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Frases de Giovane Silva Santos

2.361 frases

⁠O jogo não para Regras conhecidas. Apito.
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⁠O jogo não para Regras conhecidas. Apito. Pequenos sofrem. Grandes clubes, grandes empresas favorecidas. Contabilidade disproporcional. O jeitinho. Débito, crédito, balanço igual, não. Igual para igual, desigual desigual. Rico e rico, pobre e pobre. Tribunal. Sangue nobre. Se a indiferença sobre. A lei do homem é marginal. Sabe se, a experiência de eras, profissional. Jogo na ponto, na defesa, no ataque e no meio. A bola viaja no espaço. Parte na velocidade do tempo. Oriente, ocidente, lançamento. Quem domina, quem mata a menina. Anos e anos, disputa, Brasil, o rei, a taça, o gol fez. Quantas taças, alegoria do negro. Tudo misturado, times novos, um, dois, três. Flamengo, urubuzada, quem será a bola da vez. Luxúria, vaidade sedutora. Enigmáticas sociedades. Reality. Grandes potências, produtoras. Fliperama, nitendo, caças níqueis. Aprendi nica. Bem. Cada lance, na cal, cobra, pica. Arremessa, lateral. Quem nada significa. O jogo, a tecnologia, 1, 2, 3, 10% Bola no campo, bola pro mato, bola na rede, apita seu juiz, marca a infração. Amarelo, vermelho cartão, a marcação justa, que justifica o perdão. Na hora marcada, sim sim, não não, caiu caiu, nada de tapetão. Jogo perigoso, grandes e poderosos favorecidos, no tribunal do homem o jeitinho. Conto com var. Será que a tecnologia é má. Corrompe a natureza e não deixa o homem errar. Quá. Ela também pode conduzir a bola. E aos jogadores enganar. O vento, o som, o peso. Deixa pra lá. Bandeira, marca juiz. Brasil raiz. Natureza genuína. Querem sepultar. Giovane Silva Santos

⁠Um pouco de poesia e vida 30 O tribunal. Quem defende, quem acusa.
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⁠Um pouco de poesia e vida 30 O tribunal. Quem defende, quem acusa. Quem dá a sentença. Quem criou o pau de arara. Qual a origem, qual a frequência. A pressão, opressão tronco. Depressão, pânico. Armadilha, mulher, família. Afinal. Quem é quem no tribunal. Quem das as cartas, quem humilha. Quem vende a alma. Quem persegue, quem é o devorador. O migrador, cortador, destruidor. Alguma igreja abre a bíblia pra revelar. Do povo, da história, a memória. Quem causou, Brasil. Hoje, quem provoca tanta dor. Giovane Silva Santos

⁠Um simples pensar O percurso da vida de cada um. Claro, não se pode generalizar.
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⁠Um simples pensar O percurso da vida de cada um. Claro, não se pode generalizar. Existem berços incomum. Contudo, a maioria precisa enfrentar. Sim, freneticamente, a sociedade eloquente. A modernidade, a herança milenar. O sangue, a lei, a maldição, a vingança, o pecado sem razão. A natureza carnal do homem caçador do semelhante, escravidão. Não espere misericórdia. Não espere compaixão. As presas humanas são sedentas. Que diga um senhor menino de quarenta. Medonho, covarde, sepultado e ainda vivo enfrenta. Esse sistema, esse esquema, poder oculto, sociedade em sena, secretos, discretos, força oculta, atos perplexos. Olha, se eu elaborar, buscar a memória desde menino, certamente o aplicativo sincero e correto, o homem desprovido do amor genuíno. Enfim, o senhor ja sabia, quando disse todavia, se os pais aos filhos abandonarem, ele o eterno acolheria. Então senhor, quão a minha insignificância, do homem a miséria lança, socorre o órfão, o perseguido, o inocente, o desnutrido, e tantos outros feridos. Nesse jogo inescrupuloso, a balança do tribunal da força, fere velhos, jovens, crianças e moças. A volúpia, a conduta, a moeda, o grande Império. O sonho marginal, a sociedade atual, cemitério. Porque acho, que não aceita o evangelho. Giovane Silva Santos

