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Frases de Isabel Morais Ribeiro Fonseca

3.189 frases

Livro em branco Leio em silêncio esta página Pagina em branco vazia
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Livro em branco Leio em silêncio esta página Pagina em branco vazia Sem palavras Onde as letras vivem no silêncio No papel reciclado Perfumado Falo soprando os versos dos poemas Transparentes escritos Onde as palavras derramam risos Dores Mágoas Saudades Que passam nas nossas veias Veias cheias de sangue Onde Onde gritam bem alto As palavras de amor Num livro Sem silêncios Onde quer ser lido Não esquecido Numa estante de pó Sem vexame e sem dó!

Ao sabor dos teus gestos. A minha alma é impaciente. Com amor sem limites.
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Ao sabor dos teus gestos. A minha alma é impaciente. Com amor sem limites. Doce que vê em sonhos. Sorrateiros com o meu coração. O teu cheiro ficou entranhado. Entranhado na minha pele. O teu sorriso. Sabores da doçura dos teus beijos. Vislumbra a tua alma. Flutuando ao sabor. Dos teus gestos Carinhos Abraços Olhares Ternuras. Ao sabor dos teus gestos. A minha alma respira amor. Respira o teu corpo perfumado!

Tu.........sim tu porque plagias as minhas dores... As minhas mágoas e sofrimentos. Tu sabes que o meu sofrimento não é igual ao teu
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Tu.........sim tu porque plagias as minhas dores... As minhas mágoas e sofrimentos. Tu sabes que o meu sofrimento não é igual ao teu Porque eu não sou tu. Tu.......sim tu porque plagias o meu amor. Ele é só meu......e não é igual ao teu. Tu.......sim tu porque plagias a dor da minha alma. Se a tua não é igual à minha, cada alma é única. Tu.......sim tu porque plagias as minhas palavras escritas. Em poemas, versos ou desabafos. Se tu não sentes da mesma maneira que eu sinto. Quando escrevo os meus sentimentos. Tu......sim tu, porque plagias a minha vida... Os meus pensamentos, as minhas dúvidas. As minhas noites mal dormidas.... De solidão de tudo que escrevo. Tu.......sim tu porque plagias tudo o sinto.....! Quando tu és diferente de mim! Partilha os meus poemas, versos ou pensamentos. Respeita o nome de qualquer poeta e de quem escreve.! Eles merecem todo o nosso respeito e carinho. Afinal não há duas pessoas iguais.... Somos todos diferentes, com sentimentos diferentes.!

Não sei porque choras. Choras ou chove. De um tempo tão distante.
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Não sei porque choras. Choras ou chove. De um tempo tão distante. Passado errante. Tristeza por definir. Recordação que me faz sentir. Lembro Recordo De tantas, tantas coisas Que foram, ou não foram Chuva ou choro Porque Porque tive tanto medo. Resta o infortúnio Infortúnio do que não foi. Talvez seja Por medo do que podia ser. Será tudo tempo Tempo Como cada chuva tem o seu momento. Momento Gotas soltas, caídas no chão. Será chuva ou choro. Será Do tempo distante Passado Presente Por medo do tempo!

Folhas secas de telas vazias. Pintadas de várias cores. Peças intocadas de argila.
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Folhas secas de telas vazias. Pintadas de várias cores. Peças intocadas de argila. De barro, de mar. Foram postas diante de mim. Como o nosso corpo um dia esteve. Onde todos os cinco continentes e os horizontes.... Giraram ao redor da tua alma. Como a terra ao redor do sol, da lua. Agora o ar que provei e respirei mudou de rumo. Todas as imagens foram banhadas de preto. Onde tatuei tudo e o amor transformou o meu mundo em escuridão. Como podes amar alguém, que foge dos teus carinhos. Dos teus braços. Que te ignora em muitos momentos. Como podes amar alguém, como eu meu amor. Onde as minhas mãos estão amargas e secas. Esfolam-se demais para alcançar as nuvens. Os pensamentos estão entrelaçados ao redor da minha cabeça. Onde embalam todos os cacos de vidro!

