A grande maioria das pessoas, apenas de viver liberta da prisão, está presa à aceitação; à aceitação de aceitar aquilo que é inaceitável.
Frases de Jon Vlahrc
67 frases
A maioria das pessoas são como muitas das estrelas que vemos durante a noite: brilham resplandecentemente sempre, contudo, sem que o povo à sua volta o saiba, elas já estão mortas há muito tempo.
O seu espelho é o irmão gêmeo do sistema ao seu redor. Se vê a feiura, é porque lhe ditam a beleza; se vê a beleza, é porque lhe ditam o erro.
FELICIDADE GENUÍNA Somos produtos de erros. Resultamo-nos de inúmeros fatores elaboradamente desconexos. A vida na Terra é uma grande tragédia. Nossa existência não tem sentido, temos de dar significado a ela; mas esse significado é subjetivo, cabe a cada um escolher o seu. Não…
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FELICIDADE GENUÍNA Somos produtos de erros. Resultamo-nos de inúmeros fatores elaboradamente desconexos. A vida na Terra é uma grande tragédia. Nossa existência não tem sentido, temos de dar significado a ela; mas esse significado é subjetivo, cabe a cada um escolher o seu. Não devemos importar significações externas ao nosso ser. Plantar sentidos genuínos ao nosso diário existencial é fundamental para não sermos abraçados pelas mentiras que nos rodeiam. Felicidade não se procura e não se almeja, se inventa. É na boa vontade que podemos criá-la. A melhor proposta para inventarmos a felicidade é a autolimpeza, a admissão a nossa natureza, sem usarmos máscaras; ela consiste em botarmos um ponto final em nossos falsos medos. A proposta é a escolha, e não o caminho preestabelecido. A raça humana é em suma a mais vazia. Pelo fato de não termos um ideal de vida biológico, de sobrevivência, como o dos demais seres. Nossa existência consiste, além da sobrevivência - obviamente -, na busca da felicidade. Não conseguimos ser felizes com tudo, precisamos sempre de mais e de mais coisas a nos preencher, para não cairmos no vazio oposto ao vazio de nossas vidas quando sadias. Somos todos desgraçados, porque, por mais felizes que possamos estar, somos filhos e irmãos de grandes desgraças. Se não nos ajudarmos sempre criaremos frutos ainda mais podres ao nosso redor. Fingir acreditar em pessoas e coisas é pior do que não crer em nada. Botemos um freio em nosso lado sentimental e guiemos o nosso lado racional. Temos de descobrir nas mais simples artes as verdades que sustentem-nos ante as árduas mentiras que nos cercam. Ter felicidade no infortúnio é, de fato, fazer do limão uma limonada, com o açúcar e a água buscados nas raízes de nossa sabedoria. Nosso interior não nos mente, ele é o subterfúgio de nossos fracassos. É preferível que o desespero nos dê grandes verdades, que nos purifiquem, a grandes mentiras, que nos desonrem.
As águas abundantes do catolicismo pararam e transformaram a fé apostólica romana em dengue. Em outro jardim, a fé cega evangélica ganhou visão, transformou-se em gotas oceânicas e conquistou milhares de cardumes de irreligiosos doentes aos redor de sua esfera capitalista.
Apague a ignorância que lhe aflige com sábias palavras reflexivas em silêncio, pois, embora o ato silente seja uma lousa vazia, é um erudito professor de matemática com multiplicações contra-ofensivas à estupidez humana.
VIDA DE PAPEL Escrevemos nossas vidas: alguns com lápis e outros com canetas; muitos a escrevem caligraficamente bem, vários de forma ilegível. Usamos vírgulas e pontos e vírgulas em nossas vidas de papel, algumas vezes até damos um ponto final em nossas histórias para recomeçar…
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VIDA DE PAPEL Escrevemos nossas vidas: alguns com lápis e outros com canetas; muitos a escrevem caligraficamente bem, vários de forma ilegível. Usamos vírgulas e pontos e vírgulas em nossas vidas de papel, algumas vezes até damos um ponto final em nossas histórias para recomeçarmos um novo parágrafo da nossa vivência. Êh, vida de papel! As belas poesias que nelas escrevemos podem ser amassadas e jogadas no lixo de repente. Sabemos que um dia, efetivamente, seremos arremessados nas lixeiras do acaso. É de se temer que a nossa existência seja frágil, que podemos perdê-la num piscar de olhos, isto é fato! Temam seus passos!
Aqueles que honram mais as imagens do que as pessoas de sentimentos não merecem ser respeitados. Eles são piores que animais silvestres, porque os bichos não temem as fantasias, não vivem em uma natureza idiocrática.