⁠Um pouco de poesia e vida 29 A luz, a lâmpada, a energia. O som, a frequência, o sinal.
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⁠Um pouco de poesia e vida 29 A luz, a lâmpada, a energia. O som, a frequência, o sinal. O chip, a veia, o fluxo da mente. A química, a matemática, a física. O que percorre no espaço geográfico. Sistemática filosofia de vida moderna. Arte de viver, morrer, paz, guerra. Septilhão, quadrilião. Septilionésimo, Quadrilionésimo. Escala curta, escala longa. A que nível está este jogo, o tonga. A história, a verdade. O povo, a civilização, a era. O avanço, a ciência, a tecnologia. Magia, eu senti, tu ri, eu sofria. Experimentos humanos. Realidade, remédio ou insumos insanos. Quem colocará as cartas na mesa. Qual, quantos tribunais. Quem abate o curral que triunfa o profano. Giovane Silva Santos

⁠Quem sou, quem fui, quem serei Fui primeiro, fui últi mo, fui produto do meio. Continuo na fila, não sei que posição larguei.
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⁠Quem sou, quem fui, quem serei Fui primeiro, fui últi mo, fui produto do meio. Continuo na fila, não sei que posição larguei. Escroto, medonho, covarde. O sonho, o anseio, vibra, dói, arde. Hoje é cedo, ontem escreveu, amanhã pode ser ou não ser tarde. Fui preconceito, também tratado desse jeito. Menosprezei, desfiz, fui menosprezado, quebrado nariz. Malandro, relapso, vagabundo. Também um sentimento de pai, profundo. Insensato, inseguro, agredi meu caráter. Paguei caro, um jogo milionário. Achei que poderia fazer, organizar, da familia fazer diferença. Não sabia, da estripulia, a história, geração e memória, um preço pagaria. Fui crime, fui fraqueza, fui a natureza ordinária. Talvez não conhecia desse tribunal, impiedosa avareza, que se vale da fraqueza, profundamente, esmaga a gente na medida binária. Fui torto, fui direito. Olhei pra trás, pra frente, mundo Brasil perfeito. Eu cordeiro manco, manchado, jamais aceitado, por este mundo de efeito. Enfim, assim, se a colheita está plantada em mim. Amigo, este mundo perfeito, sacie e boa sorte, vida sim. Hoje, do começo, meio e fim. 43 anos morrendo. A esperança nascendo. Tanta ambição. Frustração. Não vou ser ingrato. Um dia, também e exaltação. Amanhã não sei. Ontem um livro que não desvendei. Hoje o contentamento, uma no grau, uma bolacha água e sal, nada mais sei. Giovane Silva Santos

⁠A serpente provocou a nudez do homem e da mulher A memória, um pente. A placa mãe suportando.
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⁠A serpente provocou a nudez do homem e da mulher A memória, um pente. A placa mãe suportando. Processa o passado. Implacável serpente. Placa de vídeo. Jogo moderno. A rede, céu, inferno. Qual o valor da BIOS. Roboticamente. Leitura da mente. Quem escreve este livro. Quem guarda os arquivos de toda gente. Fluxo em tempo real. Capta, alta programação. Ansiedade, euforia, depressão. Alvo, indiferença, roubo imoral. Crime de primeira grandeza. Holocausto científico tecnológico. Apocalipse, tá ligado o relógio. A besta, a carnificina. Quem criou essa artificial oficina. Giovane Silva Santos

⁠Um pouco de poesia e vida 27 O poder sobrenatural e, ou artificial O que seria.
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⁠Um pouco de poesia e vida 27 O poder sobrenatural e, ou artificial O que seria. Mexer com as emoções no piscar de olhos. Ah, grande ciência tecnológica. A natureza biológica. Da alegria, euforia. No outro dia. Depressão. Vontade própria. Sim ou não. Vamos colocar no ventilador. Quem ganha, quem perde. Quem está a sorrir, enquanto outro dor. Doenças infectos psicológicas. Remédio, indústria farmacêutica. Muito mais além. Domínio de um lotado trem. Nação. O mundo. Conspiração. Alguém pode esclarecer. A verdade. Até onde, quem está inserido, quem está na ilusão. Giovane Silva Santos

