Frase de Giovane Silva Santos
O jogo não para Regras conhecidas. Apito. Pequenos sofrem. Grandes clubes, grandes empresas favorecidas. Contabilidade disproporcional. O jeitinho. Débito, crédito, balanço igual, não. Igual para igual, desigual desigual. Rico e rico, pobre e pobre. Tribunal. Sangue nobre. Se a indiferença sobre. A lei do homem é marginal. Sabe se, a experiência de eras, profissional. Jogo na ponto, na defesa, no ataque e no meio. A bola viaja no espaço. Parte na velocidade do tempo. Oriente, ocidente, lançamento. Quem domina, quem mata a menina. Anos e anos, disputa, Brasil, o rei, a taça, o gol fez. Quantas taças, alegoria do negro. Tudo misturado, times novos, um, dois, três. Flamengo, urubuzada, quem será a bola da vez. Luxúria, vaidade sedutora. Enigmáticas sociedades. Reality. Grandes potências, produtoras. Fliperama, nitendo, caças níqueis. Aprendi nica. Bem. Cada lance, na cal, cobra, pica. Arremessa, lateral. Quem nada significa. O jogo, a tecnologia, 1, 2, 3, 10% Bola no campo, bola pro mato, bola na rede, apita seu juiz, marca a infração. Amarelo, vermelho cartão, a marcação justa, que justifica o perdão. Na hora marcada, sim sim, não não, caiu caiu, nada de tapetão. Jogo perigoso, grandes e poderosos favorecidos, no tribunal do homem o jeitinho. Conto com var. Será que a tecnologia é má. Corrompe a natureza e não deixa o homem errar. Quá. Ela também pode conduzir a bola. E aos jogadores enganar. O vento, o som, o peso. Deixa pra lá. Bandeira, marca juiz. Brasil raiz. Natureza genuína. Querem sepultar. Giovane Silva Santos
No pensador.ai desde