O amor é muito simples, apenas é, não dói, não transcende
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O amor é muito simples, apenas é, não dói, não transcende suas próprias limitações.
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O amor é muito simples, apenas é, não dói, não transcende
O amor é muito simples, apenas é, não dói, não transcende suas próprias limitações.
AS MÁSCARAS DOS LOUCOS Só os loucos esquecem suas máscaras Quando vão sair.
AS MÁSCARAS DOS LOUCOS Só os loucos esquecem suas máscaras Quando vão sair. Só os loucos! Porque há muito se despiram delas, preferindo enlouquecer em paz. Despindo-se das máscaras do tédio, Das pessoas “normais”; As máscaras do “riso” que têm que representar. Só os loucos ignoram tais máscaras... Porque é melhor sentir a brisa na epiderme das faces E olhar frente a frente no seu espelho... “Espelho mágico”, espelho insano! Onde o “outro” se pode verdadeiramente enxergar, Reconhecer a fragilidade da essência que habita-lhe o corpo; Mas tocá-la com o olhar, o que há de mais belo, sem disfarçar. Só os loucos esquecem suas máscaras... Bem no começo da estrada... E nos ventos, em vez de poeira... as máscaras dos louc... Junho de 2013
O tempo pode enrugar minha pele, mas não minha alma, essa eterna criança!
A vida é mais que lembranças repetidas. Ela continua. É soma ao agora,
A vida é mais que lembranças repetidas. Ela continua. É soma ao agora, ao amanhã e ao depois, que se tornarão coisas repetidas também. Mas não é só isso, pois haverá outros amanhãs e outros dias para somar, e tudo volta ao começo de tudo: A vida é mais que lembranças repetidas.
Eu também preciso. Pelo menos hoje Não vou confundir
Eu também preciso. Pelo menos hoje Não vou confundir A cabeça de uma psicóloga. Vou posar a cabeça no travesseiro E dormir. E sentir que fiz o melhor Que consegui Que as lições de casa eu sei de cor. Ajudar quem precisa de algo cicatrizante E por isso eu também preciso De quem me ajude. De quem aprendeu também a lição E Depois de muitas lições Não significa que me tornei Perfeita, nem super- herói. Às vezes, alguma coisa ainda dói Alguma coisa... É o inconsciente coletivo. Nunca seremos perfeitos! Apenas tentamos ajudar Quem precisa com a ciência E eu não inventei a ciência Mas fiz bem a lição de casa.
Todos os dias temos motivos a mais para recomeçar, além dos motivos passados que ainda não reconsideramos, bem como os presentes e futuros que se tornarão imprescindíveis à existência
E a noite se aproxima como um véu negro para cobrir o dia. Mas há uma mão para acender as estrelas. Logo, logo, toda abóboda se encherá de luz para iluminar sua noite e seus sonhos. Eu acendi uma estrela para vcs, com meu desejo de que tenham Iluminados sonhos, mas o dedo de Deus…
E a noite se aproxima como um véu negro para cobrir o dia. Mas há uma mão para acender as estrelas. Logo, logo, toda abóboda se encherá de luz para iluminar sua noite e seus sonhos. Eu acendi uma estrela para vcs, com meu desejo de que tenham Iluminados sonhos, mas o dedo de Deus acenderá zilhões de luzes para nós
É preciso coragem para entregar a alma ao amor.
Nosso hoje foi apenas mais um dia a somar o tempo que durou o amor, que jurou, seria eterno, mas tbm
Nosso hoje foi apenas mais um dia a somar o tempo que durou o amor, que jurou, seria eterno, mas tbm o primeiro dia do adeus que jura, será eterno
Por vc eu iria às galáxias distantes e as desenharia ao seu formato, mesmo que demorasse bilhões de anos ou o quanto demorassem as partilhas das diferentes estrelas para formar essas galáxias. É preciso paciência.
Entre Flor e abrolhos És a rosa Rosa dos meus sonhos
Entre Flor e abrolhos És a rosa Rosa dos meus sonhos Mágica... Floriu em minhas mãos Em uma estação... Era de noite Abriu-se Entre as hastes Dos dedos Que tocava. Flor rara! Mas carrega em si abrolhos A ferir-me. Não sei quantas noite Eu chorei Desde que te toquei.
GENTE SIMPLES EU AMO ESSA GENTE... EU SOU ESSA GENTE... EU VIM DESSA GENTE... QUE CARREGA NA ALMA A DOÇURA DO VENTO NAS MÃOS A AFAGAR... A CANDURA DA BRISA NUM BEIJO A POUSAR... EU SOU DESSA GENTE!
Admiráveis são os meus pensamentos Porque penso em você, e mesmo distante Sinto-te na breve brisa dos ventos.
Admiráveis são os meus pensamentos Porque penso em você, e mesmo distante Sinto-te na breve brisa dos ventos. Até mesmo nos vendavais Que levam o polén da minha flor Nas ruas onde me prometias amor. Por isso são admiráveis esses pensamentos meus Olhando a distância da estrada pressinto suas mãos Dizendo-me adeus!
