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Frases de JOANA DE OVIEDO

341 frases

O amor é muito simples, apenas é, não dói, não transcende
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O amor é muito simples, apenas é, não dói, não transcende suas próprias limitações.

AS MÁSCARAS DOS LOUCOS Só os loucos esquecem suas máscaras Quando vão sair.
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AS MÁSCARAS DOS LOUCOS Só os loucos esquecem suas máscaras Quando vão sair. Só os loucos! Porque há muito se despiram delas, preferindo enlouquecer em paz. Despindo-se das máscaras do tédio, Das pessoas “normais”; As máscaras do “riso” que têm que representar. Só os loucos ignoram tais máscaras... Porque é melhor sentir a brisa na epiderme das faces E olhar frente a frente no seu espelho... “Espelho mágico”, espelho insano! Onde o “outro” se pode verdadeiramente enxergar, Reconhecer a fragilidade da essência que habita-lhe o corpo; Mas tocá-la com o olhar, o que há de mais belo, sem disfarçar. Só os loucos esquecem suas máscaras... Bem no começo da estrada... E nos ventos, em vez de poeira... as máscaras dos louc... Junho de 2013

Eu também preciso. Pelo menos hoje Não vou confundir
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Eu também preciso. Pelo menos hoje Não vou confundir A cabeça de uma psicóloga. Vou posar a cabeça no travesseiro E dormir. E sentir que fiz o melhor Que consegui Que as lições de casa eu sei de cor. Ajudar quem precisa de algo cicatrizante E por isso eu também preciso De quem me ajude. De quem aprendeu também a lição E Depois de muitas lições Não significa que me tornei Perfeita, nem super- herói. Às vezes, alguma coisa ainda dói Alguma coisa... É o inconsciente coletivo. Nunca seremos perfeitos! Apenas tentamos ajudar Quem precisa com a ciência E eu não inventei a ciência Mas fiz bem a lição de casa.

E a noite se aproxima como um véu negro para cobrir o dia. Mas há uma mão para acender as estrelas. Logo, logo, toda abóboda se encherá de luz para iluminar sua noite e seus sonhos. Eu acendi uma estrela para vcs, com meu desejo de que tenham Iluminados sonhos, mas o dedo de Deus…
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E a noite se aproxima como um véu negro para cobrir o dia. Mas há uma mão para acender as estrelas. Logo, logo, toda abóboda se encherá de luz para iluminar sua noite e seus sonhos. Eu acendi uma estrela para vcs, com meu desejo de que tenham Iluminados sonhos, mas o dedo de Deus acenderá zilhões de luzes para nós

Entre Flor e abrolhos És a rosa Rosa dos meus sonhos
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Entre Flor e abrolhos És a rosa Rosa dos meus sonhos Mágica... Floriu em minhas mãos Em uma estação... Era de noite Abriu-se Entre as hastes Dos dedos Que tocava. Flor rara! Mas carrega em si abrolhos A ferir-me. Não sei quantas noite Eu chorei Desde que te toquei.

Admiráveis são os meus pensamentos Porque penso em você, e mesmo distante Sinto-te na breve brisa dos ventos.
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Admiráveis são os meus pensamentos Porque penso em você, e mesmo distante Sinto-te na breve brisa dos ventos. Até mesmo nos vendavais Que levam o polén da minha flor Nas ruas onde me prometias amor. Por isso são admiráveis esses pensamentos meus Olhando a distância da estrada pressinto suas mãos Dizendo-me adeus!

JARDIM DE ROSAS Venha perfumar meus pés com as rosas de antigamente. Aquele perfume fremente... Ou ao menos
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JARDIM DE ROSAS Venha perfumar meus pés com as rosas de antigamente. Aquele perfume fremente... Ou ao menos Jogue-as no meu caminho, e eu passarei devagarinho tentanto ouvir sua voz que o tempo atroz levou para longe. Longe? Onde, esse lugar? No jardim das rosas a perfumar os pés de alguém. Fui.... Vou... algum dia. Fui agora com meu pensamentos andei estrada afora, mas nada é tão cruel, essa vida que se cobriu de véu.. esse tempo enuviado e que cobre-me os olhos lacrimejados. Nada se compara aqueles caminhos onde nós sozinhos, nos perdemos e nos achamos no nossos jardim das rosas. Jardim que inventamos , de onde poderíamos ver o céu e as estrelas. Sim, podíamos vê-las. Plante novamente as rosas. Faça-me um jardim ! Venha comigo ao nosso jardim de rosas! Direitos reservados.

VOLTASTE Não posso mais ser feliz Foi tudo em vão tudo que fiz.
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VOLTASTE Não posso mais ser feliz Foi tudo em vão tudo que fiz. Voltei ao inverno em vez da primavera Mas quimeras fizera inferno o meu céu. Canto divinal, sua voz sublime! Afagos que tisne na alma dolente Música feliz, de ninar. Sou menino! Mas voltaste outra vez a dormir sob o véu. Tu que eras para sempre o meu céu.

FÊNIX E uma ave azul-marinho voou sobre minha cabeça
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FÊNIX E uma ave azul-marinho voou sobre minha cabeça Em busca do ninho... Planando em voos rasantes Sob a tempestade. Tudo era metade Diante dos seus olhos... O ninho no alto da montanha Sob a tempestade Tudo em metade Diante dos seus olhos de mãe E a cor das asas azuis Desbotou-se em cinzas. Reviveu fênix.

A DANÇA NOS VENTOS Sou eu a mulher que dançou nos ventos A música do tempo.
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A DANÇA NOS VENTOS Sou eu a mulher que dançou nos ventos A música do tempo. Vivi a vida, fiz tudo por ela, somente por ela. Eu me envolvi nas folhas em movimento nos ares pelo chão... Nas tempestades e interpéries. Eu vivi o tempo nos relógios das eternidades... Então concluí, não tenho lamentos, Porque dancei nos ventos e um dia hei de “dançar” no inexorável tempo.

MARES... Amarrei meus sonhos, juntei os pedaços,
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MARES... Amarrei meus sonhos, juntei os pedaços, e deitei aos mares... No seu regaço. Quisera que suas águas cobertas de sais curassem meus males. De querer sonhar De querer sorrir. E os fizessem dormir nos braços cruzados De qualquer riacho, onde ninguém nunca... Nunca mais os encontrasse!

A DOR DA OSTRA A Semente A terra
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A DOR DA OSTRA A Semente A terra As mãos. O broto: A essência da semente. E então, as mãos e o riso! Ou as mãos e as lágrimas! Mas quem sabe, a ostra, o mar, a areia... A dor da ostra A lágrima A pérola!

EPITÁFIO PARA A MORTE Essa tal morte... Queria poder, para sempre, matá-la.
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EPITÁFIO PARA A MORTE Essa tal morte... Queria poder, para sempre, matá-la. E à sua própria sorte, ninguém ousasse ressuscitá-la. Essa que destrói sonhos! Que fecha uma boca risonha, antes do seu último pronunciamento. Essa que traduz humor em dor e lamento! Poder matá-la! Oh, sorte! Oh, quem me poderia vingá-la, e escrever o seu epitáfio: “Onde estão os teus grilhões?” Oh, desgraçado anjo? Maldita morte!