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Frases de Giovane Silva Santos

2.361 frases

⁠Ação, omissão, reação Conhecereis a verdade, ela vos libertará. Quem poderá dizer, quem poderá revelar.
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⁠Ação, omissão, reação Conhecereis a verdade, ela vos libertará. Quem poderá dizer, quem poderá revelar. A santa igreja. Platão, Tesla, Albert Einstein, Bil Gates. Saber quem deseja. Que o criador nos proteja. O mundo é perigoso, não pela manifestação do mau, sim o homem bom que recusa a gritar. Um desses homens inteligentes Einstein, repetido por Enéas. Eu tão pequeno, ninguém escuta o soar da minha traquéia. Sim, se o segredo superior é dado aos que teme o Altíssimo, eu me borro, quero isso. Dessa massa, dessa energia, dessa forma solar diferente. Do pulso, do sinal, da luz, do som, minha mente, se você quer, tente. Conversão de pulsos, programação artificial, tempo real, uauau, plano ousado, surreal. Ameaças, torturas, acusações, a insanidade binária provocando loucura. Lucas, Marcos, diz que o oculto vem a tona. O que tem por baixo dessa extensa lona. O calcanhar de Aquiles, dessa marginal putaria, zona. Quem goza, leva o ouro, o charuto caro, o dono da lancha, os cavaleiros do apocalise, os selos, as taças, as trombetas. A geração da pedra, pergaminho e canetas. O jogo, a moderna civilização, a era da tribulação. Manifesta ciência tecnológica, politica e religião. Quem será a ponte da grande revelação. Quantos bits, qual a velocidade, qual a percepção, quem intercepta, quem ativa a grande PROGRAMAÇÃO. Giovane Silva Santos

⁠O que tem no baú da vida O baú. Não consigo ver a cor da tampa.
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⁠O que tem no baú da vida O baú. Não consigo ver a cor da tampa. Aqui de fora. A mente hora, ora, ora. Uma viagem intrigante, o que tem no horizonte, Leste, Oeste, Norte, Sul. A caixa preta da vida, é ou não é laranja, no português claro, o sonho da cor do céu, azul, da vida, o baú. Torturas psicológicas, perseguição, choques, picos elétricos, esquizofrenia, enganação. Armadilha planejada, famílias, crianças alvejadas, manipulação, destino, cartas marcadas. Perseguidos, feridos, iludidos, induzidos, o pecado artificial, que acusa, abusa, destrói, corrói, impõe uma chaga letal. O grande doutor, a grande farmácia, as fanáticas religiões, eu criança que nada sei, pedindo mamadeira, subindo uma penosa ladeira, quilomba da humilhação. Um povo, uma gente, culpada porque se cala, cooparticipadores dessa conspiração. A terra, a riqueza, a história sangrenta de irmão, perpetua a ganância, a violência, o poder, nação. Eu pequeno, mais um, não sei ler, estou cru, nu, alguém poderia abrir a porta do oculto baú. Giovane Silva Santos

⁠O casamento da pomba e o urubu A neve preta. O leite escuro.
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⁠O casamento da pomba e o urubu A neve preta. O leite escuro. A prata negra. Bodas de ouro puro. Aliança de aço. Aliança de diamante bruto e cru. O adorno do Espírito Santo. No mundo rejeitado e nu. Escravizado, humilhado, maltratado. As trevas pede trégua. Muito sofrimento, povo, Brasil, eu, tu. Tua misericórdia, quão águia se renova. É duro a prova, Tizil, Pássaro Preto, Ânum. Desprezados. Abrace o casamento da pomba e o urubu. A escuridão, o navio, o porão. Egito, Hebreus, sensação. A mente, espiritualidade, história de grande prisão. Geração pós geração. Briga, contenda, ciúme. Irmão, irmão. Se Cristo limpou, por que ainda, a grande prisão. Profecia. Terra. Riqueza. Poder. Quem decifra essa questão. A ciência tem cor? Qual o tom da tecnologia. A politica, corrupção. O sangue da nobreza é azul. Qual é a essência do sangue de cada religião. Só ele tem a chave da porta, que pode abrir e fechar. Afinal, o mau está escancarado, vai passar a boiada, vida artificial, carnificina letal. Mas, quero, sou, meus olhos, sim, pelo original, sobrenatural, a pomba e o urubu, a paz, o perdão juntos no Brasil, no mundo, no quintal do céu. Giovane Silva Santos Giovane Silva Santos

