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Frase de Josenete Dantas

Canto ao amor Quem não pode de amor viver pelo menos,viva para o amor,cantar! Saia a cantá-lo vida fora com alegria, em partituras prosa,versos e poesia. Alardeia ao mundo o seu poder e tente, de amor pelo amor,sobrevivier! Cante o amor e ao amor posto que o amor encanta! E que a ansia de amar seja tanta que ao partires para a última instancia não se saiba, entre ódio e amor qual, a exata, distancia!

Josenete Dantas

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Pensador.com

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A cidade do meu amor A cidade do meu amor, era simples no seu sonhar.
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A cidade do meu amor A cidade do meu amor, era simples no seu sonhar. O casario em filheiras,ruas enfeitadas de flores e, um jardineiro generoso a capinar, não permtia que, viessem a brotar em meio a tanta beleza,os espinhosdas dores. Como eram floridos os jardins da minha cidade... E o bom jardineiro,de tudo,cuidava com carinho. As flores, em seus muitos matizes,a beira do caminho, faziam da pedregosa estrada, mais curta e suave! Antes que o teu amor nela fizesse morada parecia uma cidade de contos de fada sem tristeza, sem lágrimas, sem mágoa e de portas abertas à felicdade! Mas, o vento impetuoso do teu amor em pouco tempo, cobriu o meu mundo de dor deixando a minha bela e florida cidade imersa nas cinzas venenosas da saudade!

A Catedral do meu ammor Na minha alma há um Sitio encantado e,nele em algum tempo passado
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A Catedral do meu ammor Na minha alma há um Sitio encantado e,nele em algum tempo passado uma linda Catedral ergui! Imagens de ilusões doiradas entre risos e fantasias esculpi... Altares de ideal,eu construí! E muito além do impossível nos vitrais coloridos,imprimí as marcas de um amor inesquecível, muito e muito além do impossivel. Os sinos de cristal a minha Catedral repicavam badaladas de esperanças anunciando aleluias de felicidade! E o tempo obstinamente passou... Mas, os meus sonhos resistem e, as marcas do meu amor nos vitrais da minha alma,persistem!

A sombra do cajueiro O campo verde,o cheiro de mato Flores silvestres decorando um jarro
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A sombra do cajueiro O campo verde,o cheiro de mato Flores silvestres decorando um jarro O rumurejar das águas do riacho O canto dos pássaros O silencio,a paz,eu,a casa! Um cajueiro florando O tempo que passa de leve O sol ao poente e a tristeza maior que mágica da sua beleza! E eu aqui sozinha e quieta vendo a vida passando e eu, sentada a sombro desse cajue a sonhor com o meu amor, primeiro.