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Frases de Josenete Dantas

9 frases

A cidade do meu amor A cidade do meu amor, era simples no seu sonhar.
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A cidade do meu amor A cidade do meu amor, era simples no seu sonhar. O casario em filheiras,ruas enfeitadas de flores e, um jardineiro generoso a capinar, não permtia que, viessem a brotar em meio a tanta beleza,os espinhosdas dores. Como eram floridos os jardins da minha cidade... E o bom jardineiro,de tudo,cuidava com carinho. As flores, em seus muitos matizes,a beira do caminho, faziam da pedregosa estrada, mais curta e suave! Antes que o teu amor nela fizesse morada parecia uma cidade de contos de fada sem tristeza, sem lágrimas, sem mágoa e de portas abertas à felicdade! Mas, o vento impetuoso do teu amor em pouco tempo, cobriu o meu mundo de dor deixando a minha bela e florida cidade imersa nas cinzas venenosas da saudade!

A Catedral do meu ammor Na minha alma há um Sitio encantado e,nele em algum tempo passado
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A Catedral do meu ammor Na minha alma há um Sitio encantado e,nele em algum tempo passado uma linda Catedral ergui! Imagens de ilusões doiradas entre risos e fantasias esculpi... Altares de ideal,eu construí! E muito além do impossível nos vitrais coloridos,imprimí as marcas de um amor inesquecível, muito e muito além do impossivel. Os sinos de cristal a minha Catedral repicavam badaladas de esperanças anunciando aleluias de felicidade! E o tempo obstinamente passou... Mas, os meus sonhos resistem e, as marcas do meu amor nos vitrais da minha alma,persistem!

Canto ao amor Quem não pode de amor viver pelo menos,viva para o amor,cantar!
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Canto ao amor Quem não pode de amor viver pelo menos,viva para o amor,cantar! Saia a cantá-lo vida fora com alegria, em partituras prosa,versos e poesia. Alardeia ao mundo o seu poder e tente, de amor pelo amor,sobrevivier! Cante o amor e ao amor posto que o amor encanta! E que a ansia de amar seja tanta que ao partires para a última instancia não se saiba, entre ódio e amor qual, a exata, distancia!

Alma boemia Com a alma machucada vou andar por esta madrugada
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Alma boemia Com a alma machucada vou andar por esta madrugada e, minha voz irei soltar até a lua no céu não mais vagar! E nessa boemia constante nas cordas desse violão sob o sereno da minha emoção cantarei meu amor a todo isntante. E a luz desse luar de prata há de levar minha alma apaixonada até ao portão da tua casa! ...................................... E ali, ao pé da tua calçada de alma plena de amor e poesia levada pelo murmurio do mar e o canto suave da brisa meu amor por ti,vou declara!

O orvalho e eu A tarde cai lents sobre os meus caminhos e o meu crepúsculo denuncia.
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O orvalho e eu A tarde cai lents sobre os meus caminhos e o meu crepúsculo denuncia. Os pássaros se recolhem aos ninhos com medo da noite que se anuncia. As petálas das rosas preparam-se para a festa do sereno a espera do orvalho em gotas preciosas! E eu, em mim, recolho esse fugás momento E desfruto desse doce encantamento. E o orvalho ao cair, de leve sobre as flores entre os canteiros do meu jardim assisto o brilho inconfundível de um amor antigo a pairar,timidamente,sobre as minhas dores!

Anjo Azul Certa noite por uma linda Serra andava, quando do céu, entre as estrelas
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Anjo Azul Certa noite por uma linda Serra andava, quando do céu, entre as estrelas um anjo Azul,a terra desceu e deslubrado com o meu planeta devagar,o Anjo Azul de mim se aproximou e os meus pés,fora do chão deixou! E, assim por sua luz envolvida pelo brilho do seu olhar,fui seduzida! Pelas mãos do Anjo Azul eu fui levada a conhecer os sertões e seus sete mares. Com o Anjo Azul de mãos dadas percorri, terras, serras e vales andei até, por uma cidade encantada! E, depois de algumas luas passadas pela Anjo Azul,estava eu apaixonada. Ao passarmos pela Praça do Meio do Mundo o meu anjo Azul de olhar castanho profundo tomou-me em seus braços e disse que me amava!

A sombra do cajueiro O campo verde,o cheiro de mato Flores silvestres decorando um jarro
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A sombra do cajueiro O campo verde,o cheiro de mato Flores silvestres decorando um jarro O rumurejar das águas do riacho O canto dos pássaros O silencio,a paz,eu,a casa! Um cajueiro florando O tempo que passa de leve O sol ao poente e a tristeza maior que mágica da sua beleza! E eu aqui sozinha e quieta vendo a vida passando e eu, sentada a sombro desse cajue a sonhor com o meu amor, primeiro.

A espera da estrela Nesta noite clara de lua olhando o céu, não vejo aquela estrela...
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A espera da estrela Nesta noite clara de lua olhando o céu, não vejo aquela estrela... ............................................. Quem sabe, cintilante como é, saiu pela rua e lá, na Praça da "Imensidão do Espaço" consciente do seu inconfundível brilho entre as galáxias exibe seu belo riso e com decedido e firme passo vai fascinar um outro simples planeta! Mas, espero que no próximo luar o brilho do seu castanho olhar e a força da luz do meu sempre amar traga de volta naquele famoso cometa e bela e estonteante estrela e a fixe de vez neste simples pedaço da Terra, para não mais vagar no espaço e viver de amor comigo,nesta mesma,beira-de-mar E juro, passe o tempo que passar ficarei aqui, neste belo e singelo lugar por décadas se preciso for para entregar o meu amor por onde a felicidade caminha aqui, pelas areias doiradas da "Praia de Camboinha" pelas areais doiradas da "Pria de Camboinha" onde o mais puro e encantado amor