Somos uma sociedade que cada vez tem mais pessoas infelizes
Frases de Isabel Morais Ribeiro Fonseca
3.189 frases
A depressão é aquela que criamos na nossa mente.
A depressão da alma não se cura com analgésico
QUERO ALINHARVAR-TE Quero rasgar os poemas
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QUERO ALINHARVAR-TE Quero rasgar os poemas Costurar as poesias Despir os versos Remendar os sonetos Unir as sílabas Alinhavar os duetos Descoser os pontos Juntar os nossos olhares Cerzir os teus desejos Bordar as tuas carícias Alinhar os teus beijos Encostar a minha boca à tua Cosendo o meu corpo ao teu.
A aspirina não cura a autoestima
NOSSA SENHORA Nossa senhora livra-me Das labaredas do inferno
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NOSSA SENHORA Nossa senhora livra-me Das labaredas do inferno Acalma a minha alma E aquieta o meu coração Fortalece com fé Todas as minhas quedas Amém
SINTO-ME GRATA Sinto-me grata por tudo Dou comigo no entardecer da vida
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SINTO-ME GRATA Sinto-me grata por tudo Dou comigo no entardecer da vida Com os meus cabelos brancos E as rugas no meu rosto O meu corpo já não é o mesmo Sente-se cansado pelas lutas diárias Não fiz tudo o que queria ter feito Mas tento aproveitar todos os momentos Que me são dados com fé e esperança Sinto-me grata por tudo que a vida me deu E deu-me tanto, mesmo quando eu não merecia A vida é uma festa a dois
A indiferença é o sono da morte As memórias o sono da alma A saudade o sono do coração
A indiferença é uma morte única
É na loucura que se sente a morte Já a saudade fica no silêncio
NATAL DIVINO MENINO JESUS Tocam os sinos, Aleluia Já nasceu o Menino Jesus
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NATAL DIVINO MENINO JESUS Tocam os sinos, Aleluia Já nasceu o Menino Jesus Nesta noite gelada E fria de Inverno Nasceu despido e Divino Na minha alma E no meu coração Eu te dou abrigo Num cantinho a lareira Para que não tenhas frio Meu lindo Menino Jesus No presépio deitado Num céu estrelado Minha criança pura Divina e cristalina Anjo Deus Menino Tocam os sinos, Aleluia! O Deus menino nasceu Aleluia! Aleluia!
Tocam os sinos, Aleluia! O Deus menino nasceu Aleluia! Aleluia!
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Tocam os sinos, Aleluia! O Deus menino nasceu Aleluia! Aleluia! A magia do Natal está em nós Dentro dos nossos corações Temos que acreditar na sua existência Com fé, amor e esperança.
Amar-te é respirar em ti num perfeito sentido meu
Amo-te hoje Amei-te ontem Amar-te-ei toda a eternidade
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Amo-te hoje Amei-te ontem Amar-te-ei toda a eternidade Enquanto eu respirar
Ergo os olhos ao céu Carrego a cruz Sou abençoado
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Ergo os olhos ao céu Carrego a cruz Sou abençoado Nesta noite com Jesus
Amo-te com as raízes que durarão toda a eternidade
O mal do homem é pensar que é eterno
CONTO DE NATAL Era uma noite fria e escura Numa aldeia perdida ou talvez esquecida
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CONTO DE NATAL Era uma noite fria e escura Numa aldeia perdida ou talvez esquecida Em Trás os Montes Onde uma menina passava o seu primeiro Natal Depois de chegar de África (Luanda) Era tudo novo, diferente, frio, escuro Ela que tinha vivido com sol, calor, praia Sentia-se perdida num mundo, para ela diferente A casa dos avós até era muito acolhedora Mas ela sentia falta da sua casa Do seu quarto, da sua escola, de tudo Em casa dos avós, o colchão era de palha Tinha um cheiro muito esquisito Lá vivia uma menina sonhadora Morava com os pais e com os seus irmãos Era uma noite fria Às portas da guerra da independência Que viria muito brevemente a acontecer Mudando-lhe a vida e marcando-lhe para sempre Era a noite de Natal não havia presentes E muito menos a árvore de Natal Ou o Presépio, mas havia alegria e amor Os pais davam muito carinho aos seus filhos Mesmo sem a árvore de Natal e sem presentes Contavam-se histórias à lareira, o riso era constante Foi uma noite que nunca mais esqueceu Aquela menina de dez anos Numa noite fria e escura, mas quente no seu coração Era a noite de Natal fria E gelada numa aldeia em Trás-os-Montes Passada em casa dos meus avós numa noite de Natal.
Sabes amor... Hoje só quero Cobrir-te de beijos!
Nós só existimos Quanto alguém Nos recorda
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Nós só existimos Quanto alguém Nos recorda Com amor e saudade
Só tu és a minha doce paixão Somos apenas um em dois corpos
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Só tu és a minha doce paixão Somos apenas um em dois corpos No calor dos teus braços meu amor quero e queria viver e sonhar onde navega a minha ousadia Que doce é a tua companhia Com corpo, alma, inteiro completamente.
TRAGO NO REGAÇO URZES Trago no regaço, um ramo de urzes Nos versos que vou escrevendo
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TRAGO NO REGAÇO URZES Trago no regaço, um ramo de urzes Nos versos que vou escrevendo Perfumadas flores silvestres Que abrigam fadas entre as estações São as dores, os amores que o vento trás Numa sinfonia entre as águas do rio Preces bordadas nos vales, lameiros, serras Fragas esculturais no verdejante versar São as urzes que até as rosas sentem ciúme De tamanha beleza desta terra fria Onde o céu pintou de amor o sol de Inverno Os corações hibernados nas raízes das urzes Não há outono sem urzes ou dança das fadas Não amor sem ter uma eterna ou terna poesia Trago no regaço um ramo urzes floridas Pequenas e belas flores cor de rosa e brancas
O amor Não têm fim Nem a morte
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O amor Não têm fim Nem a morte Fica para sempre eterna.
DESENCANTO Pois é... O encanto que virou desencanto
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DESENCANTO Pois é... O encanto que virou desencanto As leituras feitas Que não deixam saudade A sua maldade que virou pena De quem vive em desalento De tanto tormento Neste mundo de quem vive Caindo no desencanto Pobre coitado Não passa de um amaldiçoado Sem o seu próprio encanto Não lhe desejo mal Pois tem o coração remendado Desencanto existe, eu desencantei-me Pela mera arrogância disfarçada De tanta maldade em forma de pessoa e papel.