⁠Porque se calam Na escola não se comenta. Psiquiatra nem esquenta.
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⁠Porque se calam Na escola não se comenta. Psiquiatra nem esquenta. Psicologia nada orienta. Questões triviais. Desde a segunda guerra. Atuando fortemente nos dias atuais. Turbulências sobre questões mental. A emoção. O sentimento, o pensamento. Artificialidade que desafia. Poderia tal, esquadrinhar o coração. Gang stalking ou melhor teatro de rua. Uma combinada perseguição. Origem do pânico e do processo de depressão. Aprisionam se a mente. Refém. Esquizofrenia aparente. Border, bipolar. Mais uma porção de manobras. Ninguém fala, porque será. Medo, receio, pertencentes a esse bloco vulgar. Quantos vendem a alma. Quantos vão morrer, quantos vão matar. Não é fácil eu sei. Melhor desprezar, caluniar, afastar. Bem, meu anseio vivo. A verdade, a justiça triunfar. Doa quem doer, quem faz parte desse jogo milenar. Açoite, pressão, dia, noite, sei bem, o que é o tronco, as feridas, das chibatadas, do pranto e do sangrar, por isso grito, o homem tapa o ouvido, que Deus possa escutar. Giovane Silva Santos

⁠Diversos tabuleiros São muitos jogos. Artifícios com opções.
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⁠Diversos tabuleiros São muitos jogos. Artifícios com opções. Tabuleiro em cada esquina. A cada segundo se assassina. Jogo de gerações. Individuos alvos. Diria. Familias tantas. Empurrado nas barrancas. Raças, intrigante cada escolha. Qual é a condição de cada folha. Negritude, olhos apertados, albinos, cabeludos meninos, ora calvo. Instituições de toda espécie. Consturando, arapucas de pegar rolinha, maquininha, celulares, oh vida sua, onde está vida minha. Constrangedor, amargo, muitas situações. Pouco compreendo. Realmente não entendo. Joguinho, Terra, ouro, vingança, ódio, ganância. Até quando a Terra vai suportar. O flanco da maldição. Tanta enganação. Mentiras. Interresses. O clã vivo de faraó. O orgulho prepotente fariseu. O prazer no sangue. A impressão que muitas pessoas estão aos prantos. Ora, muitos inertes. Também, muitos frios, calculistas e nada sente. DNA. Algo peculiar. Pela busca das asas, do colo, do abrigo. Trava se lutas, no percurso, acreditando no curso do Jesus, pai e amigo. Mas a real sensação. O Brasil é um tribunal. Uma cama que se dorme com inimigo. Giovane Silva Santos

⁠A familia brasileira O que é de fato a família. Quem é a família.
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⁠A familia brasileira O que é de fato a família. Quem é a família. Árvores e ramificações. Fases e estações. Ramos e frutos modificados. Gosto presente, desgosto passado. Processos vice e versa, gerações. Um emaranhado de aço. A força e ragaço. Cada pedaço, precisa se coragem, em quebrar a composição. Derreter o duro e pecaminoso coração. Bagagem pesada, a carga, a manobra, famílias, povos, lugares, gente, civilização, geração. É verdade, um mundo acusador, colocaram o perfeito na cruz. Também insiste, armadilhas a crianças, o mundo, o homem má engana, manipula, seduz. Um jogo de artimanhas. Perseguições. Acusações. Sujam e incriminam. Vidas e vidas, quantas elas diariamente se assassinam. Um ciclo, uma construção global. Um mundo aprisionado, um Brasil encurralado, escravo, acuado, o povo febril. Iluminates, ordem mundial, política, religiosidade, cientificamente, tecnologicamente, modernas sementes. É que é perigoso as variadas árvores, algumas venenosas, ervas daninhas, abrigo de serpentes, o teor da família, semelhante, o lobo violento, degolando ovelhas, a história minha e de minha gente. Giovane Silva Santos

⁠Pequeno e frágil Ossos de vidro. Pensamentos soltos nos ventos do deserto.
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⁠Pequeno e frágil Ossos de vidro. Pensamentos soltos nos ventos do deserto. Veias, artérias vulneráveis. Presa fácil, dentes ferozes estão por perto. Coração ingênuo. Uma mente relapsa. Sonhos e devaneios. Pensamento do todo. Um nada, produto do meio. Gado de abate. Uma fruta amarga desprezada. O pato feio do rebanho. Se é normal, nem sei. Um gosto estranho. Como pulsa. Porque respira. Tão covarde. Medonho. Insignificante. Parece a condenação de Caim, errante. Jogado no matagal. Afogando nas marés. Sufocado pela tempestade. Tão profundo o peso do defeito. Qual seria a balança. Que mediria o equilibrio. Ébrio de tormentas. Meu peito. Meu corpo. Minha alma. Indice alto de rejeição. Que o inferno não aceita. Mancharia até a imagem dos deuses. É que este aspecto sem graça. Desfalido. Abandonado. Gemido. Prantos e sangramentos. Aniversário por aniversário. Sufocado, grito, gemidos. Giovane Silva Santos

