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Frases de Isabel Morais Ribeiro Fonseca

3.189 frases

Tu és o meu poema (...) que eu jamais, conseguirei escrever.
SENHORA DA MINHA VIDA Preciso dormir Para não esquecer-me de quem sou
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SENHORA DA MINHA VIDA Preciso dormir Para não esquecer-me de quem sou Dona do ar......Da escuridão Da claridade.....Da imensidão Dona de mim mesma Do maldito.....Do bendito A minha cama é a estrada Que me leva a ti No caminho do infinito Onde canta a voz de um luar Alma de orvalho Trago-te nos meus braços cansados Flores sem os galhos Deixei para trás os espinhos Os espinhos...Ficaram nos galhos. Das rosas vermelhas que me deste A pior dor é a dor da alma Esmigalha....Ferida Preciso dormir... Para não esquecer quem sou Dona da minha alma orvalhada de mim mesma.

AMAR, SONHAR E VIVER Quero sorrir, amar, viver Porque não tenho tudo, mas
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AMAR, SONHAR E VIVER Quero sorrir, amar, viver Porque não tenho tudo, mas Não me falta nada, sinto-me Amada e sei viver, dos meus Poemas que guardo, do cheiro Do café, das manhãs doces Da terra molhada, depois da chuva Das ruas desertas de madrugada. Das noites em que o silêncio tem O tom de um poema feliz e triste De amor, as horas que envelhecem Ganham pó, ganham asas, ganham sorrisos e eu e tu no silêncio de mãos Dadas, só um resto de amor e paixão Que ninguém sabe que existe ou existiu ..........Sinto falta de tudo, de nada.

SENHOR Senhor, neste novo dia Perdão senhor porque
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SENHOR Senhor, neste novo dia Perdão senhor porque Sou uma pecadora, perdão Porque cometi muitos erros Perdão pelo mal que eu já causei Eu quero louvar-te com todo O meu coração, quando não Posso ouvir-te, o teu silêncio É como as nuvens que escondem O sol e tornam, o meu dia tão Tão escuro quanto a noite O teu amor é tão grande que As ondas do sofrimento não Chegarão até mim, peço-te com Toda a minha alma que aumentes A minha fé, prostro-me aos teus Pés. Tudo o que eu tenho é teu Quero viver para ti, pensar Só em ti, tu és aquele que Levantou-me quando eu caí ...........Guia sempre todos os meus passos.

TEMPESTADES Quero gritar para o vento Nesta imensidão de emoções
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TEMPESTADES Quero gritar para o vento Nesta imensidão de emoções Grito com todas as forças E liberto-me desta solidão A mágoa que persegue-me E as minhas lágrimas que Caem pelo rosto, lavando-me A alma, deixando-me mais leve Não vejo nada, apenas esta imensa Escuridão, que apoderou-se do Meu coração Quero fugir E libertar-me destas amarras Que prendem-me de sentir esta Dor imensa, que leva-me para o fundo Deste poço escuro que é a solidão Que apaga a esperança que tenho Por dentro da minha alma perdida Quero sair daqui e ser feliz Encontrar a alma que perdi Ela quer, ser encontrada, para voltar .........A sentir brisa do vento.

SENTIMENTO DE UM SORRISO As águas passadas, não movem Moinhos, as pedras cruzam-se
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SENTIMENTO DE UM SORRISO As águas passadas, não movem Moinhos, as pedras cruzam-se No caminho, com o teu sorriso Encantei-me, com a tua voz grossa Apaixonei-me, de te ter junto de mim E sentir-te, dos sentimentos Que dominam-me, que envolvem-me Com paixão e amor, com a tua ternura Enfeitiçaste-me, com o teu olhar Deixaste-me com fome de sentir A tua boca doce, com o desejo de sentir As tuas mãos e o desejo de sentir o teu Coração bater, de esquecer o mundo Só para estar contigo Meu amor, minha paixão, minha saudade. .......... Ama-me simplesmente.

CHUVA DE OUTONO A bater na minha janela Gosto de sentir os pingos da chuva
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CHUVA DE OUTONO A bater na minha janela Gosto de sentir os pingos da chuva Ao olhar para a rua eu vi-me Naquelas folhas secas.... Sem vida, que são varridas pelo chão..... No silêncio, eu não ouço os meus gritos..... A solidão, é como a chuva que admiramos De vez em quando há necessidade de chorar...... E quando a lua, as estrelas e o sol brilham.. São a luz que sentimos, na alma e no coração...... O importante é não olhar para as estrelas como cruzes.... É sentir a cruz que carregamos.... Como os pingos da chuva da nossa própria solidão.

FRAGAS NA SOLIDÃO DO RIO Das nascentes e das margens vou molhar-me neste sol e nesta água
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FRAGAS NA SOLIDÃO DO RIO Das nascentes e das margens vou molhar-me neste sol e nesta água Com um manto de areia vou cobrir-me O meu corpo é um rio onde de lamparina Banhei-me nas suas águas cristalinas Que corre entre os lagos da esperança Que anda e corre para o mar Cobri de rosas a minha alma Os meus olhos de lírios A minha boca de sorrisos As minhas lágrimas desaguam de dor Gosto do silêncio mas não onde me encontro Silenciar a saudade foi a maneira Que encontrei para suportar esta dor Acreditar no amor não é terminar na solidão Entre as fragas do rio correm as águas Turvas e claras é como a lamparina que Clareia a dor no meio da escuridão e da solidão.!

"VENTOS NOSTÁLGICOS" Noites vazias Ventos nostálgicos
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"VENTOS NOSTÁLGICOS" Noites vazias Ventos nostálgicos Tempestade sombrias Sopram ao ouvido Melodias encantadas Revelam os segredo Das noites perdidas. Inimigos amigos Feitos em sonetos Sentidos por fragas Esquecidos no tempo Caminho do amor Alma mortalha Sentes prazer Talvez não sintas nada. Palha enxuta Enquanto queimada. Trepas o céu Sem cordas, sem nada. Esqueces o mundo Que nos embala e afoga. De sede, sem nada.

O VELHO DA BANDEIRA Colori a minha linda bandeira De papoilas vermelhas no verde campo
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O VELHO DA BANDEIRA Colori a minha linda bandeira De papoilas vermelhas no verde campo Entre o trigo, a cevada e o centeio Feita da mais pura seda já vista algum dia Vejo a partir da minha janela um velho De olhos enrugados com pedaços do céu Com o coração aberto ao longo inverno Talvez à espera do quente verão Tarde em silêncio, misturada de oração Caminhada alegre, tocando o chão Oprimido, anda nas tramas do seu corpo Cronologia alinhada de uma metáfora fragmentada Dignidade presumida de um vendaval Terapia de discursos roubados em sonhos de liberdade Incontrolável sentença, na sua débil resistência.