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Frase de Jon Vlahrc

MACHISMO CONSENTIDO Machucadas pelas sutilezas de séculos, as mulheres brasileiras são objetos sem embrulho. Os homens que não "pegam" ninguém são um bando de frouxos. E os gays não passam de "veados". Nesta nação, demasiadamente ortodoxa, as mulheres não são dominadas com a submissão insolente, mas com o estímulo a promoverem-se à vaidade. O "estilo panicat" domina a Pátria. Saradas que vivem postando fotos de suas curvas artificiais no Instagram, e noutras redes sociais, são contrariadas pelas pessoas de bom senso, não passam de frutos podres da má implementação da civilidade; são enfermas. As meninas são estimuladas desde cedo a serem submissas com suas bonecas bonitas e magras. Enquanto que os meninos se enriquecem com seus carrinhos eletrônicos e super-heróis. Os homens que não se encaixam à corja "pegadora" são jogados em cantos. Os homossexuais são espancados em esquinas. O Brasil patriarcal grita "veado"! Os homens de bom sangue gritam "socorro, não quero me envolver"! Vendo a barbárie islâmica, servos desinformados de outras religiões cogitam: "Ainda bem que não sou muçulmano(a)". Mas qual é a diferença da mulher cristã para a mulher muçulmana? A mulher cristã é um objeto desembrulhado. E do homem cristão para o homem muçulmano? O homem cristão é um cavalo não castrado. Os bons são uma minoria em todo o globo, mas sabem pensar de uma forma sensata, pouco se importam com os olhares da ignorância, buscam o seu ser natural. Sabendo usar da razão, as mulheres e os homens que não aceitam a covardia, inerentemente, vivem a ser o que são. O ódio sadio domina o coração dos que dizem não.

Jon Vlahrc

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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O EVANGELHO SEGUNDO A DESGRAÇA NACIONAL É de se esperar que num país atrasado como o Brasil, sem saúde, sem educação, sem cultura, excessivamente violento, sem nada a oferecer aos seus frutos do fracasso, etc., que a cada maldito dia o Evangelho de Cristo fomente a esperança de…
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O EVANGELHO SEGUNDO A DESGRAÇA NACIONAL É de se esperar que num país atrasado como o Brasil, sem saúde, sem educação, sem cultura, excessivamente violento, sem nada a oferecer aos seus frutos do fracasso, etc., que a cada maldito dia o Evangelho de Cristo fomente a esperança de seu povo sofrido. Estamos a mercê de sofrer a perda da nossa luta até mesmo aos parasitas do sistema eclesiástico, os chamados pastores evangélicos, principalmente. É de se temer o pior, pois a cada dia nosso sistema corrompe-se ferozmente. Esses vermes se aproveitam das leves quedas dos povos do nosso corrupto país capitalista para arregaçar suas mangas e cometer o pecado da avareza e arrancar o dízimo dos filhos desta pseudodemocracia chamada Brasil. O humano é inerentemente fraco, precisa de consolo, mas consolo não é sinônimo de Deus, qualquer coisa pode substituí-lo, como: a arte, a filosofia, a ciência, até mesmo as boas amizades - coisa rara - ou a força interior, que cabe aos grandes homens e mulheres. O ceticismo é elitista, a crença é populista, e é por isso que os fracassados acéfalos preferem entregarem-se ao divino a buscarem-se a si mesmos. Nos momento de revolta muitos fiéis situam-se contrários ao que é divino, contudo isso não significa profanação, é somente uma birra. A incredulidade é outra coisa, é a descoberta da força interior. Crianças brincam de carrinhos e de bonecas, crescem e não querem mais brincar de carrinhos e de bonecas; crianças amam as fantasias, crescem e continuam amando as fantasias; por quê? Porque a religião é um remendo: a fé serve de placebo para tudo. Somos eternas crianças no jardim da idade adulta, que buscam acalento aos seus vazios interiores retornando a beleza da nossa base infantil. Não existem muitas escolhas quando chuvas corrosivas caem sobre desertos de sedentos. A maioria dos povos afortunados ao redor do mundo só tem uma saída: a ajuda divina. É, o mundo ainda é uma gigante creche de famintos e de desgraçados!