"Entre os escombros do que fomos, carrego cicatrizes que sussurram saudade, mas também a promessa de que, mesmo em ruínas, a vida sempre encontra um jeito de florescer."
Frases de Iago Aloisio
11 frases
"Sou apenas o eco de um amor desfeito, vagando entre memórias que nunca partiram, preso em um tempo que já não me reconhece."
"No abismo do meu limbo, cada sombra sussurra a promessa de um novo amanhecer, despertando a coragem para renascer em meio à escuridão."
Ultimamente, tenho vivido no modo automático. Respiro, mas não sinto. Caminho com um vazio no peito que ninguém enxerga. É como se minha alma estivesse exausta de mim mesmo. O silêncio da noite me envolve, mas não me acalma. Estou aqui, mas ao mesmo tempo, tão distante. É uma p…
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Ultimamente, tenho vivido no modo automático. Respiro, mas não sinto. Caminho com um vazio no peito que ninguém enxerga. É como se minha alma estivesse exausta de mim mesmo. O silêncio da noite me envolve, mas não me acalma. Estou aqui, mas ao mesmo tempo, tão distante. É uma presença ausente, carregando um fardo que os olhos não alcançam. Resta o vazio... quando tudo o que um dia fez sentido desaparece e só a solidão permanece. E no final, me pergunto: quem sou agora? Porque aquele que eu era... já não existe mais.
“O sucesso não é um destino que se conquista, mas um confronto diário entre o que você é e o que insiste em se tornar — e, no absurdo dessa luta sem garantias, é a persistência que dá sentido à própria existência.”
My Devil Talk's Hoje encarei, frente a frente, aquilo que um dia me chamou de futuro.
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My Devil Talk's Hoje encarei, frente a frente, aquilo que um dia me chamou de futuro. Ele chegou antes de mim. Inteiro. Limpo. Insubmisso. O café entre nós não era bebida — era intervalo, era a distância exata entre quem eu fui e o que restou de mim. Acendi um cigarro. Ele não suportou. Não o cheiro — mas o símbolo. Disse que eu havia aprendido a conviver com aquilo que antes me destruiria. Que eu transformei renúncia em hábito e cansaço em identidade. Meus silêncios — segundo ele — não eram profundos. Eram covardes. Minhas palavras, repetições de um homem que já se traiu tantas vezes que começou a chamar isso de adaptação. Ele não tinha pressa de chegar. Tinha urgência de não se tornar eu. E isso… isso foi o que mais doeu. Porque ali, diante de mim, não estava alguém que me admirava — mas alguém que me reconhecia e recusava. Olhou minha vida como se fosse um território negociado, cada princípio vendido em parcelas silenciosas. Perguntei, quase implorando sem voz: — você volta? Ele sorriu. Não foi gentileza. Foi sentença. O tipo de sorriso de quem ainda não foi quebrado o suficiente para aceitar menos do que é. Pagou o café — como quem encerra um ciclo que eu nunca tive coragem de terminar — e partiu. Sem peso. Sem dúvida. Sem mim. Na mesa, ficaram vestígios: uma coragem que eu abandonei cedo demais, um sonho que eu dobrei para caber no medo, e uma pergunta — crua, implacável, irreversível: — em que momento você decidiu sobreviver em vez de ser? Fiquei. E pela primeira vez, não havia distração possível. Apaguei o cigarro. Mas o que queimava não estava entre meus dedos. E então compreendi — o silêncio não veio me consolar. Veio me julgar.
“Entre tantas pessoas no mundo, é dela que o meu córtex pré frontal, vulgo coração, sente falta de um jeito que não dá pra explicar. Saudades para mim tem 5 letras, um cheiro doce, sabe como se vestir e se portar.”
Tive um céu que se tornou inferno, tive paz que se tornou em angústia e crises, respeitei mas ao mesmo tempo n fui respeitado, sofri calado, hj dps do inferno ter passado vejo o quão mal me encontro no cenário que me traz me saudade, me torno um eco de um tempo que não me pertenc…
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Tive um céu que se tornou inferno, tive paz que se tornou em angústia e crises, respeitei mas ao mesmo tempo n fui respeitado, sofri calado, hj dps do inferno ter passado vejo o quão mal me encontro no cenário que me traz me saudade, me torno um eco de um tempo que não me pertence mais, virei escravo de lembranças, memórias felizes e enfim entendi que estou acorrentado a uma falsa esperança de um dia voltar a conseguir ser tão feliz quanto era, por mais horrível que tenha sido e tudo se tornado um inferno psicológico e emocional eu vejo que sinto falta, sinto falta daquela voz, sinto falta da intensidade do amor que era recíproco e mútuo. Agora me pergunto, 7 anos esperando, admirando, desejando. Após isso veio 1 ano, 1 ano que começou bem, veio um tempo de afastamento que me trouxe varios problemas num geral, após isso veio bonança e esperança para terminar após estar tão cansado emocionalmente que ja se passaram quase 2 meses e ainda estou mal, não tiro ela da cabeça, as promessas de ser pra sempre, casar, ser feliz, tudo ecoa na mente de madrugada, as coisas perderam a cor, voltando ao questionamento, realmente valeu a pena ter vivido tudo jsso, ter tentado construir seu maior sonho e estar tão mal que não consegue nem sair de cama e quem dirá de casa, fica a pergunta, realmente valeu a pena?
Carrego a dor de não estar ao lado de quem sonhei dividir meus dias, e vivo preso entre a esperança e o medo — sem saber se o destino vai nos cruzar de novo, mas tentando não me perder de mim mesmo enquanto espero.
Sinto-me como um eco perdido entre o que fui e o que se quebrou, carregando um silêncio que dói — mas ainda tentando encontrar um lugar onde eu possa respirar de novo.
Talvez a maior decepção de existir seja descobrir que aquilo em que depositamos sentido também pode ser aquilo que nos ensina o absurdo de esperar. No fim, a vida não precisa nos destruir; basta nos deixar perceber, em silêncio, que algumas coisas que julgávamos abrigo eram apena…
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Talvez a maior decepção de existir seja descobrir que aquilo em que depositamos sentido também pode ser aquilo que nos ensina o absurdo de esperar. No fim, a vida não precisa nos destruir; basta nos deixar perceber, em silêncio, que algumas coisas que julgávamos abrigo eram apenas lugares onde ainda não havíamos aprendido a sentir frio. E continuamos — não por esperança, mas porque até a desistência exige uma razão, enquanto o coração, esse velho condenado, insiste em sentir mesmo quando a razão já entendeu.