⁠220 milhões de brasileiros, quanto vale cada um. De vida terrena. Que cada um paga um preço.
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⁠220 milhões de brasileiros, quanto vale cada um. De vida terrena. Que cada um paga um preço. Recebe a recompensa. Do plantar e colher. Nada disso, nem pensa. Uns colhendo cem, sem nada plantar. Alguns 30, por colaborar. Alguns 10, ajudando a manipular. Alguns outros nada recebe, um preço alto a pagar. Aliás quanto vale, cada coração, cada cabeça deste lugar. Brasil, covil, lobos ferozes, 24 horas no ar. Tragando ovelhas, preparando o pasto, puro veneno. Oh, vejo os laboratórios tecendo, em cada esquina, cada voz, que soa a tecnologia, ciência de quem vai lendo. Onde isso vai parar. Ladrões da terra. Usurpadores de vida. Causadores de ferida. Jogo programado, cada lance. Terapia, esuizofrenia, o ódio, o lobo que causa câncer. Giovane Silva Santos

⁠Armadilha em cada esquina No ar, na terra, no mar. Entrelaçados de astros e planetas.
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⁠Armadilha em cada esquina No ar, na terra, no mar. Entrelaçados de astros e planetas. A moderna maneira má. Ultra, mega, super, magnitude maneiras de ferir, violar, escravizar. Satélites ocultos. Câmera e fontes milenar. O jogo religioso, a ciência, a tecnologia, o gosto amargo do prato mais caro que se impõe a pagar. Se Cristo diz ser fardo leve e julgo suave. Teria uma gente, que isso desmente, colocando entrave. Quem são e onde estão, estes que diz Cristo ser mentiroso. Danoso, se paga dízimo o gafanho entra, se não paga ele atenta, se o desejo do coração é o bem, o homem, a vida moderna vem, induz, atraí, seduz, logo atropela como trem. Acusadores de plantão. Fere as crianças. Constrói uma alienação. Desvia e tipifica o crime. Constrói um escravo regime. Um sorteio. Jogo sem freio. Espada violenta. Possessos meios. Realmente nada entendo, gerar, procriar. Vingar, humilhar. Uma população de fatoches, zombados, manipulados. Massacrados. Individuos alvos. Famílias. Tribunal desumano, indiferença, inveja, a ganância que pede aplausos. Giovane Silva Santos

⁠Porque me persegues Ora, ora. Qual o propósito chave.
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⁠Porque me persegues Ora, ora. Qual o propósito chave. Que intento de constrangimento. Me envorgonhaste tanto. Regozija ao meu sofrimento. Sou eu insignificante. Falho. Pecador brutal. Homem, contudo foi quebrada a chaga do mau. O sangue do cordeiro que a mim limpou. Quando meu coração sangrando. Todo pecado confessou. Até ao que não pratiquei. Sim, quando maldade não levei. Sangrei. Chorei. Paguei. Tu, porquê queres a mim aprisionar. Porque persegues a mim humilhar. Tanto fere e continua acusar. Quem tenho eu. Nada vejo para invejar. Porquê me persegues. Meus caminhos procura bloquear. Diga, diga Saulo de tarso. Que tamanho embaraço. Igreja, ciência, religião, política. Que regaço. Saiba. Não foi princesa Isabel. Não foi Labão. Não estou nas garras da lei. Filho não sofre pela pregressa geração. Não admito essa zombaria maligna Saulo. Foi Cristo, libertou e deu perdão. Giovane Silva Santos

⁠Um pouco de poesia e vida 24 Da vida, qual o rumo do destino. Cartas marcadas.
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⁠Um pouco de poesia e vida 24 Da vida, qual o rumo do destino. Cartas marcadas. Quem desvendará as ciladas. Arapuca armada. Brasil, gente, povo, família, eu menino. Da cor, da indiferença, do exemplo quem já sofreu. Vive as circunstâncias. A intolerância. Poder, dinheiro, arrogância. Cientificamente, tecnologicamente. Tenho dito frequentemente. O jogo político e religioso. Saulo continua no rumo de Damasco. Olha que ele veio até Macarani. Que diga minha dor, meu lombo açoitado. Vejo o povo ferido. Levando alma de mendigo. Eu pergunto, o que estes Saulos tem visto em mim. Perseguindo, coagindo e acusando. Sujeito profano. Morro eu, ou cais tu do cavalo, isso terás fim. Minha alma e meu sangue, misericórdia Deus tem de mim. Giovane Silva Santos