MACHISMO CONSENTIDO Machucadas pelas sutilezas de séculos, as mulheres brasileiras são objetos sem embrulho. Os homens que não "pegam" ninguém são um bando de frouxos. E os gays não passam de "veados". Nesta nação, demasiadamente ortodoxa, as mulheres não são dominadas com a su…
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MACHISMO CONSENTIDO Machucadas pelas sutilezas de séculos, as mulheres brasileiras são objetos sem embrulho. Os homens que não "pegam" ninguém são um bando de frouxos. E os gays não passam de "veados". Nesta nação, demasiadamente ortodoxa, as mulheres não são dominadas com a submissão insolente, mas com o estímulo a promoverem-se à vaidade. O "estilo panicat" domina a Pátria. Saradas que vivem postando fotos de suas curvas artificiais no Instagram, e noutras redes sociais, são contrariadas pelas pessoas de bom senso, não passam de frutos podres da má implementação da civilidade; são enfermas. As meninas são estimuladas desde cedo a serem submissas com suas bonecas bonitas e magras. Enquanto que os meninos se enriquecem com seus carrinhos eletrônicos e super-heróis. Os homens que não se encaixam à corja "pegadora" são jogados em cantos. Os homossexuais são espancados em esquinas. O Brasil patriarcal grita "veado"! Os homens de bom sangue gritam "socorro, não quero me envolver"! Vendo a barbárie islâmica, servos desinformados de outras religiões cogitam: "Ainda bem que não sou muçulmano(a)". Mas qual é a diferença da mulher cristã para a mulher muçulmana? A mulher cristã é um objeto desembrulhado. E do homem cristão para o homem muçulmano? O homem cristão é um cavalo não castrado. Os bons são uma minoria em todo o globo, mas sabem pensar de uma forma sensata, pouco se importam com os olhares da ignorância, buscam o seu ser natural. Sabendo usar da razão, as mulheres e os homens que não aceitam a covardia, inerentemente, vivem a ser o que são. O ódio sadio domina o coração dos que dizem não.
Moralidades imorais criam frutos chamados Imoralidades morais
Em tempo nenhum abdique do seu ego; é melhor ganhar a sua grande guerra de forma verdadeira do que morrer num campo de mentiras.
A natureza é uma eterna criança que, silenciosamente, nos grita com a sua ampla beleza poética a lhe preservar. Ela não nos promete nada e sempre nos presenteia com a sua harmoniosa grandeza a ser observada.
MENSAGEM POÉTICA Não temam suas caminhadas por não poderem brevê-las...
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MENSAGEM POÉTICA Não temam suas caminhadas por não poderem brevê-las... Em breve, todos nós, partiremos rumo ao mundo das estrelas!... Onde o brilhar do amanhã é a solitude universal...
Existem duas bases que mantêm a religião, são elas: fraqueza e esperteza. A fraqueza cabe aos fiéis e a esperteza cabe aos seus líderes.
O verdadeiro anormal É o homem normal Integrado em
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O verdadeiro anormal É o homem normal Integrado em Um local Social
O antônimo da loucura não é a normalidade, é a hipocrisia.
Viva com a sua loucura de ser normal, Que eu vivo com a minha normalidade de ser louco.
Embora, na tristeza, olhemos para o nosso passado angustiante, os segundos do nosso presente sustentam a mudança do nosso futuro melancólico.
Uma das mais duras batalhas a se vencer é a de não se deixar envolver com os sofrimentos que venham a lhe escolher. A luta de estar consigo mesmo nos mais grandiosos territórios de fracassos é uma arma que tem de ser buscada de dentro para fora e não de fora para dentro.
FALAR MAL DOS OUTROS É UMA BÊNÇÃO DIVINA O ser humano já nasce com o intuito de afligir. Parece que nascer com a língua solta é algo divino. Sentar a língua nos outros dá status aos mesquinhos, uma maneira fácil de autopreenchimento. E o pior é que essa sordidez é contagiosa, e…
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FALAR MAL DOS OUTROS É UMA BÊNÇÃO DIVINA O ser humano já nasce com o intuito de afligir. Parece que nascer com a língua solta é algo divino. Sentar a língua nos outros dá status aos mesquinhos, uma maneira fácil de autopreenchimento. E o pior é que essa sordidez é contagiosa, está em nossos caminhos. Andamos sobre espinhos de deslealdade. As nossas vizinhanças vivem a dizer: "Cada um cuida da sua vida", mas elas estão sempre a cuidar das nossas malditas existências. Bocas sujas! É certo que quem ri da infelicidade alheia tem uma vida infeliz. É tradição rir pra não chorar. O mundo nos desgraça por ele ser desgraçado.
Há pessoas que não aceitam o sistema e são boas, há outras que lutam contra o sistema e são melhores, há as que lutam contra o sistema durante quase toda a sua vida e são muito melhores. Mas há os que não fazem parte do sistema, estes são incorruptíveis.
Quanto mais nos afastarmos das fantasias que afloram em nossos quintais, de forma maior, nasceremos para a nossa esplêndida realidade, à imensurável grandeza que surge de nossa observação.
Mentes covardes têm a preferência de escolher a fugaz emoção de hostilizar a trabalhosa racionalidade de pensar.
Somos todos fortes, mas sob as rochas da esperança humana há os penhascos do amanhã; daí surgem as diferenças. Os mais abruptos, em sua maioria, entregam-se às mentiras paralelas, pouco se importando com o apego às superstições e as muitas outras falsidades à sua volta; já os inv…
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Somos todos fortes, mas sob as rochas da esperança humana há os penhascos do amanhã; daí surgem as diferenças. Os mais abruptos, em sua maioria, entregam-se às mentiras paralelas, pouco se importando com o apego às superstições e as muitas outras falsidades à sua volta; já os involúveis, de forma natural, não são vulneráveis a essas podridões massivas, buscam fugir para onde há luz, deixando sua mentira apreendida no armário de seu passado imaginário e buscando seu autêntico caráter.