Todos os caminham levam à morte. Perca-se.
Frases de Jorge Luis Borges
110 frases
Eu não falo de vingança nem de perdão, o esquecimento é a única vingança e o único perdão.
Sob a lua a sombra que se alonga é uma só.
A imagem que um homem só pode conceber é a de que não toca ninguém.
O livro é uma extensão da memória e da imaginação.
Não odeies o teu inimigo, porque, se o fazes, és de algum modo o seu escravo. O teu ódio nunca será melhor do que a tua paz.
O homem está morto. A barba não sabe. Crescem as unhas.
aqui também essa desconhecida e ansiosa e breve coisa que é a vida
em vão espero as desintegrações e os símbolos que precedem ao sonho
Sempre imaginei que o paraíso fosse uma espécie de livraria.
A esperança é o mais sórdido dos sentimentos.
Disseram-me algo a tarde e a montanha. Já não lembro mais.
Obscuramente livros, lâminas, chaves seguem minha sorte.
Calam-se as cordas. A música sabia o que eu sinto.
Eu não sei se tem alguém do outro lado da linha, mas ser um agnóstico significa que todas as coisas são possíveis, mesmo Deus. Este mundo é tão estranho, tudo pode acontecer, ou não acontecer. Ser um agnóstico me permite viver em um mundo mais amplo, em um mundo mais futurístico.…
Continuar lendo
Eu não sei se tem alguém do outro lado da linha, mas ser um agnóstico significa que todas as coisas são possíveis, mesmo Deus. Este mundo é tão estranho, tudo pode acontecer, ou não acontecer. Ser um agnóstico me permite viver em um mundo mais amplo, em um mundo mais futurístico. Isso me faz mais tolerante.
Desde aquele dia não movi as peças no tabuleiro.
Longe um trinado. O rouxinol não sabe que te consola.
A democracia é um erro estatístico, porque na democracia decide a maioria e a maioria é formada de imbecis.
Fica-se enamorado quando se dá conta de que a outra pessoa é única.
O tempo é a substância de que sou feito.
A UM GATO Não são mais silenciosos os espelhos Nem mais furtiva a aurora aventureira;
Continuar lendo
A UM GATO Não são mais silenciosos os espelhos Nem mais furtiva a aurora aventureira; Tu és, sob a lua, essa pantera que divisam ao longe nossos olhos. Por obra indecifrável de um decreto Divino, buscamos-te inutilmente; Mais remoto que o Ganges e o poente, É tua a solidão, teu o segredo. O teu dorso condescende à morosa Carícia da minha mão. Sem um ruído Da eternidade que ora é olvido. Aceitaste o amor desta mão receosa. Em outro tempo estás. Tu és o dono de um espaço cerrado como um sonho.
Parece-me fácil viver sem ódio, coisa que nunca senti, mas viver sem amor acho impossível.
No deserto acontece a aurora. Alguém o sabe.
Que outros se jactem das páginas que tem escrito; me orgulho as que tem lido.