O brilho de cada dia
Contraria a noite escura
Afastando a solidão
Recuperando a magia,
Empurra a amargura
E apaga a escuridão
A vida quando nos sorri
Mostra-nos a felicidade
Onde jamais alguém descobriu
Eu, sinceramente, já a vi
Em mais bela e tenra idade
Coisa que nunca ninguém viu
A estrela mais brilhante
Que o céu esboça
É uma estrela reluzente
De todas a mais cintilante
A única que é nossa
Aquela única que a gente sente
O vício do brilho encantador
Daquele seu lindo olhar
Refletindo a alegria
É reconfortante da dor
Parece as ondas do mar
A espalhar eterna magia
Acendam-se as velas!
Alumía a candeeia!
Aí dormiam elas
Numa casa da aldeia.
A luz faltou
Não sei o que fazer,
Preocupado estou.
Mas vamos escrever!
Caneta, papel e imaginção
À luz da vela reunídos.
Oh, que satisfação!
Despertai os meus sentidos!
Sentidos despertados,
Pela alma da chama,
Transparecem no papel
Através de quem ama.
Que te digo eu?!
A cera derrete pelo tempo vão.
O que me alegra é somente o teu...
O teu coração no meu coração!
"À luz das velas" - Guilherme Pereira (19.12.2019)
Junto a mim, lado a lado,
Tenho a tua companhia.
Sinto-me verdadeiramente amado
Através da tua magia.
É uma grande emoção
Aquilo que nós sabemos,
Trago no meu coração
Tudo o que vivemos.
Sempre vens no meu peito,
Guardada por minha mão,
Muitas vezes fico sem jeito
Mas tu és a razão.
Sinto o sangue pelas veias,
Também a emoção da alma,
Ainda bem que rodeias
Oh amor que me acalma.
Isto não se consegue expressar,
É um amor a não dividir.
Apenas vos resta imaginar
O que eu estou a sentir.
Cada detalhe teu
Faz meus olhos brilhar,
Para ti estou cá eu,
Para sempre te amar!
Assim será até ao fim.
Até a vida findar.
Tu guardo dentro de mim
E prometo, para sempre, te amar!
"Inspirações" - Guilherme Pereira (19.12.2019)
Ao centro de Portugal
Estás no teu canto plantado.
Como tu não há igual
Ribatejo amado.
Forcados, toureiros e campinos
Te prestam grande ovação.
Exaltem-se os hinos!
Cantemos com emoção!
Santarém, tua capital,
Leva ao colo rio inquieto,
Envia-me um postal,
Para conhecer esse teu neto.
Oh meu querido ribatejo,
Das lezirias a bulir,
Leva-me a ver o tejo
E à leve brisa sentir.
Reliquia velhinha és,
Estimação tens de ter,
Tudo se rende a teus pés
Porque como tu querem ser!
Neste teu recanto
Aqui eu estou.
Escrito todo este meu canto
Dedicar-te-o eu vou!
Ribatejo à beira Tejo - Guilherme Pereira (13.12.2019)
Mais que um sopro
Ou que uma ventania,
A força maior do corpo
Que o coração sentia.
A força da amizade
Onde reina a magia,
Que seja para a eternidade
Para que haja alegria.
Também no peito,
Além do meu fiel coração,
Tenho eterno respeito
E enorme evocação.
Isso é uma grande prova
Da amizade vivida,
Não é uma trova
Mas, é a vida sentida.
Leal e fraterno
Serei ate ao fim,
Pelo coração eterno
Que há dentro de mim.
Disso te garanto,
Nunca duvides disso!
Esta amizade, portanto
Não é apenas um compromisso.
É amizade de ouro
Pela qual lutarei,
Es um grande tesouro
Que eu encontrei!