Muitas vezes não conversar algum assunto não significa não querer resolver, mas buscar a melhor forma de comunicar no momento mais confortável.
Frases de Janiara de Lima Medeiros
185 frases
Se a pergunta vem no ar, a gente para pra escutar. Do cordel, vamos falar,
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Se a pergunta vem no ar, a gente para pra escutar. Do cordel, vamos falar, e a curiosidade saciar! Do livro: "Cordel de primeira viagem: estudantes em sua estreia literária pelo sertão encantado da cultura nordestina"
"Como e por que me tornei professora?" COMO ? Estava nos primeiros passos ...
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"Como e por que me tornei professora?" COMO ? Estava nos primeiros passos ... brincadeiras com sucatas! com suas cores e formas ... desconsertavam e voltavam ao compasso! objetos que construía, que só pra mim sentido faria. Com outra percepção se deu quando as letras eram desenhos que surpresa: os coloridos representavam sons. Nas mãos da mamãe as figuras brincavam: cortava, colava e dava outros tons. Chamou-as de sílabas e brincávamos de rir. Vi que sozinhas, as vogais tristonhas com essas tais consonantes precisavam interagir. E sobre o papel sem cor a mãe me provocaria e eu coloria, a sorrir. Certo dia papai chegou e um grande presente na parede fixou. De tão verde parecia a mata Com seus bastões coloridos que no quadro verde podia tingir. De tão alto me obrigava nas pontas dos pés ficar e de joelhos eu descia para desde sua base as minhas letras começar a desenhar. Crianças chegavam de lá e de cá. Vizinhos e primos queriam brincar. Os colocava sentados no chão e ali começava a brincar de ensinar. E assim foi... pela descoberta das letras com a mãe colorindo, montando e desmontando pra ler por meio do pai a brincadeira completava quando as crianças amontoavam e dali eu dizia que ensinava a escrever. POR QUÊ ? Na escola aprendia conversando com a “tia” que a todo tempo me chamava porque parada eu não ficava. Seu tom de voz, medo não causava porque tia Heralda, tranquila sempre estava. Me pedia para ajudar na sala e no recreio eu podia ter minha fala. Assim descobria uma nova ação entre professor-aluno uma relação. De origem não genética mas de natureza dialética. Então pude conhecer que “todo professor é sempre aluno e todo aluno, professor, pode ser” 68 Estas palavras do Seu Antonio que em suas cartas eu pude ler para me preparar e entender sobre as inquietações deste universo do saber. Assim com Gramsci um pouco mais entendi por que docente eu me vi e tão logo o coração aquiesci. Poema publicado no livro "Fragmentos de Inspiração: versos e poesias."
"Quando o amor chegar " Busca preservar o seu âmago, o olhar de carinho e de curiosidade
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"Quando o amor chegar " Busca preservar o seu âmago, o olhar de carinho e de curiosidade que aponta o interesse de tudo do outro conhecer, à expectativa da segurança de que é preservada a sua essência. Mantenha o brilho no olhar. Se há risco, busque resgatar, Alimenta, afaga, deixa ampliar. Não permita a incerteza chegar. Se houver, há que reparar A segurança é o que espera alma do amor esquentar. Não deixe o coração ferir. Mas se inevitável for. Repensa, questiona, reflete, volta pra onde teve que intervir. Não permita o encanto partir. Esse caro sentimento é admiração que deve ser cuidada pra fazer o amor sorrir. Busca o sentido de completude, em que fazer o outro feliz é realização, pensar em cuidar do amor é decisão como as ações que nascem no coração. Nesse mundo individualista, em que almas pouco pu nada se respeitam, atenta entender do amor o que pensar ser difícil; retoma as músicas que alegria traziam; cumpra o tempo diário de pensar e permitir falta sentir; mantenha a chama de querer planejar e juntos sonhar; e não abra mão do desejo de estar perto que é um dos que deve persistir Porque quando o amor chegar, não creia que é fácil manter de forma intensa e feliz. Preocupa para a pureza e doçura manter, sem interesse e, espontaneamente o necessário afeto aquecer. Poema publicado no e-book "Fragmentos de Inspiração: versos e poesias"
O verdadeiro desafio do pensar é converter a percepção fragmentada em uma consciência crítica e ativa, capaz de atuar como agente de transformação.
