Amor ardente Paixão vivida Beijo na boca
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Amor ardente Paixão vivida Beijo na boca Salgada e doce Chora o tempo Tempestade no mar Grita a noite Saudade vazia..!!
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Amor ardente Paixão vivida Beijo na boca
Amor ardente Paixão vivida Beijo na boca Salgada e doce Chora o tempo Tempestade no mar Grita a noite Saudade vazia..!!
Que os Reis Magos Nos tragam amor, paz, esperança Fé, saúde, felicidade
Que os Reis Magos Nos tragam amor, paz, esperança Fé, saúde, felicidade Que seja uma renovação para toda humanidade Com gratidão nestes tempos de incerteza Hoje é dia de Reis E dia de abrir as prendas Cá em casa, estão todos em pulgas Para abrir as prendas... Feliz dia dos Reis
A música acalma a nossa alma dos gritos do nosso coração
Quero ser a tua felicidade A tua vida, a tua luz Os teus sorrisos
Quero ser a tua felicidade A tua vida, a tua luz Os teus sorrisos A tua alegria O teu eterno amor Neste universo
Quando eu morrer Os meus versos Serão de belas rosas
Quando eu morrer Os meus versos Serão de belas rosas Nos olhos de quem Tanto me amou
Amo-te Nas caricias que damos Como um jogo fatal
Amo-te Nas caricias que damos Como um jogo fatal Entre nós meu amor
Somos um só corpo Um só coração Uma só alma
Somos um só corpo Um só coração Uma só alma No eterno universo Entre as estrelas
Quando um dia eu morrer Não quero lágrimas, nem tristezas Nem lamúrias, nem flores
Quando um dia eu morrer Não quero lágrimas, nem tristezas Nem lamúrias, nem flores Quero ver um sorriso em cada rosto Daqueles que eu tanto amei.
Sermos pais é olhar os filhos Vê-los crescer com a felicidade Do dever cumprido
Sermos pais é olhar os filhos Vê-los crescer com a felicidade Do dever cumprido Obrigado, meus filhos, por nos dar a honra de sermos vossos pais, meus amores.
Boa noite com os anjos que tanto zelam
Boa noite com os anjos que tanto zelam por nós
Sou uma flor nos teus olhos Por ti o meu amor cresce Cheio de belas flores
Sou uma flor nos teus olhos Por ti o meu amor cresce Cheio de belas flores Os teus olhos são livros de amor
Velai-me Nossa Senhora Nesta noite que começa Deste meu cansaço sentido
Velai-me Nossa Senhora Nesta noite que começa Deste meu cansaço sentido Protetora dos meus silêncios Embalando o meu sono
MEU DEUS Abençoa-nos, Senhor Neste mundo atormentado
MEU DEUS Abençoa-nos, Senhor Neste mundo atormentado Pela dor e pelo sofrimento Pela falta de fé e esperança Abençoa-nos para sermos melhores Mais humanos, mais humildes Abençoa o nosso lar, a nossa família Toda a humanidade que precisa Do teu amor e da tua misericórdia Amém
AS OLIVEIRAS * Velhas ou novas, troncos rijos Raízes pregadas à terra lusa
AS OLIVEIRAS * Velhas ou novas, troncos rijos Raízes pregadas à terra lusa As oliveiras cantam o ungir das dores Terra de aromas, encantado sentir Pedras na mão de palavras de uma vida Verdes, pretos frutos Verdes óleos, verdes folhas Feridas, machucadas, esquecidas Por séculos que tanto alimentou Celtas, Iberos, lusitanos, Celtiberos, Helenos Godos, Romanos, Visigodos, Alanos e Árabes Desde o Faraó Ramsés II a Moisés Com o seu coração torcido agarrado ao chão Há um azeitar de olhares pelo olival Das graciosas azeitonas de cores Oliveiras fincadas na serenidade do silêncio Onde a máquina e o homem as acordam Depois é o milagre da natureza, azeite virgem Nas vasilhas, talhas, potes outrora de barro Ou nas talhas de azeite feitas em folha-de-flandres Que permanecem até à nossa atualidade Benditas sejam as oliveiras que nos dão o azeite Néctar dos deuses da nossa gastronomia.
Prefiro a minha própria solidão A pessoas hipócritas e falsas.
A VIDA O que a vida me deu Uma ferida no peito
A VIDA O que a vida me deu Uma ferida no peito Uma cicatriz na alma Uma liberdade na mente Um lameiro de escuridão Uma fraga fria de solidão Um perdido conflito Um diário esquecimento Uma lareira de frias cinzas Noites solitárias de insónias Uma casa de barro, palha Um coração amargurado Apenas restaram em mim Espaços vazios esquecidos Sonhos soltos perdidos A preto e branco Que gritam em desespero
Ler é liberdade é conhecimento contra a ignorância.
Ler é ter asas Asas que nos levam para longe.
O meu corpo é feito de livros Paginas lidas de grande sentimento
Ler é atravessar um mar de palavras da sua própria criatividade
Ler é afundar Na própria imaginação Para habitar numa aventura
A solidão do coração não se cura com analgésico
QUANDO EU MORRER Quando eu morrer Não me pesará a terra
QUANDO EU MORRER Quando eu morrer Não me pesará a terra Nem as fragas Nem o mármore Nem as flores Quando eu morrer Nada mais importará Quem sou Quem fui Quem terei sido Pois eu já estarei morto.
AMEI-TE? SIM. DOIDAMENTE Amei-te? Sim. Doidamente!
AMEI-TE? SIM. DOIDAMENTE Amei-te? Sim. Doidamente! Como as rosas que floriam No belo jardim o nosso. Amei-te? Sim. Doidamente! Com a intensidade das ondas Do mar querendo afogar-me nele. Amei-te? Sim. Doidamente! Como um sonho acordado que vive As suas emoções intensamente. Amei-te? Sim. Doidamente! Com as horas, minutos, segundos Sem pudor dos que nada pedem. Amei-te? Sim. Doidamente! Com lágrimas, sorrisos, dores Das velhas penas em prece. Amei-te? Sim. Doidamente! Por toda a vida se Deus quiser E mesmo depois da morte te amarei.