JARDIM DE ROSAS Venha perfumar meus pés com as rosas de antigamente. Aquele perfume fremente... Ou ao menos
JARDIM DE ROSAS Venha perfumar meus pés com as rosas de antigamente. Aquele perfume fremente... Ou ao menos Jogue-as no meu caminho, e eu passarei devagarinho tentanto ouvir sua voz que o tempo atroz levou para longe. Longe? Onde, esse lugar? No jardim das rosas a perfumar os pés de alguém. Fui.... Vou... algum dia. Fui agora com meu pensamentos andei estrada afora, mas nada é tão cruel, essa vida que se cobriu de véu.. esse tempo enuviado e que cobre-me os olhos lacrimejados. Nada se compara aqueles caminhos onde nós sozinhos, nos perdemos e nos achamos no nossos jardim das rosas. Jardim que inventamos , de onde poderíamos ver o céu e as estrelas. Sim, podíamos vê-las. Plante novamente as rosas. Faça-me um jardim ! Venha comigo ao nosso jardim de rosas! Direitos reservados.
VOLTASTE Não posso mais ser feliz Foi tudo em vão tudo que fiz.
VOLTASTE Não posso mais ser feliz Foi tudo em vão tudo que fiz. Voltei ao inverno em vez da primavera Mas quimeras fizera inferno o meu céu. Canto divinal, sua voz sublime! Afagos que tisne na alma dolente Música feliz, de ninar. Sou menino! Mas voltaste outra vez a dormir sob o véu. Tu que eras para sempre o meu céu.
FÊNIX E uma ave azul-marinho voou sobre minha cabeça
FÊNIX E uma ave azul-marinho voou sobre minha cabeça Em busca do ninho... Planando em voos rasantes Sob a tempestade. Tudo era metade Diante dos seus olhos... O ninho no alto da montanha Sob a tempestade Tudo em metade Diante dos seus olhos de mãe E a cor das asas azuis Desbotou-se em cinzas. Reviveu fênix.
A DANÇA NOS VENTOS Sou eu a mulher que dançou nos ventos A música do tempo.
A DANÇA NOS VENTOS Sou eu a mulher que dançou nos ventos A música do tempo. Vivi a vida, fiz tudo por ela, somente por ela. Eu me envolvi nas folhas em movimento nos ares pelo chão... Nas tempestades e interpéries. Eu vivi o tempo nos relógios das eternidades... Então concluí, não tenho lamentos, Porque dancei nos ventos e um dia hei de “dançar” no inexorável tempo.
Meu eu não existe sem teu tu, porque o tu que habitas em mim transformou-se no meu eu que foi habitar p sempre em ti.
MARES... Amarrei meus sonhos, juntei os pedaços,
MARES... Amarrei meus sonhos, juntei os pedaços, e deitei aos mares... No seu regaço. Quisera que suas águas cobertas de sais curassem meus males. De querer sonhar De querer sorrir. E os fizessem dormir nos braços cruzados De qualquer riacho, onde ninguém nunca... Nunca mais os encontrasse!
VOCÊ EM MIM Por entre trilhos te procurei Trilhos da vida, não te encontrei.
VOCÊ EM MIM Por entre trilhos te procurei Trilhos da vida, não te encontrei. Então voei entre nimbos e cirros Também te busquei Mas o amor não estava em lugar algum. Rasguei-me e a meu peito adentrei-me Nos trilhos da dor e solidão Eis que dormias abraçado ao meu coração.
A DOR DA OSTRA A Semente A terra
A DOR DA OSTRA A Semente A terra As mãos. O broto: A essência da semente. E então, as mãos e o riso! Ou as mãos e as lágrimas! Mas quem sabe, a ostra, o mar, a areia... A dor da ostra A lágrima A pérola!
SER... Ser como as flores, que buscam ser sem a ansiedade por ser,
SER... Ser como as flores, que buscam ser sem a ansiedade por ser, e não se angustiam quando não são. Ser, simplesmente... Perfumadas ou não; com espinhos ou livres... Ser, somente ser.
RE-CONSTRUÇÃO Não tenho medo que o tempo apague minha memória, afinal,
RE-CONSTRUÇÃO Não tenho medo que o tempo apague minha memória, afinal, ele constrói, reconstrói e destrói. Talvez destruir, também, seja um forma de reconstrução.
EPITÁFIO PARA A MORTE Essa tal morte... Queria poder, para sempre, matá-la.
EPITÁFIO PARA A MORTE Essa tal morte... Queria poder, para sempre, matá-la. E à sua própria sorte, ninguém ousasse ressuscitá-la. Essa que destrói sonhos! Que fecha uma boca risonha, antes do seu último pronunciamento. Essa que traduz humor em dor e lamento! Poder matá-la! Oh, sorte! Oh, quem me poderia vingá-la, e escrever o seu epitáfio: “Onde estão os teus grilhões?” Oh, desgraçado anjo? Maldita morte!