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Frases de Jorge Jacinto da Silva Jr.

91 frases

⁠Fuga Na maioria do tempo Tentamos demonstrar
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⁠Fuga Na maioria do tempo Tentamos demonstrar que somos fortes, Nas brigas com o mundo, Nas batalhas da vida E nas guerras dos homens. Quase entregues à sorte Sempre em estado de alerta Entendo que precisamos Em alguns momentos Um pouco de fuga, mas só por hoje é isso que me dá forças e me ajuda.

⁠Depressão A Depressão aparece como algo, Que se andar um pouco mais
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⁠Depressão A Depressão aparece como algo, Que se andar um pouco mais Pelos Parques Tingui ou Tanguá, Você subirá a qualquer montanha. Basta um primeiro passo para a frente, Que desatolamos os pés presos da lama, Pois tudo é transponível com confiança, Saímos assim de qualquer fundo de poço. Um novo horizonte fica posto a nos inspirar. No florir de buquês brancos, amarelos e roxos, Dos Ipês jubilosos coloridos dançando ao vento Que encantam nossos olhos nestes momentos. Envolto por tanta natureza que amo, No Parque Barigui ou Jardim Botânico Caminhadas que curam qualquer dor Pelo desfilar de tanta essência de vida A se revigorar como desabrochar de flor. Jorge Jacinto da Silva Jr.

Ignorância Humana Não podemos sempre nos culpar A cada forma de ignorância humana.
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Ignorância Humana Não podemos sempre nos culpar A cada forma de ignorância humana. Somos apenas uma das peças Deste quebra-cabeça que emana, Alguns momentos os quais precisamos, Moldar-nos para nos encaixar na sociedade, E em outros, ficamos totalmente perdidos No meio de tantos pedacinhos pequenos Tão confusos e parecidos. Jorge Jacinto da Silva Jr.

Óh Bem-te-vi Bem-te-vi, óh bem-te-vi, Cantando sereno no campo
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Óh Bem-te-vi Bem-te-vi, óh bem-te-vi, Cantando sereno no campo Faz-me perceber que Algo, Guarda-me cuidando de mim. É nesta calma de lindo campo No meu sorriso doce e manso Que percebo a falta de tranquilidade e tempo Que as pessoas da cidade reclamam tanto. É no acalanto silêncio da mata Que saudade dos queridos me embala. Partiram pela falta do tempo, E no romper de seus direitos Não estão mais por aqui. Há se o tempo voltasse e o Bem-te-vi cantasse de novo pra ti. Bem-te-vi, Óh Bem-te-vi, Que cuida de mim Salva-me a sorte De não encontrar também a morte Nas mãos de quem não poupa Na irresponsabilidade seu irmão. É nesta falta de tempo, No agir com o desrespeito Dos direitos de outro alguém. Bem-te-vi, Óh Bem-te-vi, Faz-me entender que mesmo Guardando-me a vida eu corro Tantos riscos assim Não por minha culpa no fim. Bem-te-vi, Óh Bem-te-vi, Que na beira do riacho, Ilumina minha mente, eu acho, Mostrando-me como o ser humano Em seus convívios é complicado. Que nos seus impulsos Faz muito de errado. Bem-te-vi, Óh Bem-te-vi, Como converso com ti. Hoje na vida tudo são opções. Aqui minha segurança é realidade. Está no arreio do cavalo e atenção, Na cidade o homem Não usa cinto, não obedece velocidade, Embriaga-se e anda na contramão. Bem-te-vi, Óh Bem-te-vi, Que fez suas opções Ser canto que me remete a lembrança Que Alguém cuida de mim. Mas é aqui na mata fechada Onde a caipirada na mesa farta Bolo de fubá, pão caseiro, Café fresco à casa perfumada, A vida aqui simples sorri. É uma simplicidade requintada Que ensina e combina com a alma Que entende que a bondade Não é simples gentileza É viver em felicidade. Bem-te-vi, Óh Bem-te-vi, Meu bem querer Que cuida de mim. Bem-te-vi, Óh Bem-te-vi, Que me faz observar o azul do céu. Com seu voo solto, livre é pouco Como se falasse que a vida é assim. Sem pressa, com essa calma de seresta. Bem-te-vi, Óh Bem-te-vi, Que na varanda florida No meio dos colibris, Com a música de viola afinada Não me faz pensar em mais nada Bem-te-vi, Óh Bem-te-vi em baile de colibris Dançam e cantam a vida E faz-se em Família a felicidade sentir. Autor: Jorge Jacinto da Silva Jr.

Sonhos Esquecidos Uma dor é não poder viver O sentir sincero de tudo viver.
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Sonhos Esquecidos Uma dor é não poder viver O sentir sincero de tudo viver. Ter a bela experiência quanto lindo É balão inflado aos olhos fugitivo Com sonhos antes aprisionados Em algum lugar onde de fato Foram deixados ao abandono atroz Por qualquer outro motivo maior Em um canto de notória solidão Intencional por própria decisão.

⁠Novas Cores Quero ficar aqui sentada, Entender este meu silêncio,
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⁠Novas Cores Quero ficar aqui sentada, Entender este meu silêncio, Esta vontade de não querer fazer nada, Mas odiando isso tudo Que estou sentindo por dentro. Lá no fundo Contudo, Confio nesta espera Que tanto quanto esperei, Onde meu mundo pálido Por um adeus flácido, Receba novas cores e Esgote-se em um abraço Ou um beijo de alguém. Jorge Jacinto da Silva Junior