Calçada fria Piso as pedras da calçada De uma vida
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Calçada fria Piso as pedras da calçada De uma vida Já sem vida Procuro um caminho Sem mágoas Talvez sem direção Sinto que não tenho nada Mas talvez tenha Tenho tudo na minha mão Um inferno Um céu Com uma cruz Numa amarga sinfonia Que ninguém tocou Que nunca ninguém escreveu Amarrada de mim mesma Dentro e amargurada Piso as pedras da calçada De uma vida sentida Já sem vida Que comigo vai morrer Na suja e fria calçada.!

O tempo vai devagar, talvez depressa demais, e eu com saudades de te beijar. O tempo passa a voar,
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O tempo vai devagar, talvez depressa demais, e eu com saudades de te beijar. O tempo passa a voar, e não há quem descubra a fórmula mágica. de o fazer parar. Deixa-me tocar os teus lábios, para juntares com os meus meu amor Sinto a falta de um beijo teu, com o sabor das romãs onde a nostalgia do outono. Percorre a minha alma como as folhas secas no chão de todas as cores. Preciso da doçura dos teus lábios, das palavras ditas com carinho, muito tuas. O tempo passa a voar e não há quem descubra, a fórmula mágica de o fazer parar. O tempo vai devagar, talvez depressa demais, e eu com saudades de te beijar!

Amor.. Tu és como um raio. Que clareia a escuridão.
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Amor.. Tu és como um raio. Que clareia a escuridão. Tu és como o sol. Que espanta o meu coração. Tu és a chuva. Que sustenta a minha emoção. És como as gotas de orvalho. Que abranda a minha solidão. Nos teu braços viajo. Viajo em pensamento. Neste mar imenso. Mar intenso. No teu corpo onde... O sangue corre nas veias. Faz-me bater forte o meu coração. O teu perfume é como um aroma de uma rosa!!

Porto de felicidade..... Pintaste no meu corpo, o teu nome... Com ele senti-me segura e protegida....
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Porto de felicidade..... Pintaste no meu corpo, o teu nome... Com ele senti-me segura e protegida.... Como a chuva que aparece com saudade... Leve.....miudinha.....mansa....que ensopa... Todos os meus sonhos...deste dia.... Descreves o meu nome no meu corpo.... Com palavras na minha memória..... Pelo som.....cheiro e sabor... Palavras que correm....escritas..... Com a tinta de uma pena suave....pelo meu corpo Sangue quente que corre nas minhas veias Como uma .....doce fragrância de amor... Ecos das palavras que escrevo.... Onde sinto-me invadida com sentidos.... voz silenciosa... Que pintas o meu corpo de belas cores... Selamo-nos com a pintura com beijos...molhados.... Molhadas de um olhar sereno......porto de felicidade..!!!

Nascemos um para o outro... Um palácio de um reino de quimeras... Como o outono ri da primavera...
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Nascemos um para o outro... Um palácio de um reino de quimeras... Como o outono ri da primavera... Feitos de barro... ou argila... Corpos pagãos na carne... E talvez na alma... Eu sou teu... e tu és meu... O nosso amor é um mundo... De castelos... de quimeras... Onde não deixamos crescer as heras... Beijamos as pedras do nosso pranto... Florimos... o nosso jardim... E no meu ventre nasceriam deuses... Onde a vida é um contínuo... Encantamento de sonhos que tombam... Destroem de uma louca derrocada!

Desejo-te. Esta noite como nunca desejei. Como nunca te quis.
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Desejo-te. Esta noite como nunca desejei. Como nunca te quis. Ou talvez como nunca te senti. A luz do luar é inspiradora. A noite é ardente. Intensa Mágica Transbordando uma secreta fantasia. De um momento arrebatador. Dos desejos mais íntimos. Mais secretos Sussurrantes Murmurantes Desejo-te. Esta noite como nunca desejei. Como nunca te quis. Como nunca te senti. Ou talvez como nunca te quis.!

Melodia dita da alma ao vento. Escrita no jardim de um pensamento. Rego as folhas secas do caminho.
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Melodia dita da alma ao vento. Escrita no jardim de um pensamento. Rego as folhas secas do caminho. Da minha vida Da minha luta Dos meus valores Refazendo as forças sem culpas. Veneno em forma de vinho. Servido no cálice do azevinho. Onde o meu sorriso é um antídoto. Que as portas e as janelas da mente. Abram-se para a luz. Escrevendo as cartas de uma estrada Curta Estreita A melodia nasce de uma nota de afeto. De carinho. Essência de um sentimento mágico. De uma sensibilidade. Amo a melodia... Quando descalço as minhas tristezas. E quando não digo... A melodia ama-me mais. Mais meu amor. As palavras não ditas. Por não serem ditas, são esquecidas.!