⁠O grande jogo Sociedade secreta. Ordem mundial.
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⁠O grande jogo Sociedade secreta. Ordem mundial. Apocalipse. Eleição dire ta. Plano letal. Tribos, diversidade, um povo escolhido. O que está claro, o que está escondido. Grande escalão. Povo oprimido. Povo bandido. A mistura da colisão. Onde estão os escritórios da manipulação. Quem é inocente. Quem sabe e é independente. Quem sofre e sente. Quem é o lixo sujo, dono do podre jogo, que engana e mente. Tribunal sanguinário. Que julga pelas vias do ódio. Desumano dinossauro. Que provoca esse rebuliço de sangria, fome, humilhação e tanta dor. Ideologias de nomeclaturas. Mas a real. É sangue. É carnificina. Uma coleção de pejoraçôes. A dor, oficina. O diabo, o homem satânico. Causa depressão. Causa pânico. O cavalo branco. Poderia pisotear. Sela o perdão. Giovane Silva Santos

⁠Reality, a grande trama Armas tantas. Biológicas.
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⁠Reality, a grande trama Armas tantas. Biológicas. Tecnológicas. O gigante arcaico canhão. Deus, deuses, religião. Câmeras ocultas. Várias espécies de vigia. Que atravessa as paredes da escuridão. Que navega pelo dia. A viagem na veia. Os invisíveis chips. O som, a luz, a energia. Jogo de orquestra vips. Ar, água, Terra, a grande teia. Israel, palestina, o mundo espiritual bombeia. Algozes, ferozes. Geração, pós geração. Segredo, sistema, escravidão. O mundo artificial. Privacidade, liberdade, violação. Reality, a grande trama. O mundo nu. Aos olhos da enganação. Bem. Sei quanta tormenta eu e outras tantas vítimas. Que preparemos para o grande tribunal. Quanto vale a alma do bem e do mal. Giovane Silva Santos

⁠O mundo escondido Seria, teria a tecnologia escancarado. Canais tantos, internet, tv, a informação na mão, um teclado.
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⁠O mundo escondido Seria, teria a tecnologia escancarado. Canais tantos, internet, tv, a informação na mão, um teclado. Olha, uma visão, opinião, percepção. A verdade fragmentada, 10% revelada. E o restante. Bem. Interessante. Como de fato se deu Brasil. O antes, história febril. Segredos, povos, famílias, grupos, sociedades secretas, mais de mil. O que sucede. O que procede. Do que se antecede. As terras. O ouro. Incoerente ganância, religiosidade, uma tremenda dança, que o teor desumano, grande não se mede. Fatos, contradições, senhores e escravos, revelações, escavações. Mas as verdades e fatos. Quem detém o poderio. O computador da manobra. A orquestra das famílias. Intríseca, intrigas. Sei, muitos se vendem, se entregam. Enganam, aniquila e massacra o semelhante. A verdade é, a faca de caim continua amolada. É perigoso ofertar o sangue e a alma para o eterno poderoso. O homem má, ardiloso, odioso. Espreita, fere, persegue os inocentes, veemente, ferozmente furioso. Giovane Silva Santos

⁠"O ciclo da vida em Jesus Cristo é permanente, viver os desígnios dessa intenção é o sentido da compreensão, toda obra manifesta pelo contrapondo dessa partida é vã, fugaz e transitória, correr atrás do vento, já dizia Salomão, tudo ilusão, ora, a fé, misericórdia, justiça, cont…
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⁠"O ciclo da vida em Jesus Cristo é permanente, viver os desígnios dessa intenção é o sentido da compreensão, toda obra manifesta pelo contrapondo dessa partida é vã, fugaz e transitória, correr atrás do vento, já dizia Salomão, tudo ilusão, ora, a fé, misericórdia, justiça, contempla se pelo amor que abre a porta da eterna glória, honra e graça, seja assim o Altíssimo em nome de jesus." Giovane Silva Santos