"Seu olhar" Alguns passos: caminhos cruzados, um cumprimento: mera gentileza,
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"Seu olhar" Alguns passos: caminhos cruzados, um cumprimento: mera gentileza, um fato: olhares trocados, de fato, uma cortesia ingênua. Você veio, eu fui, um breve sorriso nos damos, com leve aceno de mão reforçamos, a energia e doçura do olha que se constitui. Um olhar tão brilhante, que chamou pra perto, marcante, talvez inconsciente, mas, importante, se por um lado era ternura, talvez do outro, insinuante. O olhar que despertou meu interesse, prendeu também minha atenção, ao sorrir, consentiu entrar, neste estado que não estava a esperar. Aguardando que se chegue a cada dia, cedo, tarde ou noite que se ria, de uma espontaneidade trocada, da pureza do sentimento alcançada. Sem qualquer pretensão, desconhecemos o que temos ou o que carregamos, nos divertimos de várias maneiras, sem máscara, maquiagem ou adornos, usufruindo do que simplesmente somos. Consigo falar do que foi e o que é, mas não o que possa ser, o que preciso mesmo dizer, enquanto seu olhar para mim se expressar, é ao teu lado que hei de querer estar. Poema publicado no e-book "Fragmentos de Inspiração: versos e poesias"
A prática da leitura e da produção textual refletem na cultura e na linguagem, contribuindo à formação humana na perspectiva integral em que os sujeitos aprendem a construir formas de pensar, além de articulações linguísticas capazes de recriarem novas condições sociais. Extrato…
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A prática da leitura e da produção textual refletem na cultura e na linguagem, contribuindo à formação humana na perspectiva integral em que os sujeitos aprendem a construir formas de pensar, além de articulações linguísticas capazes de recriarem novas condições sociais. Extrato do livro: "Fábulas para se ler além da escola", Editora Schreiben
E guarda tua pedra bruta Que o valor só tu sabes que tem Quem olha não reconhece forma e cor
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E guarda tua pedra bruta Que o valor só tu sabes que tem Quem olha não reconhece forma e cor E só sente tu a energia do amor e da vida que pra ti retém Trecho do poema "Cuidando da pedra de valor que só pra você tem" publicado no e-book "Fragmentos de Inspiração: versos e poesias"
Os multiletramentos direcionaram à multiplicidade cultural de diferentes públicos e multiplicidade de significações, com reflexos dos seus diferentes signos linguísticos, objetos e interpretações. Extraído do livro: "Fábulas para se ler além da escola", Editora Schreiben
Desejo que as inspirações convertidas em versos e poesias apresentadas nesta obra pioneira nos provoquem tão variadas reações, motivem a leitura, a reflexão e produções artísticas como expressão dos sentimentos favoráveis e antagônicos inter e entre si, envolvendo-nos no mesmo v…
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Desejo que as inspirações convertidas em versos e poesias apresentadas nesta obra pioneira nos provoquem tão variadas reações, motivem a leitura, a reflexão e produções artísticas como expressão dos sentimentos favoráveis e antagônicos inter e entre si, envolvendo-nos no mesmo vento em que, como bem traduzido por Luiz Fernando Veríssimo “Os tristes acham que o vento geme, os alegres acham que ele canta”, em razão nossos diferentes estilos e subjetividades. Trecho do prefácio do e-book "Fragmentos de Inspiração: versos e poesias"
"O grito da caserna" Me cansei das palavras bonitas escritas em verde-oliva Em verde-oliva pra escrever bem sobre as mulheres
