DUROS DIAS Ó adorável Dora Doralice Diga-me, o que desejas?
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DUROS DIAS Ó adorável Dora Doralice Diga-me, o que desejas? Dois dias depois de alguns dias distraidos e distantes Dá a mim uma desagradável dúvida Desde a despedida, os dias dominam a degeneração do meu cotidiano E a dinâmica de minha desilusão Discute, e dispõe-se a lhe dizer: Duras tantos dias por desgosto? Ou diz não dizer, para não deixar tão a Deus dará? Durante o dia deprecio duas declives depressões Da minha e da tua Diria eu distintas Mas não dito, pois tu não me disseste das suas demandas Despercebido deserto de deplorável desgosto Desfaz-se destas ideias Debelar-se é um demérito Se diante de tais decepções desesperar-se Delata dos teus débeis desabafos Duvido eu dispensar Mas, se durante tal diálogo, dependência de você eu demonstrar Não só peço, desejo, demonstro, Diversas Desculpas.