CAMINHO sim, há luz no final do túnel, mas... no caminho
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CAMINHO sim, há luz no final do túnel, mas... no caminho há uma janela maior, paisagens e passagens que fazem do túnel vitrine
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CAMINHO sim, há luz no final do túnel, mas... no caminho
CAMINHO sim, há luz no final do túnel, mas... no caminho há uma janela maior, paisagens e passagens que fazem do túnel vitrine
CONSTRUÇÃO e assim vamos construindo, colocando peças que servirão de sustentação e base para que outras também cumpram o mesmo papel para outras e assim por diante, mesmo que nem todos estejam da melhor maneira dispostos, assim são as coisas e sentimentos, construídas a seu te…
CONSTRUÇÃO e assim vamos construindo, colocando peças que servirão de sustentação e base para que outras também cumpram o mesmo papel para outras e assim por diante, mesmo que nem todos estejam da melhor maneira dispostos, assim são as coisas e sentimentos, construídas a seu tempo, para que depois de bem sedimentadas, lá possam habitar as possibilidades.
CARACÓIS pinceladas do vento ondular
CARACÓIS pinceladas do vento ondular emaranhado dançante pulsante cumplicidade coreografada psicografada na qual sem um não há cachos cacheados desenha o ar enredando movimento suspiro de brisa brisar em espirais paralelos disformes iguais pensamento voado presenciado feito ar tá aqui
CAXIAS do sul, do trabalho, da fé, do olhar caxias do crescer
CAXIAS do sul, do trabalho, da fé, do olhar caxias do crescer do ser dos trilhos, das horas, do gol caxias de quem vem
O QUE TOCA Musicas tocam Tocam lágrimas
O QUE TOCA Musicas tocam Tocam lágrimas Tocam lembranças Tocam o por vir Tocam
AMARELO amarelo curtido, escamado
AMARELO amarelo curtido, escamado os anos passaram e amarelo é indiferente a passagem amar elo ei
CADA cada um com seu sentir cada um com seu se saber
CADA cada um com seu sentir cada um com seu se saber cada um na pele em que habita cada um com o seu cada seu
ANOTE É necessário acordar Notar
ANOTE É necessário acordar Notar Anotar O momento passa E nem sempre traz a lembrança
A CERCA uma leve e tênue linha a separar.
A CERCA uma leve e tênue linha a separar. limite para a imensidão sem fim. frágil separação imposta mas sem força para conter
LÁBIOS Que gosto teria? De palma de mão, espelho, travesseiro?
LÁBIOS Que gosto teria? De palma de mão, espelho, travesseiro? Ou... de lua estrelada, banana flambada? Seria rio fluído ou canto de pássaro emitido? Pétala de rosa ao vento, sem atrito, apenas movimento. Teria gosto de azul celeste ao sul Ou.. de novos rabiscos de renda ao sol? Tantas possibilidades e idades tempos, estações de um só instante. Ahhh sim... o gosto, pergunta para o inverno quente de agosto.
LAS MAMÁS DEL SOL Los días de sol, son los días de las Mamás. No que los otros no sean, és que en los días de sol, las ropas lavadas secan mejor.
LAS MAMÁS DEL SOL Los días de sol, son los días de las Mamás. No que los otros no sean, és que en los días de sol, las ropas lavadas secan mejor. Tá... diran: machista! Bueno, no hablo de etiquetas pegadas, hablo de alegría y recuerdos. Las mañanas de costar a despertar, invadidas por el sol y aire más frio que la cama, tenian el perfume ventilado de Mamá. Sus palavras cantadas de levantar eran sonido que todavia despiertan en anhelo musical adentro del tímpano. Era día de la tropa hacer su parte, ensuciar para volver el sol a secar. El agua en la cara, el aleteo de la ropa, el agua hirviendo, el agua y el viento jugando a hacer olas. Y así eran los días soleados, tal cual hoy, solo que ahora con mamás diferentes, las mamás que somos gracias a ellas. Los días de sol, son más divertidos, porque en las sabanas blancas luminosas, las sombras dibujan el tiempo.
LUNA Ainda lembro Lembro das malas carregadas, embarcadas e seu roçar.
LUNA Ainda lembro Lembro das malas carregadas, embarcadas e seu roçar. Lembro dos rostos em máscaras do esconder o sentir para não piorar. Lembro dos degraus que arremessavam o corredor e os lugares. Lembro do vidro que já dividia o lá e o cá, transparência física da despedida. Lembro do ronco do ônibus saindo, dos bancos reclinando. Lembro do fungar embaçado. Lembro dos acenos, como se fossem mãos a querer se tocar na distância cada vez mais desfocada. Era o destino vindo, indo. Lembro principalmente da Lua A Lua que acompanhava na noite viajada, rodada na calada estrada. De Montevideo para um novo Porto, alegre Brasil. Não conseguia dormir, então... a Lua, lá estava como que entendendo que precisávamos levá-la, pelo menos ela não ser só uma lembrança. Nove anos já passavam e não entendia como ela, a Lua, podia correr tão rápido quanto aquele ônibus. Por detrás das árvores e nuvens, ela vinha junto, parecia fazer graça, parecia que não andava, brincava de correr sem se cansar. Fez grande parte da viagem junto comigo, atravessou fronteiras, limites que o homem determina, sem precisar se registrar adentrou um novo sotaque e aqui também aportou. Aquela Lua, aquela ainda aqui está. Na verdade, ela sempre esteve, assim como cada coisa, ela está no seu lugar, como tudo. Ela veio “embagajada”, nós ficamos, nos mudamos e continuamos feito Lua. Ainda lembro.
11/09/20 abri a sacada da produtora, e fiquei a ver a árvore balançar, pequenos pássaros coloridos de amarelo, verde e cinza saltitavam a frente, o vento movia a árvore, fiquei observando os movimentos e vendo a flexibilidade da vida, onde ali tudo passa, aquela árvore imponente…
11/09/20 abri a sacada da produtora, e fiquei a ver a árvore balançar, pequenos pássaros coloridos de amarelo, verde e cinza saltitavam a frente, o vento movia a árvore, fiquei observando os movimentos e vendo a flexibilidade da vida, onde ali tudo passa, aquela árvore imponente que viu muitas histórias passarem, viu edificações a emoldurarem, e ela na sua sabedoria continua sua jornada, viver e ser vida para outros, valeu o dia, escrevi: Ramo Somos estavam eles pousados, aterrizados, pés ao solo na pátria que agora gira o ver apenas sentidos despertos ao sentir o mover o entorno e sua flexibilidade voos soltos saltos nas ramificações flexíveis, trampolins a vida a mostrar e ensinar tudo se move, foge de nós, nós apenas somos um a mais mais um ponto do ver pausando fragmentos ponto, não final, apenas pontuado rever o quão tão e tanto é movimentos revelados ao flutuar num simples olhar