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"O grito da caserna" Me cansei das palavras bonitas escritas em verde-oliva Em verde-oliva pra escrever bem sobre as mulheres Medíocres muitas palavras pintadas Que mulheres da caserna superaram desafios e fazem parte da história Da história de quem? Pra quem? Calam-se pra erguerem o troféu do preconceito Preconceito de gênero, de formação, de vida. Sob os sóis de formaturas Finge-se adestrar mulheres Adestradas pela hierarquia e disciplina Mulheres que tratadas pela Força seriam firmes Seja firme para quem? Por quê? Que mal tem em não ser firme se a mulher pode ser o que ela quiser Exerça sua função! Mas não escrotize. Exceto se sua essência for escrota. Me cansei da farsa que obrigada camuflar os sentimentos Que diz que ninguém chora, não pode cansar, não deve parar Me cansei dos olhares hipócritas e preconceituosos Gritei Voz não tem eco no horror Voz não tem dono no terror Fantasmas não têm voz Porque gritar só pode ser “Sim Senhor!” Não cansei de marchar pra meu destino Escolhi levantar a bandeira em silêncio Depois do medo, da opressão, de depressão Larguei a bandeira da mulher farsante que não sou E assumi que não sou produto da grande fábrica de robôs Por quê? Porque tive medo, senti opressão, vivi depressão Por quê? Porque sou frágil, humana, espontânea, natural. E neste brado não se escondem minha aversão Náusea às sociopatas sedutoras de plantão! Seus chamarizes estão nas estrelas Cujos trajes ordenados só lhes despertam as oportunistas por ocasião! Essa mulher nunca fui eu Por quê? Porque sou frágil, humana, espontânea, mulher. Sr comandante que não me perdoe! Eu quis me libertar, eu não nasci esta mulher que o holocausto criou Forjada no aço da exclusão e da tortura Estou aqui As memórias da caserna fazem parte de mim Não quero mais os regulamentos desregulados Regras que encobrem e protegem os mais altos e ambiciosos Os que preferem encobrir erros a perder uma promoção. Sr comandante que não me perdoou! E de “vermelha” me rotulou Não teve estratégia para me “converter” E o grito de dentro da caserna eu precisei ter. Um grito de liberdade foi o silêncio da despedida suprimida O grito supostamente silenciado fora substituído pelo grito que ganhou mais força com a soma das memórias. Eu nasci mulher, biologicamente mulher No entanto, eu me fiz mulher, audaciosamente mulher Mulher que pensa Mulher que chora Mulher que se cala pra ter voz na hora certa Mulher que sente Mulher que deveras consente Consente pelo cansaço do fardo. Foi a esperança de ganhar força o meu grito de mulher forjada no campo da batalha castrense grito que ecoa sem poder escolher que escutem todos, a partir de agora, o “eu” que a esta mulher pertence. Poema publicado no e-book "Fragmentos de Inspiração: versos e poesias"
"Inocente útil" Inexiste outro adjetivo para classificar Embora descaracterizando-se da essência original
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"Inocente útil" Inexiste outro adjetivo para classificar Embora descaracterizando-se da essência original do conceito inicial à inocência útil enxergar. Aqui não se erguem bandeiras político-partidárias que se pudessem explicar aqui, talvez, somente a política relação por parte dos oportunistas de plantão! Oportunistas são seres de visão! Veem num relacionamento necessário a fonte de informação Buscam impactos por influências Que lhes abram portas à continuada formação e que os ingênuos favoreçam à sua produção. Tão inocente: não se viu manipular Por caridade, facilitou aos astutos “necessitados” Fantasiou e iludiu-se: as relações fluidas eram de pureza aos “interessados”. Através da relação de interesse foi sugada a malícia racional capaz de acreditar na perversidade humana porque na estrutura de pureza, via-se somente o estereótipo angelical. Por meio da sua integridade não enxergou a malícia humana e o poderoso envolvimento cruel dos atentos em beneficiarem-se com toda gama. Ingenuamente, compartilhou conhecimento espontaneamente, acreditou na construção de relações sólidas inocentemente, dividiu seu material e trabalhou para “amigos”. “Amigos” que sentavam