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Frase de Jhon Lisboa

A ignorância nunca se limitou á palavras ditas com ódio ou ausência de educação. Ela vai mais longe do que isso, ela alcança as perspectivas sociais e intelectuais deturpadas, respinga das conversas mais informais até chegar na culta. Ela faz morada nas ações movidas pelas emoções, se expande do maior ao menor, sem escolher cor ou rostos. Angustiante és, todo aquele que vê os demais ao seu redor como tudo, menos como pessoas iguais á ele, cruel é todo aquele que faz das suas palavras esmola, e não se decide a qual Santo dá - lá. Ademais, junto dessa quimera, há algo maior, que conhecemos como a falta de empatia. Sim, isso é aquilo que você finge não ver. É o bom dia do mendigo que você ignora numa segunda de manhã, ou a compaixão que você torna escassa quando falham, menos quando se trata de você. No momento da irá se conhece o imprudente, porém no momento da compaixão se acha o sábio. O perdão só não é lícito se não convém ao seu "eu". As palavras não pesam tanto quando são "suas". O mau humor não é tão ruim assim, quando é o "seu" humor. Por fim, á empatia se aplica ao tolo no singular, mas na pluralidade se conhece o justo.

Jhon Lisboa

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠quando faltam palavras e sobram lágrimas, Deus ainda está ali. quando tudo se cala, e o silêncio é ensurdecedor, Deus ainda está ali. quando tudo perece dilacerado e fosco, Deus ainda está ali.
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⁠quando faltam palavras e sobram lágrimas, Deus ainda está ali. quando tudo se cala, e o silêncio é ensurdecedor, Deus ainda está ali. quando tudo perece dilacerado e fosco, Deus ainda está ali. quando dizem "impossível, não há mais jeito" Deus ainda está ali. quando dizem "acabou", Deus ainda está ali. quando você diz, "não aguento mais" Deus ainda está ali quando a tristeza é um rio, Deus é um oceano e sempre, sempre está ali.

⁠"Eu me lancei na poesia como uma agulha no palheiro, Não quero sair daqui, quero expressar, Tudo aquilo que é difícil de falar,
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⁠"Eu me lancei na poesia como uma agulha no palheiro, Não quero sair daqui, quero expressar, Tudo aquilo que é difícil de falar, Seja do amor, o que causa dor, O que promete cura, e no final nos fura, O que causa um sorriso, que não vem sozinho, acompanhado, porém, de lágrimas Fiz meu inverno no verão, mas não de chuva, e sim de lágrimas. Esqueci dos toques da sua mão, E nas minhas letras você se tornou um refrão constante. Te perdi no inverno, e estou, estou no outono esperando, Haviam me dito que é nessas épocas que as flores aparecem..."