⁠Tempo, trigo abundante, chicote sangrento Que eu não seja mau compreendido pelo irmão. Que cada pranto, cada dor.
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⁠Tempo, trigo abundante, chicote sangrento Que eu não seja mau compreendido pelo irmão. Que cada pranto, cada dor. Não me coloque a ingratidão. Se pardal não tem valor, bicho sangue, o cão. Nem mesmo sei quando dos meus lábios brotaram um sorriso. Que seja isso. Doa quem doer. Sanguinários da lei e da ganância. Seja de onde parte o crime. A ciência da vida moderna que manipula, captura e oprime. Povo, gente, poder, religião, politica, nação, ouro, terra, uma tremenda maldição. Que ameacem, que continuem batendo, que escolham vítimas, que a maldade vem tecendo. Minha alma não dou, só se o Altíssimo não me aceitar, falho, pequeno, pecador, uma vida de dor. Cristo, minha cor. Já me jogaram na lata do lixo. Colocaram minha boca no esgoto. Mancharam, quebraram meu nariz, feriram e riram como quis. Acusaram me como escroto. Raça de Víboras. Capturaram Brasil. Animais. Crianças artificiais. Vacinas, energia, som, ar, luz, só uma pequena mostra das armas letais. Se é pra morrer, deitado ou de pé. De coração vazio, Altissimo, preencha com a fé. Satanás tá louco, ardiloso escroto, quer respeito de qualquer jeito. Espada, tribunal, sim, o desejo da justiça divina, seja o sobrenatural, efeito. Giovane Silva Santos

⁠Quem é o mentor das prisões. Grades, porões, cadeados. A liberdade perseguida.
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⁠Quem é o mentor das prisões. Grades, porões, cadeados. A liberdade perseguida. O destino de cada vida. Amados e, ou odiados. Jogo de gerações. Presentes e passados. Desejos, vontades, ambições. Sonhos, busca, realizações. O teor de cada pensamento, cuidado, atento. A manobra, manipulação, asas cortadas, mente aprisionada, o povo, uma gente, perseguição. Mecanismos inovados, métodos avançados, globalização, prisão. Arquitetos do apocalipse, engenheiros da magia, a medicina oculta, sinais de tecnologia. Grandes vulcões em depressão, o pânico com hora marcada, verdadeiramente, a mente, perseguida e aprisionada. O mentor, o pecado, tal construtor, intelectuais do presente e passado. Qual a frequência de atuação, como é feito cada programação. O grande dilema, todos calados, feridos engaiolados, reféns ou culpados, o povo, a gente, a grande multidão. Giovane Silva Santos

⁠Pressão, opressão, depressão, escravidão. A ciência da vida. Cardioneuro.
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⁠Pressão, opressão, depressão, escravidão. A ciência da vida. Cardioneuro. Tecnoligião. A mente movida. Política da nação. Torá, bíblia, alcorão. Espiritualidade binária. Ordem ordinária. Iluminates, escuridão. Quantos individuos alvos. Quantos dentro desse jogo. Participando da perseguição. Refém. Remédio, psiquiatria, ansiedade, preocupação. Enganados, perseguidos, atropelados por esse trem. Arena sangrenta. O coliseu feroz. Ninguém vê. Aliás, de repente muitos de acordo com a trama nojenta. O pranto, o sangue, a voz. O grito de quem sente o ódio, a inveja, a desumanidade algoz. Pressão, opressão, depressão, escravidão. Individuos alvos. A ciência tecnológica. Politica e religião. Calados, sinais pra todo lado. O site mundo paralelo. A grande programação. Giovane Silva Santos