ao seu lado desde a caronista fingidora de emoções, aos artistas do teatro da vida! Os ingênuos são aproveitados nas fases em podem ser úteis e os astutos deleitam-se do melhor que os puder usar. Os lobos, abastecidos de seus ardis, sondam terrenos férteis de ignorância sobre a maldade humana. Raposas fingem-se dóceis e amigáveis para conhecer suas fragilidades. Caroneiros da boa fé, inclusive. Astutos que utilizam da parábola cristã e fazem-se de cordeiros. São hipócritas e dizem o que não praticam. São sociopatas e investem em vestes para representar. Utilizam-se do discurso divino para promoção da confiança . E brincam “eu tenho cara de ser gente boa mas sou uma pessoa má”. Lobos covardes, medíocres e aproveitadores sabotam-se em suas falsas convicções. Golpeam injustamente os que estenderam a mão: Os prestativos, porem inservíveis, já não têm mais espaço. O diário cruel da caserna em que opressores se oprimem porque se “a farinha é pouca, meu pirão primeiro”. Inexiste camaradagem. Mentira! Cada um por si e salve-se da próxima escala de serviço ou missão. E assim vida verde-oliva segue processa novos contextos e necessidades. Pelo instinto de sobrevivência na caserna “ex-caronista descobre outras relações de necessidade útil, desprezando quem se tornou inútil desde que deixou a farda verde-oliva”: frustado depoimento da ingenuidade iludida. Experientes no processo de tirar proveito, rompem com as relação de utilidade, são malditos ferem inocentes. Ferimento de mágoa, dor, ressentimento transformados em reconhecimento da exploração emocional: a inocência útil começa a processar rancor. Porque insignificante torna-se tudo o que pensa-se de bom ter construído. Disfarçados do discurso hipócrita da bondade em nome de Deus escandalizam a pureza do amor divino real. A sua religiosidade suja e profana do egoísmo e do individualismo. Desfarçam-se por meio do mandamento cristão de amor ao próximo. Farsantes! O próximo são seus próprios ‘eus’ usurpadores de mentes e corações dedicados à concretização do único amor importante: autoamor. Amor próprio, egocêntrico e capaz de convencer o inocente útil Usá-lo, envolvê-lo, conquistá-lo e, descartá-lo. É justo que sejam sempre bonificados? Pensando no sentido da formação para a vida Cada um que escolhe teu caminho e utiliza seus dons... Poderia ser indiferente e desejar-lhes só o bem ... mas neste momento manifesto minha necessidade de evolução espiritual: que os lobos recomecem e sejam surpreendidos que lhes seja permitido recomeçar novos ciclos que estes novos ciclos reproduzam a ojeriza que nutro que este nojo multiplique-se e solidifique-se que suas máscaras caiam que possam envelhecer essencialmente solitários que sejam cercados por nova geração de lobos que lhes seque que suas almas (caso as tenham) sejam de lamento por seus vazios que vejam a força que fizeram nascer aos inocentes úteis que matem-se na alcateia que morram-se. Poema publicado no livro: "Fragmentos de Inspiração: versos e poesias"
O cravo brigou com a rosa, levou tapa e fez careta, Disse: “Nunca mais te falo!”, saiu com muita treta. Mas no baile da alegria, veja só que confusão:
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O cravo brigou com a rosa, levou tapa e fez careta, Disse: “Nunca mais te falo!”, saiu com muita treta. Mas no baile da alegria, veja só que confusão: Tavam juntos, lado a lado, dançando de mão na mão. Paráfrase em cordel da canção popular “O cravo brigou com a rosa” publicada em "Cordel de primeira viagem: estudantes em sua estreia literária pelo sertão encantado da cultura nordestina"
"Sarau da linguagem" Compromisso com a educação Vai além da nossa visão
