo pelas ruas em busca de metas, sempre renovadas por uma estrutura de mercado excludente, onde a exclusão não se dá somente no âmbito do indivíduo pelo emprego, do indivíduo pela sociedade, mas do indivíduo pelo indivíduo, onde o mesmo anula-se diante de uma cobrança em que o indivíduo não é visto como ser humano e dessa forma ele internalizou uma forma de viver valorizando o que é volátil, o que é passageiro e dessa visão o belo e o não belo é padronizado no corpo perfeito, no rosto encantador, no emprego invejável, na formação acadêmica promissora ou na imagem perfeita da deformação da realidade.
Qual critério determinante para enquadrar um ser humano como “diferente”? Como a mesma sociedade que cria leis valorizando a igualdade entre seus membros, constrói uma concepção de diferença entre “normais” e “diferentes”?
Qual critério determinante para enquadrar um ser humano como “diferente”? Como a mesma sociedade que cria leis valorizando a igualdade entre seus membros, constrói uma concepção de diferença entre “normais” e “diferentes”? O que pode ser entendido por evolução em uma lei que não é suficiente na sua própria proposta?
Prefiro aos atos às palavras. Prefiro as ações às dicções, pois com o domínio da arte da retórica posso fazê-la acreditar que a amo, mesmo odiando, ou convencê-la que a odeio, mesmo lhe amando.