⁠O grande portal Virtual, real. Conhecem o grande portal.
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⁠O grande portal Virtual, real. Conhecem o grande portal. Alargado a porta do inferno. Profecia. Um monte de besta. A vida artificial. Um diferente tribunal. Apuração. Programação. Toda mente interligada. A privacidade algemada. Pressão. Opressão. Depressão. Ansiedade generalizada. Um clique, um toque. Blecaute na rapaziada. Que acham. O poder desse juízo. O teor. Inferno. Paraíso. Acusadores de plantão. A lei perseguindo. Mais uma vez. O pobre ferindo. Preconceito velado. Que arma global. A multidão vendendo a alma. Ciência tecnológica. Arma bilógica. A nova era política. Religião ideológica. Porque o governo não revela. Teria vendido a terra e o povo. Escravidão. Privacidade violação. Será que a tecnologia sabe amar, perdoar. Sabe esquadrinhar o coração. Acusadores, propagadores de dissensão. Saltiadores. Quem será tragado, quem será eterno. Quem está no controle. Abrindo e alargando a porta do inferno. Giovane Silva Santos

⁠Avalie o engano, 1%, 10%, ou 100% Mariele, Eduardo Campos. Doroty, Celson Daniel.
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⁠Avalie o engano, 1%, 10%, ou 100% Mariele, Eduardo Campos. Doroty, Celson Daniel. Frio, calor, relâmpagos. A besta, a profecia, a promessa. A terra, apocalipse, inferno, céu. Muitos mamando na terra do leite e mel. Ninguém diz, ninguém fala. Quem é aluno, quem é professor. Quem é ovelha, padre, pastor. Frei, rei, bispo, doutor. A lei do homem, o tribunal do desamor. Quem são, de onde vem, quem é quem. Onu, papa, as três potências. Carrega a geração o poder. Escraviza, condena. Ganância, adoradores de deuses mil. Oculto poder, oculta força. Qual o limite deste plano. Giovane Silva Santos

⁠Eu e Deus 1 Falo contigo, senhor. Desta geração.
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⁠Eu e Deus 1 Falo contigo, senhor. Desta geração. Cheia de engano e escuridão. Eu reitero, eu, este computador. A interface, eu e o verdadeiro doutor. Senhor, falo, chamo, clamo, humilho me. Pelo sobrenatural, do paraíso. Do verdadeiro juiz, razão, juízo. Sem bem do teu amor, tua bondade. Tua misericórdia, por isso ainda vivo. Também sei, de todos teus pedidos. Tua glorificação, acima de qualquer beldade. Pelo sangue do filho, a prova de tua verdade. Veja eu, vou estar a repetir. Vou gritar, até o senhor a mim ouvir. Fraco e humilhado, neste mundo febril. Sou ferido desde o nascituro por essa sociedade viril. Este fraco, insignificante, desprezado neste contexto vivo. Contexto de vida moderna. Gemeu meus ossos. Sem graça, sangrado o coração, a mão, a perna. Cegaram me, aprisionaram me, enganaram me. Mesmo na escuridão, levantaram o punhal. Fui perseguido pelo homem mau. Socorro, és meu único refúgio e alívio. Verdadeiramente, nem quero discutir lei e graça. Almejo mesmo a tua sarça. Aprender, aguentar, viver, senhor o Deus vivo. Desde a criação, patriarcas, a cruz, a salvação. Enquanto o cavalo selado não vem. Permita senhor, viver com verdadeiro bem. A esperança, fé, viver, experimentar a longevidade contigo. Do sobrenatural, dons, Espírito Santo, Jesus, isso convém. Giovane Silva Santos