⁠Herança Não aceite amados irmãos. Argumentos de contendas e enganos.
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⁠Herança Não aceite amados irmãos. Argumentos de contendas e enganos. O mundo acusador e profano. Em Jesus não há condenação. Nenhum filho carregará a iniquidade da mãe e do pai. Nenhum pai e mãe carregará a iniquidade do filho. Arrependei e limpai a própria cruz. Atenção que a cadeia hereditária induz e seduz. Apresente a Deus a tua questão. Busque o Espírito Santo. Não há maldição. Quebre os laços que os impõem os acusadores. São orações insensatas. Armadilhas que leão bramando rugindo, este ata. Está a roubar, matar e destruir. Como almas dos gafanhotos que tendes a tudo consumir. Devoradores, cortadores, migradores, destruidores. É o Altíssimo a destra justa e exata. Busque o alto, pelo nome de Jesus. A toda maldição hereditária foi na cruz. Se acusar pelo passsado da geração. Atenção, mude o curso de todos os atos. Imite a Cristo de verdade e fato. Somos estes pequenos eu sei. Tantos são os doutores da lei. A lei e os doutores. Jesus é o caminho da verdade. Outro argumento é engano e mentira dos acusadores. Arrependei a cada um de cada ato, para não ser eacravos destes Senhores enganadores. Giovane Silva Santos

⁠Espada e escudo. Jesus, nunca contra, sabedoria, misericórdia e tanto, tudo do amor. Chama, busca, humilde o ato da perfeição.
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⁠Espada e escudo. Jesus, nunca contra, sabedoria, misericórdia e tanto, tudo do amor. Chama, busca, humilde o ato da perfeição. O que o fez a obra perfeita, geração eleita no plano da salvação. Foi pago, remido e ungido, na coragem da extrema dor. Se levanta o perverso, amardihas e acusações. Tramas e enganos, açoites e chicotes. Usa o templo espiritual, sujando como objeto experimental, homem, mulher, criança, capitalismo artificial. Oh, quanta angustia e tribulação. Mata, rouba, engana, rungindo como sangrento leão. Postestades e principados. Materializando e enviados. Nas obras e planos de matança e enganação. A vida é mesmo um sistema, show ao vivo, realite da vida real. A nudez, privacida, intimidade nas câmeras da televisão. Dentro de casa, nas praças. O jogo da escravidão. Do laboratório, do escritório, muitos envolvidos no plano de destruição. Oh vento da justiça, a destra da razão, o teu martelo. Jesus, fala ao Altíssimo, urgente e urgentíssimo, tua verdadeira e santa misericórdia. Ajude nos, contra essa ganância, esse emaranhado de mentiras, de grande enganação. Giovane Silva Santos

⁠É ele Na extrema coragem, no extremo amor. Não se explica, quão grande ato.
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⁠É ele Na extrema coragem, no extremo amor. Não se explica, quão grande ato. A obra perfeita, eleita de prova e fato. Foi por nós, a pureza, a riqueza se sujou. Jesus o ápice da criação. Eterno, fé, misericórdia, a justiça, sublime e infinito. Levou o peso de toda nação. De todos os povos, de toda uma gente. Não nega quem busca, quem vive e sente. Em Cristo, o coração que se rende, o perdão, não há condenação. Jesus, o poder absoluto e soberano. Jesus, o consolo, o colo de mãe, o forte braço do pai. Jesus é a pureza de menino, levanta o abatido, atende o gemido, daquele que cai. Jesus é a lei, pela graça, abraça o insano. A verdade que Sara, cura, desata o nó, tira o mundo do engano. Os sinais abertos, florestas, asfaltos e desertos. Se a vinda longe ou perto. A santa presença, sempre, sempre teve perto. Giovane Silva Santos

⁠"Sobre um arbusto de espinhos, pousou um rouxinol a cantar intensamente, brotou se uma linda flor, os espinhos se enfureceram e sufocaram a flor, mas o cântico do rouxinol era tão forte que a flor sobrepôs aos espinhos em harmonia ao cântico do rouxinol, os espinhos se frustrara…
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⁠"Sobre um arbusto de espinhos, pousou um rouxinol a cantar intensamente, brotou se uma linda flor, os espinhos se enfureceram e sufocaram a flor, mas o cântico do rouxinol era tão forte que a flor sobrepôs aos espinhos em harmonia ao cântico do rouxinol, os espinhos se frustraram e o arbusto murchou, o rouxinol bateu asas e junto a flor levou." Giovane Silva Santos