O ato de perdoar para o egoísta é tolice, mas para o sábio é escolher ser livre
Frases de Jhon Lisboa
37 frases
"Se queres criar um homem perdido, dê a ele uma arma; mas se queres fazer um sábio, dê a ele uma caneta."
Droga, é a droga para todas as idades, cores, jeitos, a droga chamada amor. Para uns, vale uma vida; para outros, ela custa uma.
"Nunca fui eu, amante da poesia, mas ela gostava de mim; entre linhas e traços, sempre nos encontramos. Porém, a felicidade nunca se encontrou nessas palavras doces e parágrafos curtos. Seria ela o meu desejo intangível ou a minha causa perdida, além da vida? Não tenho a respos…
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"Nunca fui eu, amante da poesia, mas ela gostava de mim; entre linhas e traços, sempre nos encontramos. Porém, a felicidade nunca se encontrou nessas palavras doces e parágrafos curtos. Seria ela o meu desejo intangível ou a minha causa perdida, além da vida? Não tenho a resposta, mas tenho a decisão de procurá-la, pois há honra em tentar e covardia em desistir."
As coisas banais da vida são a cortina de ilusão que todo ser humano vazio usa.
" Um homem sem sabedoria, é um homem ignorante, mas um homem sem alguém para amar, é apenas um menino"
A falta de sabedoria cria o ignorante, mas entre linhas e palavras bonitas surge o poeta.
O homem que só vê o lado ruim da vida, está pronto para morrer, mas aquele que busca a perfeição, nunca esteve vivo.
Se não víssemos nós a maldade do mundo, como não vimos nossos erros, seria a vida, uma utopia e não uma causa perdida.
" A vida é o mais belo teatro, no palco todo palhaço é rei e na plateia todo tolo é sábio "
Às vezes as pessoas precisam de um médico, e não de um juiz, às vezes elas precisam de ajuda e não de julgamento.
A ignorância nunca se limitou á palavras ditas com ódio ou ausência de educação. Ela vai mais longe do que isso, ela alcança as perspectivas sociais e intelectuais deturpadas, respinga das conversas mais informais até chegar na culta. Ela faz morada nas ações movidas pelas emoçõe…
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A ignorância nunca se limitou á palavras ditas com ódio ou ausência de educação. Ela vai mais longe do que isso, ela alcança as perspectivas sociais e intelectuais deturpadas, respinga das conversas mais informais até chegar na culta. Ela faz morada nas ações movidas pelas emoções, se expande do maior ao menor, sem escolher cor ou rostos. Angustiante és, todo aquele que vê os demais ao seu redor como tudo, menos como pessoas iguais á ele, cruel é todo aquele que faz das suas palavras esmola, e não se decide a qual Santo dá - lá. Ademais, junto dessa quimera, há algo maior, que conhecemos como a falta de empatia. Sim, isso é aquilo que você finge não ver. É o bom dia do mendigo que você ignora numa segunda de manhã, ou a compaixão que você torna escassa quando falham, menos quando se trata de você. No momento da irá se conhece o imprudente, porém no momento da compaixão se acha o sábio. O perdão só não é lícito se não convém ao seu "eu". As palavras não pesam tanto quando são "suas". O mau humor não é tão ruim assim, quando é o "seu" humor. Por fim, á empatia se aplica ao tolo no singular, mas na pluralidade se conhece o justo.
Vidas aquarelas - Há dias em que o céu está de bronze e os pássaros, calados. O vento parece envergonhado, não vai para um lado e nem para outro.
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Vidas aquarelas - Há dias em que o céu está de bronze e os pássaros, calados. O vento parece envergonhado, não vai para um lado e nem para outro. Hoje eu pintei a minha alma de cores aquarelas, pois parece a única coisa viva em meio a tantas coisas foscas. Pintei as minhas palavras de marfim, para que se alguém não puder ouvi-las, terá o prazer de vê-las. Queria, pois, ainda hoje, andar pelas avenidas num anoitecer de verão, onde a vida parece um filme e a lua, uma utopia. Quem sabe assim a liberdade decida andar sem destino por cada canto deste lugar, que parece levar a lugar algum. Ainda hoje li aquele livro, o mais vendido do mundo, vi que a esperança teve muitas parábolas e uma pesada Cruz. Ainda hoje pensei quão levianas estão essas almas, tão juvenis e carentes, parecem nem viver, e sim sobreviver. Que loucura, a escravidão acabou, mas ainda há seres escravos de si mesmos, quimera, cruel e banal, vive essa nação. Pensei por hoje, e não deixei para amanhã, quão grande foi Roma e seu triunfo, mas maior foi a queda, quando o orgulho tomou o lugar da empatia.