⁠A fisiologia das placas periféricas Um HD de grande compartimento, aquivos da vida real. A placa de vídeo, olho artificial, quem poderá deter, visão sobrenatural.
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⁠A fisiologia das placas periféricas Um HD de grande compartimento, aquivos da vida real. A placa de vídeo, olho artificial, quem poderá deter, visão sobrenatural. Chips, câmeras, ultra invisíveis, será possíveis, que diga a pressão do sanguínea, arterial, sal. Processador magnífico, a velocidade da luz, a barreira do som, cobaias humanos, a tecnologia que induz. Pulsos elétricos, fatídico joelho, relapsa memória, a dor, a humilhação, a vergonha, a bios elétrica jamais sabe a hora. Sitoniza o rádio, na frequência minha gente, mecanismo de leitura de mente. Computador nu, qual a cor da cueca e da calcinha, constrangimento desse aparelho erva daninha. Giovane Silva Santos

⁠DNA artificial X DNA natural Cromossomos. Como somos.
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⁠DNA artificial X DNA natural Cromossomos. Como somos. Árvore que se fabrica. Árvore que brota. Sementes da esperança. Artifícios de ganância. Na veia. Nas ondas e frequências. Som, energia, teia. A minha mente. Violada violentamente. Desse povo, dessa gente. Conspiração em cadeia. Jogo manipulador. Sinapse e pulsos controlador. Ora, acelerado. Ora, freio que causa dor. Diria a depressão. O pânico sem razão. Traição. Colisão. Quem cria o circulo de tanta dor. Fere, atinge, viola, manipula, acusa sem pudor. Indivuduos alvos. Famílias sem valor. Objeto de manobras. De pura alienação. Deus dá o trigo. O homem cobra caro o grão. Envenena o pão. Contamina uma nação. Se há quem consente. Não peça que eu lamente. O tribunal artificial triunfa em gargalhadas, vampiros marginais. Pois bem, pelo sobrenatural, o cavalo branco, o martelo soa aos justos tribunais. Giovane Silva Santos

⁠Um pouco de poesia e vida 28 Como é esse negócio. Esse jogo artificial.
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⁠Um pouco de poesia e vida 28 Como é esse negócio. Esse jogo artificial. Quem ganha, quem perde. Quem é o bem, quem é o mal. Abra a bíblia igreja. Diga a verdade que liberta. Sem parábolas, a que o povo veja. Quanto vale a graça. Quem dita as tábuas da lei. Qual o valor do pecado. Quem vive o mandamento. Quem não paga tributo. Tem rei absoluto. Porque 43 anos paguei. Quanto vale o perdão. Qual critério do paredão. Desse fuzilamento em massa. Toda vida do povo, nu, na praça. Responda minha inquietação. Ciência, tecnologia, política e religião. Semente, raiz, fruto da graça. Ou. Escravidão, conspiração, humilhação. Giovane Silva Santos

⁠Um pouco de poesia e vida 26 A fé é inteligente, que pactua com o conveniente. Ou a fé é louca, plantar no deserto.
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⁠Um pouco de poesia e vida 26 A fé é inteligente, que pactua com o conveniente. Ou a fé é louca, plantar no deserto. Sem que haja interesse certo. A fé é racional, ou a moral eloquente. Penso que estamos no percurso à prova. Render se a artificial vida. O remédio, a ciência que inova. Quanto vale cada alma. Dez mandamentos, sete pecados capitais. Poesia nua, prosa, trova. Dialogue comigo. A mente nua. O jogo se intensifica. Logradouro, frequência, Marte, lua. No quarto, na sala, na cozinha, na rua. Olhos e ouvidos modernos. Arquivos sociais, particular, vidas minha e sua. Quem vai gritar, quem vai calar. Ai está, pactuar ou rebelar. A coragem, da igreja, do bar. Quem, quem vai nos libertar. Giovane Silva Santos