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Frases de Jose Gomes Paes

30 frases

URUCARÁ, MEU AMOR Oh! Salve meu torrão querido Teu nome está sempre guardado
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URUCARÁ, MEU AMOR Oh! Salve meu torrão querido Teu nome está sempre guardado Do lado esquerdo do peito Por mim jamais esquecido Por tudo que é demais sagrado Te venero com muito respeito Em todos os lugares que vou Tuas lembranças levo comigo Em muitos poemas que componho Te homenageando estou Dos lindos Lagos com capricho Dos Banhos e a infância de sonho Do baixo Amazonas a mais formosa Pela tua beleza ímpar Por muitos chamada de princesinha Pra mim tu és uma rosa Do meu jardim a mais linda Doce e admirável rainha Enquanto nesta vida, vivo for Vou te amar pra todo sempre Mesmo quando o tempo parar Não te esquecerei, meu grande amor Vou estar muito contente Exaltando teu nome, Urucará José Gomes Paes Em 28/12/2019 Poeta e escritor urucaraense Membro da Abeppa Acadêmico e fundador da Alcama.

( A cruz, símbolo do cristão ) Corpo de Cristo Não quereis que eu me entregue assim
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( A cruz, símbolo do cristão ) Corpo de Cristo Não quereis que eu me entregue assim A minha imagem ainda está manchada Deixa eu pedir perdão a quem ofendi Para que eu possa me apresentar com alma lavada xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Os meus pecados ainda me perseguem A cruz de Jesus é o meu refúgio Não erreis mais na caminhada que se segue A confissão, aos meus atos, de repúdio xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Que possa me perdoar de todos os meus pecados Que confessei ao padre e a igreja Na presenca de Jesus e comunidade na sacristia xxxxxxxxxxxxxxxxxxx Que o fardo seja leve, manso e alado Aberto ao amor que o coração eu esteja Para receber o corpo de Jesus na Santa Eucaristia. xxxxxxxxxxxxxxxxxx Amém. Poeta José Paes De Urucará

QUANTAS VEZES Quantas vezes Eu senti prazer
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QUANTAS VEZES Quantas vezes Eu senti prazer Em ler suas poesias Quantas vezes Eu me encantei Com os versos que fazia Quantas vezes Você me surpreendia Quantas vezes Um novo poema surgia Era diferente como escrevia Quantas vezes Na rede me embalava Ouvindo a sua voz No poema que falava E me emocionava Ah! Quantas vezes ! No banzeiro eu remava Olhava o horizonte, na nascente E via o céu e o rio, no poente No encontro com a mata e me encantava. Quantas vezes ! Descia o rio de canoa Remava léguas pra te buscar Na subida enfrentava a correnteza Só pra gente ficar numa boa Quantas vezes ! Fiz juras de amor toda hora Nas noites enluaradas No frio da madrugada E ao romper da aurora. Jose Gomes Paes Poeta e escritor urucaraense Membro da Abeppa e Alcama

E. E. RAMALHO JUNIOR A minha casa e o rio O otimista é um tolo. O pessimista, um chato. Bom mesmo, é ser um realista esperançoso. Ariano Suassuna.
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E. E. RAMALHO JUNIOR A minha casa e o rio O otimista é um tolo. O pessimista, um chato. Bom mesmo, é ser um realista esperançoso. Ariano Suassuna. A MINHA CASA E O RIO A minha casa A casa que eu nasci Era linda De uma beleza Sem fim Eu sonho com ela O Rio passava Eu via o rio Da porta E da janela Sentia o vento frio Eu descia O caminho do porto Na carreira Para tomar banho no rio Todo o dia A cena se repetia Do cedro Pulava na água Fria do rio De brincadeira Da porta de casa Eu corria E saltava Da ribanceira Eu passava Ele me convidava E lá estava eu Como uma magia Ele me arrastava Era um desafio Minha mãe me ralhava Mais eu gostava Eu sentia tanto amor Pelo rio. O rio, uma imensidão Escondido Pegava o casco E o remo E ia passear no meião Anoitecia E dormia Eu acordava Com o rio Eu vivia e sonhava A minha casa Ficava de frente Para o rio. Ela ouvia Quando o rio se agitava E roncava No rio eu pescava Todos os dias Carregava água Enchia os potes E o tanque de casa Belo e caudaloso O rio está lá A minha casa não existe mais Ficou no tempo Passado saudoso Doces recordações Que não me sai Da memória Dos momentos vividos De eterna glória Jamais esquecidos. Esse poema, um dos mais lindos que fiz, abraça minha alma de saudade e faz-me lágrimar de emoção. José Gomes Paes Poeta amazonense de Urucará Direitos reservados ao autor.