Amo-te meu amor.... Como uma brisa mansa e suave..... Vento apaixonado onde acaricia....
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Amo-te meu amor.... Como uma brisa mansa e suave..... Vento apaixonado onde acaricia.... As ondas do mar.... Chuva caída do céu... Feitas em gotas de orvalho.... Entardecer sereno.....nostálgico.... Carente como uma ave solitária procura do ninho.. Aurora que resplandece de beleza... Com estas emoções antigas e esperanças Afagos da alma apaixonada...... Quero-te..... Anseio-te na paixão... dos meus poemas.!!!

Palha que arde Na fogueira da vaidade Olhares que gritam
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Palha que arde Na fogueira da vaidade Olhares que gritam Em silêncios abafados. Pausas ruidosas feitas Em palavras que incomodam. Pedras no caminho Mudas de sentimentos Um minuto sobre o ventre. Dou voltas no vazio Tenho frio nos meus sonhos. Frio na minha cama A saudade deixa pedacinhos. Pedaços de nós Os ladrões do sono. Saquearam a minha noite. Ocuparam um espaço vazio. Na minha alma sonâmbula. Um deles teve pena de mim. Do meu silencio Do meu coração irrequieto. Afinal amamos tanto Tanto o nosso tempo. Que ficamos sem tempo. Para amar e viver Palha continua arder Na fogueira do orgulho e da vaidade!

Meu amor é duro quando acordo. Quando acordo e tu não estás. Perco-me nas linhas.
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Meu amor é duro quando acordo. Quando acordo e tu não estás. Perco-me nas linhas. Nas linhas dos nossos lenções. Onde tento escrever com o pensamento. Desenho o teu rosto. As tuas mãos. O teu sorriso. Sinto... O perfume que deixaste tatuado. Tatuado no meu corpo. Todas as manhãs quando acordo e tu não estás. Sinto-me presa em sonhos. Sonhos onde as lágrimas secam no rosto. Junto à cama com os nossos corpos saciados. Eu podia jurar que em cada brisa que passa. Oiço o teu nome. Com imensos sentidos, tão perto de mim!

O corpo inerte sem movimento. Soterrada pelos cobertores. A noite está fria, escura e silenciosa.
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O corpo inerte sem movimento. Soterrada pelos cobertores. A noite está fria, escura e silenciosa. Pelo vidro da janela vejo a neblina. As sombras agitam a minha alma. Ouço os gritos desconexos do pensamento. Onde dormita a minha poesia. Os versos calam, as letras congelam. A saudade das tuas flores do canto, muda das minhas preces!

Somos anjos de asa caída.... Podemos voar sempre...... Mas às vezes perdemos o dom de voar...
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Somos anjos de asa caída.... Podemos voar sempre...... Mas às vezes perdemos o dom de voar... O amor foi-se embora..... Deixou-me sem asas... Já não podemos voar juntos... Ficou muita dor.... Na ferida da asa perdida... Do anjo.... Fiz um pacto com a Lua...... Engravido-me com as palavras.... Onde formadas.... Redondas..... Uterinas..... Saem os poemas para a minha salvação.... Onde guardo de noite..... O odor da terra molhada... Perdida como eu estava.... Sem saber o que iluminar A lua apareceu na madrugada...... Veio fazer-me companhia na minha jornada..... O silêncio perdido de nós os dois.... Amanhece na minha janela Onde outrora sonhei com quimeras.... Sopros antigos..... Motivos de nostalgia........ Entre becos sem saídas... Espantando a dor dessa ferida ... Onde tu és a poesia.... Somos anjos de asas caídas.... Onde podemos voar...voar sempre...!!!

Perdi-me no tempo sem volta. Sem volta perdi-me no tempo. Páginas em branco desta dor.
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Perdi-me no tempo sem volta. Sem volta perdi-me no tempo. Páginas em branco desta dor. Sentida sem perfil, sem aroma. Crepúsculo de lírios perfumados. Lágrimas pálidas, gotas sem destino. Sem caminho na penumbra de uma sombra. Plagiam os sonhos, com um pacto de morte. Cicatrizes de uma página em branco costurada!