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Frase de Jhon Lisboa

Vidas aquarelas - Há dias em que o céu está de bronze e os pássaros, calados. O vento parece envergonhado, não vai para um lado e nem para outro. Hoje eu pintei a minha alma de cores aquarelas, pois parece a única coisa viva em meio a tantas coisas foscas. Pintei as minhas palavras de marfim, para que se alguém não puder ouvi-las, terá o prazer de vê-las. Queria, pois, ainda hoje, andar pelas avenidas num anoitecer de verão, onde a vida parece um filme e a lua, uma utopia. Quem sabe assim a liberdade decida andar sem destino por cada canto deste lugar, que parece levar a lugar algum. Ainda hoje li aquele livro, o mais vendido do mundo, vi que a esperança teve muitas parábolas e uma pesada Cruz. Ainda hoje pensei quão levianas estão essas almas, tão juvenis e carentes, parecem nem viver, e sim sobreviver. Que loucura, a escravidão acabou, mas ainda há seres escravos de si mesmos, quimera, cruel e banal, vive essa nação. Pensei por hoje, e não deixei para amanhã, quão grande foi Roma e seu triunfo, mas maior foi a queda, quando o orgulho tomou o lugar da empatia.

Jhon Lisboa

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠quando faltam palavras e sobram lágrimas, Deus ainda está ali. quando tudo se cala, e o silêncio é ensurdecedor, Deus ainda está ali. quando tudo perece dilacerado e fosco, Deus ainda está ali.
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⁠quando faltam palavras e sobram lágrimas, Deus ainda está ali. quando tudo se cala, e o silêncio é ensurdecedor, Deus ainda está ali. quando tudo perece dilacerado e fosco, Deus ainda está ali. quando dizem "impossível, não há mais jeito" Deus ainda está ali. quando dizem "acabou", Deus ainda está ali. quando você diz, "não aguento mais" Deus ainda está ali quando a tristeza é um rio, Deus é um oceano e sempre, sempre está ali.

⁠"Eu me lancei na poesia como uma agulha no palheiro, Não quero sair daqui, quero expressar, Tudo aquilo que é difícil de falar,
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⁠"Eu me lancei na poesia como uma agulha no palheiro, Não quero sair daqui, quero expressar, Tudo aquilo que é difícil de falar, Seja do amor, o que causa dor, O que promete cura, e no final nos fura, O que causa um sorriso, que não vem sozinho, acompanhado, porém, de lágrimas Fiz meu inverno no verão, mas não de chuva, e sim de lágrimas. Esqueci dos toques da sua mão, E nas minhas letras você se tornou um refrão constante. Te perdi no inverno, e estou, estou no outono esperando, Haviam me dito que é nessas épocas que as flores aparecem..."