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"Sarau da linguagem" Compromisso com a educação Vai além da nossa visão É ir à escola e observar O quanto de vozes precisamos escutar. É abrir a porta de cada sala E sorrir com cada cadeira ocupada E de volta receber um aceno De cada educando com atitude empolgada. Empolgados pela motivação das aulas Ou pela curiosidade que desperta Quando uma novidade Vem como por uma janela aberta. Ao abrir a janela muitas possibilidades aparecem De tantos contextos que acontecem São textos e intertextos que se apresentam Neste livro de narrativas que nem sempre acalentam. Olhares, vozes, aromas, sabores e abraços Cada enredo com seus entrelaços Que de sorte podem anotar Os que da escola desejam vivenciar. Seja pela visão, tato, audição, paladar ou olfato Cada educante com suas histórias Que buscam caminhos Pra desencadear num novo fato. É a leitura e escrita da vida Que a todos se apresenta em convida Pra continuar por meio desta lida Sem intenção de despedida. Porque neste percurso sem fim A trajetória começa nos primeiros passos Foi assim pra você e pra mim Quando iniciados os primeiros laços. Laços de afago e de ternura Que almejam expressar na cultura Por meio da arte e literatura Os momentos ricos da leitura. Que desde a educação infantil iniciava A enveredar pelos caminhos das infâncias Perpetuando no ensino fundamental As memorias que adormecem nestas instâncias. Acordadas ficam as lembranças Que expressas pela escrita Trazem aos corações e mentes O reforço da nossa esperança. Esperança na educação Capaz de mudar o cidadão Que começou pela leitura e escrita O mundo novo, de transformação.
"De valor singular" Pedra preciosa és tu Quem com alegria inaugura
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"De valor singular" Pedra preciosa és tu Quem com alegria inaugura minhas manhãs Pedra preciosa tu és Quem não me deixa sentir ao revés. Vem com a energia Com a que inicia o dia Trazendo a raridade infinita Desde a sua tenra idade Com exuberante beleza Exibe a sua maestreza Que não se deixa perder A sua dureza é fortaleza Da mais valiosa pureza Refletindo um brilho sem igual E me fazes esquecer que sou mortal Não preciso lapidar Porque teu valor é singular E nada quero perder Pra toda sua luz receber Se pode parecer egoísmo É na verdade altruísmo De quem sabe ser recíproco Este caro amor que não troco Quem quiser ter o teu que lute E que esta Plenitude desfrute Porque o presente que tu ganhas não se dá Não se troca ou compartilha Se tem um valor singular esta preciosidade que não sei nomear Poema publicado no e-book "Fragmentos de Inspiração: versos e poesias"
A filosofia da práxis não contempla o mundo como está — ela o interroga, o critica e o transforma com as mãos conscientes de quem age.
Parecia que a palavra ‘bruta' Trouxesse o sentido do não bom Que escapa do leve tom
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Parecia que a palavra ‘bruta' Trouxesse o sentido do não bom Que escapa do leve tom Como se precisasse provar por disputa O valor do seu rico dom Silêncio! Escure as pedras que brincam abaixo do meu caminhar E as grandes que de longe vejo, quando vento as vai acariciar Não tenhas medo da aparência disforme Mas observe cada lado que promove Um brilho espetacular Parecem ser rudes Indelicadas ou Grotescas Mas se engana Quem não sentiu a força que te passa Com energia gigantesca Assim o amor chega Quieto, sem forma e desnudo Pra que quando tu menos percebas Vê que tornou o maior amor do mundo Não precisa usar como adorno Pra que todos vejam seu requinte Já que o valor que tem de retorno Tá contigo, mesmo q não sejas pedinte E que não peças Nem ofereças Com discrição Sem propagar O que tem de tão bom E não quer tornar popular Pra tua luz não ofuscar Ou de tanto invejarem, apagar E guarda tua pedra bruta Que o valor só tu sabes que tem Quem olha não reconhece forma e cor E só sente tu a energia do amor e da vida que pra ti retém Poema "Cuidando da pedra de valor que só pra você tem" publicado no e-book "Fragmentos de Inspiração: versos e poesias"